
Nora Roberts - Trilogia da herana 02 - Born in



Prlogo

        O vento selvagem correu amaldioando pelo Atlntico e bateu seus punhos em cima dos campos dos municpios ocidentais. Duro, balas de needlepoint de batida
de chuva no cho e fatiou pela carne de um homem para bater os ossos dele. Flores que tinham florescido brilhantemente de primavera a outono enegreceram debaixo
da congelao mortal.

        Em cabanas e bares, pessoas se reuniram ao redor de fogos e falaram das fazendas deles/delas e os telhados deles/delas, o familiares que tinha emigrado a
Alemanha ou os Estados. Apenas importou se eles tinham partido o dia antes, ou uma gerao. A Irlanda estava perdendo suas pessoas, como teve todos menos perdido
seu idioma.

        Havia conversa ocasional sobre As Dificuldades que guerra infinita no norte. Mas Belfaste estava longe da aldeia de Kilmilhil, em milhas, e em emoo. Pessoas
preocuparam mais sobre as colheitas deles/delas, os animais deles/delas, e os casamentos e esteiras que viriam com inverno.

        Alguns milhas fora da aldeia, em uma cozinha esquentada com o calor e cheiros de assar, que Brianna Concannon olhou fora da janela como a chuva gelo-afiada
atacou o jardim dela.

        "Eu perderei a aquilgia, eu estou pensando. E a dedaleira." Quebrou o corao dela para pensar nisto, mas ela tinha desenterrado o que ela pde e armazenou
as plantas atrs na pequena cabana abarrotada fora. O vento forte tinha vindo to depressa.

        "Voc plantar mais em primavera." Maggie estudou o perfil da irm dela. Brie preocupou sobre as flores dela como uma me em cima dos bebs dela. Com um
suspiro, Maggie a esfregou prpria barriga inchando. Ainda a surpreendeu que era ela que estava casado e levando uma criana, e no a irm casa-amando dela. "Voc
amar todos os minutos disto."

        "Eu suponho. O que eu preciso  uma estufa. Eu tenho olhado para quadros. Eu penso poderia ser feito." E ela poderia dispor isto provavelmente antes de primavera,
se ela tivesse cuidado. Sonhando um pequeno sobre as plantas que floresceriam no documento anexo de copo novo deles/delas, ela deslizou um grupo fresco de bolinhos
redondos de oxicoco do forno. Maggie tinha lhe trazido as bagas todo o modo de um mercado de Dublin. "Voc levar esta casa com voc."

        "Eu vou, sim." Maggie sorriu e arrebatou a pessoa da cesta, enquanto lanando isto de mo dar para esfriar isto bastante antes de ela mordesse dentro. "Depois
que eu comesse meu abastecimento. Eu o juro, Rogan todos menos pesa todo bocado que eu pus em minha boca."

        "Ele quer o e o beb saudvel."

        "Oh, ele faz. E eu penso ele est preocupando sobre quanto de mim  o beb e quanto  gordo."

        Brianna de olhos a irm dela. Maggie tinha crescido redondo e macio, e havia uma satisfao rsea sobre ela como se aproximou ela que o ltimo trimestre
da gravidez dela que era um contraste afiado ao pacote de energia e nervo Brianna foi acostumado.

        Ela est contente, Brianna pensou, apaixonado. E sabe o amor dela  devolvido bem. "Voc vestiu mais que alguns, Margaret Mary", Brianna disse e assistiu
humor mau em lugar de temperamento os olhos de Maggie claro.

        "Eu estou tendo uma competio com um das vacas de Murphy, e eu estou ganhando." Ela acabou com o bolinho redondo, alcanado descaradamente para outro. "Em
alguns semanas eu no poderei ver passado minha barriga para o fim de meu tubo assoar copo. Eu terei que trocar a "trabalho de abajur.

        "Voc poderia tirar uma frias de seu copo", Brianna mostrou. "Eu sei que Rogan lhe falou que voc tem bastante j feito para tudo das galerias" dele.

        "E o que faria eu, alm de dado de enfado? Eu tenho uma idia para um pedao especial para a galeria nova aqui em Clare."

        "Que no abrir at primavera."

        "At l Rogan ter feito bom na ameaa dele me amarrar  cama se eu fizer um movimento para minha loja." Ela suspirou, mas Brie suspeitou Maggie no prestou
ateno  ameaa tanto. No preste ateno aos modos dominantes sutis de Rogan. Ela tinha medo ela era mellowing. "Eu quero trabalhar enquanto eu posso", Maggie
somou. "E  bom ser casa, at mesmo em tal tempo. Eu suponho voc no tem nenhum convidados vindo."

        "Como acontece, eu fao. Um ianque, semana" que vem. Brianna refrescou a xcara de Maggie de ch, ento o prprio dela, antes de se sentar. O cachorro que
tinha estado esperando pacientemente ao lado da cadeira dela ps a cabea grande dele no colo dela.

        "Um ianque? Justo? Um homem? "

        "Mmmm." Brianna acariciou a cabea de Concobar. " um escritor. Ele est reservado um quarto, quer tbua, para um perodo indefinido, como bem. Ele  com
antecedncia" liquidado um ms.

        "Um ms! A este tempo de ano? " Divertido, Maggie olhou fora como o vento tremeu as janelas de cozinha. Tempo de boas-vindas que no era. "E eles dizem que
os artistas so excntricos. Que tipo de escritor  ele, ento? "

        "Um tipo de mistrio. Eu li alguns, e ele  bom. Ele  ganho prmios e teve filmes feitos deles."

        Escritor prspero, um ianque, gastando o morto de inverno a um B e B em Municpio de Clare. Bem, eles bastante tero que dizer aproximadamente que no bar."

        Maggie lambeu miolos dos dedos dela e estudou a irm dela com o olho de um artista. Brianna era uma mulher adorvel, toda a rosa e ouro com pele cremosa
e uma multa, figura em bom estado. Uma face oval clssica, uma boca que era macia, unpainted, e freqentemente muito srio. Olhos verdes plidos que tenderam a sonhar,
membros longos, fluidos, cabelo que segurou cabelo fogo-grosso, escorregadio quieto que freqentemente escapou seus alfinetes.

        E ela era macio-hearted, pensamento de Maggie. Completamente muito ingnuo, apesar do contato dela com estranhos como o dono de um B e B, sobre o que entrou
em fora no alm mundial o prprio porto de jardim dela.

        "Eu no sei como eu gosto, Brie, voc s na casa com um homem durante semanas de cada vez."

        "Eu estou freqentemente s com convidados, Maggie. Isso  como eu ganho meu dinheiro."

        "Voc raramente tem nico, e no meio de inverno. Eu no sei quando ns poderamos ter que voltar para Dublin, e - "

        No esteja aqui para me cuidar? " Brianna sorriu, mais divertido que ofendido. "Maggie, eu sou uma mulher crescida. Uma mulher de negcios crescida que pode"
se cuidar. "Voc sempre busca outro" olhando muito ocupados todo o mundo. "No comece em sobre Me." Os lbios de Brianna apertaram. "Eu fao muito pequeno agora
que ela  se instalada com Lottie na cabana."

        "Eu sei o que voc faz" exatamente, Maggie lanou atrs. "Correndo toda vez ela abana o dedo dela, enquanto escutando as reclamaes dela, a arrastando fora
para o doutor toda vez ela se imagina com uma doena fatal nova." Maggie sustentou uma mo, furioso a ela para ser chupado, contudo novamente, na raiva e a culpa.
"Isso no  agora mesmo minha preocupao. Este homem - "

        "Grayson Thane", Brianna proveu, mais que grato o tpico tinha virado longe da me deles/delas. "Um autor americano respeitado que tem desgnios em um quarto
quieto em um estabelecimento de bem-corrida no oeste de Irlanda. Ele no tem desgnios na proprietria" dele. Ela apanhou o ch dela, tomou um gole. "E ele vai pagar
por minha estufa."

        Captulo Um

        No era incomum para Brianna ter um convidado ou dois em Cabana de Blackthorn durante o pior das tempestades de inverno. Mas janeiro estava lento, e freqentemente
a casa dela estava vazia. Ela no prestou ateno  solido, ou o hellhound uivam do vento, ou at mesmo o cu plmbeo que vomitou chuva e dia de gelo depois de
dia amargo. Deu o tempo dela para planejar.
        
        Ela desfrutou os viajantes, esperou ou no. De um ponto de vista empresarial contaram as libras e pence. Mas alm isso, Brianna gostou de companhia, e a 
oportunidade para servir e fazer uma casa temporria para esses que passaram o modo dela.
        
        Ela teve, pelos anos desde que o pai dela morreu e a me dela se mudou, se transformou a casa na casa que ela tinha almejado como uma criana, com fogos 
de relva e ata cortinas e os cheiros de assar vinda da cozinha. Ainda, tinha sido Maggie, e a arte de Maggie que tinha tornado isto possvel para Brianna se expandir 
mordeu atravs de pedao. No era algo que Brianna esqueceu.
        
        Mas a casa era dela. O pai deles/delas tinha entendido o amor dela e a necessidade dela por isto. Ela tendeu o legado dela como ela vai uma criana.
        
        Talvez era os tempos que a fizeram pensam no pai dela. Ele tinha morrido muito em um dia goste isto. De vez em quando, em momentos estranhos quando ela se 
achou s, ela descobriu ela ainda levou pouco embolsa de aflio, com recordaes, bom e ruim, comprimiu neles.
        
        Trabalho era o que ela precisou, ela se falou, enquanto virando longe da janela antes de ela pudesse pensar muito tempo para.
        
        Com a chuva que bate com fora, ela decidiu adiar uma viagem na aldeia e ao invs agarrar uma tarefa ela tinha posto muito muito tempo fora para. Ningum 
foi esperado que dia, e a nica reserva dela no era devida at o fim da semana. Com o cachorro dela se agrupando atrs dela, Brianna acarretou vassoura, balde, 
trapos, e uma caixa de papelo vazia at o sto.
        
        Ela limpou aqui com regularidade. Nenhum p foi permitido muito tempo na casa de Brianna para. Mas havia caixas e cales de banho que ela tinha ignorado 
no dia-a-dia dela. Nenhum mais, ela se falou e apoiou aberto a porta de sto. Este tempo ela faria uma varredura limpa. E ela no permitiria sentimento para lhe 
impedir de lidar com recordaes de sobra.
        
        Se o quarto fosse limpado corretamente de uma vez por todas fora, ela pensou, ela poderia poder dispor os materiais e trabalho necessrio remodelar isto. 
Um quarto de sto confortvel que poderia ser, ela meditou, enquanto apoiando na vassoura dela. Com um desses janelas de teto, e talvez uma trapeira. Pintura amarela 
macia para trazer o sol dentro. O polons e um dos tapetes curvos dela no cho.
        
        Ela j poderia ver isto, a bonita colcha por uma colcha colorida, uma cadeira de sugan, uma pequena mesa de escritura. E se ela tivesse...
        
        Brianna tremeu a cabea dela e riu dela. Ela estava adquirindo  frente dela.
        
        "Sempre sonhando, Decore", ela murmurou, enquanto esfregando a cabea do cachorro. "E as que  precisado aqui  graxa de cotovelo e desumanidade."
        
        Caixas primeiro, ela decidiu. Estava na hora para limpar fora documentos velhos, roupas velhas.
        
        Trinta minutos depois ela teve pilhas limpas. Um ela levaria para a igreja para o pobre; outro seria trapos. O ltimo que ela manteria.
        
        "Ah, olhe para isto, Trapaceiro". Reverently que ela tirou um vestido de batismo branco pequeno, enquanto tremendo suavemente fora as dobras. Wisps lnguido 
de lavanda assombraram o ar. Botes minsculos e extremidades estreitas de use espartilho enfeitado o linho. O trabalho manual da av dela, Brianna soube, e sorriu. 
"Ele salvou isto", ela murmurou. A me dela vai nunca tinha dado tal pensamento sentimental a geraes futuras. "Maggie e eu teramos usado isto, voc v. E Da guardou 
isto para nossas crianas."
        
        Havia um pang, to familiar ela sentia isto apenas. Havia nenhum beb que dorme em um bero para ela, nenhum pacote macio que espera ser segurado e alimentou 
e amou. Mas Maggie, ela pensou, quereria isto. Cuidado levando, ela dobrou o vestido novamente.
        
        A prxima caixa estava cheia com documentos que fizeram o dela suspire. Ela teria que os ler, os esquadrinhe pelo menos. O pai dela tinha economizado todo 
pedao de correspondncia. Haveria recortes de jornal como bem. As idias dele, ele teria dito, para aventuras novas.
        
        Sempre uma aventura nova. Ela ps de lado vrios artigos fora os que ele tinha cortado, em invenes, arborizando, carpintaria, shopkeeping. Nenhum em cultivar, 
ela notou com um sorriso. Um fazendeiro que ele nunca tinha sido. Ela achou cartas de parentes, de companhias ele tinha escrito para em Amrica, na Austrlia, no 
Canad. E aqui a prova de compra para o caminho velho eles tinham tido quando ela tinha sido uma criana. Um documento a parou, a fez carranquear em puzzlement. 
Se parecia algum tipo de cautela de aes. Triquarter Minando, em Gales. Da data parecia ele tinha comprado isto s alguns semanas antes de ele morresse.
        
        Triquarter Minando? Outra aventura, Da, que ela meditou, dinheiro para pequenas despesas que ns apenas tivemos. Bem, ela teria que escrever para esta companhia 
de Triquarter e ver o que seria feito. Era improvvel a ao valeu mais que o papel era impresso em. Tal sempre tinha sido a sorte de Tom Concannon com transaes 
de negcio.
        
        Aqueles metais luminosos tocam ele sempre tinha alcanado para nunca tinha ajustado a palma da mo dele.
        
        Ela cavou mais adiante na caixa, se divertiu com cartas dos primos e tios e tias. Eles tinham o amado. Todo o mundo tinha o amado. Quase, ela corrigiu, enquanto 
pensando na me dela.
        
        Empurrando aquele pensamento aparte, ela tirou um trio de cartas amarrado com uma tira vermelha enfraquecida. O endereo de retorno era Nova Iorque, mas 
isso no era nenhuma surpresa. O Concannons teve vrios amigos e relaes nos Estados. Porm, o nome era um mistrio a ela. Amanda Dougherty.
        
        Brianna desdobrou a carta, esquadrinhou o limpo, escritura de convento-escola. Como a respirao dela pegou na garganta dela, ela leu novamente, cuidadosamente, 
formule para palavra.
        
        Meu bem o Tommy,
        
        Eu lhe falei eu no escreveria. Talvez eu no enviarei esta carta, mas eu preciso fingir, pelo menos, que eu posso falar com voc. Eu estive de volta em 
Nova Iorque durante s um dia. J voc parece to longe, e o tempo que ns tivemos junto ainda mais precioso. Eu fui a confisso e recebi minha penitncia. Ainda 
em meu corao, nada que passou entre ns  um pecado. Amor no pode ser um pecado. E eu sempre o amarei. Um dia, se Deus for amvel, ns acharemos um modo para 
ser junto. Mas se que nunca acontece, eu quero que voc saiba que eu entesourarei todo momento que ns ramos determinados. Eu sei que  meu dever para lhe dizer 
que honre o sacramento de seu matrimnio, se dedicar aos dois bebs voc ama tanto. E eu fao. Mas, porm egosta , eu tambm pergunto algum dia isso, quando fonte 
vem a Clare, e o Shannon  luminoso com luz solar, voc pensa em mim. E como durante essas poucas semanas curtas, voc me amou. E eu o amo...
        
        Sempre, Amanda
        
        Cartas de amor, ela pensou estupidamente. Para o pai dela. Escrito, ela viu, enquanto encarando a data, quando ela era uma criana.
        
        As mos dela esfriaram. Como uma mulher era, uma mulher crescida de vinte e oito anos, suposto reagir quando ela aprendeu o pai dela tinha amado uma mulher 
diferente de a esposa dele? O pai dela, com o riso rpido dele, os esquemas inteis dele. Estas eram palavras escritas para ningum olhos mas seu. E ainda, como 
ela no os pudesse ler?
        
        Com o corao dela batendo densamente no trax dela, desdobrou Brianna o prximo.
        
        Meu bem o Tommy,
        
        Eu li e li sua carta at que eu posso ver toda palavra em minha cabea. Meu corao quebra para pensar em voc to infeliz. Tambm, eu olho freqentemente 
fora para mar e o pinto contemplando pela gua para mim. H tanto eu desejo lhe falar, mas eu tenho medo que s acrescentar a sua preocupao. Se no houver nenhum 
amor com sua esposa, deve haver dever. No h nenhuma necessidade por eu lhe falar que suas crianas so sua primeira preocupao. Eu sei, soube desde o princpio, 
que eles esto primeiro em seu corao, e em seus pensamentos. Deus o, Tommy, por tambm pensar em mim, abenoa. E para o presente voc me deu. Eu pensei que minha 
vida estaria vazia, agora nunca ser qualquer coisa mas cheio e rico. Eu amo agora at mesmo o mais que eu fiz quando ns separamos. No aflija quando voc pensar 
em mim. Mas pensa em mim.
        
        Sempre, Amanda
        
        Ame, Brianna pensou como o welled de olhos dela com lgrimas. Havia tal amor aqui, entretanto to pouco tinha sido dito. Quem tinha sido ela, esta Amanda? 
Como eles tinham se encontrado? E com que freqncia teve o dela gere pensado nesta mulher? Com que freqncia tinha desejado ele para ela?
        
        Saindo apressado uma lgrima, Brianna abriu a ltima carta.
        
        Meu bem,
        
        Eu rezei e rezei antes de escrever isto. Eu pedi para a Me Santa que me ajude a saber o que  certo.
        
        O que  justo a voc, eu no posso estar seguro. Eu s posso esperar que o que eu conto que voc lhe dar alegria, no aflio.
        
        Eu me lembro das horas que ns passamos junto em meu pequeno quarto na hospedaria que negligencia o Shannon. Como doce e suave voc era, como encobriu ns 
ambos estavam pelo amor que varreu por ns. Eu nunca soube, nem eu saberei novamente, aquele amor fundo, permanente. Assim  eu grato que entretanto ns nunca podemos 
ser junto, eu terei algo precioso que me lembrar que eu fui amado. Eu estou levando sua criana, Tommy. Por favor esteja contente para mim. Eu no estou s, e eu 
no tenho nenhum medo. Talvez eu deveria estar envergonhado. Solteiro, grvida pelo marido de outra mulher. Talvez a vergonha vir, mas para agora, eu s estou cheio 
de alegria.
        
        Eu conheci por semanas, mas no pde achar a coragem para lhe falar. Eu acho isto agora, enquanto sentindo o estimulando primeiro da vida que ns fizemos 
dentro de mim. Eu tenho que lhe falar quanto ser amada esta criana? Eu j imaginei propriedade nosso beb em meus braos. Por favor, meu bem, por causa de nossa 
criana, haja nenhuma aflio ou culpa em seu corao. E, por causa de nossa criana, vou embora eu. Embora eu pensasse diariamente em voc, todas as noites, no 
escreverei eu novamente. Eu o tudo amarei de minha vida, e sempre que eu olho para a vida que ns criamos nessas horas mgicas perto do Shannon, eu o amarei mais.
        
        D tudo que que voc sente para mim a suas crianas. E est contente.
        
        Sempre, Amanda
        
        Uma criana. Como os olhos dela nadaram com lgrimas, Brianna cobriu a boca dela com a mo dela. Uma irm. Um irmo. Querido Deus. Em algum lugar, havia 
um homem ou a mulher saltou a ela atravs de sangue. Eles seriam ntimos em idade. Talvez compartilhe a mesma colorao, as mesmas caractersticas.
        
        O que poderia fazer ela? O que poderia ter feito o pai dela, todos esses anos atrs? Ele tinha procurado a mulher e o beb dele? Ele tinha tentado esquecer?
        
        No. Suavemente Brianna alisou as cartas. Ele no tinha tentado esquecer. Ele sempre tinha mantido as cartas dela. Ela fechou os olhos dela, enquanto sentando 
no sto vagamente iluminado. E, ela pensou, ele tinha amado a Amanda dele. Sempre.
        
        Ela precisou pensar antes de ela contasse para Maggie o que ela fundaria. Brianna pensou melhor quando ela estava ocupada. Ela j no pde estar em frente 
do sto, mas havia outras coisas que poderiam ser feitas. Ela esfregou e poliu e assou. O hominess simples de tarefas, o prazer dos cheiros que eles criaram, iluminaram 
os espritos dela. Ela acrescentou relva aos fogos, ch se preparado, e se estabeleceu esboo fora idias para a estufa dela.
        
        A soluo viria, a tempo, ela se falou. Depois de mais de vinte e cinco anos, alguns dias de pensamento feririam ningum. Se uma parte da demora fosse covardia, 
uma necessidade fraca para evitar o chicote das emoes da irm dela, que ela reconheceu isto.
        
        Brianna nunca reivindicou ser uma mulher valente.
        
        Do modo prtico dela, ela comps uma carta cortesa, eficiente a Triquarter Mining em Gales e ps de lado isto ser postado o prximo dia.
        
        Ela teve uma lista de tarefas para a manh, chuva ou brilho. At que ela tivesse aterrado os fogos durante a noite, ela era Maggie grato tinha estado muito 
ocupado para para derrubar por. Outro dia, talvez dois, Brianna se falou, e ela mostraria para a irm dela as cartas.
        
        Mas esta noite que ela relaxaria, deixe o dela note esvazie. Uma indulgncia era o que ela precisou, Brianna decidiu. Em verdade o dela atrs h pouco estava 
doendo um pouco da exceder esfregando. Um banho longo com algumas das bolhas Maggie tinha a trazido de Paris, uma xcara de ch, um livro. Ela usaria a banheira 
grande escada acima e se trataria como um convidado. Em lugar de a cama estreita dela no quarto fora a cozinha, ela dormiria em esplendor em o que ela pensou de 
como o apartamento nupcial.
        
        "Ns somos hoje  noite os reis, Decore", ela falou para o cachorro como ela verteu lavishly de bolhas debaixo do fluxo de gua. "Uma bandeja de ceia em 
cama, um livro escrito por nosso logo-para-seja o convidado. Um ianque muito importante, se lembre", ela somou como Trapaceiro golpeou o rabo dele no cho.
        
        Ela deslizou fora das roupas dela e na gua quente, fragrante. O suspiro se levantou dos dedos do p dela. Uma histria de amor poderia ser mais apropriada 
ao momento, ela pensou, que um thriller com o ttulo de O Legado de Bloodstone. Mas Brianna se instalou a banheira atrs e aliviou na histria de uma mulher assombrada 
pelo passado dela e ameaou pelo presente dela.
        
        A pegou. Tanto de forma que quando a gua dela tinha esfriado, ela segurou o livro em uma mo, enquanto lendo, como ela secou fora com o outro. Tremendo, 
ela arrastou em uma camisola de flanela longa, unpinned o cabelo dela. S hbito inveterado a teve pondo de lado o livro bastante longo limpar o banho. Mas ela no 
aborreceu com a bandeja de ceia. Ao invs, ela se aconchegou em cama, enquanto puxando a colcha para cima fim.
        
        Ela ouviu o vento apenas chutar s janelas, o golpe de chuva a eles. Cortesia do livro de Grayson Thane, Brianna estava no vero abafador dos Estados Unidos 
sulistas, caados por um assassino.
        
        Era ltima meia-noite quando fadiga a derrotou. Ela ainda dormiu com o livro nas mos dela, o cachorro que ronca ao p da cama e o vento que uivam como uma 
mulher amedrontada.
        
        Ela sonhou, claro que, de terror.
        
        Grayson Thane era um homem de impulsos. Porque ele reconheceu isto, ele geralmente levou os desastres que cresceram to filosoficamente quanto os triunfos 
deles. No momento ele foi forado a admitir que o impulso para dirigir de Dublin a Clare, no morto de inverno, em face a um das tempestades mais mal-humoradas ele 
alguma vez tinha experimentado, provavelmente tinha sido um engano.
        
        Mas ainda era uma aventura. E ele viveu a vida dele por eles.
        
        Ele tinha tido um apartamento fora de Limerick. Um furo, Cinza corrigiu. Quando em Roma, fale a linguagem. At que ele tivesse mudado o pneu, ele tinha olhado 
e tinha sentido como um rato se afogado, ele tinha escolhido para cima em Londres a semana antes apesar do macintosh.
        
        Ele tinha se perdido duas vezes, enquanto se achando rastejando abaixo estradas estreitas, sinuosas que eram dificilmente mais que fossos. A pesquisa dele 
tinha lhe falado que se perdendo na Irlanda era parte de seu charme.
        
        Ele estava tentando difcil de se lembrar disso.
        
        Ele tinha fome, encharcado  pele, e amedrontado ele correria fora de gs-petrol-antes dele ache qualquer coisa remotamente como uma hospedaria ou aldeia.
        
        Na mente dele ele entrou em cima do mapa. Visualizar era um talento com o que ele teve nascido, e ele pde, com pequeno esforo, reproduza toda linha do 
mapa cuidadoso a anfitri dele tinha o enviado.
        
        A dificuldade era, era lance escuro, a chuva lavou em cima do pra-brisa dele como um rio rugindo, e o vento estava esbofeteando o carro dele neste godforsaken 
desculpa para uma estrada como se o Mercedes fosse um Tinkertoy.
        
        Ele desejou violentamente para caf.
        
        Quando a estrada aforquilhou, Cinza se arriscou e guiou o carro  esquerda. Se ele no achasse a hospedaria ou algo como nisto outras dez milhas, ele dormiria 
novamente no carro de maldio e prova pela manh.
        
        Era uma pena ele no pde ver nada da zona rural. Ele teve um sentimento na desolao escura da tempestade seria exatamente o para o qual ele estava olhando. 
Ele quis o livro dele aqui, entre os precipcios e campos de Irlanda ocidental, com o Atlntico ameaar feroz, e as aldeias quietas se precipitaram contra isto. 
E ele poderia ter h pouco o heri cansado, mundo-cansado dele que chega nos dentes de um vento forte.
        
        Ele piscou na escurido. Uma luz? Ele esperou a Cristo que era. Ele pegou um olhar rpido de um sinal, enquanto balanando duro no vento. Cinza inverteu, 
apontou os faris, e sorriu.
        
        O sinal leu Cabana de Blackthorn. O senso dele de direo no o tinha fracassado afinal de contas. Ele esperou a anfitri dele provou a lenda de irlands 
hospitalidade-ele era cedo afinal de contas dois dias. E era dois pela manh.
        
        Cinza procurou uma calada, viu nada mais que cercas vivas encharcadas. Com um encolha os ombros, ele parou o carro na estrada, embolsou as chaves. Ele teve 
tudo que ele precisaria durante a noite em uma mochila no assento ao lado dele. Balanando isto com ele, ele deixou o carro onde era e entrou na tempestade.
        
        O esbofeteou como uma mulher brava, todos os dentes e unhas. Ele cambaleou, quase arou pelas cercas vivas encharcadas de fcsia, e por mais sorte que desgnio 
todos menos colidiu com o porto de jardim. Cinza abriu isto, ento lutou fechou novamente. Ele desejou que ele pudesse ver a casa mais claramente. Havia s uma 
impresso de forma e classifica segundo o tamanho pela escurido, com aquela nica luz que lustra escada acima na janela.
        
        Ele usou isto como uma baliza e comeou a sonhar com caf. Ningum respondeu a batida dele. Com o vento gritar, duvidou ele que qualquer um ouvisse um carneiro 
batendo. O levou menos que dez segundos decidam abrir a porta ele. Novamente, havia s impresses. A tempestade  parte de trs dele, o calor dentro. Havia cheiro-limo, 
polimento, lavanda, e alecrim. Ele desejou saber se a irlandesa velha que correu a hospedaria fizesse o prprio pot-pourri dela. Ele desejou saber se ela acordaria 
e o fixaria uma refeio quente.
        
        Ento ele ouviu o resmungo fundo, feral e enrijeceu. A cabea dele chicoteou para cima, os olhos dele estreitaram. Ento a mente dele, para um momento atordoante, 
apagou.
        
        Depois, ele pensaria que era uma cena de um livro. Um do prprio talvez dele. A mulher bonita, o vestido ondulando branco longo, os cabelo derramando dela 
gostam de ouro incendiado abaixo os ombros dela. A face dela estava plida na luz de bamboleio da vela que ela conteve uma mo. A outra mo dela foi apertada ao 
colarinho de um cachorro que olhou e rosnou como um lobo. Um cachorro cujos ombros alcanaram a cintura dela.
        
        Ela encarou abaixo o do topo dos passos, como uma viso tinha suplicado ele. Ela poderia ter sido esculpida de mrmore, ou gelo. Ela era assim imvel, to 
totalmente perfeito.
        
        Ento o cachorro puxou adiante. Com um movimento que ondulou o vestido dela, ela o conferiu.
        
        "Voc est deixando a chuva dentro", ela disse em uma voz que s acrescentou  fantasia. Macio, musical, cantando alegremente da Irlanda ele viria descobrir.
        
        "Arrependido." Ele procurou desajeitadamente atrs dele a porta, enquanto fechar isto de forma que a tempestade se tornaram s um fundo.
        
        O corao dela ainda estava estrondeando. O barulho e a resposta de Trapaceiro tinham a acordado de um sonho de perseguio e terror. Agora, Brianna encarou 
abaixo um homem em preto, informe mas para a face dele que foi sombreada. Quando ele pisou mais ntimo, ela manteve a mo tremendo dela apertado no colarinho de 
Trapaceiro. Uma face longa, estreita, ela viu agora. A face de um poeta com sua escurido, olhos curiosos e boca solene. A face de um pirata, endurecida por esses 
ossos proeminentes e os cabelos sol-listrados longos que enrolaram umidade ao redor isto.
        
        Tolo ter medo, ela se ralhou. Ele era h pouco um homem, afinal de contas.
        
        "Voc  perdido, ento? " ela lhe perguntou.
        
        "No." Ele sorriu, reduza a velocidade, fcil. "Eu sou achado. Isto Cabana de Blackthorn ? "
        
        ", sim."
        
        "Eu sou Grayson Thane. Eu sou cedo uns dias de par, mas Senhorita Concannon est me" esperando.
        
        "Oh." Brianna murmurou algo ao cachorro Cinza no pegue, mas teve o efeito de relaxar esse bunched msculos caninos. "Eu estava o procurando em sexta-feira, 
Sr. Thane. Mas voc  bem-vindo." Ela comeou abaixo os passos, o cachorro ao lado dela, o luz de vela oscilando. "Eu sou Brianna Concannon." Ela ofereceu uma mo.
        
        Ele encarou isto um momento. Ele tinha estado esperando um agradvel, mulher de homey com cabelo ficando cinzento* comprimido atrs em um po. "Eu o" me 
despertei, ele disse tolamente.
        
        "Ns normalmente dormimos aqui no meio da noite. Entre pelo fogo." Ela caminhou  sala de estar, enquanto acendendo as luzes. Depois de pr de lado a vela, 
apagando isto, ela virou levar o casaco molhado dele. " uma noite terrvel por viajar."
        
        "Assim eu descobri."
        
        Ele no era informe debaixo do mac. Embora ele no fosse que to alto quanto a imaginao intranqila de Brianna tinha o feito, ele estava magro e de arame. 
Como um pugilista, pensou ela, ento sorriu a ela. Poeta, pirateie, pugilista. O homem era um escritor, e um convidado. "O, Sr. Thane, esquente. Eu lhe farei um 
pouco de ch, eu devo? Ou o vai bastante eu... " Ela tinha comeado a oferecer a mostrar para ele para o quarto dele, e se lembrou que ela estava dormindo nisto.
        
        "Eu tenho sonhado com caf durante a ltima hora. Se no  muita dificuldade."
        
        "No  um problema. Nenhum problema nada. O faa confortvel."
        
        Estava muito bonito uma cena gastar s, ele decidiu. "Eu h pouco entrarei na cozinha com voc. Eu sinto ruim bastante sobre o tirar de cama a esta hora." 
Ele ofereceu uma mo para Trapaceiro cheirar. "Este  algum cachorro. Durante um minuto eu o levei para um lobo."
        
        "Um co de caa, ele ." A mente dela era detalhes figurando ocupados. "Voc  bem-vindo para sentar na cozinha. Voc est faminto, ento? "
        
        Ele esfregou a cabea de Trapaceiro e sorriu abaixo a ela. "Senhorita Concannon, eu penso que eu o" amo.
        
        Ela corou ao elogio dele. "Bem, voc d facilmente ento seu corao, se para no mais que uma tigela de sopa." "No do que eu ouvi falar de sua arte culinria." 
"Oh? " Ela conduziu o modo na cozinha e pendurou o casaco gotejando dele em um gancho pela porta traseira.
        
        "Um amigo de um primo de meu editor ficou aqui um ano ou to atrs. A palavra era que a anfitri do Blackthorn cozinhou como um anjo." Ele no tinha ouvido 
ela se parecia um como bem.
        
        "Isso  um elogio bom." Brianna vestiu a chaleira, ento sopa de ladeled em uma panela por aquecer. "Eu tenho medo eu posso s lhe oferecer hoje  noite 
tarifa clara, Sr. Thane, mas voc no ir para sua cama faminto." Ela levou po de refrigerante de uma caixa e fatiou isto generosamente. "Voc viajou deseje hoje? 
" "Eu parti tarde de Dublin. Eu tinha planejado ficar outro dia, mas eu tive a coceira." Ele sorriu, enquanto levando o po que ela fixou na mesa e mordendo no primeiro 
pedao antes de ela pudesse lhe oferecer manteiga. "Estava na hora para seguir a estrada. Voc corre este lugar s? "
        
        "Sim. Eu tenho medo voc ter uma falta de companhia este tempo de ano."
        
        "Eu no vim para companhia", ele disse, enquanto assistindo como ela mediu caf. A cozinha estava comeando a cheirar como cu.
        
        "Para o trabalho, disse voc. Eu penso que deve ser maravilhoso para poder contar histrias." 
        
        "Tem seus momentos."
        
        "Eu gosto o seu." Simplesmente foi dito como ela alcanou em um armrio para uma tigela de stoneware envidraada dentro fundo azul.
        
        Ele elevou uma sobrancelha. Pessoas normalmente comearam a perguntar dzias de perguntas neste momento. Como voc escreve, onde voc adquire seu idia-o 
a maioria odiou de pergunta-como voc  publicado? E perguntas normalmente foram seguidas para cima pela informao imortal que o inquirer tiveram uma histria para 
contar.
        
        Mas isso era tudo que ela disse. Cinza o ache sorrindo novamente. "Obrigado. s vezes eu fao, tambm." Ele apoiou adiante, cheirou profundamente quando 
ela fixou a tigela de sopa em frente a ele. "No cheira como tarifa clara a mim."
        
        " vegetal, com um pouco de carne de boi. Eu posso lhe fazer um sanduche se voc gostar."
        
        "No, isto  grande." Ele provou, suspirou. "Realmente grande." Ele a estudou novamente. A pele dela sempre parecia to macia e corada? ele desejou saber. 
Ou era sonolncia? "Eu estou tentando para sentir muito eu o" me despertei, ele disse e continuou comendo. "Isto est fazendo isto duro."
        
        "Uma hospedaria boa sempre aberto a um viajante, Sr. Thane." Ela fixou o caf dele ao lado dele, sinalizou o cachorro que imediatamente estava do poleiro 
dele ao lado da mesa de cozinha. "O ajude a outra tigela se voc gostar. Eu cuidarei de seu quarto."
        
        Ela se apressou fora, enquanto apertando os passos dela como ela veio aos degraus. Ela teria que mudar as folhas na cama, as toalhas no banho. No a ocorreu 
lhe oferecer um dos outros quartos. Como o nico convidado dela, ele foi intitulado o melhor ela teve.
        
        Ela trabalhou depressa e estava baqueando h pouco os travesseiros nos casos atar-afiados deles/delas quando ela ouviu o som  porta.
        
        A primeira reao dela era angstia para o ver se levantando na entrada. O prximo dela era resignao. Era a casa dela, afinal de contas. Ela teve um direito 
para usar qualquer parte disto.
        
        "Eu estava me dando um pouco de um feriado", ela comeou e arrastou  colcha.
        
        Estranho, ele pensou, que uma mulher que executa a tarefa simples de comprimir em folhas deveria olhar assim outrageously sensual. Ele deve ser mais cansado 
que ele tinha pensado.
        
        "Eu parecia ter o arrastado de sua cama de mais modos que um. No era necessrio voc se mudar.
        
        "Este  o quarto pelo que voc est pagando. Est morno. Eu constru o fogo, e voc toma seu prprio banho. Se voc - "
        
        Ela rompeu porque ele subiria atrs dela. Os picando abaixo a espinha dela a tiveram endurecendo, mas ele s alcanou para o livro na mesa-de-cabeceira.
        
        Brianna clareou a garganta dela e pisou atrs. "Eu derrubei leitura adormecida isto", ela comeou, ento entrou largo-de olhos em angstia. "Eu no pretendo 
dizer isto me faa dormir. Eu s - " Ele estava sorrindo, ela notou. No, ele estava sorrindo a ela. Os cantos da boca dela arrastaram em resposta. "Me deu pesadelos."
        
        Obrigado."
        
        Ela relaxou novamente, enquanto virando folhas automaticamente e acolchoa abaixo em acolhimento. "E voc entrando da tempestade me tiveram imaginando o pior. 
Eu estava seguro o assassino tinha estourado diretamente do livro, faca sangrenta em mo".
        
        "E quem  ele? "
        
        Ela levantou uma sobrancelha. "Eu no posso dizer, mas eu tenho minhas suspeitas. Voc tem um modo inteligente de torcer as emoes, Sr. Thane".
        
        "Fique cinzento*", ele disse, enquanto lhe dando o livro. "Afinal de contas, em um tipo enrolado de modo, ns estamos compartilhando uma cama." Ele levou 
a mo dela antes de ela pudesse pensar de como responder, ento partiu o dela instabilizou elevando isto aos lbios dele. "Obrigado pela sopa."
        
        "Voc  bem-vindo. Durma bem."
        
        Ele no duvidou que ele v. Brianna quase no tinha sado e fechado a porta dele quando ele tirou fora as roupas dele e caiu nu na cama. Havia um cheiro 
lnguido de lils, lils e um pouco de cheiro de prado de vero que ele reconheceu como o cabelo de Brianna, no ar.
        
        Ele dormiu com um sorriso na face dele.
        
        Captulo Dois
        
        Ainda estava chovendo. A primeira coisa Cinza notou quando ele inquiriu que os olhos dele abrem pela manh era a escurido. Poderia ter sido qualquer hora 
de sol a sol. O relgio velho no mantel de pedra disse nove-quinze. Ele era otimista bastante apostar isto era DA MANH
        
        Ele no tinha estudado o quarto a noite antes. Viaje fadiga, e a bonita viso de Brianna Concannon que arruma a cama dele, teve fuzzed o crebro dele. Ele 
fez to agora, esquente debaixo da colcha agrupando. As paredes foram empapeladas de forma que galhos minsculos de violetas e botes de rosa escalados de cho a 
teto. O fogo, ido frio agora, tinha sido fixo em um forno de pedra, e tijolos de relva eram fixos em uma caixa pintada ao lado disto.
        
        Havia uma escrivaninha que parecia velha e robusta. Sua superfcie foi polida a um lustro alto. Um abajur de metal, um tinteiro velho, e uma tigela de copo 
de pot-pourri estavam nisto. Um vaso de flores secadas foi centrado em uma cmoda refletida. Duas cadeiras, coberto em uma rosa macia, flanqueou uma mesa ocasional 
pequena. Havia um tapete tranado no cho isso apanhado os tons emudecidos do quarto e imprime de wildflowers na parede.
        
        Cinza apoiou contra a cabeceira, bocejou. Ele no precisou de ambiente quando ele trabalhou, mas ele apreciou isto. Ao todo, ele pensou que ele tinha escolhido 
bem.
        
        Ele considerou rolando em cima de, enquanto voltando dormir. Ele no teve contudo fechou a porta de gaiola atrs de ele-uma analogia que ele usou freqentemente 
por escrever. Foram significadas manhs frias, chuvosas em qualquer lugar no mundo ser gastado em cama. Mas ele pensou na proprietria dele, bonito, rseo-cheeked 
Brianna. Curiosidade sobre ela o teve fixando os ps dele devagar no cho frio.
        
        Pelo menos a gua correu quente, ele pensou como ele estava de p groggily debaixo da chuva. E o sabo cheirou ligeiramente, e praticamente, de uma floresta 
pnea. Viajando como fez ele, ele tinha enfrentado um grande muitas chuvas frias. O hominess simples do banho, as toalhas brancas com o toque encantando deles/delas 
de bordado vestiram o humor dele perfeitamente. Ento novamente, os ambientes dele normalmente o vestiram, de uma barraca no deserto de Arizona para hotis de pelcia 
no Riviera. Cinza gostou de pensar ele torceu a colocao dele para ajustar o dele precisar-at, claro que, as necessidades dele mudaram.
        
        Durante os prximos meses ele figurou a hospedaria confortvel na Irlanda h pouco faria multe. Particularmente com o benefcio somado da proprietria adorvel 
dele. Beleza sempre era uma vantagem.
        
        Ele viu nenhuma razo para raspar, e puxou em calas jeans e uma camisa de moletom esfarrapada. Considerando que o vento tinha morrido consideravelmente, 
ele poderia puxar um passo pesado em cima dos campos ao caf da manh. Sature para cima uma pouca atmosfera.
        
        Mas era o caf da manh que o enviou escada abaixo.
        
        Ele no foi pegado de surpresa para a achar na cozinha. O quarto parecia ter sido projetado para seu-o forno esfumaado, as paredes luminosas, os contadores 
de limpo-como-um-alfinete.
        
        Ela tinha escavado o cabelo dela para cima esta manh, ele notou. Ele imaginou ela pensou o n em cima da cabea dela era prtico. E talvez era, ele meditou, 
mas o fato que praias escaparam tremular e enrolar o pescoo dela ao redor e bochechas fizeram os fascinando prticos.
        
        Provavelmente era uma idia ruim ao redor de ser fascinado pela proprietria dele.
        
        Ela estava assando algo, e o cheiro disto fez a gua de boca dele. Seguramente era o cheiro de comida e no a viso dela no avental branco em bom estado 
dela que teve a corrida de sucos dele.
        
        Ela virou ento, os braos dela cheio de uma tigela enorme, os contedos dos quais ela continuou batendo com uma colher de madeira. Ela piscou uma vez em 
surpresa, ento sorriu em acolhimento cauteloso. "Bom dia. Voc querer seu caf da manh."
        
        "Eu terei tudo que que eu estou cheirando."
        
        "No, voc no vai. " De uma maneira competente ele teve que admirar, ela verteu os contedos de uma tigela em uma panela. "No  terminado contudo, e o 
que   um bolo para ch."
        
        "Apple", ele disse, enquanto cheirando o ar. "Canela."
        
        "Seu nariz  certo. Voc pode controlar um caf da manh irlands, ou voc estar querendo algo isqueiro? "
        
        "Luz no  o que eu tive em mente."
        
        "Multe, ento, o quarto jantando pela porta l. Eu o trarei em um pouco de caf e pes o" segurar.
        
        "Eu posso comer em aqui? " Ele lhe deu o sorriso mais encantador dele e apoiou contra o batente de porta. "Ou o aborrece ter as pessoas assistir voc cozinha? 
" Ou h pouco a assiste, ele pensou, faa qualquer coisa nada.
        
        "No." Alguns dos convidados dela preferiram isto, entretanto a maioria gostou ser servido. Ela verteu caf para ele ela j teve aquecimento. "Voc leva 
isto lustre? "
        
        "Isso  certo." Ele tomou um gole isto estando de p, enquanto a assistindo. "Voc cresceu nesta casa? "
        
        "Sim." Ela deslizou lingias gordas em uma panela.
        
        "Eu pensei que parecia mais de uma casa que uma hospedaria."
        
        " significado. Ns tivemos uma fazenda, voc v, mas vendido fora a maioria da terra. Ns mantivemos a casa, e a pequena cabana abaixo o modo onde minha 
irm e o marido dela vive de vez em quando."
        
        "De vez em quando? "
        
        "Ele tem uma casa como bem em Dublin. Ele possui galerias. Ela  uma artista."
        
        "Oh, que tipo? "
        
        Ela sorriu um pequeno como ela fez sobre a arte culinria. A maioria das pessoas assumiu o artista quis dizer o pintor, um fato que Maggie irritado sempre. 
Artista de copo. Ela assoa copo." Brianna gesticulou  tigela no centro da mesa de cozinha. Sangrou com derreter pastis, seu fluido de beira, como ptalas chuva-lavadas. 
"Isso  o trabalho" dela.
        
        "Impressionante." Curioso, ele moveu mais ntimo, correu uma gorjeta de dedo ao redor da beira ondulada. "Concannon", ele murmurou, ento riu a ele. "Me, 
M. M. Concannon, a sensao irlandesa", condene.
        
        Os olhos de Brianna danaram com prazer. "Eles a chamam que, realmente? Oh, ela amar isto." Orgulho flamejou dentro. "E voc reconheceu o trabalho" dela.
        
        "Eu devo, eu h pouco comprei um-eu no sei isso que o inferno que . Uma escultura. Galerias mundiais, Londres, duas semanas atrs".
        
        A galeria de Rogan." O marido" dela.
        
        " mo." Ele foi para o fogo para tampar fora a xcara dele ele. As lingias fritando quase cheiraram to bom quanto a anfitri dele. " um pedao surpreendente. 
Copo branco frio com este pulso de fogo dentro de. Eu pensei que se parecia a Fortaleza de Solido." Ao olhar em branco dela, riu ele. "Voc no  para cima em seus 
livros cmicos americanos, eu levo isto. O sanctum privado de super-homem, no rtico, que eu penso."
        
        "Ela gostar isso, ela vai. Maggie grande em sanctums privado." Em um hbito inconsciente ela comprimiu cabelo solto atrs em alfinetes. Os nervos dela estavam 
zumbindo um pequeno. Ela sups estava devido ao modo que ele a encarou, aquele honesto e avaliao de unapologetic que era incomodamente ntima. Era o escritor nele, 
ela se falou e derrubou batatas na graxa cuspindo.
        
        "Eles esto construindo uma galeria aqui em Clare", ela continuou. "Estar aberto pela primavera. Aqui  mingau de aveia o comear fora enquanto o resto 
estiver cozinhando."
        
        Mingau de aveia. Estava perfeito. Uma manh chuvosa em uma cabana irlandesa e mingau de aveia em uma tigela marrom grossa. Sorrindo, ele se sentou e comeou 
a comer.
        
        "Voc est fixando um livro aqui, na Irlanda? " Ela olhou em cima do ombro dela. "Tudo  direito para perguntar? "
        
        "Seguramente. Isso  o plano. Zona rural s, campos chuvosos, muito alto precipcios". Ele encolheu os ombros. Pequenas aldeias limpas." Cartes postais. 
Mas que paixes e mentira de ambies em baixo de."
        
        Agora ela riu, enquanto virando toucinho. "Eu no sei se voc achar nossas paixes de aldeia e ambies at sua extenso, Sr. Thane".
        
        "Cinza."
        
        "Sim, Cinza." Ela levou um ovo, arrombou isto maneta a frigideira chiando. "Agora, os meus correram bem alto quando um das vacas de Murphy penetrou a cerca 
e pisoteou minhas rosas vero passado. E como recordo eu, Tommy Duggin e Jos Ryan no recuperaram uma briga de socos sangrenta fora do bar de O'Malley longo.
        
        "Em cima de uma mulher? "
        
        "No, em cima de uma partida de futebol na televiso. Entretanto, eles eram na ocasio um pedao pequenino o bbado, me sou falado, e comps isto bem bastante 
uma vez as cabeas deles/delas deixaram de tocar."
        
        "Bem, fico nada mais que uma mentira de qualquer maneira."
        
        "Mas no . Os olhos dela, suavemente verde e srio, se encontraram o dele como ela fixou um prato em frente a ele. " um tipo diferente de verdade. Seria 
sua verdade na hora da escritura, no v? "
        
        A percepo dela surpreendeu e quase o envergonhou. "Sim. Sim, vai."
        
        Satisfeito, ela retrocedeu ao fogo amontoar lingia, uma fatia de toucinho de toucinho, ovos, panquecas de batata sobre uma travessa. "Voc ser uma sensao 
na aldeia. Ns o irlands  selvagem para escritores, voc sabe."
        
        "Eu no sou nenhum Yeats."
        
        Ela sorriu, contente quando ele transferiu pores saudveis de comida sobre o prato dele. "Mas voc no quer ser, o faa? "
        
        Ele observou, enquanto mastigando na primeira fatia dele de toucinho. Ela tinha o cavilhado to exatamente to depressa? ele desejou saber. Ele, quem prided 
ele na prpria aura dele de mistrio-nenhum passado, nenhum futuro.
        
        Antes de ele pudesse pensar em uma resposta, a porta de cozinha bateu aberto e um vendaval de chuva e mulher entrou. "Algum knothead deixaram a beijoca de 
carro dele no meio da estrada fora da casa, Brie". Maggie parou, arrastou fora um bon gotejando, e de olhos Cinza.
        
        "Culpado", ele disse, enquanto erguendo uma mo. "Eu esqueci. Eu moverei isto."
        
        "Nenhuma pressa agora." Ela renunciou a ele atrs no assento dele e arrastou fora o casaco dela. "Termine seu caf da manh, eu tenho tempo. Voc seria o 
ianque o escritor, o v? "
        
        "Duas vezes culpado. E voc seria M. M. Concannon."
        
        "Eu vou."
        
        "Minha irm, Maggie", que Brianna disse como ela verteu ch. "Grayson Thane."
        
        Maggie sentou com um pequeno suspiro de alvio. O beb estava chutando para cima uma tempestade de seu prprio. "Um pouco cedo, voc ? "
        
        "Mudana de planos." Ela era uma verso mais afiada de Brianna, pensamento Cinza. Cabelo mais vermelho, olhos mais olho-irritados mais verdes. "Sua irm 
era tipo bastante no me fazer dormir na jarda."
        
        "Oh, ela  uma amvel, Brie ." Maggie se ajudou a um pedao do toucinho na travessa. Bolo de Apple"? " Maggie perguntou, enquanto cheirando o ar.
        
        "Para ch." Brianna tirou uma panela do forno, deslizou outro dentro. "Voc e Rogan so bem-vindos a alguns."
        
        "Talvez ns viremos. Ela levou um po da cesta na mesa e comeou a lambiscar. "Planeje ficar por algum tempo, o faa? "
        
        "Maggie, no moleste meu convidado. Eu tenho alguns pes extras se voc quiser levar alguma casa."
        
        "Eu ainda no estou partindo. Rogan no telefone, ser at onde eu posso contar at que dia do juzo universal veio e foi. Eu estava indo para a aldeia a 
um pouco de po."
        
        "Eu bastante tenho que poupar."
        
        Maggie sorriu, mordeu novamente no po. "Eu pensei que voc pode." Ela virou esses olhos verdes afiados em Cinza. "Ela assa bastante para a aldeia inteira."
        
        Talento artstico" est na famlia", Cinza disse facilmente. Depois de amontoar aperto de morango em um pedao de po, ele passou o jarro sociavelmente a 
Maggie. "Voc com copo, Brianna com cozinhar." Sem vergonha, ele de olhos o bolo que esfria em cima do fogo. "Quanto tempo at ch? "
        
        Maggie sorriu a ele. "Eu posso gostar de voc."
        
        "Eu posso o gostar atrs." Ele subiu. "Eu moverei o carro."
        
        "Se voc puxasse h pouco isto na rua."
        
        Ele deu para Brianna um olhar em branco. "Que rua? "
        
        "Ao lado do casa-a calada voc chamaria isto. Voc precisar de ajuda com sua bagagem? "
        
        "No, eu posso controlar isto. Agradvel ter o conhecido, Maggie".
        
        "E voc." Maggie lambeu os dedos dela, esperou at que ela ouviu a porta fechada. Melhor olhar a que o quadro dele atrs dos livros" dele.
        
        "Ele ."
        
        "Voc no pensaria que um escritor teria uma construo assim - todo duro e muscled."
        
        Bem Maggie atento estava procurando uma reao, Brianna manteve os atrs viraram dela. "Eu suponho ele  reunido bem. Eu no pensaria uma mulher casada que 
entra no sexto ms dela de gravidez pagaria para a construo dele muita mente."
        
        Maggie bufou. "Eu tenho uma noo toda mulher lhe pagaria a mente. E se voc no tiver, ns estaramos tendo melhor mais que seus olhos conferiram."
        
        "Meus olhos esto bem, obrigado. E voc no  o que estava preocupado sobre eu estando s com ele? "
        
        "Isso era antes de eu decidisse gostar dele."
        
        Com um pequeno suspiro Brianna olhou para a entrada de cozinha. Ela duvidou que ela tivesse muito tempo. Brianna umedeceu os lbios dela, manteve as mos 
dela ocupado com limpar os pratos de caf da manh. "Maggie, eu estaria alegre se voc pudesse achar tempo para vir depois. Eu preciso falar com voc sobre algo."
        
        "Fale agora."
        
        "No, eu no posso. " Ela olhou na entrada de cozinha. "Ns precisamos ser privados.  importante."
        
        "Voc  chateado."
        
        "Eu no sei se eu sou chateado ou no."
        
        "Ele fez algo? O ianque? " Apesar do tamanho dela, Maggie estava fora da cadeira dela e pronto lutar.
        
        "No, no. No  nada que ver com ele." Exasperado, Brianna fixou as mos dela nos quadris dela. "Voc h pouco disse que voc gostou dele."
        
        "No se ele est o" transtornando.
        
        "Bem, ele no . No me aperte agora sobre isto. Voc vir posterior, uma vez eu estou seguro ele  resolvido? "
        
        "Claro que eu vou." Preocupado, Maggie escovou uma mo em cima do ombro de Brianna. "Voc quer que Rogan venha? "
        
        "Se ele pode. Sim", Brianna decidiu, enquanto pensando na condio de Maggie. "Sim, por favor lhe pea que venha com voc."
        
        "Antes de ch, ento-dois, trs horas? "
        
        "Isso seria bom. Leve os pes, Maggie, e o po. Eu quero ajudar para Sr. Thane a se instalar.
        
        No havia nada dreaded de Brianna mais que confrontaes, palavras bravas, emoes amargas. Ela tinha crescido em uma casa onde o ar sempre tinha chiado 
com eles. Ressentimentos que fervem em blowups. Decepes que flamejam em gritos. Em defesa ela tinha tentado sempre manter os prprios sentimentos dela controlados, 
enquanto guiando longe to para o poste oposto quanto possvel das tempestades e raivas que tinham servido como o proteo da irm dela  misria dos pais deles/delas.
        
        Ela poderia admitir, para ela, que ela tinha desejado freqentemente se despertar uma manh e descobrir os pais dela tinha decidido ignorar igreja e tradio 
e ir os modos separados deles/delas. Mas mais freqentemente, muito freqentemente, ela tinha rezado para um milagre. O milagre de ter os pais dela descobre um ao 
outro novamente, e reigniting a fasca antes da que tinha os reunido tantos anos.
        
        Agora, ela entendeu, pelo menos em parte, por que aquele milagre nunca pudesse ter acontecido. Amanda. O nome da mulher tinha sido a Amanda.
        
        A me dela tinha sabido? Brianna desejou saber. Ela tinha sabido que o marido que ela viria detestar tinha amado outro? Ela soube havia uma criana, crescida 
agora, quem era um resultado daquele amor despreocupado, proibido?
        
        Ela nunca poderia perguntar. Nunca perguntaria, Brianna se prometeu. A cena horrvel que causaria seria mais que ela pudesse agentar.
        
        J ela tinha gastado a maioria do dreading de dia que compartilha o que ela tinha descoberto com a irm dela. Sabendo, porque ela conheceu bem Maggie, que 
l seria dodo e raiva e desiluso alma-funda.
        
        Ela tiraria isto por horas. O modo do covarde, ela soube, e a envergonhou. Mas ela se falou ela precisou de tempo para resolver o prprio corao dela antes 
de ela pudesse assumir o fardo de Maggie.
        
        Cinza era a distrao perfeita. Lhe ajudando a resolver no quarto dele, enquanto respondendo as perguntas dele sobre as aldeias pertos e a zona rural. E 
perguntas que ele teve, pela dzia. At que ela o apontasse fora para Ennis, ela era exausta. A energia mental dele estava pasmando, a fazendo lembrar de um contorcionista 
ela tinha visto uma vez em uma feira, enquanto torcendo e se transformando em formas ultrajantes, s estourando ento fora torcer e virar novamente.
        
        Para relaxar, ela baixou em mos e joelhos e esfregou o cho de cozinha.
        
        Apenas tinha dois anos quando ela ouviu que o Trapaceiro est dando boas-vindas latidos. O ch estava macerando, os bolos dela gearam, e os pequenos sanduches 
ela tinha feito cortado em tringulos limpos. Brianna torceu as mos dela uma vez, ento abriu a porta de cozinha  irm dela e cunhado.
        
        "Voc caminhou em cima de, ento? "
        
        "Sweeney reivindica eu preciso de exerccio." A face de Maggie era rsea, o olhos danando dela. Ela levou uma inalao longa, funda do ar. "E eu vou, depois 
de ch."
        
        "Ela  gananciosa estes dias." Rogan pendurou o casaco dele e Maggie em ganchos pela porta. Ele poderia ter usado calas compridas velhas e sapatos para 
andar robustos, mas nada poderia disfarar o que a esposa dele teria termed a Dublin nele. Alto, escuro, elegante, ele estaria em gravata de preto ou trapos. "Tem 
sorte que voc nos pediu ch, Brianna. Ela  limpada fora nossa despensa."
        
        "Bem, ns bastante temos aqui. V sentar pelo fogo e eu tirarei isto.
        
        "Ns no somos os convidados", Maggie contestou. "A cozinha far para ns."
        
        "Eu estive em tudo dia." Era uma desculpa manca. No havia nenhum mais quarto atraente na casa para ela. Mas ela quis, precisou, a formalidade da sala de 
estar para o que precisou ser feito. "E h um fogo agradvel se deitado."
        
        "Eu levarei a bandeja", Rogan ofereceu.
        
        O minuto que eles foram resolvidos na sala de estar, Maggie alcanou para um bolo.
        
        "Leve um sanduche", Rogan lhe falou.
        
        "Ele me trata mais como uma criana que uma mulher que est levando um." Mas ela levou o sanduche primeiro. "Eu fui Rogan revelador sobre seu ianque muito 
atraente. Cabelos ouro-inclinados longos, msculos robustos, e olhos marrons grandes. Ele no nos est acompanhando a ch? "
        
        "Ns somos cedo para ch", Rogan mostrou. "Eu li os livros" dele, ele disse a Brianna. "Ele tem um modo inteligente de mergulhar o leitor no tumulto."
        
        "Eu sei." Ela sorriu um pouco. "Eu dormi ontem  noite com a luz em. Ele foi passear de carro fora, para Ennis e sobre. Ele era tipo bastante postar uma 
carta para mim." O modo mais fcil, Brianna pensou, era freqentemente pela porta dos fundos. "Eu achei alguns documentos quando eu era para cima no sto ontem."
        
        "Ns no fomos por aquele negcio antes? " Maggie perguntou.
        
        "Ns deixamos as caixas de muito Da intato. Quando a Me estava aqui, parecia melhor para no expor isto.
        
        "Ela teria feito nada mais que discurso e delrio." Maggie fez carranca no ch dela. "Voc no deveria ter que passar por conta prpria pelos documentos 
dele, Brie".
        
        "Eu no noto. Eu tenho pensado que eu poderia me transformar o sto em um quarto de sto, para convidados".
        
        "Mais convidados." Maggie rodou os olhos dela. "Voc  infestado agora com eles, fonte e vero".
        
        "Eu gosto de ter as pessoas na casa." Era um argumento velho, um que eles nunca veriam pelos mesmos olhos. "De qualquer modo, era ltimo tempo para passar 
por coisas. Havia um pouco de roupas como bem, alguns no mais que atormenta agora. Mas eu achei isto." Ela subiu e foi para uma caixa pequena. Ela tirou o vestido 
branco rendilhado. " o trabalho de Vov, eu estou seguro. Da teria salvado isto para os netos" dele.
        
        "Oh." Tudo sobre Maggie amoleceu. Os olhos dela, a boca dela, a voz dela. Ela ofereceu as mos dela, levou o vestido neles. "To minsculo", ela murmurou. 
At mesmo como ela acariciou o linho, o beb dentro do dela mexeu.
        
        "Eu pensei seu familiar poderia ter apartado como bem, Rogan, mas - "
        
        "Ns usaremos isto. Obrigado, Brie". Um olhar ao face da esposa dele tinha o decidido. "Aqui, Margaret Mary".
        
        Maggie levou o leno ele ofereceu e esfregou os olhos dela. "Os livros dizem que  hormnios. Eu sempre pareo estar transbordando.
        
        "Eu reporei isto para voc." Depois de substituir o vestido, Brianna deu o prximo passo e ofereceu a cautela de aes. "Eu achei isto como bem. Da deve 
ter comprado isto, ou investiu, tudo que que , logo antes ele morreu."
        
        Um relance ao papel teve Maggie suspirando. "Outros dos "esquemas de moneymaking dele. Ela quase era como sentimental em cima da cautela de aes como ela 
tinha estado em cima do vestido de beb. "Como igual ele. Assim ele pensou que ele iria em minar, fez ele? "
        
        "Bem, ele tinha tentado tudo outro." Rogan carranqueou em cima do certificado. "O v como eu olhar nesta companhia, veja o que  isso que? "
        
        "Eu escrevi a eles. Sr. Thane est postando a carta para mim. No vir a nada, eu imagino." Nenhum dos esquemas de Tom Concannon j tidos. "Mas voc poderia 
manter o papel para mim at que eu ouo atrs." " dez mil partes", Rogan mostrou. Maggie e Brianna sorriram a um ao outro. "E se vale mais que o papel que  impresso 
em, ele ter batido o recorde" dele. Maggie encolheu os ombros e se tratou a um bolo. "Ele sempre buscou investindo em algo, ou comeando um negcio novo. Era os 
sonhos dele que eram grandes, Rogan, e o corao" dele.
        
        O sorriso de Brianna escureceu. "Eu achei qualquer outra coisa. Algo que eu preciso mostrar para voc. Cartas." "Ele era famoso para lhes" escrever. "No", 
Brianna interrompeu antes de Maggie pudesse lanar em um das histrias dela. Faa agora, ela se ordenou quando o corao dela recuou atrs. Faa depressa. "Estes 
foram escritos a ele. H trs deles, e eu penso que  melhor se voc os lesse para voc."
        
        Maggie poderia ver os olhos de Brianna tinham ido frescos e remotos. Uma defesa, ela soube, contra qualquer coisa de temperamento para preocupao. "Certo, 
Brie."
        
        No dizendo nada, Brianna apanhou as cartas, os ponha na mo de Maggie.
        
        Maggie s teve que olhar para o endereo de retorno no primeiro envelope para a batida do corao dela engrossar. Ela abriu a carta.
        
        Brianna ouviu o som rpido de angstia. Os dedos que ela tinha fechado torcido junto. Ela viu Maggie alcanar fora, aperto a mo de Rogan. Uma mudana, Brianna 
pensou com um pequeno suspiro. At mesmo um ano antes de Maggie tivesse esbofeteado qualquer mo confortante aparte.
        
        "Amanda." Havia lgrimas na voz de Maggie. "Era Amanda que ele disse antes de ele morresse. De p l aos precipcios a Cabea de Volta, naquela mancha amou 
ele tanto. Ns iramos l e ele brincaria aproximadamente como ns pularamos em um barco e nossa prxima parada seria um bar em Nova Iorque." Agora as lgrimas 
transbordaram. "Em Nova Iorque. Amanda estava em Nova Iorque."
        
        "Ele disse o nome" dela. Os dedos de Brianna foram para a boca dela. Ela, apenas, se parou antes de ela desse no hbito de infncia dela de roer as unhas 
dela. "Eu me lembro agora que voc disse algo sobre isso  esteira dele. Ele disse mais para qualquer coisa, lhe conte qualquer coisa sobre ela? "
        
        "Ele disse nada mais que o nome" dela. Maggie colidiu a lgrimas com uma mo furiosa. "Ele no disse nada ento, nada j. Ele a amou, mas ele no fez nada 
sobre isto.
        
        "O que poderia fazer ele? " Brianna perguntou. "Maggie - "
        
        "Algo." Havia mais lgrimas e mais fria quando Maggie ergueu a cabea dela. "Qualquer coisa. Doce Jesus, ele gastou a vida dele em inferno. Por que? Porque 
a Igreja diz que  um pecado para fazer caso contrrio. Bem, ele j tinha pecado, no teve ele? Ele tinha cometido adultrio. Eu o culpo por isso? Eu no sei que 
eu posso, enquanto se lembrando do que ele enfrentou nesta casa. Mas por Deus, ele no poderia ter levado a cabo nisto? Ele no poderia ter levado a cabo finalmente? 
"
        
        "Ele ficou para ns." A voz de Brianna estava apertada e fria. "Voc sabe que ele ficou para ns."
        
        " suposto que isso me faz grato? "
        
        "Voc lhe culpar pelo amar? " Rogan perguntou quietamente. "Ou o condena por amar outra pessoa? "
        
        Os olhos dela flamejaram. Mas a amargura que se levantou na garganta dela morreu em aflio. "No, eu farei nenhum. Mas ele deveria ter tido mais que recordaes."
        
        "Leia os outros, Maggie".
        
        "Eu vou. Voc nasceu quando estes foram escritos", ela disse como ela abriu a segunda carta.
        
        "Eu sei", Brianna disse estupidamente.
        
        "Eu penso que ela o amou muito. H uma bondade aqui. No  tanto perguntar, ame, bondade." Maggie olhou ento para Brianna, para algum sinal. Ela viu nada 
mais que aquela mesma separao fresca. Com um suspiro, ela abriu a carta final enquanto Brianna sentou duro e frio. "Eu s desejo ele... " As palavras dela hesitaram. 
"Oh, meu Deus. Um beb." Instintivamente a mo dela foi cobrir o prprio dela. "Ela estava grvida."
        
        "Ns temos um irmo ou irm em algum lugar. Eu no sei o que fazer."
        
        Choque e fria tiveram Maggie que joga aos ps dela. Chvenas sacudiram como ela empurrou para espiar ao redor do quarto atrs. "O que fazer?  sido terminado, 
no tem isto? Vinte e oito anos atrs ser exato."
        
        Aflito, Brianna comeou a subir, mas Rogan cobriu a mo dela. "A deixe ir", ele murmurou. "Ela ser melhor para isto depois."
        
        "Que direito teve ela para lhe contar isto e ento ir embora? " Maggie exigiu. "Que direito para a deixar teve ele? E agora, voc est pensando que cai a 
ns? Para ns levar a cabo isto? Esta no  alguma criana rf abandonada da que ns estamos falando agora, Brianna, mas uma pessoa crescida. O que tm eles para 
ver conosco? "
        
        "Nosso pai, Maggie. Nossa famlia."
        
        "Oh, sim, a famlia de Concannon. Deus nos" ajuda. Subjugado, ela apoiou contra o mantel, enquanto fitando cegamente no fogo. "Ele era to fraco, ento? 
"
        
        "Ns no sabemos o que ele fez, ou poderia ter feito. Ns nunca podemos saber." Brianna levou uma respirao cuidadosa. "Se a Me tivesse sabido - "
        
        Maggie interrompeu com um riso curto, amargo. "No. Voc pensa que ela no teria usado uma arma goste isto para o bater no cho? Deus sabe que ela usou tudo 
outro."
        
        "Ento no h nenhum ponto lhe falando agora, h? "
        
        Lentamente Maggie virou. "Voc quer no dizer nada? "
        
        "Para ela. Para que propsito serviria a ferir? "
        
        A boca de Maggie emagreceu. "Voc pensa que vai? "
        
        "Voc  to seguramente no vai? "
        
        O fogo entrou fora em Maggie to depressa quanto tinha chamejado. "Eu no sei. Como eu posso saber? Eu sinto como se eles forem agora" ambos os estranhos.
        
        "Ele o, Maggie", amou. Rogan subiu para ir para ela agora. "Voc sabe isso."
        
        "Eu sei isso." Ela se deixou inclinao. "Mas eu no sei o que eu sinto."
        
        "Eu penso que ns deveramos tentar achar Amanda Dougherty", Brianna comeou, "e - "
        
        "Eu no posso pensar." Maggie fechou os olhos dela. Havia muitos emoes que batem dentro dela lhe permitir ver, como quis ela, a direo certa para levar. 
"Eu preciso pensar nisto, Brie.  descansado este longo. Pode descansar por algum tempo mais muito tempo."
        
        "Eu sinto muito, Maggie".
        
        "No leve isto como bem" em seus ombros. Um pouco da mordida e vivacidade voltou na voz de Maggie. "Eles so carregados bastante. Me d alguns dias, Brie, 
ento ns decidiremos o que ser feito" junto.
        
        "Certo."
        
        "Eu gostaria de manter as cartas, para agora."
        
        "Claro que."
        
        Maggie atravessou, ps uma mo na bochecha plida de Brianna. Tambm, "ele o amou Brie."
        
        "Do modo" dele.
        
        "Em todos os sentidos. Voc era o anjo dele, a rosa fresca dele. No preocupe. Ns acharemos um modo para fazer o que  melhor."
        
        Cinza no notou quando o cu plmbeo comeou a cuspir chuva novamente. Ele se levantou em um parapeito de um castelo arruinado que olha fora em um rio lento. 
Vento assobiou e gemeu por rachas na pedra. Ele poderia ter estado s, no simplesmente nesta mancha, mas neste pas, no mundo.
        
        Era, ele decidiu, o lugar perfeito para assassinato.
        
        A vtima poderia ser aqui, poderia ser procurado para cima passos de pedra de sinuoso antigos, poderia fugir helplessly para cima, at qualquer miolo de 
esperana dissolveria. No haveria nenhuma fuga.
        
        Aqui, onde sangue velho tinha sido derramado, onde vazou to profundamente em pedra e terra, contudo no assassinato to fundo, fresco seria feito. No para 
Deus, no para pas. Mas para prazer.
        
        J fique cinzento* conheceu o vilo dele, poderia o pintar l, enquanto fatiando abaixo de forma que a extremidade da faca dele refletiram prata na luz sombria. 
Ele soube a vtima dele, o terror e a dor. O heri, e a mulher que ele amaria, era como claro Ficar cinzento* como a corrida lenta do rio abaixo.
        
        E ele soube que ele teria que comear a criar os com palavras logo. No havia nada ele desfrutou por escrito mais que fazendo as pessoas dele tomar flego, 
enquanto lhes dando carne e sangue. Descobrindo os fundos deles/delas, os medos escondidos deles/delas, toda toro e volta do pasts deles/delas.
        
        Era, talvez, porque ele teve nenhum passado do prprio dele. Ele tinha se feito, estenda em camadas atravs de camada, como habilmente e to meticulosamente 
quanto ele fez os carter dele. Grayson Thane era que tinha decidido ele para ser, e a habilidade dele em narrao tinha provido uns meios para se tornar que e o 
que ele quis, em algum estilo.
        
        Ele nunca se consideraria um homem modesto, mas se considerou no mais que escritor competente, fiandeiro de contos. Ele escreveu para se entreter primeiro, 
e reconheceu a sorte dele batendo alguma corda no pblico.
        
        Brianna tinha tido razo. Ele teve nenhum desejo para ser um Yeats. Sendo escritor bom significado ele poderia ganhar dinheiro e faz como escolheu ele. Sendo 
um grande trariam responsabilidades e expectativas ele teve nenhum desejo para enfrentar. Isso que Cinza no escolha enfrentar, ele virou a parte de trs dele simplesmente 
em.
        
        Mas havia tempos, como isto, quando ele desejou saber o que poderia ser goste de ter razes, ascendncia, uma devoo de raa pura para famlia ou pas. 
As pessoas que tinham construdo este castelo que ficava parado, esses que tinham lutado l, morreram l. O que tinham sentido eles? Para o que tinham desejado eles? 
E como pde batalhas lutadas to h muito tempo ainda tocam, to claro quanto a msica fatal de espada contra espada, no ar?
        
        Ele tinha escolhido a Irlanda para isto, para a histria, para as pessoas cujas recordaes eram longas e razes estavam fundas. Para pessoas, admitiu ele, 
como Brianna Concannon.
        
        Era uma gratificao estranha e interessante que ela deveria ser tanto o que ele estava procurando na herona dele.
        
        Fisicamente ela estava perfeita. Aquela beleza macia, luminosa, a graa simples e maneira quieta. Mas em baixo da concha, em contraste com aquela hospitalidade 
generosa, estava uma distncia, e uma tristeza. Complexidades, ele pensou, enquanto deixando a chuva esbofetear as bochechas dele. Ele no desfrutou melhor que contrastes 
nada e complexidade-quebra-cabeas ser resolvido. O que tinha posto isso assombrou olhar nos olhos dela que frieza defensiva da maneira dela? Seria interessante 
para descobrir.
        
        Captulo Trs
        
        Ele pensou que ela estava fora quando ele voltou. To focalizado quanto um co de caa em um cheiro, Cinza foi  cozinha. Era a voz dela que parou ele-macio, 
aquiete, e frio. Sem dar um pensamento s ticas de espiar, trocou ele e se mudou para a entrada da sala de estar.
        
        Ele poderia a ver no telefone. A mo dela torceu na corda, um gesto de raiva ou nervos. Ele no pde ver o dela enfrente, mas o jogo duro da parte de trs 
dela e ombros era indicao bastante do humor dela.
        
        "Eu h pouco entrei, Me. Eu tive que apanhar alguns coisas na aldeia. Eu tenho um convidado."
        
        Havia uma pausa, Cinza assistiu como Brianna ergueu uma mo, esfregou isto duro no templo dela.
        
        "Sim, eu sei. Eu sinto muito o transtorna. Eu virei ao redor de amanh. Eu posso - "
        
        Ela rompeu, obviamente interrompido por algum comentrio afiado no outro fim do telefone. Cinza empurrou um desejo atrs para passar ao quarto e acalmar 
esses ombros enrijecidos.
        
        "Eu o levarei onde quer que voc queira ir amanh. Eu nunca disse que eu estava muito ocupado, e eu sinto muito voc no est sentindo bem. Eu farei o marketing, 
sim, no  nenhum problema. Antes do meio-dia, prometo eu. Eu tenho que ir agora. Eu tenho bolos no forno. Eu trarei alguns para voc, eu devo? Amanh, Me, eu prometo." 
Ela murmurou um adeus e virou. A angstia cansada na face dela virou chocar quando ela viu Cinza, ento um rubor rastejou nas bochechas dela. "Voc move quietamente", 
ela disse com o rastro mais lnguido de aborrecimento no tom. "Eu no o ouvi entrar,
        
        "Eu no quis interromper." Ele no teve nenhuma vergonha sobre escutar a conversao dela, nem sobre assistir as reaes variando dela chameje em cima da 
face dela. "Sua me vive perto? "
        
        "No longe." A voz dela foi cortada agora, afiou com a raiva que mexeu dentro dela. Ele tinha escutado a misria pessoal dela e no pensou isto importante 
bastante se desculpar para. "Eu adquirirei seu ch agora."
        
        "Nenhuma pressa. Voc tem bolos no forno."
        
        Ela nivelou os olhos dela a seu. "Eu menti. Eu deveria lhe falar que eu abro minha casa a voc, mas no minha vida privada."
        
        Ele reconheceu isto com um aceno. "Eu deveria lhe falar, eu sempre inquiro. Voc  chateado, Brianna. Talvez voc deveria ter um pouco de ch."
        
        "Eu tive o meu, obrigado." Os ombros dela permaneceram duros como ela cruzou o quarto e comeou a mover alm dele. Ele a parou com o mais lnguido de escovas 
da mo dele no brao dela. Havia curiosidade dentro o dele olho-e ela se ressentiu com isto. Havia condolncia-ela no quis isto.
        
        A "maioria dos escritores tem como aberto uma orelha como um garom de bar bom."
        
        Ela trocou. Era s o movimento mais leve, mas ps distncia entre eles, e fez o dela aponte. "Eu sempre desejei saber sobre pessoas que acham isto necessrio 
contar os problemas pessoais deles/delas ao homem que serve cerveja inglesa para eles. Eu trarei seu ch na sala de estar. Eu tenho muito para fazer na cozinha para 
companhia."
        
        Cinza correu a lngua dele ao redor os dentes dele como caminhou fora ela. Ele teve, ele soube, j seja posto to completamente no lugar dele.
        
        Brianna no pde nenhuma falta o americano para curiosidade. Ela teve bastante o prprio dela. Ela gostou de descobrir sobre as pessoas que atravessaram 
a casa dela, enquanto os ouvindo falarem sobre as vidas deles/delas e as famlias deles/delas. Poderia ter sido injusto, mas ela preferiu no discutir o seu. Muito 
mais confortvel era o papel de espectador. Estava mais seguro que modo.
        
        Mas ela no estava brava com ele. Experincia tinha a ensinado que temperamento no resolveu nada. Pacincia, modos, e um tom quieto eram protees mais 
efetivas, e armas contra a maioria das confrontaes. Eles tinham a servido bem pela refeio de noite, e ao final disto, parecia a ela que ela e Cinza tinha retomado 
as prprias posies deles/delas de landlandy e convidado. O convite casual dele para o unir no bar de aldeia tinha sido da mesma maneira que casualmente recusou. 
Brianna tinha passado uma hora agradvel que termina o livro dele.
        
        Agora, com o caf da manh servido e os pratos feitos, ela preparou dirigir a me dela e dedica o resto da manh a Maeve. Maggie seria aborrecido ouvir isto, 
pensamento de Brianna. Mas a irm dela no entendeu que era mais fcil, certamente menos estressante satisfazer a necessidade da me deles/delas simplesmente por 
tempo e ateno. Incomode aparte, estava fora s alguns horas da vida dela.
        
        Quase no um ano mais cedo, antes do sucesso de Maggie tinha feito as pazes isto possvel Maeve fixado com um companheiro na prpria casa dela, Brianna tinha 
estado ao beck dela e tinha chamado vinte e quatro horas por dia, enquanto cuidando de doenas imaginrias, escutando reclamaes nas prprias faltas dela.
        
        E sendo lembrado, repetidas vezes, aquele Maeve tinha feito o dever dela dando vida de Brianna.
        
        O que Maggie no pde entender, e o que Brianna continuou sendo culpado aproximadamente, era que ela estava disposta para pagar qualquer preo pela serenidade 
de ser o amante exclusivo de Cabana de Blackthorn.
        
        E hoje o sol estava lustrando. Havia uma sugesto arreliando de longe-fora fonte na brisa moderada. No duraria, Brianna soube. Isso fez a luz luminosa e 
ar macio ainda mais precioso. Para desfrutar mais completamente isto, ela abaixou as janelas da Ordem antiga dela. Ela teria que os enrolar novamente e virar no 
aquecedor lento quando a me dela a uniu.
        
        Ela olhou em cima de ao bem pequeno Mercedes Gray no teve em inveja. Ou talvez com s a puno mais leve de inveja. Era to eficientemente flamejante e 
macio e lustroso. E vestiu seu motorista, ela meditou, perfeitamente. Ela desejou saber o que seria goste de sentar atrs da roda, s para um momento ou dois.
        
        Quase em desculpa ela bateu levemente o volante da Ordem dela antes de virar a chave. A mquina puxou, murmurou, e tossiu.
        
        "Ah, agora, eu no quis dizer isto", ela murmurou e tentou a chave novamente. "Venha, amado, captura segura, voc vai? Ela odeia isto quando eu estiver atrasado."
        
        Mas a mquina somente gaguejou, ento se extinguiu com um gemido. Resignado, Brianna adquiriu fora e ergueu o capuz. Ela soube freqentemente a Ordem exibiu 
o temperamento de uma mulher velha torcida. A maioria normalmente ela poderia persuadir isto junto com alguns golpes ou torneiras com as ferramentas que ela levou 
no tronco.
        
        Ela estava puxando fora uma caixa de ferramentas dentada quando Cinza passeou fora a porta da frente.
        
        Dificuldade de carro"? " ele chamou.
        
        "Ela  temperamental." Brianna lanou o cabelo dela atrs e empurrou as mangas do suter dela. "S necessidades um pouco de ateno."
        
        Dedos polegares comprimiram no bolso dianteiro das calas jeans dele, ele atravessou, olhou debaixo do capuz. No era um se vanglorie - mas era ntimo. "Queira 
que eu d uma olhada? "
        
        Ela de olhos ele. Ele ainda no tinha raspado. O restolho deveria o ter feito parecer desleixado e malfeito. Ao invs, a combinao disto e o cabelo ouro-inclinado 
se retirada em um rabo-de-cavalo curto e grosso ajustou a imagem de Brianna de uma estrela de pedra americana. A idia fez o dela sorria.
        
        Voc sabe ento sobre carros, ou  voc oferecendo porque voc o pensa dever-sendo masculino, que ."
        
        A sobrancelha dele atirou para cima, e o quirked de lbios dele como ele levou a caixa de ferramentas dela. Ele teve que admitir ele foi aliviado ela no 
estava mais brava com ele.
        
        "Pise atrs, pequena senhora", ele demorou em uma voz grosso com o Sul rural. "E no preocupa aquele bem de cabea de seu. Deixe um homem controlar isto."
        
        Impressionado, ela inclinou a cabea dela. "Voc soou da mesma maneira que eu imaginei Coro soado em seu livro."
        
        "Voc tem uma orelha boa." Ele a brilhou um sorriso antes de ele abaixasse debaixo do capuz. "Ele um asno vermelho-beijado pomposo era, ele no era? "
        
        "Mmm." Ela no estava segura, embora eles estivessem discutindo um carter fictcio, se fosse corts concordar. "Normalmente  o carburador", ela comeou. 
"Murphy prometeu reconstruir isto quando ele tem alguns horas para poupar."
        
        J cabea e ombros debaixo do capuz, Fique cinzento* virado a cabea dele simplesmente e lhe deu um olhar seco. "Bem, Murphy no aqui, ele ? "
        
        Ela teve que admitir ele no era. Brianna mordeu o lbio dela como ela assistiu trabalho Cinza. Ela apreciou a oferta, verdadeiramente ela fez. Mas o homem 
era escritor, no um mecnico. Ela no pde dispor o ter, com todas as intenes boas, dano algo.
        
        "Normalmente se eu h pouco apio l aberto aquela coisa de dobradia com um mostrar para ele, ela apoiou dentro ao lado de Cinza e pontudo - "ento eu entro 
e comeo isto."
        
        Ele virou a cabea dele novamente, era olho a olho e declama para declamar com ela. Ela cheirou glorioso, como fresco e limpa como a manh. Como fitou ele, 
cor corou nas bochechas dela, os olhos dela alargaram fractionally. A reao rpida e obviamente no planejada dela para ele poderia o ter feito sorrir, se o sistema 
dele no tivesse sido nenhum andamento to ocupado doido.
        
        "No  o carburador este tempo", ele disse e desejou saber o que ela faria se ele apertasse os lbios dele s onde o pulso na garganta dela estava saltando.
        
        "Nenhum? " Ela no poderia ter movido se a vida dela tivesse sido ameaada. Os olhos dele tiveram ouro neles, ela pensou tolamente, ouro risca ao longo do 
marrom, da mesma maneira que ele teve no cabelo dele. Ela lutou para entrar uma respirao e fora. "Normalmente ."
        
        Ele trocou, um teste para ambos eles, at que os ombros deles/delas escovaram. Esses olhos adorveis seu com confuso, como um mar debaixo de cus incertos. 
"Este tempo  os cabos de bateria. Eles so corroidos."
        
        "... sido um inverno mido."
        
        Se ele apoiasse h pouco o pedao mais leve agora para ela, a boca dele estaria em seu. O pensamento disto atirou diretamente ao estmago dela, sacudido 
em cima de. Seria spero-ele seria spero, ela tinha certeza. Ele beijaria como o heri no livro ela tinha terminado a noite antes? Com dentes beliscar, lngua empurrando? 
Demanda todo feroz e urgncia selvagem enquanto as mos dele...
        
        Oh, Deus. Ela tinha estado errada, Brianna descobriu, ela poderia mover se a vida dela fosse ameaada. Se sentia como se tivesse sido, entretanto ele no 
tinha movido, no teve tanto como piscado. Vertiginoso da prpria imaginao dela, empurrou ela atrs, s fazer um som pequeno, aflito na garganta dela quando ele 
moveu com ela.
        
        Eles estavam de p, enquanto quase abraando, na luz solar.
        
        O que faria ele? ela desejou saber. O que faria ela?
        
        Ele no estava seguro por que ele resistiu. Talvez era as ondas sutis de medo que vibra dela. Poderia ter sido o choque de descobrir ele teve o prprio medo 
dele, comprimido em uma bola apertada pequena na cova do estmago dele.
        
        Era ele que levou de volta um passo, um passo muito vital atrs.
        
        "Eu os limparei fora para voc", ele disse. "E ns a tentaremos novamente."
        
        As mos dela alcanaram para um ao outro at que os dedos dela foram unidos. Obrigado. Eu deveria entrar e deveria chamar minha me, a deixou saber que eu 
serei um pequeno tarde."
        
        "Brianna." Ele esperou at que ela deixou de se retirar, at que os olhos dela ergueram o dele novamente. "Voc tem uma face inacreditavelmente atraente."
        
        Como foram elogios, ela no estava segura como este aqui ajuste. Ela acernar com a cabea. Obrigado. Eu gosto o seu."
        
        Ele levantou a cabea dele. "H pouco como cuidadoso voc quer ser sobre isto? "
        
        A levou um momento entender, e outro para achar a voz dela. "Mesmo", ela administrou. "Eu penso mesmo."
        
        Cinza a assistiu desaparece na casa antes de ele retrocedesse  mo ao trabalho. "Eu tinha medo disso", ele murmurou.
        
        Uma vez ela definitivamente estava nela a mquina de modo-a Ordem precisada um revisar-cinza deu um passeio longo em cima dos campos. Ele se falou ele estava 
absorvendo atmosfera, pesquisando, se preparando trabalhar. Era uma pena ele se conheceu bem bastante entender ele estava trabalhando fora a resposta dele a Brianna.
        
        Uma resposta normal, ele se assegurou. Afinal de contas, ela era uma mulher bonita. E ele no tinha estado com uma mulher nada durante algum tempo. Se a 
libido dele estivesse acelerando, s seria esperado.
        
        Tinha havido uma mulher, um scio com a editora dele em Inglaterra para quem ele poderia ter cado. Brevemente. Mas ele tinha suspeitado que ela tinha sido 
interessada muito mais dentro como a relao deles/delas poderia ter avanado a carreira dela que desfrutando o momento. Tinha sido distressingly fcil para ele 
impedir a relao deles/delas ficar ntimo.
        
        Ele estava ficando gasto, ele sups. Sucesso poderia fazer isso a voc. Qualquer prazer e orgulho que trouxe levado um preo. Uma falta crescente de confiana, 
um olho mais invejoso. Raramente o aborreceu. Como pde isto quando confiana nunca tinha sido em todo caso o ponto forte dele? Melhor, ele pensou, ver coisas como 
eram eles em lugar de como voc queria que eles fossem. Economize o / quer para fico.
        
        Ele poderia virar a reao dele a Brianna s aquele modo. Ela seria o prottipo dele para a herona dele. A mulher adorvel, serena, e composta, com segredos 
nos olhos dela e banquisas, fogos aterrados, e conflitos que mexem em baixo da concha.
        
        O que fez o dela faa tique-taque? Com o que sonhou ela, o que temeu ela? Essas eram perguntas que ele responderia como ele construiu uma mulher fora de 
palavras e imaginao.
        
        Ela teve cimes do stunningly dela a irm prspera? Ela se ressentiu com a me exigindo dela? Havia um homem ela quis e quem a quis?
        
        Essas eram perguntas que ele precisou responder como ele descobriu Brianna Concannon.
        
        Cinza comeou a pensar que ele precisaria os combinar tudo antes de ele pudesse contar o conto dele.
        
        Ele sorriu a ele como caminhou ele. Ele se falaria que, ele pensou, porque ele quis saber. E ele no teve nenhum qualms tudo que sobre inquirir em algum 
pensamentos privados e experincias. E nenhuma culpa sobre hording o prprio dele.
        
        Ele parou, virou um crculo lento como ele deu uma olhada ao redor dele. Agora isto, ele decidiu, era um lugar uma pessoa poderia se perder dentro. Role 
depois de rolo de brilhar campos verdes bifurcado com paredes de pedra cinzas, pontilhadas com vacas gordas. A manh estava to clara, enquanto lustrando assim, 
que ele pudesse ver o reflita ao longe de copo de janela em cabanas, a ponta de roupas pendurou fora em linhas secar na brisa.
        
        Em cima o cu estava uma tigela de nadar azul-carto postal perfeito. Ainda j, na beira ocidental daquela tigela, estavam enxameando nuvens junto; as gorjetas 
roxo-afiadas deles/delas ameaaram tempestade.
        
        Aqui, em o que parecia ser o centro de um mundo de crystalized, ele poderia cheirar grama e vaca, sugestes do mar levaram no ar, e o cheiro lnguido, lnguido 
de fumaa de uma chamin de cabana. Havia o som de vento na grama, o elegante dos rabos de vacas, e a trompete fixa de um pssaro que celebrou o dia.
        
        Ele quase sentia culpado sobre trazer assassinato fictcio e caos at mesmo para tal um lugar. Quase.
        
        Ele teve seis meses, pensamento Cinza. Seis meses antes de o prximo livro dele batesse os postos e ele se arremessou, como cheerfully como possvel, no 
passeio de casa divertido de excurses de livro e imprensa. Seis meses para criar a histria que j estava crescendo dentro da cabea dele. Seis meses para desfrutar 
esta pequena mancha no mundo, e as pessoas nisto.
        
        Ento ele deixaria isto, como ele tinha deixado dzias de outras manchas, centenas de outras pessoas, e tinha ido em para o prximo. Ir em era algo ao que 
ele superou.
        
        Cinza balanou em cima de uma parede e cruzou o prximo campo.
        
        O crculo de pedras pegou o olho dele e a imaginao dele imediatamente. Ele tinha visto maiores monumentos, tinha se levantado na sombra de Stonehenge e 
tinha sentido o poder. Esta dana era dificilmente mais que oito ps, a pedra de rei nenhum mais alto que um homem. Mas achando isto aqui, se levantando calado entre 
pastar, vacas desinteressadas, parecido maravilhoso a ele.
        
        Quem tinha construdo isto, e por que? Fascinado, Cinza arredondou a circunferncia externa primeiro. S dois das padieiras permaneceram em lugar, os outros 
que tm cado longo-atrs em alguns noite. Pelo menos ele esperou que tinha sido  noite, durante uma tempestade, e o som deles que bate para terra teria vibrado 
como um rugido de um deus.
        
        Ele ps uma mo na pedra de rei. Estava morno do sol, mas levou uma frialdade subjacente que emocionou. Ele poderia usar isto, ele desejou saber? De alguma 
maneira tea este lugar e os ecos de magia antiga no livro dele?
        
        Haveria assassinato feito aqui? Ele entrou no crculo, no centro. Um sacrifcio de tipos, ele meditou. Um ritual de ego-servio onde sangue espirraria a 
grama verde prosperando, manche a base das pedras.
        
        Ou talvez seria amor feito aqui. Uma confuso desesperada e gananciosa de membro-a grama esfria e umedece abaixo, a lua branca cheia que nada em cima. As 
pedras o guarda parado como o homem e a mulher se perdeu em necessidade.
        
        Ele poderia imaginar ambos com claridade igual. Mas o segundo atraiu mais, tanto mais, ele pde todos menos veja Brianna que mente na grama, os cabelos dela 
abanaram fora, os braos dela ergueram para cima. A pele dela estaria plida como leite, macio como gua.
        
        Os quadris esbeltos dela arqueariam, o esbelto atrs dela arco. E quando ele se dirigiu nela, ela clamaria. Essas unhas limpas, arredondadas marcariam a 
parte de trs dele. O corpo dela mergulharia como um mustang debaixo de seu, mais rpido, mais fundo, mais forte, at...
        
        "Bom dia para voc."
        
        "Jesus." Cinza sacudiu atrs. A respirao dele era instvel, o p de boca dele seca. Depois, ele se prometeu, depois estaria divertindo, mas para agora 
ele lutaram se arrancar de fantasia ertica e focalizar no homem que chega o crculo de pedras.
        
        Ele era escuro, notavelmente bonito, vestido nas roupas speras, robustas de um fazendeiro. Talvez trinta, Cinza julgou, um do irlands Preto atordoante 
que reivindicou cabelos de jato e olhos de cobalto. Os olhos pareciam amigveis bastante, um pouco divertiu.
        
        O cachorro de Brianna estava se empinando felizmente aos saltos de sapatos dele. Reconhecendo Cinza, o Trapaceiro galopou no crculo para o cumprimentar.
        
        "Uma mancha interessante", o homem disse em um sotaque de municpio ocidental musical.
        
        "Eu no esperei achar isto aqui." Esfregando a cabea de Trapaceiro, Cinza se colocou por um espao entre pedras. "No  listado em quaisquer dos mapas tursticos 
que eu tenho."
        
        "No , no.  nossa dana, voc v, mas ns no prestamos ateno a compartilhamento ocasionalmente isto. Voc seria o "ianque de Brie. Ele ofereceu uma 
mo grande, trabalhar-encrespada. "Eu sou Murphy Muldoon."
        
        "Das "vacas de rosa-tropel.
        
        Murphy estremeceu. "Cristo, ela nunca esquecer isto. E eu no substitu todo ltimo arbusto? Voc pensaria as vacas tinha pisado no primognito" dela. Ele 
olhou para baixo a Trapaceiro para apoio. O cachorro sentou, inclinou a cabea dele, e manteve a prpria deliberao dele. "Voc resolveu em Blackthorn, ento? "
        
        "Sim. Eu estou tentando para adquirir um tato para a rea." Cinza olhou ao redor novamente. "Eu adivinho eu atravessei sobre sua terra."
        
        "Ns no atiramos freqentemente transgressor estes dias", Murphy disse facilmente.
        
        "Contente ouvir isto." Cinza estudou o companheiro dele novamente. Havia algo slido aqui, ele pensou, e facilmente acessvel. "Eu estava ontem  noite no 
bar de aldeia, O'Malley, tido uma cerveja com um homem nomeado Rooney."
        
        "Voc quer dizer voc lhe comprou um quartilho." Murphy sorriu.
        
        "Dois." Cinza sorriu atrs. "Ele os, com o pagamento de "fofoca de aldeia, ganhou.
        
        "Alguns dos quais provavelmente era verdade." Murphy tirou um cigarro, ofereceu um.
        
        Depois de tremer a cabea dele, Cinza comprimiu as mos dele nos bolsos dele. Ele s fumou quando ele estava escrevendo. "Eu acredito seu nome foi mencionado."
        
        "Eu no o" duvidarei.
        
        O que Murphy jovem est perdendo", Cinza comeou dentro tal um mortal imite de Rooney que Murphy bufou com risada, " uma esposa boa e os filhos fortes estar 
trabalhando a terra com ele. Ele busca perfeio,  Murphy, assim ele est passando as noites dele s em uma cama fria."
        
        "Isto de Rooney que gasta a maioria das noites dele no bar que reclama que a esposa dele o dirige beber."
        
        "Ele mencionou isso." Cinza aliviou na pergunta ele era a maioria interessado dentro. "E que desde que o jackeen tiveram
        
        Maggie estalado fora de debaixo de seu nariz, voc estaria cortejando a irm mais jovem dela muito tempo" antes.
        
        "Brie? " Murphy tremeu a cabea dele como ele expeliu fumaa. "Estaria como abraar minha "irm de beb. Ele ainda sorriu, mas os olhos dele eram afiados 
em Cinza. " que o que voc quis saber, Sr. Thane? "
        
        "Cinza. Sim, isso  o que eu quis saber."
        
        "Ento eu lhe falarei o modo est l claro. Mas presta ateno a seu passo. Eu sou protetor de minhas irms." Satisfeito a observao dele foi feita, Murphy 
levou outro confortvel arraste. "Voc  bem-vindo para voltar para a casa para uma xcara de ch."
        
        "Eu aprecio a oferta, mas eu levarei um vale. H coisas que eu preciso ser feito hoje."
        
        "Bem, ento, eu o deixarei adquirir a eles. Eu desfruto seus livros", ele disse de tal um modo improvisado que Cinza foi elogiado duplamente. H uma livraria 
em Galway que voc pode gostar de visitar se voc viagem que modo."
        
        "Eu pretendo."
        
        "Voc achar isto ento. D meu melhor para Brianna, voc vai? E voc poderia mencionar que eu no tenho um scone partido em minha despensa." O sorriso dele 
flamejou. " 'Sarja faz o dela sinta arrependido para mim."
        
        Depois de assobiar para o cachorro que entrou em lugar ao lado dele, ele caminhou fora com a graa fcil de um cruzamento de homem a prpria terra dele.
        
        Era no meio da tarde quando Brianna voltou para casa, frazzled, escoada, e tempo. Ela agradeceu no achar nenhum rastro de Cinza mas para uma nota apressadamente 
rabiscada e partiu na mesa de cozinha dela.
        
        Maggie chamou. Murphy fora de scones.
        
        Uma mensagem estranha, ela pensou. Por que Maggie chamariam para contar para o Murphy dela quis scones? Com um suspiro Brianna ps de lado a nota. Automaticamente 
ela vestiu a chaleira para ch antes de partir os ingredientes ela precisou ir com a galinha de livre-gama ela achar-gostaria um prmio-a o mercado.
        
        Ento ela suspirou, cedeu. Se sentando novamente, ela dobrou os braos dela na mesa, ps a cabea dela neles. Ela no lamentou. Lgrimas no ajudariam, no 
mudaria nada. Tinha sido um dos dias ruins de Maeve, cheio de narcejas e reclamaes e acusaes. Talvez os dias ruins eram agora mais duros, porque durante o ltimo 
ano ou assim quase tinha havido como muitos bom.
        
        Maeve amou a pequena casa dela, se ou no ela j admitiu a isto. Ela estava apaixonado por Lottie Sullivan, o enfermeira Brianna aposentado e Maggie tinham 
contratado como o companheiro dela. Embora o diabo nunca pudesse arrastar aquela verdade simples dos lbios de Maeve. Ela tinha achado tanta satisfao quanto Brianna 
imaginou que ela era capaz de.
        
        Mas Maeve nunca esqueceu, nunca, aquele Brianna era responsvel por quase toda mordida de po que a me deles/delas desfrutou. E Maeve nunca poderia parecer 
deixar de se ressentir com isso.
        
        Este tinha sido um dos dias quando Maeve tinha reembolsado a filha mais jovem dela achando falta com tudo. Com a tenso somada das cartas tinha achado Brianna, 
ela era simplesmente exausta.
        
        Ela fechou os olhos dela e se favoreceu para um momento desejando. Ela desejou que a me dela pudesse estar contente. Ela desejou que Maeve pudesse recapturar 
qualquer alegria e prazer que ela tinha tido na mocidade dela. Ela desejou, oh, ela desejou a maioria de tudo aquilo ela poderia amar a me dela com um corao aberto 
e generoso em vez de com dever frio e dispair arrastando.
        
        E ela desejou para famlia, para a casa dela ser enchido com carinho e vozes e risada. No simplesmente para os convidados passageiros que vieram e foram, 
mas para estadia.
        
        E, Brianna pensou, se desejos fossem centavos, todos ns somos to ricos quanto o Midas. Ela empurrou atrs da mesa, enquanto sabendo a fadiga e depresso 
enfraqueceria uma vez ela comeou a trabalhar.
        
        Cinza teria uma galinha de assado boa para o jantar, enchido com po de herbed e ladeled com molho rico.
        
        E Murphy, o abenoe, teria o scones dele.
        
        Captulo Quatro
        
        Em um assunto de dias Brianna tinha crescido acostumado para Ficar cinzento* rotina e tinha ajustado o horrio dela adequadamente. Ele gostou de comer, enquanto 
raramente perdendo um refeio-entretanto ela descobriu logo ele teve pouco respeito por horrios. Ela entendeu ele tinha fome quando ele comeou a assombrar a cozinha 
dela. Qualquer o tempo, ela o fixou um prato. E teve que admitir ela apreciou vigilncia ele desfrute a arte culinria dela.
        
        A maioria dos dias que ele saiu em o que ela pensou de como as perambulaes dele. Se ele perguntasse, ela lhe deu direes, ou fez sugestes em alguma viso 
que ele poderia gostar de ver. Mas normalmente ele partiu com um mapa, um caderno, e uma mquina fotogrfica.
        
        Ela cuidou dos quartos dele quando ele estava fora. Qualquer um que arruma depois de outro comea a aprender coisas. Brianna descobriu Grayson Thane estava 
limpo bastante quando veio ao que pertenceu a ela. As toalhas de convidado boas dela nunca foram lanadas no cho em um monto mido; nunca havia qualquer anel molhado 
na moblia dela de um copo esquecido ou xcara. Mas ele teve um descuido descuidado pelo que ele possuiu. Ele poderia raspar as botas dele antes de ele sasse dentro 
da lama e sobre os chos dela. Ainda ele nunca limpou o couro caro ou aborreceu para os polir.
        
        Assim ela fez isto ela.
        
        As roupas dele levaram rtulos de lojas de multa ao redor do mundo. Mas eles nunca foram apertados e foram lanados freqentemente negligently em cima de 
uma cadeira ou pendurou crookedly na guarda-roupa.
        
        Ela comeou a acrescentar a roupa suja dele a ela prprio, e teve que admitir isto era agradvel para pendurar as camisas dele na linha quando o dia estava 
ensolarado.
        
        Ele manteve nenhum memento de amigos ou famlia, fez nenhuma tentativa para personalizar o quarto que ele viveu agora dentro. Havia livros, caixas de eles-mistrios, 
romances de horror, thrillers de espio, romances, classics, livros no fico em procedimentos policial, armas e assassinato, psicologia, mitologia, feitiaria, 
auto mecnica-aquele fez a sorriso-e assuntos to variado quanto arquitetura e zoologia.
        
        Parecia no ser nada que no o interessou.
        
        Ela soube que ele preferiu caf mas beberia ch em um belisco se fosse bastante forte. Ele teve o doce dente de um dez-ano-velho menino-e a energia de um.
        
        Ele era havia no ser nenhuma pergunta ele no perguntaria. Mas havia uma bondade inata nele isso o fez duro repelir. Ele nunca no ofereceu a fazer alguma 
tarefa ou incumbncia para seu-e ela tinha o visto petiscos furtivos de comida Decorar quando ele pensou que ela no estava olhando.
        
        Ao todo, era um excelente arranjo-ele proveu a companhia dela, renda, e o trabalho que ela amou. Ela lhe deu uma base calmamente corrente. Ainda ela nunca 
poderia relaxar totalmente ao redor dele. Ele nunca tinha recorrido quele momento de notar-entorpecer atrao entre eles. Mas estava l-em o modo o pulso dela saltado 
se ela entrou em um quarto e achou l inesperadamente o. Do modo aqueceu o corpo dela quando ele virou esses olhos dourados na direo dela e simplesmente olhou 
para ela.
        
        Brianna se culpou por isto. Fazia um tempo longo, longo desde que ela tinha sido profundamente a um homem. No desde que Rory McAvery tinha a deixado com 
uma cicatriz no corao dela e um buraco na vida dela a teve sentido tal um mexendo mau para qualquer homem.
        
        Considerando que ela estava sentindo isto para um convidado, Brianna tinha decidido que era a responsabilidade dela a ainda isto.
        
        Mas como ela alisou a colcha na cama dele, afofou os travesseiros dele, ela desejou saber onde o ramblings dele estavam o levando hoje.
        
        Ele no tinha ido longe. Cinza tinha decidido viajar aquela manh a p e tinha vagado abaixo a estrada estreita debaixo de cus escuros, ameaadores. Ele 
passou um par de outbuildings, viu um trator abrigar, fardos de feno empilharam fora do tempo. Murphy, ele imaginou e comeou a desejar saber o que seria goste de 
ser um fazendeiro.
        
        Terra possuindo, ele meditou, enquanto sendo responsvel por isto. Arando, plantando, tendendo, assistindo coisas crescem. Mantendo um olho no cu, cheirando 
o ar para uma volta no tempo.
        
        No uma vida para Grayson Thane, ele pensou, mas imaginou alguns achariam isto recompensando. Havido aquele orgulho simples de propriedade em Murphy Muldoon 
 caminhar-um homem que conheceu os ps dele foi plantado no prprio dele.
        
        Mas possuindo terra-ou qualquer coisa-significou ser amarrado a isto. Ele teria que perguntar para Murphy como ele sentia sobre isso.
        
        Cinza poderia ver o vale desta mancha, e a elevao de colinas. Da distncia veio o latido rpido, feliz de um cachorro. Decore, talvez, fora procurar aventura 
antes de encabear casa para pr a cabea dele no colo de Brianna.
        
        Cinza teve que invejar o cachorro o privilgio.
        
        Fazendo careta, Cinza comprimiu as mos dele nos bolsos dele. Ele tinha estado trabalhando difcil de rejeitar essas mos o dele sutilmente a proprietria 
sensual.
        
        Ele se falou ela no usou esses aventais afetados ou arregaou o cabelo dela cair-fora nesses ns o encantar. Mas trabalhou. Era improvvel ela exagerou 
a casa que cheira de wildflowers e cravo-da-ndias para o dirigir louco ao redor. Mas ele estava sofrendo.
        
        Alm do fsico-o qual era difcil havia aquele ar de segredos e tristeza. Ele contudo deslizar por aquela parede magra de reserva e descobrir o que estava 
a aborrecendo. Tudo que era assombrado os olhos dela.
        
        No que ele pretendeu ser envolvido, Cinza se assegurou. Ele h pouco era curioso. Fazendo os amigos era algo que ele fez facilmente por via de interesse 
sincero e uma natureza simpatizante. Mas amigos ntimos, o tipo que um homem manteve em contato com pelos anos, preocupado em cima de, perdeu quando ele estava fora, 
no estava no plano piloto.
        
        Grayson Thane viajou luz, e ele freqentemente viajou.
        
        A pequena cabana com a porta da frente corajosamente pintada teve pausando Cinza. Uma adio tinha sido moldada dentro no lado sul que era to grande quanto 
a casa original. A terra que tinha sido deslocada era agora uma colina de lama que teria se encantado qualquer cinco-ano-velho.
        
        O pequeno lugar abaixo a estrada? ele desejou saber. Onde a irm de Brianna e o cunhado viveu de vez em quando? Ele decidiu que a porta de magenta era que 
Maggie est fazendo e passou pelo porto para um olhar mais ntimo.
        
        Durante os prximos minutos ele se agradou cutucando pela construo nova. Algum soube o que eles estavam fazendo aqui, ele pensou. A armao era robusta, 
os materiais tampam da linha. Adicionando para o beb, ele assumiu, enquanto trabalhando o modo dele  parte traseira. Era ento ele manchou o edifcio fora na parte 
de trs.
        
        A loja de copo dela. Agradado com a descoberta nova dele, ele pisou fora o planking e cruzou o gramado orvalho-umedecido. Uma vez ele alcanou isto, cupped 
Cinza as mos dele contra a janela e investigou dentro. Ele poderia ver fornos, bancos, ferramentas que afiaram a curiosidade dele e imaginao. Estantes estavam 
carregadas com produes em curso. Sem um qualm pisou ele atrs e alcanou para a porta.
        
        "Voc est querendo seus dedos quebrados? "
        
        Ele virou. Maggie estava na entrada traseira da cabana, uma xcara cozinhando em vapor em uma mo. Ela usou um suter ensacando, cordas usadas, e uma carranca. 
Cinza sorriu a ela.
        
        "No especialmente. Isto  onde voc trabalha? "
        
        ". Como voc trata as pessoas que estouram no convidado em seu estdio? "
        
        "Eu tenho no adquiriu um estdio. Como sobre uma excurso? "
        
        Ela no aborreceu para amortecer o juramento, ou o suspiro. "Voc um corajoso , voc no ? Certo, ento, desde que eu no pareo estar fazendo qualquer 
outra coisa. O homem vai embora, ela reclamou como ela cruzou a grama. "Faz nem mesmo me se desperte. Me deixa uma nota  tudo que ele faz, enquanto me dizendo tomar 
um caf da manh decente e manter meus ps.
        
        "E o fez? "
        
        "Eu poderia ter se eu no tivesse ouvido algum pisoteando minha propriedade" ao redor.
        
        "Arrependido." Mas ainda ele sorriu a ela. "Quando o beb  devido? "
        
        "Pela primavera." Apesar dela amoleceu ela. Levou s a meno do beb. "Eu tenho semanas contudo, e se o homem continuar tentando me amimalhar, eu terei 
que o assassinar. Bem, entre, ento, desde que voc est aqui."
        
        "Eu vejo aquela hospitalidade cortesa est na famlia."
        
        "No faz. " Agora um sorriso arrastou aos lbios dela. "Brianna adquiriu toda a amabilidade. Olhe", ela disse como ela abriu a porta. "No toque, ou eu quebrarei 
esses dedos."
        
        "Sim, ma'am. Isto  grande." Ele comeou a explorar o minuto ele pisou dentro, enquanto movendo aos bancos, se ajoelhando cheque fora o forno. "Voc estudou 
em Veneza, no o fez? "
        
        "Eu fiz, sim."
        
        "O que o comeou fora? Deus, eu odeio quando as pessoas me perguntarem isso. No importa." Ele riu dele e passeou para os tubos dela. Os dedos dele coaram 
para tocar. Cauteloso, ele olhou atrs para ela, medido. "Eu sou maior que voc."
        
        Ela acernar com a cabea. "Eu sou pior." Mas ela cedeu bastante para levar um pontil ela e dar isto a ele.
        
        Ele hefted isto, girou isto. "Grande "arma de assassinato.
        
        "Eu me lembrarei isso do da prxima vez algum interrompe meu trabalho."
        
        "Assim o que  o processo? " Ele olhou para desenhos esparramados fora em um banco. "Voc esboa fora idias? "
        
        "Freqentemente." Ela tomou um gole ao ch dela, eyeing ele. Em verdade, havia algo sobre o modo que ele moveu, luz e fluido sem qualquer espalhafato que 
a fez anseiam pelo sketchpad dela. "Depois de uma lio rpida? "
        
        "Sempre. Tem que chegar bastante quente em aqui quando os fornos so incendiados. Voc derrete os materiais em l, e ento isso que? "
        
        "Eu fao uma dobra", ela comeou. Durante os prximos trinta minutos ela o levou passo por passo pelo processo de mo-assoar um recipiente.
        
        O homem estava cheio de perguntas, ela pensou. Perguntas intrigantes, ela admitiu, o tipo que o fez vai alm dos processos tcnicos e no propsito criativo 
atrs deles. Ela poderia ter podido resistir que, mas o entusiasmo dele era mais difcil. Em vez do acelerar junto, ela se achou respondendo essas perguntas, demonstrando, 
e rindo com ele.
        
        "Mantenha isto e eu o traarei como "menino de pontil. Divertido, ela esfregou uma mo em cima da barriga dela. "Bem, entre e tenha um pouco de ch."
        
        "Voc no teria nenhum dos biscoito-biscoitos de Brianna. "
        
        A sobrancelha de Maggie arqueou. "Sim."
        
        Alguns momentos depois Cinza foi resolvido  mesa de cozinha de Maggie com um prato de gingersnaps. "Eu juro ela poderia comercializar estes", ele disse 
com a boca dele cheio. "Faa uma fortuna."
        
        "Ela os preferiria dar s "crianas de aldeia.
        
        "Eu estou surpreso ela no tem uma ninhada dela prprio." Ele esperou uma batida. "Eu no notei qualquer homem que vem ao redor de."
        
        "E voc o tipo notando , voc no , Grayson Thane? "
        
        "Vai com o territrio. Ela  uma mulher bonita."
        
        "Eu no discordarei." Maggie verteu gua fervente em uma chaleira esquentada.
        
        "Voc vai me fazer arrancar isto fora", ele murmurou. "H algum ou no? "
        
        "Voc poderia lhe perguntar o." Miffed, Maggie fixou a panela na mesa, carranqueou a ele. Oh, ele teve um talento, ela pensou, pelo fazer querem lhe contar 
o que ele quis saber. "No", ela estalou fora e esbofeteou um assalte na mesa em frente a ele. H ningum. Ela os foge, os gela fora. Ela preferiria gastar todo 
seu tempo cuidando dos convidados dela ou correndo toda vez fora para Ennis nossa sniffles de me. Ego-sacrificar  o que nosso So Brianna faz melhor."
        
        "Voc est preocupado sobre ela", Cinza murmurou. "O que est a aborrecendo, Maggie? "
        
        " 'Tis negcio familiar. Deixe s." Retardadamente ela verteu a xcara dele, ento o prprio dela. Ela suspirou ento, e sentou. "Como voc sabe que ela 
est preocupada? "
        
        "Mostra. Nos olhos dela. H pouco igual est mostrando agora" em seu.
        
        "Ser resolvido logo bastante." Maggie fez um determinado esforo para empurrar isto aparte. "Voc sempre cava em pessoas? "
        
        "Seguramente." Ele tentou o ch. Era forte bastante se levantar e dana. Perfeito. "Sendo um escritor  uma grande cobertura para h pouco ser curioso." 
Ento os olhos dele mudaram, ficava sbrio. "Eu gosto dela. No  impossvel para. Me aborrece a ver triste."
        
        "Ela pode usar um amigo. Voc tem um talento por conseguir que as pessoas falassem. Use nela. Mas nota", ela somou antes Cinza poderia falar, "ela  sentimentos 
macios abaixo. Os contunda, e eu o" contundirei.
        
        "Ponto levado." E tempo, ele pensou, mudar o assunto. Ele chutou atrs, enquanto apoiando um p calado as botas no joelho dele. "Assim, o que  a histria 
com nosso camarada Murphy? O sujeito de Dublin realmente o roubou fora de debaixo do nariz dele? "
        
        Era afortunado que ela tinha engolido o ch dela ou ela poderia ter sufocado. O riso dela comeou profundamente e cresceu em gargalhadas que tiveram o olhos 
molhando dela.
        
        "Eu perdi uma piada", Rogan disse da entrada. "Leve uma respirao, Maggie, voc est se ficando vermelho."
        
        "Sweeney." Ela chupou em uma respirao dando risada e alcanou para a mo dele. "Este  Grayson Thane. Ele estava desejando saber se voc pisasse em cima 
de Murphy est de volta me" galantear.
        
        "No Murphy, ele disse agradavelmente, "mas eu tive que pisar, enquanto Maggie's-terminando por toda parte com a cabea dela que precisou de algum senso 
bateram nisto.  reunio agradvel voc", ele somou, enquanto oferecendo Cinza a carta branca dele. "Eu gastei muitas horas divertidas em suas histrias."
        
        "Obrigado."
        
        "Cinza est me mantendo companhia", Maggie lhe falou. "E agora eu sou dentro muito bom um humor gritar a voc por no me se despertar esta manh."
        
        "Voc precisou de sono." Ele verteu ch, estremeceu depois do primeiro gole. "Cristo, Maggie, voc sempre tem que ameaar isto a morte? "
        
        "Sim." Ela apoiou adiante, apoiou o queixo dela na mo dela. De "que parte de Amrica  voc, Cinza? "
        
        "Nenhuma parte em particular. Eu movo ao redor."
        
        "Mas sua casa? "
        
        "Eu no tenho um." Ele mordeu em outro biscoito. "Eu no preciso a pessoa com o modo que eu viajo."
        
        A idia era fascinante. Maggie inclinou a cabea dela e o estudou. "Voc h pouco vai de lugar para colocar, com isso que - as roupas em sua parte de trs? 
"
        
        "Um pequeno mais que que, mas basicamente. s vezes eu acabo apanhando algo eu no posso resistir-gostar daquela escultura seu em Dublin. Eu aluguei um lugar 
em Nova Iorque, tipo de um catchall para materiais. Isso  onde meu publicador e agente so baseados, assim eu ando atrs uma vez, talvez duas vezes por ano. Eu 
posso escrever em qualquer lugar", ele disse com um encolha os ombros. "Assim eu fao."
        
        "E sua famlia? "
        
        "Voc est inquirindo, Margaret Mary."
        
        "Ele fez isto primeiro", ela atirou atrs a Rogan.
        
        "Eu no tenho qualquer familiar. Voc tem nomes escolhidos para o beb? " Cinza perguntou, enquanto virando o assunto nitidamente.
        
        Reconhecendo a ttica, Maggie carranqueou a ele. Rogan deu para o joelho dela um aperto debaixo da mesa antes de ela pudesse falar. "Nenhum no que ns podemos 
concordar. Ns esperamos resolver aceso antes a criana pronto ir para a universidade."
        
        Suavemente Rogan guiou a conversao em tpicos corteses, impessoais at que rosa Cinza para partir. Uma vez ela estava s com o marido dela, Maggie tocou 
tambor os dedos dela na mesa.
        
        "Eu teria descoberto mais sobre ele se voc no tivesse interferido."
        
        "No  nenhum de seu negcio." Ele se inclinou e beijou a boca dela.
        
        "Talvez . Eu gosto bem bastante o. Mas ele adquire um olhar nos olhos dele quando ele falar de Brianna. Eu no estou seguro eu gosto isso."
        
        "Isso no  nenhum de seu negcio, ou".
        
        "Ela  minha irm."
        
        "E bem capaz levar ao cuidado dela."
        
        "Muito voc saberia sobre isto, Maggie murmurou. Os "homens sempre pensam que eles conhecem as mulheres, quando o que eles sabem  um lamentvel nada."
        
        "Eu o, Margaret Mary", conheo. Em um movimento limpo ele a escavou fora da cadeira e nos braos dele.
        
        Sobre "o que  voc? "
        
        "Eu estou a ponto de o levar a cama, o tiro nu, e fao amor inacreditavelmente completo com voc."
        
        "Oh, voc ? " Ela lanou o cabelo dela atrs. "Voc h pouco est tentando para me distrair  mo" do assunto.
        
        Vejamos como bem eu posso fazer."
        
        Ela sorriu, fira os braos dela ao redor o pescoo dele. "Eu suponho eu deveria lhe dar pelo menos a chance."
        
        Quando Cinza passeou atrs em Cabana de Blackthorn, ele achou Brianna nas mos dela e joelhos que esfregam cera de pasta no cho de sala de estar dentro 
lento, quase crculos amorosos. A pequena cruz de ouro ela s vezes usou balanado como um pndulo de sua cadeia magra e pegou rapidamente reflete de luz. Ela estava 
usando msica, alguns que pulam melodia ela estava cantando junto com em irlands. Encantado, ele atravessou e se agachou abaixo ao lado dela.
        
        "O que significam as palavras? "
        
        Ela sacudiu primeiro. Ele teve um modo de mover que no mais que mexido o ar. Ela apagou cabelo solto dos olhos dela e continuou polindo. " sobre ir para 
guerra."
        
        "Soa muito feliz para ser sobre guerra."
        
        "Oh, ns estamos contentes bastante lutar. Voc  atrs mais mais cedo do que o habitual. Voc est querendo ch? "
        
        "No, obrigado. Eu h pouco tive alguns a Maggie. "
        
        Ela observou ento. "Voc Maggie visitante seja? "
        
        "Eu pensei que eu daria um passeio e terminaria no lugar dela. Ela me deu uma excurso da "casa de copo dela.
        
        Brianna riu, enquanto vendo ento que ele era srio, sentou atrs nas coxas dela. "E como em doce cu voc administrou tal um feito como isso? "
        
        "Eu perguntei." E sorriu. "Ela estava no princpio um pequeno torcida sobre isto, mas ela caiu dentro." Ele apoiou para Brianna, cheirou. "Voc cheira de 
limo e cera de abelha."
        
        "Isso no  surpreendente." Ela teve que clarear a garganta dela. " o com" o qual eu estou polindo o cho. Ela fez um som pequeno, estrangulado quando ele 
levou a mo dela.
        
        "Voc deveria usar luvas quando voc fizer trabalho pesado."
        
        "Eles entram meu modo." Ela deu um aperto de mo a dela, mas ele esperou. Embora ela tentasse parecer firme, ela s conseguiu parecer aflita. "Voc est 
de meu modo."
        
        "Eu sairei disto por um minuto." Ela olhou to condenada bonito, ele pensou, enquanto ajoelhando no cho com ela polindo trapo e as bochechas coradas dela. 
"Saia hoje  noite comigo, Brie. Me deixe o levar ao jantar."
        
        "Eu um-eu tem tenho carne de carneiro", ela disse, enquanto apalpando, "por fazer "Tortas de Dingle.
        
        "Manter, no v? "
        
        "Vai, sim, mas... Se voc est cansado de minha arte culinria - "
        
        "Brianna." A voz dele era macia, persuasiva. "Eu quero o levar para sair.
        
        "Por que? "
        
        "Porque voc tem uma bonita face." Ele deslizou os lbios dele em cima das juntas dela e fez o corao dela aderir na garganta dela. "Porque eu penso que 
poderia ser agradvel para voc ter outra pessoa fazer a arte culinria e o lavando para cima durante uma noite."
        
        "Eu gosto de cozinhar."
        
        "Eu gosto de escrever, mas sempre  um pontap para ler algo outra pessoa suou em cima de."
        
        "No  o mesmo."
        
        "Seguramente ." Cabea inclinou, ele apontou aquele olhar navalha-afiado sbito a ela. "Voc no tem nenhum medo de estar s comigo em um restaurante pblico, 
voc ? "
        
        Isso que uma coisa tola para dizer." O que uma coisa tola, ela percebeu, para ela sentir.
        
        "Multe ento,  uma data. Sete horas. " Modo bastante para saber quando se retirar, Cinza endireitou e passeou fora.
        
        Ela se disse que no preocupasse em cima do vestido dela, ento se afligiu com isto s o mesmo. No fim ela escolheu o caador simples l verde que Maggie 
tinha trazido o dela atrs de Milo. Com suas mangas longas e pescoo alto, parecia claro, at mesmo til, at que era em. Cannily cortou, a l magra, macia teve 
um modo de drapejar em cima de curvas e revelar todo pedao tanto quanto escondeu.
        
        Ainda, Brianna se falou, vestiu um jantar fora, e que era um pecado ela contudo usar isto quando Maggie tinha ido para a dificuldade e despesa. E sentia 
to graciosamente contra a pele dela.
        
        Aborrecido  agitao continuada de nervos, ela apanhou o casaco dela, um preto claro com um forro reparado, e drapejou isto em cima do brao dela. Simplesmente 
era a oferta de uma refeio, ela se lembrou. Um gesto agradvel de um homem ela tinha estado alimentando para mais que uma semana.
        
        Uma respirao por ltimo firmando levando, ela entrou fora do quarto dela na cozinha, ento comeada abaixo o corredor. Ele h pouco desceria os degraus. 
Inibido, ela pausou.
        
        Ele parou onde ele era, um ainda caminha no passo de fundo, a mo dele no poste de newel. Para um momento eles encararam s um ao outro em um desses momentos 
estranhos, corredios de conscincia. Ento ele pisou adiante e a sensao ondulou fora.
        
        "Bem, bem." Os lbios dele encurvaram em um sorriso lento, satisfeito. "Voc faz um quadro, Brianna".
        
        "Voc est usando um terno." E parecia deslumbrante nisto.
        
        "Eu arrasto a pessoa de vez em quando" em. Ele levou o casaco dela, deslizou isto em cima dos ombros dela.
        
        "Voc nunca disse onde ns amos."
        
        Comer." Ele ps um brao ao redor a cintura dela e a varreu fora da casa.
        
        O interior do carro fez o dela suspire. Cheirou de couro, e o couro era macio como manteiga. Ela deslizou os dedos dela em cima do assento como dirigiu ele.
        
        "Era amvel de voc fazer isto, Cinza".
        
        "Bondade no teve nada que ver com isto. Eu tive um desejo para sair, e eu o quis comigo. Voc nunca entra  noite" no bar.
        
        Ela relaxou um pequeno. De forma que  onde eles iam. "Eu no tenho ultimamente. Eu gosto de parar de vez em quando dentro, enquanto vendo todo o mundo. 
O O'Malleys teve outro neto esta semana."
        
        "Eu sei. Eu fui tratado a um quartilho para celebrar."
        
        "Eu h pouco terminei uma estamenha para o beb. Eu deveria ter trazido isto comigo."
        
        "Ns no vamos para o bar. O que  uma estamenha? "
        
        " um tipo de sacque; voc abotoa o beb nisto." Como eles atravessaram a aldeia que ela sorriu. "Olhe, h Sr. e Sra. Conroy. Mais de cinqenta anos se casou, 
e eles ainda seguram mos. Voc deveria os ver danarem."
        
        "Isso  o que eu fui contado sobre voc." Ele olhou a ela. "Voc ganhou competies."
        
        "Quando eu era uma menina." Ela encolheu os ombros isto fora. Pesares eram uma indulgncia tola. "Eu nunca era srio sobre isto. H pouco era para diverso."
        
        "O que faz voc agora para diverso? "
        
        "Oh, isto e isso. Voc dirige bem para um ianque." Ao olhar inspido dele, riu ela. O que eu quero dizer  aquele muito suas pessoas tm alguma dificuldade 
ajustando a nossas estradas e dirigindo no prprio lado."
        
        "Ns no debateremos que  o prprio lado, mas eu passei muito tempo na Europa."
        
        "Voc no tem um acento que eu posso lugar-eu quero dizer diferente de americano. Eu fiz amvel de um jogo disto, voc v, de adivinhar com meus convidados."
        
        "Poderia ser porque eu no estou em qualquer lugar" de.
        
        "Todo o mundo est em algum lugar" de.
        
        "No, eles no so. H mais nmades no mundo que voc poderia pensar."
        
        "Assim, voc est reivindicando para ser um cigano." Ela empurrou o cabelo dela atrs e estudou o perfil dele. "Bem, isso  um de" o que eu no pensei.
        
        "Significando? "
        
        "A noite que voc veio. Eu pensei que voc parecia um pouco como um pirata-ento poeta, at mesmo um pugilista, mas no um cigano. Mas isso veste, tambm."
        
        "E voc se parecia um vestido branco viso-ondulando, caiu cabelo, coragem e medo em guerra em seus olhos."
        
        "Eu no tinha nenhum medo. Ela olhou brevemente o sinal logo antes ele virou fora a estrada. "Aqui? Castelo de Drumoland? Mas ns no podemos. "
        
        "Por que no? Me sou falado que a culinria  primorosa."
        
        "Seguramente e , e muito querido."
        
        Ele riu, enquanto reduzindo a velocidade para desfrutar a viso do castelo, cinza e glorioso no declive da colina, refletindo debaixo de luzes. "Brianna, 
eu sou um muito bem pagou cigano. Aturdindo, no ? "
        
        "Sim. E os jardins... voc no pode ver bem agora os, e o inverno foi to severo, mas eles tm os jardins mais bonitos." Ela examinou o declive de gramado 
a uma cama de roseiras dormentes. "Na parte de trs est um jardim cercado.  to adorvel no parece real. Por que voc no ficou em um lugar assim? "
        
        Ele estacionou o carro, feche fora. "Eu quase fiz, ento eu ouvi falar de sua hospedaria. Chame impulso." Ele brilhou um sorriso a ela. "Eu gosto de impulsos."
        
        Ele escalou fora do carro, levou a mo dela para a conduzir para cima os passos de pedra no grande corredor.
        
        Era espaoso e luxuriante, como deveriam ser castelos, com madeira escura e tapetes vermelhos fundos. Havia o cheiro de madeira-fumaa do fogo, o reflita 
de cristal, o som s de msica de harpa.
        
        "Eu fiquei em um castelo na Esccia", ele comeou, enquanto se orientando ao quarto jantando com os dedos dele entrelaaram com seu. "E um em Cornwall. Lugares 
fascinantes, cheio de sombras e sombras".
        
        "Voc acredita em fantasmas? "
        
        "Claro que." Os olhos dele conheceram o seus como ele alcanou fora levar o casaco dela. "No o faa? "
        
        "Eu fao, sim. Ns temos alguns, voc sabe, em casa."
        
        "O crculo de pedra."
        
        At mesmo como ela sentia surpresa, ela percebeu ela no deve. Ele teria estado l, e ele teria sentido isto. "L, sim, e outros lugares."
        
        Cinza virou ao maitre d.' "Thane", ele simplesmente disse.
        
        Eles foram dados boas-vindas, mostrado  mesa deles/delas. Como Cinza aceitou a lista de vinho, ele olhou a Brianna. "Voc gostaria de vinho? "
        
        "Isso seria agradvel."
        
        Ele levou um relance breve, sorriu no sommelier. "O Chassagne-Montrachet. "
        
        "Sim, senhor."
        
        "Faminto? " ele perguntou para Brianna que era todos menos devorando o cardpio.
        
        "Eu estou tentando para memorizar isto", ela murmurou. "Eu jantei aqui uma vez com Maggie e Rogan, e eu vim perto de duplicar esta galinha em mel e vinho."
        
        "Leia para prazer", ele sugeriu. "Ns adquiriremos uma cpia do cardpio para voc."
        
        Ela de olhos ele em cima do topo. "Eles no daro a pessoa a voc."
        
        "Seguramente eles vo."
        
        Ela deu uma risada curta e escolheu a refeio dela ao acaso. Uma vez eles tinham feito os pedidos deles/delas e tinham provado o vinho, Cinza apoiou adiante. 
"Agora, me" fale.
        
        Ela piscou. "Lhe conte isso que? "
        
        "Sobre os fantasmas."
        
        "Oh." Ela sorriu um pouco, correndo um dedo abaixo o wineglass dela. "Bem, anos atrs, como aconteceu, havia os amantes. Ela era noivo a outro, assim eles 
se encontraram em segredo. Ele era um homem pobre, fazendeiro simples assim eles dizem, e ela a filha do proprietrio ingls. Mas eles amaram, e fez desesperado 
planeja escapar e ser junto. Esta noite, eles se encontraram ao crculo de pedra. L, eles pensaram, naquele lugar santo, aquele lugar de magia, eles pediriam para 
os deuses os abenoar. Ela levou a criana dele agora, voc v, e eles no tiveram nenhum tempo para perder. Eles ajoelharam l, ao centro, e ela lhe falou ela estava 
com criana.  dito que eles lamentaram junto, com alegria e com medo como o vento sussurrado resfriado e as pedras velhas os abrigaram. E l eles amaram um ao outro 
uma ltima vez. Ele iria, ele lhe falou, e leva o cavalo dele do arado dele, junte tudo que que ele pde, e volte para ela. Eles partiriam que muito noite."
        
        Brianna suspirou um pouco, os olhos dela sonhador. "Assim ele a, no centro do crculo de pedras, deixou l. Mas quando ele chegou  fazenda dele, eles estavam 
esperando por ele. Os homens do proprietrio ingls. Eles o reduziram de forma que o sangue dele manchou a terra, e eles queimaram a casa dele, as colheitas dele. 
O nico pensamento dele como ele pe morrendo era do amor" dele.
        
        Ela pausou, com a cronometragem inata de um que sabe e gira contos. O harpista no canto distante arrancado suavemente a uma balada de amor infortunado. "E 
ela esperou l, no centro do crculo de pedras. Enquanto ela esperou, ela cresceu fria, to fria ela comeou a tremer. O voz do amante dela se encontrou com os campos 
a ela, como lgrimas no ar. Ela soube que ele estava morto. E sabendo, ela colocou, fechado os olhos dela, e se enviou a ele. Quando eles a acharam na manh que 
vem, ela estava sorrindo. Mas ela tinha frio, muito frio, e o corao dela no estava batendo. H noites, se voc se levantar no centro do crculo de pedras, voc 
pode os ouvir sussurrarem as promessas deles/delas a um ao outro e a grama cresce mida com as lgrimas" deles/delas.
        
        Deixando sair uma respirao longa, Cinza sentou atrs e tomou um gole ao vinho dele. "Voc tem talento, Brianna, para narrao".
        
        "Eu s lhe falo como isto foi falado a mim. Amor sobrevive, voc v. Por medo, por preocupao, at mesmo por morte."
        
        "Voc os ouviu sussurrando? "
        
        "Eu tenho. E eu lamentei para eles. E eu os" invejei. Ela sentou atrs, tremeu fora o humor. "E que fantasmas sabe voc? "
        
        "Bem, eu lhe contarei uma histria. No longe do campo de Cullodon nas colinas vaga" um Montanhs um-armado.
        
        Os lbios dela encurvaram. "Esta verdade , Grayson, ou fez as pazes? "
        
        Ele levou a mo dela, beijou isto. "Voc me" fala.
        
        Captulo Cinco
        
        Ela nunca tinha tido totalmente uma noite gostar. Todos os elementos somaram um maravilhoso memria-o homem deslumbrante que parecia fascinado por ela toda 
palavra, as decoraes romnticas de um castelo, sem as inconvenincias medievais, comida francesa gloriosa, vinho delicado.
        
        Ela no estava segura como ela j o reembolsaria para isto - particularmente para o cardpio Cinza tinha encantado fora do maitre d.'
        
        Ela comeou o nico modo que ela soube, planejando um caf da manh especial.
        
        Quando Maggie entrou, a cozinha estava cheia com cheiros chiando, e Brianna estava cantando.
        
        "Bem, voc est tendo uma manh boa, eu vejo."
        
        "Eu sou, sim." Brianna sacudiu em cima de uma laje grossa de torrada temperada. "Voc tomar algum caf da manh, Maggie? H mais que suficiente."
        
        "Eu j" comi. Um pouco de pesar disse. " Cinza aproximadamente? "
        
        "Ele ainda no est triste. Normalmente ele est cheirando s frigideiras antes deste tempo de dia."
        
        "Ento ns estamos ss para o momento."
        
        "Sim." O humor claro dela mergulhou. Cuidadosamente Brianna fixou o ltimo pedao de po na travessa e ps a refeio no forno manter morno. "Voc veio falar 
sobre as cartas."
        
        "Eu o mantive preocupando bastante em cima disto longo, no tenha eu? Eu sinto muito por isso."
        
        "Ns ambos precisaram pensar." Brianna dobrou as mos dela em cima do avental dela, esteve em frente da irm dela. "O que quer voc para fazer, Maggie? "
        
        O que eu quero fazer no  nada, fingir eu nunca os li, que eles no existem."
        
        "Maggie - "
        
        "Me deixe terminar", ela estalou fora e comeou a vagar a cozinha como um gato doente-suave. "Eu quero ir em como somos ns, e manter minhas recordaes 
de Da meu prprio. Eu no quero desejar saber ou preocupar sobre uma mulher ele soube e bedded toda vida atrs. Eu no quero pensar em algum lugar em um irmo crescido 
ou irm. Voc  minha irm", ela disse apaixonadamente. "Voc  minha famlia. Eu me falo esta Amanda fez uma vida em algum lugar para ela e a criana dela, de alguma 
maneira, e eles no nos agradeceriam que tenha cutucado agora nisto. Eu quero esquecer isto, eu quero isto para ir embora. Isso  o que eu quero, Brianna".
        
        Ela parou, inclinado atrs no contador e suspirando. "Isso  o que eu quero", ela repetiu, "mas no  o que deve ser feito. Ele a disse nome-quase a ltima 
coisa que ele disse em vida era o nome dela. Ela tem o direito para saber isso. Eu tenho o direito para a amaldioar para isto."
        
        "Se sente, Maggie. No pode ser bom para voc para ser transtornado" assim.
        
        "Claro que eu sou chateado. Ns somos ambos transtornados. Ns temos modos diferentes de lidar com isto." Com um tremor da cabea dela ela renunciou a Brianna 
fora. "Eu no preciso sentar. Se o beb no  usado at agora a meu temperamento, ele ter que aprender." Ainda ela fez um esforo, enquanto levando um par de respiraes 
acalmando. "Ns precisaremos contratar um investigador, detetive, em Nova Iorque. Isso voc  o que querem, no ? "
        
        "Eu penso que  o que ns temos que fazer", Brianna disse cuidadosamente. "Para ns mesmos. Para Da. Como ns faremos sobre isto? "
        
        "Rogan conhece as pessoas. Ele far ligaes. Ele  maravilhoso a fazer ligaes." Porque ela pudesse ver que Brianna precisou isto, ela administrou um sorriso. 
"Isso ser a parte fcil. Sobre os achar, no sei eu quanto tempo isso poderia levar. E Deus s sabe o que ns faremos se e quando de ns somos em frente com eles. 
Ela poderia ter se casado, esta Amanda, e tem uma dzia de as crianas e uma vida feliz."
        
        "Eu pensei disso. Mas ns temos que descobrir, no faa ns? "
        
        "Sim." Pisando adiante, Maggie ps as mos dela suavemente nas bochechas de Brianna. "No preocupe assim, Brie."
        
        "Eu no vou se voc no for. "
        
        " um pacto", Maggie a beijou marcar isto ligeiramente. "Agora v alimentar seu ianque preguioso. Eu incendiei meu forno e tive trabalho para fazer."
        
        "Nada pesado."
        
        Maggie lanou um sorriso atrs como ela virou para a porta. "Eu sei meus limites."
        
        "No, voc no faz, Margaret Mary", Brianna convocou como a porta batida fechado. Ela agentou um momento, perdido em pensamento at que os rabo golpeando 
fixos de Trapaceiro a despertaram. "Queira fora, voc faz? Multe, ento. V ver o at" o qual Murphy .
        
        O minuto ela abriu a porta, o Trapaceiro riscou fora. Depois da pessoa satisfez latido, ele era loping para os campos. Ela fechou a porta no mido areje 
e debateu. Era depois das dez, e ela teve tarefas. Se Cinza no estava descendo o caf da manh, ela levaria isto a ele.
        
        Um relance ao cardpio na mesa a teve sorrindo novamente. Ela estava zumbindo como ela organizou a bandeja de caf da manh. Hefting isto, ela levou isto 
escada acima. A porta dele estava fechada e a fez hesitar. Ela bateu suavemente, no adquiriu nenhuma resposta, e comeou a roer o lbio dela. Talvez ele estava 
doente. Preocupado, ela bateu novamente, mais ruidosamente, e chamou o nome dele.
        
        Ela pensou que ela ouviu um grunhido, e trocando a bandeja, aliviou a porta aberto.
        
        A cama olhou como se tinha sido a cena de uma guerra pequena. Foram enroscadas as folhas e mantas em ns, a colcha que arrasta em cima do footboard sobre 
o cho. E o quarto era pedra frio.
        
        Pisando em cima do limiar, ela o viu, e fitou.
        
        Ele estava  escrivaninha, o cabelo dele selvagem, os ps dele descobrem. Havia um monto de livros empilhado ao lado dele como os dedos dele corridos em 
cima das chaves de um computador pequeno. Ao cotovelo dele estava um cinzeiro que transborda com alvos de cigarro. O ar cheirou a eles.
        
        "Com licena." Nenhuma resposta. Os msculos nos braos dela estavam comeando a doer do peso da bandeja. "Cinza-filho. "
        
        "O que? " A palavra atirou fora como uma bala, enquanto levando o dela atrs um passo. A cabea dele chicoteou para cima.
        
        Era novamente o pirata, ela pensou. Ele parecia perigoso e inclinado a violncia. Como os olhos dele focalizaram nela, sem qualquer sinal de reconhecimento, 
que ela desejou saber se ele poderia ter ido furioso durante a noite.
        
        "Espere", ele ordenou e atacou o teclado novamente. Brianna esperou, confundiu, durante quase cinco minutos cheios. Ele apoiou atrs ento, esfregou as mos 
dele duro em cima da face dele como um homem que h pouco se desperta de um sonho. Ou, ela pensou, um pesadelo. Ento ele virou novamente a ela, com aquele sorriso 
rpido, familiar. "Aquele caf da manh ? "
        
        "Sim, eu...  meio passado dez, e quando voc no desceu... "
        
        "Arrependido." Ele subiu, levou a bandeja dela, e fixou isto na cama. Ele apanhou um pedao de toucinho ingls com os dedos dele. "Eu adquiri isto no meio 
da noite. Era a histria de fantasma que clicou isto, eu penso. Cristo, faz frio em aqui."
        
        "Bem, 'tis nenhuma maravilha. Voc busca surpreendendo sua morte com nada em seus ps e o fogo.
        
        Ele s sorriu como ela ajoelhou no forno e comeou a organizar relva nova. Ela tinha parecido uma me que ralha uma criana tola. "Eu fui alcanado.
        
        "Isso  toda a multa e bem, mas no  saudvel para voc estar sentando aqui no resfriado, fumando cigarros em vez de comer uma refeio decente".
        
        "Cheiros melhoram que decente." Paciente, ele se agachou ao lado dela, correu uma mo descuidadamente amigvel abaixo a parte de trs dela. "Brianna, voc 
me far um favor? "
        
        "Se eu posso, sim."
        
        "V embora.
        
        Atordoado, ela virou a cabea dela. At mesmo como ela bocejou a ele, ele estava rindo e estava levando as mos dela em seu.
        
        "Nenhuma ofensa, mel. H pouco  que eu tendo a morder se meu trabalho interrompeu, e est cozinhando agora mesmo" para mim.
        
        "Eu no pretendo estar de seu modo" certamente.
        
        Ele estremeceu, mordeu atrs em aborrecimento. Ele estava tentando para ser diplomtico, ele no era? "Eu preciso pendurar com isto enquanto est movendo, 
aprovadamente? To h pouco esquea eu estou para cima aqui."
        
        "Mas seu quarto. Voc precisa dos linhos mudados, e o banho - "
        
        "No preocupe sobre isto. O fogo estava ardendo agora, e assim era a impacincia dentro dele. Ele a elevou aos ps dela. "Voc pode cavar com p isto fora 
quando eu bati um feitio seco. Eu apreciaria isto se voc casse um pouco de comida de vez em quando fora da porta, mas isso  tudo que eu precisarei."
        
        "Certo, mas - " Ele j estava a guiando  porta. Ela xingou. "Voc no tem que estar me calando as botas em fora, eu vou."
        
        "Obrigado pelo caf da manh."
        
        "Voc  - " Ele fechou a porta na face dela. "Bem-vindo", ela disse entre os dentes dela.
        
        Para o resto daquele dia e dois mais ela no ouviu falar um pio fora dele. Ela tentou no pensar no estado do quarto, se ele tivesse se lembrado de manter 
o andamento de fogo ou se ele aborrecesse para dormir. Ela soube ele estava comendo. Cada tempo que ela exps uma bandeja fresca o velho estava fora da porta. Ele 
raramente partiu tanto como um miolo em um prato.
        
        Ela poderia ter estado s dentro o casa-se ela no tivesse estado to atenta dele. Ela duvidou muito que ele a levasse em conta.
        
        Ela teria tido razo. Ele dormiu de vez em quando, sonecas que estavam maduro com sonhos e vises. Ele comeu, enquanto abastecendo o corpo dele como a histria 
abasteceram a mente dele. Estava fazendo temporal por ele. Em trs dias ele teve mais de cem pginas. Eles eram speros, s vezes esttico, mas ele teve o caroo 
disto.
        
        Ele teve assassinato, alegre e astuto. Ele teve desesperana e dor, desespero e mentiras.
        
        Ele estava em cu.
        
        Quando fundamentou finalmente a uma parada, ele rastejou em cama, puxou as coberturas em cima da cabea dele, e dormiu como o morto.
        
        Quando ele se despertou, ele deu uma olhada no quarto e decidiu uma mulher to forte quanto Brianna era improvvel para desfalecer  vista disto. Porm, 
a viso dele como ele se estudou no espelho de banheiro, era outra questo. Ele esfregou uma mo em cima do restolho no queixo dele. Ele olhou, ele decidiu, como 
algo que tinha rastejado fora de um pntano.
        
        Ele descascou fora a camisa dele, estremeceu ao cheiro disto, e ele, e entrou na chuva. Trinta minutos depois ele estava puxando em roupas frescas. Ele sentia 
um pequeno tonto, mais que um pequeno duro de falta de exerccio. Mas a excitao ainda estava nele. Ele empurrou aberto a janela de quarto e levou um trago fundo 
da manh chuvosa.
        
        Um dia perfeito, ele pensou. No lugar perfeito.
        
        A bandeja de caf da manh dele estava fora da porta, a comida fria. Ele tinha dormido por isso, ele percebeu, e erguendo isto, esperou ele poderia encantar 
Brianna em aquecer isto novamente para ele.
        
        E talvez ela daria um passeio com ele. Ele poderia usar alguma companhia. Talvez ele poderia a persuadir de dirigir em Galway, enquanto passando o dia com 
ele em multides. Eles sempre puderam -
        
        Ele parou na entrada de cozinha, e o sorriso dele esparramou de orelha a orelha. L ela estava, at os pulsos dela em massa de po, os cabelos dela escavaram 
para cima, o nariz dela espanou com farinha.
        
        Era tal um quadro maravilhoso, e o humor dele era alto. Ele fixou a bandeja abaixo com um chocalho que a teve sacudindo e observando. Ela h pouco tinha 
comeado a sorrir quando ele escarranchou a ela, moldou a face dela firmemente nas mos dele, e a beijou duro na boca.
        
        O fisted de mos dela na massa. A cabea dela girou. Antes de ela pudesse reagir, ele tinha apartado. "Hi. Grande dia, no ? Eu sinto incrvel. Voc no 
pode contar com isto vindo assim, voc sabe. E quando fizer, est como este highballing de trem corrija por sua cabea. Voc no pode parar isto." Ele apanhou um 
pedao de torrada fria da bandeja dele, comeada a morder dentro. Era mediano  boca dele antes de o batesse. Os olhos dele fecharam novamente em seu. Ele deixou 
a torrada se retirar ao prato.
        
        O beijo somente tinha sido uma reflexo do humor dele, ilumine, exuberante. Agora, algum tipo de reao atrasada estava comeando, apertando os msculos 
dele, deslizando para cima a espinha dele.
        
        Ela simplesmente estava de p l, enquanto o encarando, os lbios dela ainda separaram em choque, os olhos dela enorme com isto.
        
        "Espere um minuto", ele murmurou e moveu novamente a ela. "Espere h pouco um minuto."
        
        Ela no poderia ter movido se o telhado tivesse escavado dentro. Ela apenas poderia tomar flego como as mos dele moldou a face dela novamente, suavemente 
este tempo, como um homem que experimenta com textura. Os olhos dele ficaram abertos, a expresso neles no completamente agradado como ele apoiou para ela este 
tempo.
        
        Ela sentia os lbios dele escovam seus, macio, graciosamente. O tipo de toque que no deveria ter acendido um fogo no sangue. Ainda o sangue dela aqueceu. 
Ele a virou, s bastante de forma que os corpos deles/delas se encontrados, deu gorjeta a atrs para a cabea dela h pouco bastante de forma que o beijo afundaria.
        
        Alguns soam, angstia ou prazer, zumbiu na garganta dela antes das mos de fisted dela foi flcido.
        
        O seu era uma boca para saborear, ele percebeu. Cheio, generoso, rendendo. Um homem no deveria acelerar uma boca como isto. Ele raspou os dentes dele ligeiramente 
em cima do lbio de fundo dela e emocionado para o baixo, desamparado ronrone isso lhe respondeu. Lentamente, assistindo os olhos dela envidraam e fecham, ele localizou 
os lbios dela com a lngua dele, imersa dentro.
        
        Tantos sabores sutis.
        
        Era maravilhoso, o modo ele poderia sentir a pele dela morno, os ossos dela amolecem, a libra de corao dela. Ou talvez era o corao dele. Algo estava 
rugindo na cabea dele, pulsando no sangue dele. No era at que ganncia comeou a crescer, com a violncia astuciosa que acasalou com isto, que ele se retirou.
        
        Ela estava tremendo, e instinto o advertiu que se ele se deixasse ir, ele os feriria ambos. "Isso era melhor que eu imaginei que seria", ele administrou. 
"E eu tenho um inferno de uma imaginao."
        
        Cambaleante, ela suportou uma mo no contador. Os joelhos dela estavam tremendo. S medo de mortificao impediu a voz dela tremer como bem. "Isto  como 
voc sempre se comporta quando voc sai de sua caverna? "
        
        "Eu sempre no tenho nenhuma sorte bastante ter uma mulher bonita  mo." Ele inclinou a cabea dele, enquanto a estudando. O pulso na garganta dela ainda 
estava saltando, e a pele dela ainda foi corada. Mas, a menos que ele estivesse fora a marca, ela j estava reconstruindo aquela parede magra, defensiva. "Isso no 
era ordinrio. H nem todo ponto fingindo isto era."
        
        "Eu ordinariamente no sou beijado por um convidado enquanto eu estiver fazendo po. Eu no saberia o que  ordinrio para voc, v eu? " Os olhos dele mudaram, 
enquanto escurecendo com uma sugesto de temperamento. Quando ele pisou adiante, ela pisou atrs. "Por favor, no faa. "
        
        Agora esses olhos escuros estreitaram. "Seja mais especfico."
        
        "Eu tenho que terminar isto. A massa precisa subir novamente."
        
        "Voc est evadindo, Brianna."
        
        "Certo, no me beije goste novamente" isso. Ela deixou sair uma respirao agitada, atraiu outro. "Eu no tenho as defesas certas."
        
        "No tem que ser uma batalha. Eu gostaria do levar a cama, Brianna".
        
        Para ocupar as mos nervosas dela, ela arrebatou para cima uma toalha e esfregou  massa que agarra os dedos dela. "Bem, isso  cego."
        
        " honesto. Se voc no est interessado, s diga assim."
        
        "Eu no levo coisas to casualmente quanto voc, com um sim ou um no, e nenhum dano feito." Lutando para calma, ela dobrou a toalha nitidamente, ponha de 
lado. "E eu no tenho nenhuma experincia em tal importa."
        
        A condene por estar fresco quando o sangue dele estava se enfurecendo. "O que importa? "
        
        "O do que voc est falando. Agora move aparte, assim eu posso voltar a meu po."
        
        Ele levou o brao dela simplesmente e fitou nos olhos dela. Uma virgem? ele desejou saber, enquanto deixando a idia circular ao redor e arraiga. Uma mulher 
que se parecia, quem respondeu assim?
        
        "Algo est ao redor errado com os homens aqui? " Ele disse isto ligeiramente, enquanto esperando cortar alguma da tenso. Mas o resultado era um flash de 
dor nos olhos dela que o fizeram sinta como uma bala.
        
        "Isto meu negcio , no , como eu vivo minha vida? " A voz dela tinha esfriado. "Agora, eu respeitei seus desejos e seu trabalho estes ltimos dias. Voc 
me faria o mesmo e me deixou seguir com meu? "
        
        "Certo." Ele a deixou ir, pisou atrs. "Eu estou saindo durante algum tempo. Voc quer que eu apanhe qualquer coisa para voc? "
        
        "No, obrigado." Ela mergulhou as mos dela novamente na massa e comeou a misturar. "Est chovendo um pouco", ela disse uniformemente. "Voc poderia querer 
uma jaqueta."
        
        Ele caminhou para a entrada, retrocedeu. "Brianna." Ele esperou at que ela tinha erguido a cabea dela. "Voc nunca disse se ou no voc estava interessado. 
Eu terei que o assumir est pensando nisto.
        
        Ele escarranchou fora. Ela no deixou sair a prxima respirao dela at que ela ouviu a porta fechar atrs dele.
        
        Cinza trabalhou fora energia de excesso com um passeio longo e uma visita para os Precipcios de Moher. Ele parou dentro para o almoo em um bar em Ennis 
lhes dar ambos vez resolver. Ele caminhou fora uma dose pesada de peixes e fatias vagando ao longo das ruas estreitas. Algo em uma vitrina pegou os olhos dele, e 
impulso seguinte ele pisou dentro e teve isto encaixotado.
        
        At que ele voltasse a Blackthorn, ele tinha quase se convencido que o que ele tinha experimentado na cozinha com Brianna era mais um resultado da alegria 
dele em cima do trabalho dele que qumica.
        
        Ainda, quando ele entrou no quarto dele e a achou ajoelhando na extremidade do cho de banheiro dele, um balde ao lado dela e um trapo na mo dela, as balanas 
inclinaram o outro modo. Se um homem no fosse deslumbrado com sexo, por que outro tal um quadro faria o sangue dele bombear?
        
        "Voc tem qualquer idia com que freqncia me encontro eu com voc naquela posio? "
        
        Ela examinou o ombro dela. " um vivendo honesto." Ela assoou o cabelo dela atrs. "Eu lhe contarei isto, Grayson Thane, que voc vive como um porco quando 
voc estiver trabalhando."
        
        Ele levantou uma sobrancelha. "Isso  o modo voc fala com todos seus convidados? "
        
        Ele a teve l. Ela corou um pequeno e esbofeteou atrs no cho o trapo dela. "Eu serei feito aqui logo se voc tiver uma mente para voltar a isto. Eu tenho 
outro convidado que entra hoje  noite."
        
        "Hoje  noite? " Ele fez carranca  parte de trs da cabea dela. Ele gostou de ter o lugar a ele. A tendo a ele. "Quem? "
        
        "Um cavalheiro britnico. Ele chamou logo aps voc partiu esta manh."
        
        "Bem, quem  ele? Quanto tempo ele est ficando? " E o que o inferno ele quis?
        
        "Uma noite ou dois", ela disse facilmente. "Eu no interrogo meus convidados, como voc deveria saber."
        
        "H pouco parece a mim que voc deveria fazer perguntas. Voc no pode deixar h pouco estranhos valsarem em sua casa."
        
        Divertido, ela sentou atrs e tremeu a cabea dela a ele. Uma combinao do desprezvel e elegante, ela pensou, com o cabelo ouro-inclinado dele se retiraram 
piratelike, esses olhos adorveis do mal-humorado dele, as botas caras, calas jeans usadas, e camisa encaracolada. "Isso  exatamente o que eu fao. Eu acredito 
que voc valsou em voc, no morto de noite, no to h muito tempo."
        
        "Isso  diferente." Ao olhar inspido dela, encolheu os ombros ele. "H pouco . Olhe, voc se levantaria e pararia que? Voc poderia comer fora o "cho 
de maldio.
        
        "Obviamente os vagueando de hoje no puseram um sorriso em sua face."
        
        "Eu estava bem." Ele rondou o quarto, ento rosnou. "Voc tem desarrumado com minha escrivaninha."
        
        "Eu limpei fora uma polegada de p e cinza de cigarro, se isso  o que voc est querendo dizer. Eu no toquei sua pequena mquina l exclua erguer isto 
para cima e fixar isto novamente" abaixo. Embora ela tivesse sido tentada, extremamente, abrir a tampa e levar uma olhada nos trabalhos.
        
        "Voc no tem que limpar depois de mim todo o tempo." Ele assobiou fora uma respirao, encheu as mos dele nos bolsos dele quando ela simplesmente estava 
de p, balde em mo, e olhou para ele. "Goddamn isto, eu pensei que eu tinha entendido isto. No est fazendo meu ego qualquer bom o conhecer esto nem mesmo tentar 
me amarrar em ns." Ele fechou os olhos dele, deixados sair uma respirao. "Certo, tentemos isto novamente. Eu trouxe um presente" para voc.
        
        "Sim? Por que? "
        
        "Por que o inferno no? " Ele arrebatou a bolsa ele vestiria a cama e daria isto a ela. "Eu vi isto. Eu pensei que voc gostaria."
        
        "Isso era amvel de voc." Ela deslizou a caixa da bolsa e comeou a trabalhar  fita que segurou isto fechou.
        
        Ela cheirou de sabo e flores e desinfetante. Jogo cinza os dentes dele. "A menos que voc queira que eu o lance na cama que voc h pouco arrumou, voc 
seria sbio pisar atrs."
        
        Ela observou, assustou, as mos dela gelando na caixa. "Eu sou srio."
        
        Cauteloso, ela umedeceu os lbios dela. "Certo." Ela levou de volta um passo, ento outro. " este melhor? "
        
        O absurdo disto golpeou finalmente. Desamparado fazer caso contrrio, ele sorriu a ela. "Por que voc me fascina, Brianna? "
        
        "Eu no tenho nenhuma idia. Nenhum nada."
        
        "Isso poderia ser por que", ele murmurou. "Abra seu presente."
        
        "Eu estou tentando." Ela soltou a fita, retrocedeu a tampa, e cavou no leno de papel. "Oh,  adorvel." Prazer iluminou a face dela como ela virou a cabana 
de porcelana nas mos dela. Foi feito delicadamente, a porta da frente aberto em acolhimento, um jardim limpo com cada ptala minscula perfeito. "Olha como se voc 
poderia se mudar para direito. "Me fez pensar em voc."
        
        Obrigado." O sorriso dela era agora mais fcil. "Voc comprou isto para me amolecer para cima? " "Me fale se trabalhasse primeiro."
        
        Agora ela riu. "No, eu no vou. Voc tem vantagem bastante como ." "Faa eu? "
        
        Advertido pelo ronrone no tom dele, ela concentrou em substituir a cabana na cama de tecido. "Eu janto que tender. Voc estar querendo uma bandeja? " "No 
hoje  noite. O "passado da primeira onda. "O convidado novo  esperado antes das cinco, assim voc ter companhia com sua refeio." "Maravilhoso."
        
        Cinza tinha estado preparado para repugnar os cavalheiros britnicos em viso, bastante como um cachorro de cravo, percebeu ele, enquanto exercitando direitos 
territoriais. Mas era difcil sentir ameaado ou irritou com o pequeno homem limpo com a cabea calva brilhante e o acento de escola pblica esnobe.
        
        O nome dele era Herbert Smythe-White, de Londres, um vivo aposentado que estava nas primeiras fases de uma excurso de seis-ms de Irlanda e Esccia.
        
        "Pura indulgncia", ele contou Cinza em cima do jantar. A "Nancy e eu no ramos santificados com crianas, voc v. Ela  quase dois anos agora, e eu me 
acho pensando sobre a casa. Ns tnhamos planejado fazer uma viagem gostar isto, mas trabalho sempre me manteve muito ocupado." O sorriso dele foi atado com pesar. 
"Eu decidi fazer isto me como um tipo de tributo para ela. Eu penso que ela teria gostado isso."
        
        " este sua primeira parada? "
        
        ". Eu voei em Shannon, arrendou um carro." Ele riu, enquanto se indo os culos arame-que tem bordos dele e polindo as lentes em um leno. "Eu estou armado 
com as armas do turista de mapas e guias de viagem. Eu levarei um dia ou dois aqui antes de encabear norte." Ele fixou os culos dele atrs no nariz proeminente 
dele. "Eu tenho muito medo eu estou levando o melhor primeiro, porm. Senhorita Concannon pe uma mesa excelente."
        
        "Voc no obter um argumento de mim." Eles estavam compartilhando o quarto jantando e um salmo suculento. Em "que trabalho estava voc? "
        
        "Aterrando. Eu tenho medo eu gastei muito de minha vida preocupado sobre figuras." Ele se ajudou a outra colherada de batatas em molho de mostarda. "E voc, 
Sr. Thane. Senhorita Concannon me fala voc  um escritor. Ns tipos prticos sempre invejam o criativo. Eu nunca ocupei bastante tempo para ler para prazer, mas 
apanhar certamente agora um de seus livros que ns nos encontramos. Voc est viajando, tambm? "
        
        "No no momento. Eu sou agora" baseado aqui para.
        
        "Aqui, na hospedaria? "
        
        "Isso  certo." Ele olhou para cima como Brianna entrou.
        
        "Eu espero que voc tenha quarto para sobremesa." Ela fixou uma tigela grande de ninharia na mesa.
        
        "Oh, meu querido." Atrs das lentes polidas dele, os olhos de Smythe-branco danaram com prazer, e talvez uma pouca ganncia. "Eu serei uma pedra mais pesado 
antes de eu deixasse o quarto."
        
        "Eu pus magia nisto, assim as calorias no contam." Ela serviu pores generosas em tigelas. "Eu espero seu quarto confortvel, senhor. Se houver qualquer 
coisa que voc precisa, voc s tem que perguntar."
        
        " exatamente o que eu quero", ele a assegurou. "Eu tenho que voltar quando seu jardim em flor",
        
        "Eu espero que voc v." Ela deixou uma cafeteira e uma garrafa de conhaque para eles.
        
        "Uma mulher adorvel", Smythe-branco comentou.
        
        "Sim, ela ."
        
        "E to jovem estar correndo um estabelecimento s. A pessoa pensaria que ela teria um marido, uma famlia".
        
        "Ela no  nada se no eficiente." A primeira colherada de ninharia derreteu em lngua Cinza. Eficiente no era a palavra, ele percebeu. A mulher era uma 
bruxa culinria. "Ela tem uma irm e cunhado s abaixo a estrada. E  uma comunidade ntima. Algum sempre est batendo na "porta de cozinha.
        
        "Isso  afortunado. Eu imagino poderia ser caso contrrio um lugar s. Ainda, eu notei como eu estava dirigindo dentro que os vizinhos so poucos e longe 
entre." Ele sorriu novamente. "Eu tenho medo que eu sou deteriorado pela cidade, e no envergonhado que eu desfruto as multides e o passo. Pode me ser acostumado 
 noite quieto" levar por algum tempo.
        
        "Voc ter bastante isto." Conhaque vertido cinza em um snifter, ento, ao aceno do companheiro dele, em um segundo. "Eu no estava h muito tempo em Londres. 
De que parte  voc? "
        
        "Eu tenho um pequeno apartamento perto de Parque de Verde. No tenha o corao para manter a casa depois que a Nancy fosse." Ele suspirou, conhaque rodado. 
"Me deixe oferecer um pouco de conselho no solicitado, Sr. Thane. Faa sua conta de dias. No invista todos seus esforos no futuro. Voc perde muito do agora."
        
        "Isso  conselho em" o que eu vivo.
        
        Depois horas era pensamentos de ninharia de sobra que puxou Cinza longe da cama morna dele e um livro bom. A casa gemeu um pouco ao redor dele como ele desenterrou 
um par de suores, os puxou em. Ele acolchoou escada abaixo nos ps nus dele com sonhos gananciosos de engolir.
        
        No foi certamente a primeira viagem de meio-de-o-noite dele para a cozinha desde que ele tinha resolvido em Blackthorn. Nenhum das sombras ou rangendo tbuas 
o perturbadas como ele deslizou abaixo o corredor e na cozinha escura. Ele acendeu a luz de fogo, enquanto no querendo despertar Brianna.
        
        Ento ele desejou ele no tinha pensado nela, ou do fato que ela estava dormindo h pouco uma parede alm. Naquele longo, camisola de flanela, ele imaginou, 
com os pequenos botes ao colarinho. To afetado fez o dela olhe extico-certamente fez um homem, um vermelho-blooded um, deseje saber sobre o corpo tudo aquilo 
que material escondeu.
        
        E se ele manteve pensamento ao longo dessas linhas, toda a ninharia no pas no vai nenhum sate o apetite dele.
        
        Um vcio de cada vez, camarada, ele se falou. E adquiriu fora uma tigela. Um som do exterior o fez pausar, escute. Da mesma maneira que ele estava a ponto 
de despedir isto como gemidos de casa velhos, ele ouviu o arranhando.
        
        Com a tigela em uma mo, ele foi para a porta de cozinha, olhou fora, e viu nada mais que noite. De repente o copo estava cheio com pele e colmilhos. Cinza 
conseguiu abafar um ganido e se manter de overbalancing sobre o alvo dele. Em algo entre uma maldio e um riso, ele abriu a porta para Trapaceiro.
        
        "Dez anos fora minha vida, obrigado muito." Ele arranhou as orelhas do cachorro, e desde que Brianna no era ao redor ver, decidido compartilhar a ninharia 
com o companheiro canino dele.
        
        Voc pensa "o que  voc at? "
        
        Cinza endireitou, bateu a cabea dele contra a porta de armrio que ele no teve fechado. Uma colherada de ninharia se estatelou na tigela do cachorro e 
foi gorgolejada para cima.
        
        "Nada." Cinza esfregou a cabea de palpitao dele. "Jesus Christ, entre voc e seu lobo eu terei sorte se eu viver para ver meu prximo aniversrio."
        
        "Ele  no estar comendo isso." Brianna arrebatou a tigela longe de Cinza. "No  bom para ele."
        
        "Eu ia comer isto. Agora eu me conformarei com uma garrafa de aspirina."
        
        "Se sente e eu terei um olhar ao n em sua cabea, ou o buraco nisto, qualquer o caso pode ser."
        
        "Muito atraente. Por que h pouco no faz voc volta para cama e - "
        
        Ele nunca terminou o pensamento. Da posio dele entre eles, Decore enrijecido abruptamente, rosnou, e com um resmungo que estoura da garganta dele saltado 
para a porta de corredor. Era azar Cinza que ele aconteceu para estar do modo.
        
        A fora de cem e setenta libras de msculo o teve bobinando atrs e esmagando no contador. Ele viu estrelas como o cotovelo dele rachado contra a madeira, 
e vagamente ouviu o comando afiado de Brianna.
        
        "Voc est ferido? " O tom dela era agora preocupao materna todo calmante. "Aqui agora, Grayson, voc foi plido. Se sente. Decore, salto de sapato! "
        
        Orelhas tocando, estrelas que circulam em frente aos olhos dele, o melhor Cinza poderia fazer era deslizamento na cadeira que Brianna ofereceu para ele. 
"Tudo isso para uma tigela de fucking de nata."
        
        "L agora, voc h pouco precisa voltar sua respirao. Me deixe ver seu brao."
        
        "Cague! " Olhos cinzas estouraram largo como ela dobrou o cotovelo dele e dor radiou fora. "Voc est tentando para me matar s porque eu quero o adquirir 
nu? "
        
        "Pare que." A repreenso era moderada como ela tut-tutted em cima da contuso. "Eu tenho alguma bruxa castanho."
        
        "Eu preferiria ter morfina." Ele apagou uma respirao e encarou estreito-de olhos o cachorro. O trapaceiro continuou estando de p, enquanto tremendo e 
pronto na entrada. "O que o inferno est com ele? "
        
        "Eu no sei. Decore, deixe de ser um sangrento engane e sente." Ela umedeceu um pano com bruxa castanho. "Provavelmente  Mr, Smythe-branco. O trapaceiro 
estava fora vagando quando ele entrou. Eles no foram apresentados.  provvel ele pegou um cheiro."
        
        "Tem sorte o homem velho no adquiriu um iene ento" para ninharia.
        
        Ela s sorriu e endireitou olhar ao topo de cabea Cinza. Ele teve cabelo adorvel, ela pensou, tudo douraram e sedoso. "Oh, o Trapaceiro no o feriria. 
Ele h pouco o encurralaria. L, voc ter um inchao bom, voc vai."
        
        "Voc no tem que soar to agradado sobre isto.
        
        "Lhe ensinar a no dar os doces de cachorro. Eu h pouco lhe farei um saco de gelo e - " Ela gritou como Cinza a arrancou no colo dele. As orelhas do cachorro 
picaram para cima, mas ele somente vagou em cima de e cheirou a mos Cinzas.
        
        "Ele gosta de mim."
        
        "Ele est facilmente encantado. Me diminua ou eu lhe direi que o" morda.
        
        "Ele no vai. Eu h pouco lhe dei ninharia. H pouco sentemos aqui um minuto, Brie. Eu sou muito fraco para para o" aborrecer.
        
        "Eu no acredito que durante um minuto", ela disse debaixo da respirao dela, mas cede.
        
        Cinza embalou a cabea dela no ombro dele e sorriu quando o Trapaceiro descansou o dele no colo dela. "Isto  agradvel "
        
        "."
        
        Ela sentia uma pequena racha ao redor o corao dela como ele a segurou quietamente na luz escura do fogo que enquanto a casa resolveu que m dormem ao redor 
deles.
        
        Captulo Seis
        
        Brianna precisou de um gosto de fonte. Era arriscado, ela soube, comear muito cedo, mas o humor no passaria. Ela juntou as sementes ela tinha sido hording 
e o rdio porttil pequeno dela e tinha os acarretado fora para o pequeno abrigo que ela tinha equipado como uma estufa temporria.
        
        No era muito, e ela teria sido o primeiro em admitir isto. No mais que oito ps quadram com um cho de sujeira duro-acumulada, o abrigo era melhor usado 
para armazenamento que plantando. Mas ela tinha imposto em Murphy para pr em copo e um aquecedor. Os bancos que ela tinha se construdo com pequena habilidade e 
muito orgulho.
        
        No havia quarto, nem estava l equipamento para o tipo de experimentao com o que ela sonhou. Ainda, ela poderia dar para as sementes dela um comeo cedo 
nas panelas de turfa que ela tinha ordenado de um catlogo de proviso de jardinagem.
        
        Afinal de contas, a tarde era sua que ela se contou. Cinza era closeted com o trabalho dele, e Sr. Smythe-White estava levando uma excurso de motor do Anel 
de Kerry. Todos o assar e reparar eram terminados durante o dia, assim estava na hora de prazer.
        
        Havia pequeno que a fez mais feliz que tendo as mos dela em terra. Grunhindo um pouco, ela hefted uma bolsa de mistura de potting sobre o banco.
        
        Ano que vem, ela se prometeu, ela teria uma estufa profissional. No um grande, mas um multa a pessoa no entanto. Ela levaria cortes e os arraigaria, bolbos 
de fora de forma que ela poderiam ter fonte qualquer hora de ano do que ela gostou. Talvez ela tentaria algum enxerto at mesmo. Mas para o momento ela estava contente 
de para mimar as sementes dela.
        
        Em dias, meditou ela, enquanto zumbindo junto com o rdio, os primeiros galhos tenros empurrariam pela terra. Retifique era uma despesa horrenda, o luxo 
de combustvel para os esquentar. Teria sido mais sbio para usar o dinheiro ter o carro dela revisado.
        
        Mas no seria quase tanto diverses.
        
        Ela semeou, enquanto batendo levemente sujeira suavemente, e deixou o dela preste ateno a vento.
        
        Como doce Cinza tinha sido a noite antes, ela se lembrou. Abraando com ela na cozinha. No tinha estado amedrontando assim, nem, ela admitiu, enquanto excitando 
assim, como quando ele tinha a beijado. Isto tinha sido macio e calmante, e to natural tinha parecido, s para um momento, que eles tinham pertencido l junto.
        
        Uma vez, h muito tempo, ela tinha sonhado com compartilhamento momentos pequenos, doces gostam isso com algum. Com Rory, ela pensou com um pang velho, 
sombrio. Ento ela tinha acreditado ela se casaria, tenha as crianas para amar, uma casa para tender. Que planos que ela tinha feito, ela pensou agora, todo rseo 
e esquenta desde ento com feliz ao trmino deles.
        
        Entretanto, ela tinha sido s uma menina, e apaixonado. Uma menina apaixonado acreditou qualquer coisa. Acreditado tudo. Ela no era agora uma menina.
        
        Ela tinha deixado de acreditar quando Rory tinha quebrado o corao dela, rompeu isto em dois dor meio. Ela soube que ele estava vivendo perto de Boston 
agora, com uma esposa e uma famlia do prprio dele. E, ela estava segura, sem pensamento tudo que da doce estao da primavera jovem quando ele tinha a cortejado, 
e a prometeu. E empenhou a ela.
        
        Isso era h muito tempo, ela se lembrou. Agora ela soube que amor sempre no suportou, e sempre no foram mantidas promessas. Se ela ainda levasse uma semente 
de esperana dentro disso desejou para florescer, ningum mas se feriu.
        
        "Aqui voc est! " Olhos danando, Maggie estourou no abrigo. "Eu ouvi a msica. O que no mundo voc  at em aqui? "
        
        "Eu estou plantando flores." Distrado, Brianna bateu a parte de trs da mo dela em cima da bochecha dela e cobriu isto com terra. "Feche a porta, Maggie, 
voc est deixando sair o calor. O que ? Voc olha aproximadamente estourar."
        
        "Voc nunca adivinhar, no em mil anos." Com um riso, Maggie balanou ao redor do abrigo pequeno, enquanto agarrando os braos de Brianna para a girar. 
"Prossiga. Prova."
        
        "Voc est tendo os trigmeos."
        
        "No! Elogie Deus."
        
        O humor de Maggie era infeccioso bastante ter Brianna rir e entra no ritmo da giga improvisada. "Voc vendeu um pedao de seu copo para um milho de libras, 
para o presidente dos Estados Unidos".
        
        "Oh, isso que um pensamento. Talvez ns deveramos lhe enviar um panfleto. No, voc  milhas fora, voc , milhas. Eu o darei um pouco ento de uma sugesto. 
A av de Rogan chamou."
        
        Brianna apagou o cabelo de desmoronamento dela dos olhos dela. "Isso uma sugesto ? "
        
        "Seria se voc se concentrasse sua mente nisto. Brie, ela se casa. Ela est se casando Tio Niall, semana que vem, em Dublin".
        
        "O que? " A boca de Brianna caiu aberta na palavra. "Tio Niall, Sra. Sweeney, casado? "
        
        "No  principal? H pouco no  principal? Voc sabe que ela estava encantado com ele quando ela era uma menina em Galway. Ento depois de mais de cinqenta 
anos eles se encontram novamente por causa de Rogan e mim. Agora, por todos os santos em cu, eles vo fazer votos." Lanando a cabea dela atrs, ela cacarejou. 
"Agora como tambm sendo o marido e a esposa, Rogan e eu seremos os primos.
        
        "Tio Niall." Parecia ser todo o Brianna poderia administrar.
        
        "Voc deveria ter visto a face de Rogan quando ele levou a chamada. Ele se parecia um peixe. A abertura de boca dele e fechando e no uma palavra que sai. 
Bufando com risada, ela apoiou contra a banca de trabalho de Brianna. "Ele nunca  acostumado  idia que eles estavam cortejando. Mais que cortejando, se vem que-mas 
eu suponho  uma coisa difcil para um homem imaginar a vov branco-cabeluda dele se agasalhou para cima em pecado."
        
        "Maggie! " Supere, Brianna cobriu a boca dela com a mo dela. Risadinhas se transformaram em pio de risada.
        
        "Bem, eles esto fazendo isto legal agora, com um arcebispo nenhum menos exercendo." Ela levou uma respirao funda, deu uma olhada. "O tenha qualquer coisa 
que comer fora aqui? "
        
        "No. Quando  isto ser? Onde? "
        
        "Sbado prximo, na casa de Dublin dela. Uma cerimnia pequena, ela me, com h pouco amigos familiares e ntimos, fala. Tio Niall oitenta se ele  um dia, 
Brie. Imagine."
        
        "Eu penso eu posso. Oh, e eu penso que  principal. Eu os chamarei depois que eu terminasse aqui e limpei.
        
        "Rogan e eu estamos nos indo para Dublin hoje. Ele est agora mesmo no telefone, Deus o abenoa, enquanto fazendo arranjos." Ela sorriu um pouco. "Ele est 
tentando para ser um homem sobre isto.
        
        "Ele estar contente para eles, uma vez ele se acostuma a isto." A voz de Brianna era vaga como ela comeou a desejar saber que tipo de presente deveria 
comprar ela para a noiva e para noivo.
        
        " ser uma cerimnia de tarde, mas voc pode querer sair da noite antes assim voc ter algum tempo."
        
        "Saia? " Brianna focalizou novamente na irm dela. "Mas eu no posso ir, Maggie. Eu no posso partir. Eu tenho um convidado."
        
        "Claro que voc ir." Maggie endireitou do banco, fixe a mandbula dela. " Tio Niall. Ele o esperar l.  um dia sangrento, Brianna".
        
        "Maggie, eu tenho obrigaes aqui, e nenhum modo para adquirir a Dublin e parte de trs."
        
        "Rogan ter o objeto pegado plano voc."
        
        "Mas - "
        
        "Oh, declive Grayson Thane. Ele pode cozinhar as prprias refeies dele durante um dia. Voc no  um criado."
        
        Os ombros de Brianna endureceram. Os olhos dela se ficavam frescos. "No, eu no sou. Eu sou uma mulher de negcios que  determinado a palavra dela. Eu 
no posso danar fora durante um fim de semana em Dublin e posso dizer para o homem que afaste para ele."
        
        "Ento o traga junto. Se voc est preocupado que o homem cair em cima de morto sem voc cuidar dele, o traga com voc."
        
        "O traga onde? " Cinza empurrado aberto a porta, ambos o cautiously de mulheres de olhos. Ele tinha visto Maggie ir colidir no abrigo da janela de quarto 
dele. Curiosidade tinha o tirado eventualmente, e o grito tinha feito o resto. "Feche a porta", Brianna disse automaticamente. Ela lutou embarao que ele deveria 
ter entrado em um argumento familiar atrs. Ela suspirou uma vez. O abrigo minsculo era agora abarrotado com pessoas. "Havia algo que voc precisou, Grayson? "
        
        "No." Ele ergueu uma mo, enquanto escovando o dedo polegar dele em cima da sujeira nela bochecha-um gesto que teve o estreitamento de olhos de Maggie. 
"Voc tem sujeira em sua face, Brie. At o que est voc? " "Eu estou tentando para pr em alguns semente-mas quase no h agora" quarto para eles.
        
        "Preste ateno a suas mos, menino-o", Maggie murmurou. Ele s sorriu e os aderiu nos bolsos dele. "Eu ouvi meu nome mencionado. H um problema? "
        
        No haveria se ela no fosse to teimosa." Maggie lanou para cima o queixo dela e decidiu esvaziar a culpa a ps Cinzas. "Ela precisa ir para Dublin fim 
de semana que vem, mas ela no o" deixar.
        
        Sorriso cinza se transformou em um sorriso satisfeito como o olhar dele trocado de Maggie a Brianna. "No v ela? " "Voc pagou por penso completa", Brianna 
comeou. "Por que voc precisa ir para Dublin? " ele interrompeu. "Nosso tio se casa", Maggie lhe falou. "Ele a querer l, e isso  como deveria ser. Eu digo se 
ela no o deixar para trs, ela deveria o levar.
        
        "Maggie, Cinza no queira ir para um casamento, com pessoas no conhece ele. Ele est trabalhando, e ele no pode s - "
        
        "Seguramente ele faz", Cinza a corte. "Quando ns partimos? " "Bom. Voc ficar l em nossa casa. Isso  resolvido."
        
        Maggie escovou as mos dela junto. "Agora, quem vai falar para a Me? "
        
        "EU - "
        
        "No, me" deixe, Maggie decidiu antes de Brianna pudesse responder. Ela sorriu. "Ela realmente odiar isto. Ns teremos o plano a leva fora o sbado pela 
manh assim voc no ser molestado por ela a viagem inteira. O tenha um terno, Cinza? "
        
        "Um ou dois", ele murmurou.
        
        "Ento voc  fixo, voc no ? " Ela apoiou adiante, Brianna beijado firmemente em ambas as bochechas. "Planeje partir sexta-feira", ela ordenou. "Eu o 
chamarei de Dublin."
        
        Cinza correu a lngua dele ao redor os dentes dele como Maggie bateu fora. "Mando, ela no ? "
        
        "Sim." Brianna piscou, tremeu a cabea dela. "Ela no quer dizer isto. H pouco  que ela sempre est segura que ela tem razo. E ela tem um afeto fundo 
por Tio Niall e para a "av de Rogan.
        
        A "av de Rogan."
        
        "Isso  que est se casando" ele. Ela retrocedeu ao potting dela, enquanto esperando clarear a mente dela com trabalho.
        
        "Isso parece uma histria."
        
        "Oh, isto 'tis. Fique cinzento*,  amvel de voc estar obrigando assim, mas no  necessrio. Eles no sentiro falta de mim, realmente, e  muita dificuldade 
para voc."
        
        "Um fim de semana em Dublin nenhuma dificuldade para mim. E voc quer ir, no o faa? "
        
        "Isso no  o ponto. Maggie o colocou em uma posio difcil."
        
        Ele ps uma mo debaixo do queixo dela, ergueu isto. "Por que voc tem tal um tempo duro que responde perguntas? Voc quer ir, no o faa? Sim ou no."
        
        "Sim."
        
        "Certo, ns vamos."
        
        Os lbios dela comearam a encurvar, at que ele apoiou para eles. "No me" beije, ela disse, enquanto debilitando.
        
        "Agora, isso  muita dificuldade para mim." Mas ele se guiou dentro, apoiou atrs. "Quem o feriu, Brianna? "
        
        As chicotadas dela tremularam abaixo, enquanto protegendo os olhos dela. "Pode ser eu no respondo perguntas porque voc pergunta muitos deles."
        
        "Sim,
        
        "Voc o amou? "
        
        Ela virou a cabea dela, concentrado nas panelas dela, muito".
        
        Era uma resposta, mas ele achou no o agradou. "Voc est imvel apaixonado com ele? "
        
        "Isso seria tolo."
        
        "Isso no  uma resposta."
        
        "Sim, . Eu tomo flego abaixo seu pescoo quando voc est trabalhando? "
        
        "No." Mas ele no pisou atrs. "Mas voc tem tal um pescoo atraente." Provar isto, ele se ajoelhou escova os lbios dele em cima da nuca. No feriu o ego 
dele para sentir o tremor dela. "Eu sonhei ontem  noite com voc, Brianna. E escreveu disto hoje."
        
        A maioria das sementes dela se espalhou na banca de trabalho em vez de na terra. Ela se atarefou os salvando. "Escrito disto? "
        
        "Eu fiz algumas mudanas. No livro voc  uma viva jovem que est lutando para construir em um quebrado alm de."
        
        Apesar dela, ela era tirada e virou olhar para ele. "Voc est me pondo em seu livro? "
        
        "Pedaos de voc. Seus olhos, esses olhos maravilhosos, tristes. Seu cabelo." Ele ergueu uma mo a isto. Cabelo grosso", escorregadio, a cor do pr-do-sol 
mais fresco. Sua voz que cano alegre macia. Seu corpo, esbelto, coberto de salgueiros, com a graa inconsciente de um danarino. Sua pele, suas mos. Eu o vejo 
quando eu escrevo, assim eu escrevo de voc. E alm do fsico, h sua integridade, sua lealdade". Ele sorriu um pouco. "Seus bolos de ch. O heri da mesma maneira 
que fascinou com ela como eu estou com voc."
        
        Jogo cinza as mos dele no banco em qualquer lateral dela, a engaiolando dentro. "E ele continua colidindo com aquela mesma proteo voc ambos tenha. Eu 
desejo saber quanto tempo o levar demolir isto.
        
        Ningum alguma vez tinha dito tal formula sobre ela antes, tal formula a ela. Uma parte dela ansiou para se espojar neles, como se elas fossem seda. Outra 
parte estava cautiously atrs.
        
        "Voc est tentando para me" seduzir.
        
        Ele ergueu uma sobrancelha. "How'm eu que fao? "
        
        "Eu no posso respirar."
        
        "Isso  um comeo bom." Ele apoiou mais ntimo at que a boca dele era um sussurro de seu. "Me deixe o, Brianna", beijar.
        
        Ele j estava dentro aquele lento, afundando modo ele teve isso virado todos seus msculos a mush. Declame para declamar. Era tal uma coisa simples, mas 
inclinou toda coisa no mundo dela. Mais adiante e mais adiante at que ela tinha medo ela nunca corrigiria novamente isto.
        
        Ele teve habilidade, e com habilidade uma pacincia. Em baixo de ambos estava o vislumbre de violncia reprimida que ela sentia uma vez nele. A combinao 
vazou nela como uma droga, enquanto debilitando, dizzying.
        
        Ela quis, como quis uma mulher. Ela temeu, como temeu inocncia.
        
        Suavemente ele levou os dedos que ela agarrou na extremidade do banco, os acalmou aberto. Com a boca dele deslizando em cima de seu, ele ergueu os braos 
dela.
        
        "Me, Brianna", segure. Deus ele a precisou. "Me beije atrs."
        
        Como uma racha de um chicote, as palavras quietas dele a esporearam. De repente ela estava o agarrando, a boca dela selvagem e disposto. Cambaleante, ele 
balanou atrs, enquanto a agarrando. Os lbios dela estavam quentes, famintos, o corpo dela vibrando como um fio de harpa arrancado. A erupo da paixo dela estava 
como lava que vomita por gelo, frentico, inesperado, e perigoso.
        
        Havia o cheiro elementar de terra, a lamria de tubos irlandeses do rdio, o sabor suculento de mulher na boca dele, e a tentao tremendo dela nos braos 
dele.
        
        Ento ele era cego e surdo para todos menos ela. As mos dela eram fisted no cabelo dele, as respiraes de arquejo dela enchendo a boca dele. Mais, s querendo 
mais, ele bateu o dela atrs contra a parede de abrigo. Ele a ouviu chorar fora-em choque, doa, excitao-antes dele amorteceu o som, enquanto devorando isto, a 
devorando.
        
        As mos dele riscaram em cima dela, calorosamente possessivo, invasive. E as calas dela viraram a gemidos: Por favor... Ela quis o implorar para algo. Oh, 
por favor. Tal uma dor, um fundo, moendo, dor gloriosa. Mas ela no soube o comeo disto, ou como terminaria. E o medo estava estalando como um lobo atrs de isto-medo 
dele, dela, disso que ela contudo saber.
        
        Ele a quis pele-o tato e gosto da carne dela. Ele quis se bater dentro dela at que eles eram ambos vazio. A respirao estava rasgando pelos pulmes dele 
como ele agarrou a camisa dela, as mos dele equilibraram rasgar e rasgar.
        
        E os olhos dele conheceram o seus.
        
        Os lbios dela foram contundidos e tremendo, as bochechas dela empalidecem como gelo. Os olhos dela eram largos com terror e necessidade em guerra neles. 
Ele olhou para baixo, viu as juntas dele eram brancas de tenso. E as marcas os dedos gananciosos dele tinham vestido a pele adorvel dela.
        
        Ele empurrou atrs como se ela tivesse o, ento sustentado as mos dele, esbofeteado. Ele no estava seguro isso que ou quem ele estava repelindo.
        
        "Eu sinto muito", ele administrou enquanto ela se levantou apertada atrs na parede, enquanto tragando ar. "Eu sinto muito. Eu o feri? "
        
        "Eu no sei." Como pde ela sabe onde havia nada mais que esta dor pulsando horrvel. Ela no tinha sonhado ela poderia sentir assim. No tinha sabido era 
possvel sentir tanto. Ofuscado, ela escovou  umidade nas bochechas dela.
        
        "No chore." Ele arrastou uma mo instvel pelo cabelo dele. "Eu sinto imundo bastante sobre isto."
        
        "No, no  - " Ela engoliu as lgrimas. Ela no teve nenhuma idia por que ela deveria os derramar. "Eu no sei o que aconteceu a mim."
        
        Claro que ela no fez, ele pensou amargamente. Ela no lhe tinha falado ela era inocente? E ele tinha ido a ela como um animal. Em outro minucioso ele teria 
a arrastado abaixo na sujeira e teria terminado o trabalho.
        
        "Eu o empurrei, e no h nenhuma desculpa para isto. Eu posso s lhe falar eu perdi minha cabea e me desculpo para isto." Ele quis voltar para ela, escove 
o cabelo enroscado da face dela. Mas no ousou. "Eu era spero, e o amedrontou. No acontecer novamente."
        
        "Eu soube que voc seria." Ela era agora mais fixa, talvez porque ele parecia to tremido. "Desde o princpio eu soube. No era que, Grayson. Eu no sou 
o tipo frgil."
        
        Ele achou ele poderia sorrir afinal de contas. "Oh, mas voc , Brianna. E eu nunca fui isso mesmo desajeitado. Isto pode parecer como um tempo desajeitado 
para lhe falar, mas voc no tem que ter medo de mim. Eu no o" ferirei. "Eu sei. Voc - "
        
        "E eu vou tentar meu damnedest para no o" apressar, ele interrompeu. "Mas eu o" quero.
        
        Ela descobriu ela teve que concentrar uniformemente novamente a respirao. "Ns sempre no podemos ter o que ns queremos."
        
        "Eu nunca acreditei isso. Eu no sei que era ele, Brie, mas ele foi. Eu estou aqui."
        
        Ela acernar com a cabea. "Para agora."
        
        S h agora." Ele tremeu a cabea dele antes de ela pudesse discutir. "Isto  como estranho um lugar para filosofia como  para sexo. Ns somos ambos um 
pouco telegrafou para cima, direito? "
        
        "Eu suponho voc poderia dizer isso."
        
        Entremos. Este tempo eu lhe farei um pouco de ch."
        
        Os lbios dela encurvaram. "Voc sabe como? "
        
        "Eu tenho o assistido. Venha. Ele ofereceu uma mo. Ela olhou para isto, hesitou. Depois de outro relance cauteloso ao dele estava agora tranqilo, sem aquela 
luz de feral estranha que estava amedrontando assim e excitante-ela deslizou a mo dela em seu.
        
        "Talvez  uma coisa boa ns temos um chaperone hoje  noite."
        
        "Oh? " Ela virou a cabea dela como eles pisaram fora.
        
        "Caso contrrio voc poderia se se mover furtivamente hoje  noite at meu quarto e poderia tirar vantagem de mim."
        
        Ela deixou sair um riso curto. "Voc  muito inteligente para qualquer um tirar vantagem de voc."
        
        "Bem, voc poderia tentar." Aliviado nenhum deles estava tremendo agora, ele atirou um brao socivel ao redor os ombros dela. "Por que ns no temos um 
pouco de bolo com o ch? "
        
        Ela deslizou os olhos dela para ele como eles alcanaram a porta de cozinha. "Mine, ou o um a mulher faz em seu livro? "
        
        O "seu s est em minha imaginao, bem. Agora, seu - " Ele gelou quando ele empurrou a porta aberto. Instinctly ele empurrou Brianna atrs dele. "Fique 
aqui. Aqui mesmo."
        
        "O que?  voc-oh, doce Jesus." Em cima do ombro dele ela poderia ver os caos da cozinha dela. Latas tinham sido invertidas, armrios esvaziaram. Foram varridos 
farinha e acar, temperos e ch sobre o cho.
        
        "Eu disse permanncia aqui", ele repetiu como ela tentou empurrar por ele.
        
        "Eu no vou. Olhe para estas bagunas."
        
        Ele a bloqueou com um brao pela entrada. "Voc mantm dinheiro em suas latas? Jia? "
        
        "No esteja maluco. Claro que eu no fao. " Ela piscou nele. "Voc pensa que algum buscou roubando algo? Eu no tenho nada que roubar e ningum vai."
        
        "Bem, algum fez, e eles ainda poderiam estar na casa. Onde  que cachorro de maldio? " ele murmurou.
        
        "Ele iria com Murphy", ela disse estupidamente. "Ele vai embora visitar a maioria das tardes."
        
        "Corra em cima de para Murphy ento, ou para sua irm. Eu levarei
        
        um olhar ao redor de." Ela se aproximou. "Esta  minha casa, eu o lembrarei. Eu me olharei."
        
        "Fique atrs de mim", era tudo que ele disse.
        
        Ele conferiu os quartos dela primeiro, enquanto a ignorando esperaram grito agudo de afronta quando ela viu as gavetas de puxar-exterior e caiu roupas.
        
        "Minhas coisas."
        
        "Ns veremos se houver qualquer coisa perdendo depois. Melhor confira o resto."
        
        "Que tipo de dano  isto? " ela exigiu, o aquecimento de temperamento dela como ela arrastou atrs Cinza. "Oh, os" condene, ela jurou quando ela viu a sala 
de estar.
        
        Tinha sido uma procura rpida, apressada, e frentica, Cinza meditou. Qualquer coisa mas profissional e tolamente arriscado. Ele estava refletindo isto quando 
outra idia bateu nele.
        
        "Cague." Ele levou os degraus dois de cada vez, estourou nas bagunas do prprio quarto dele, e fugiu diretamente para o laptop dele. "Algum morrer", ele 
murmurou, enquanto comeando isto.
        
        "Seu trabalho." Brianna estava plido e furioso na entrada. "Eles prejudicaram seu trabalho? "
        
        "No." Ele folheou pgina depois de pgina at que ele estava satisfeito. "No, est aqui. Est bem."
        
        Ela deixou sair um pequeno suspiro de alvio antes de se virar conferir o quarto de Sr. Smythe-branco. As roupas dele tinham sido se mostradas das gavetas 
e armrio, a cama dele rompeu. "Mary, Me de Deus, como eu explicarei isto a ele? "
        
        "Eu penso que  mais ao ponto perguntar o para o qual eles estavam olhando. Se sente, Brianna", Cinza ordenou. Reflitamos para isto.
        
        "O que  pensar aproximadamente? " Mas ela sentou, na extremidade do colcho inclinado. "Eu no tenho nada de valor aqui. Alguns libras, alguns quinquilharias". 
Ela esfregou os olhos dela, impaciente com ela para as lgrimas ela no pde conseguir originar de. "No teria sido ningum da aldeia ou perto. Teve que ser um vagabundo, 
um carona talvez, esperando achar um pouco de dinheiro. Bem... " Ela deixou sair uma respirao trmula. "Ele ter sido desapontado em o que ele achou aqui." Ela 
observou abruptamente, enquanto empalidecendo novamente. "Voc? Voc teve qualquer? "
        
        "Principalmente cheques de viagem. Eles ainda esto aqui." Ele encolheu os ombros. "Ele adquiriu alguns cem libras que so tudo."
        
        "Um poucos-cem? " Ela fugiu fora a cama. "Ele levou seu dinheiro? "
        
        "No  importante. Brie - "
        
        "No importante? " ela cortou dentro. "Voc est vivendo debaixo de meu telhado, um convidado em minha casa, e teve seu dinheiro roubado. Quanto era? Eu 
farei isto bom."
        
        "Voc no vai certamente. Se sente e pare."
        
        "Eu disse que eu farei isto bom."
        
        Pacincia estalou, ele a levou firmemente pelos ombros e a empurrou abaixo na cama. "Eles me pagaram cinco milhes por meu ltimo livro, antes de estrangeiro 
e direitos de filme. Alguns cem libras no vo me" quebrar. Os olhos dele estreitaram quando os lbios dela tremeram novamente. "Leve uma respirao funda. Agora. 
Certo, outro."
        
        "Eu no me preocupo se voc tiver ouro que goteja de seus dedos." A voz dela quebrou, enquanto a humilhando.
        
        "Voc quer chorar um pouco mais? " Ele suspirou lustily, se sentou ao lado dela, e suportou para isto. "Certo, deixe rasgar."
        
        "Eu no vou chorar." Ela sniffled, usado os saltos de sapatos das mos dela para secar as bochechas dela. "Eu tenho muito para fazer. Levar horas para pr 
coisas aqui mesmo."
        
        "Voc precisar chamar a polcia? "
        
        "Para isso que? " Ela ergueu as mos dela, os deixe falhar. "Se qualquer um visse um espreitando mais estranho aproximadamente, meu telefone j estaria tocando. 
Algum precisou de dinheiro, e eles levaram isto." Ela esquadrinhou o quarto, enquanto desejando saber quanto poderia ter perdido o outro convidado dela, e como 
grande um buraco que poria nas poupanas preciosas dela. "Eu quero que voc no diga nada a Maggie sobre isto."
        
        "Goddamn isto, Brie - "
        
        "Ela  seis meses junto. Eu no a terei transtornado. Eu quero dizer isto." Ela lhe deu um olhar fixo por olhos que ainda vislumbram com lgrimas. "Sua palavra, 
por favor".
        
        "Multe, tudo que que voc quer. Eu quero o seu que voc me contar exatamente o que est perdendo."
        
        "Eu vou. Eu telefonarei a Murphy e lhe falarei. Ele perguntar aproximadamente. Se houver algo que saber, eu conhecerei isto atravs de anoitecer." Acalme 
novamente, ela subiu. "Eu preciso comear colocando coisas em ordem. Eu comearei com seu quarto assim voc pode adquirir a seu trabalho."
        
        "Eu cuidarei de meu prprio quarto."
        
        " para mim para - "
        
        "Voc  pissing eu fora, Brianna". Ele se desdobrou lentamente at que ele estava de p dedo do p a dedo do p com ela. Adquiramos esta reta. Voc no  
minha empregada, minha me, ou minha esposa. Eu posso desligar minhas prprias roupas."
        
        "Como quiser."
        
        Jurando, ele agarrou o brao dela antes de ela pudesse caminhar fora nele. Ela no resistiu, mas ficava parado, enquanto s examinando o ombro dele. "Me 
escute. Voc tem um problema que aqui e eu queremos o ajudar. Voc pode consumir isso sua cabea? "
        
        "Queira ajudar, o faa? " Ela inclinou a cabea dela e falou com todo o calor de uma geleira. "Voc poderia ir pedir emprestado um pouco de ch de Murphy. 
Ns parecemos estar fora.
        
        "Eu o chamarei para voc", Cinza disse uniformemente. "E lhe pede que traga alguns. Eu no o estou deixando s aqui."
        
        "Qualquer ternos voc. O nmero dele no livro na cozinha pelo... " Ela arrastou fora como a imagem dela que pequeno quarto adorvel brilhou na cabea dela. 
Ela fechou os olhos dela. "Fique cinzento*, voc me deixaria s para um pequeno tempo? Eu serei melhor para isto."
        
        "Brianna." Ele tocou a bochecha dela.
        
        "Por favor." Ela esmigalharia completamente, humiliatingly, se ele fosse agora amvel. "Eu estarei novamente uma vez bem eu estou ocupado. E eu gostaria 
de um pouco de ch." Abrindo os olhos dela ela conseguiu sorrir. "verdadeiramente eu vou."
        
        "Certo, eu serei escada abaixo " Grato, ela conseguiu trabalhar.
        
        Captulo Sete
        
        s vezes fique cinzento* brincado com a idia de se comprar um avio. Algo muito ao longo das linhas do pequeno jato macio e lustroso Rogan tinha partido 
ao dele e a disposio de Brianna para a viagem para Dublin poderia ser h pouco o ingresso. Ele pde isto costume-decorou para o vestir, jogue ocasionalmente com 
a mquina ele. No havia nada que o parar de aprender a voar isto.
        
        Seria certamente um brinquedo interessante, ele meditou como ele resolveu no assento de couro confortvel ao lado de Brianna. E tendo o prprio transporte 
dele eliminaria o [dor de cabea secundria de organizar para ingressos e ser  merc do solua das linhas areas.
        
        Mas possuindo algo-qualquer coisa-igualaram o tesponsibility de manter que algo. Isso era por que ele alugou ou arrendou, mas nunca tinha possudo de fato 
um carro. E entretanto havia algo para ser dito para a privacidade e convenincia de um pequeno Lear limpo, ele pensou que ele perderia as multides e companhia 
e todos os problemas pequenos esperados estranhos de um vo comercial.
        
        Mas no este tempo. Ele deslizou a mo dele em cima de Brianna como o avio comearam taxiar.
        
        "Voc gosta de voar? "
        
        "Eu no fiz muito freqentemente" isto. A antecipao de ainda lancear para cima no cu deu para o estmago dela um pequeno pulo intrigante. "Mas sim, eu 
penso que eu fao. Eu gosto de olhar para baixo. Ela sorriu a ela como ela assistiu o toldo de cho fora abaixo. Sempre, a fascinou se pintar sobre a prpria casa 
dela, as colinas, riscando em outro lugar pelas nuvens para. "Eu suponho  segunda natureza a voc."
        
        " divertido, enquanto pensando aproximadamente onde voc vai."
        
        "E onde voc foi."
        
        "Eu no penso aproximadamente tanto. Eu h pouco estive l."
        
        Como escalou o avio, ele ps uma mo debaixo do queixo dela, dirigiu a face dela em direo a seu estudar isto. "Voc ainda est preocupado."
        
        "No sente direito, enquanto indo gostam isto, e assim luxuriously, tambm".
        
        "Culpa catlica." O gilt nos olhos dele afundados quando ele sorriu. "Eu ouvi falar daquele fenmeno de particular.  como se voc no est fazendo algo 
construtivo, e gostando de fato de no fazer isto, voc vai para inferno. Direito? "
        
        "Tolice." Ela cheirou, irritado que era retifique at mesmo parcialmente. "Eu tenho responsabilidades."
        
        "E os" evitando. Ele tsked e tocou a cruz de ouro que ela usou. "Isso est como a prxima ocasio de pecado, no ? O que  a prxima ocasio de pecado, 
exatamente? "
        
        "Voc ", ela disse, enquanto batendo a mo dele fora.
        
        "Nenhum brincando? " A idia disso atraiu enormemente. "Eu gosto."
        
        "Voc vai." Ela comprimiu um alfinete solto em lugar. "E isto no tem nada que ver com isso. Se eu estiver sentindo culpado,  porque eu no sou gastado 
a h pouco embalagem e indo na notificao de um momento. Eu gosto de planejar coisas fora."
        
        "Objetos pegados meio a diverso fora disto."
        
        "Estira fora a diverso a meu modo de pensar." Mas ela
        
        roido no lbio dela. "Eu sei que  importante que eu estou em Dublin para o casamento, mas deixando casa agora mesmo... "
        
        O cachorro "sentando de Murphy", Cinza a lembrou. "E mantendo um olho no lugar." Um olho afiado, Cinza era certo, desde que ele tinha falado reservadamente 
com Murphy. Dias partidos Smythe-brancos velhos" atrs, assim voc no tem nenhum cliente para preocupar aproximadamente."
        
        "Convidados", ela disse automaticamente, sobrancelha dobrando. "Eu no posso imaginar ele estar recomendando Blackthorn depois do que aconteceu. Embora 
ele fosse terrivelmente bom sobre isto.
        
        "Ele no perdeu nada. 'Nunca viaje com dinheiro, voc sabe, '" Cinza disse dentro um imite da voz fresca de Smythe-branco. " ' um convite para dificuldade.' 
"
        
        Ela sorriu um pouco, como tinha esperado ele. "Ele pode no ter tido nada roubado, mas eu duvido que ele passou uma noite calma que sabe que o quarto dele 
tinha estado quebrado em, as posses dele manusearam por." Que era por que ela tinha recusado o cobrar pela permanncia dele.
        
        "Oh, eu no sei. Eu no tive nenhuma dificuldade." Ele desatou o cinto de segurana dele e rosa para vagar na galera. "Seu cunhado  um sujeito de primeira."
        
        "Ele , sim." A sobrancelha dela enrugado quando Cinza voltou com uma garrafa de champanha e dois culos. "Voc no vai abrir isso. 'Tis s um vo curto 
e - "
        
        "Seguramente eu vou abrir isto. Voc no gosta de champanha? " "Eu gosto bem bastante isto, mas - " o protesto dela estava cortado fora pelo som alegre de 
uma cortia estourando. Ela suspirou, como um poder de me que v a criana dela salta em uma poa de lama.
        
        "Agora ento." Ele sentou novamente, verteu ambos os culos. Depois de lhe dar um, ele bateu cristal a cristal e sorriu. "Me fale sobre a noiva e noivo. 
Voc disse que eles oitenta eram? "
        
        "Tio Niall, sim." Desde ento no poderia haver nenhum repondo a cortia na garrafa, ela tomou um gole. Os alguns anos de "Sra. Sweeney mais jovem."
        
        "Imagine isso." O titilou. "Entrando na gaiola matrimonial  idade" deles/delas.
        
        "Gaiola? "
        
        "Tem muitas restries e nenhum modo fcil fora." Desfrutando o vinho, ele deixou isto demorar na lngua dele antes de engolir. "Assim, eles os amados de 
infncia eram? "
        
        "No exatamente", ela murmurou, enquanto ainda carranqueando em cima da descrio dele de matrimnio. "Eles cresceram em Galway. Sra. Sweeney era os amigos 
com meu av-ela era a irm de Tio Niall, voc v. E Sra. Sweeney teve um pouco de um esmagamento em Tio Niall. Ento minha av se casou e se mudou para Clare. Sra. 
Sweeney se casou e foi para Dublin. Eles perderam de vista de um ao outro. Ento Maggie e Rogan comearam a trabalhar junto, e Sra. Sweeney fez a conexo entre as 
famlias. Eu escrevi disto a Tio Niall, e ele se trouxe at Dublin." Ela sorriu em cima disto, enquanto quase no notando quando Cinza reencheu o copo dela. "Os 
dois deles foram desde ento" ntimos como po e aperto.
        
        "As tores e voltas de destino." Cinza elevou o copo dele em torrada. "Fascinando, no ? "
        
        "Eles amam um ao outro", ela simplesmente disse, suspirou. "Eu s espero - " Ela se cortou e fitou novamente fora a janela.
        
        "O que? "
        
        "Eu os quero ter um dia bom, um adorvel. Eu estou preocupado minha me far isto desajeitado." Ela virou novamente a ele. Porm a envergonhou, era melhor 
ele conheceu de forma que ele tambm no seria chocado se havia uma cena. "Ela no sairia para Dublin hoje. No dormiria na casa de Dublin de Maggie. Ela me falou 
ela viria amanh, faa o dever dela, ento volte imediatamente."
        
        Ele ergueu uma sobrancelha. "No feliz em cidades? " ele perguntou, entretanto ele sentia era algo completamente diferente.
        
        "Me no  uma mulher que acha facilmente em qualquer lugar satisfao nada. Eu deveria lhe falar ela pode ser difcil. Ela no aprova, voc v, do casamento."
        
        "O que? Ela pensa que essas crianas loucas so muito jovens se casar? "
        
        Os lbios de Brianna encurvaram, mas os olhos dela no refletiram isto. " dinheiro que se casa dinheiro, como ela v isto. E ela... bem, ela tem opinies 
fortes sobre o fato que eles tm vivido junto de certo modo fora do sacramento."
        
        "Vivendo junto? " Ele no pde parar o sorriso. "Em fora? "
        
        "Vivendo junto", ela disse primly. "E como a Me lhe falar, se voc lhe der a chance, idade apenas os perdoa do pecado de fornicao."
        
        Ele sufocou no vinho dele. Ele estava rindo e gritando para ar quando ele pegou o reflita do olhar estreitado de Brianna. "Arrependido-eu posso ver isso 
no foi significado ser uma piada." "Algumas pessoas acham isto fcil rir de outro convices." "Eu no quero dizer." Mas ele no pde adquirir totalmente o ri sob 
controle. "Cristo, Brie, voc h pouco me falou o homem oitenta e a noiva se ruborizando dele est logo atrs ele. Voc realmente no acredita eles vo para algum 
inferno gneo porque eles... " Ele decidiu que ele acharia melhor um modo delicado de pr isto. "Eles tiveram um maduro, satisfazendo relao fsica" mutuamente.
        
        "No." Algum do gelo derreteram dos olhos dela. "No, eu no fao, claro que. Mas a Me faz, ou diz ela faz, porque faz isto mais fcil reclamar. Famlias 
so complicadas, eles no so? "
        
        "Do que eu observei. Eu no tenho a pessoa para preocupar sobre mim."
        
        "Nenhum familiar? " O resto do gelo derreteu em condolncia.
        
        "Voc perdeu seus pais? "
        
        "At certo ponto de orao." Teria sido mais hbil, ele sups, dizer eles tinham o perdido.
        
        "Eu sinto muito. E voc no tem nenhum irmo, nenhuma irm? " "Nope." Ele alcanou novamente para a garrafa para tampar fora o copo dele.
        
        "Mas voc tem primos, seguramente". Todo o mundo teve algum, ela pensou. "Avs, ou tias, tios".
        
        "No."
        
        Ela s fitou, devastou para ele. Ter ningum. Ela no pde conceber disto. No pde agentar isto.
        
        "Voc est olhando para mim como eu fosse algum enjeitado empacotado em uma cesta em seu degrau da porta." O divertiu, e esquisitamente, o tocou. "Me, mel, 
acredite eu gosto deste modo isto. Nenhuma gravata, nenhum fio, nenhuma culpa". Ele bebeu novamente, como se marcar as palavras. "Simplifica minha vida."
        
        Esvazia isto, mais igual, ela pensou. "No o aborrece, enquanto tendo ningum para ir para casa para? "
        
        "Me alivia. Talvez vai se eu tivesse uma casa, mas eu no tenho um desses, ou".
        
        O cigano, ela recordou, mas ela no tinha levado literalmente agora o at. "Mas, Grayson, no ter nenhum lugar de seu prprio - "
        
        "Nenhuma hipoteca, nenhum gramado ceifar ou o vizinho aplacar." Ele se apoiou nela olhar fora a janela. "Olhe, h Dublin."
        
        Mas ela olhou para ele, sentido para ele. "Mas quando voc deixa Irlanda onde voc ir? "
        
        "Eu no decidi. Isso  a beleza disto."
        
        "Voc tem uma grande casa." Menos de trs horas depois de pousar em Dublin, Cinza esticado as pernas dele fora para o fogo na sala de estar de Rogan. "Eu 
aprecio seu me pondo para cima."
        
        " nosso prazer." Rogan lhe ofereceu um snifter de conhaque de depois de-jantar. Eles estavam ss para o momento, como Brianna e Maggie tinha dirigido a 
av dele ajudar a noiva com arranjos de ltima hora.
        
        Rogan ainda teve dificuldade que pinta a av dele como um nervoso noiva-para-seja. E mais dificuldade ainda, imaginando o homem igualam arengando o cozinheiro 
agora como o passo-av futuro dele.
        
        "Voc no parece muito feliz sobre isto.
        
        "O que? " Rogan olhou atrs a Cinza, se fez sorriso. "No, eu sinto muito, no  nada que ver com voc. Eu sou um pouco intranqilo sobre amanh, eu suponho."
        
        "Dar-o-noiva-fora se agita? "
        
        O melhor Rogan poderia vir para cima com era um grunhido.
        
        Lendo bem o anfitrio dele, Cinza comprimiu a lngua dele na bochecha dele e mexeu o unease. "Niall  um carter interessante."
        
        "Um carter", Rogan murmurou. "Realmente." "Sua av teve estrelas nos olhos dela ao jantar." Agora Rogan suspirou. Ela nunca tinha parecido mais feliz. "Eles 
so entre si" besotted.
        
        "Bem... " Cinza rodou o conhaque dele. H dois de ns e um dele. Ns poderamos o dominar, poderamos o arrastar fora para as docas, e poderamos o pr em 
um navio rumo  Austrlia."
        
        "No pense que eu no considerei isto." Mas ele sorriu agora, mais fcil. No h nenhuma famlia escolhendo, h? E eu sou forado a admitir o homem a adora. 
So deleitados Maggie e Brie, assim eu me acho outgunned e ultrapassei em votao."
        
        "Eu gosto dele", Cinza disse sorrindo desculpa. "Como voc no pode gostar de um homem que usa uma jaqueta a sombra de uma abbora de Dia das Bruxas com 
sapatos de jacar ornados com borlas? "
        
        "L voc est." Rogan acenou uma mo elegante. "Em todo caso, ns somos agradados para poder lhe proporcionar um casamento durante sua permanncia na Irlanda. 
Voc est confortvel a
        
        Blackthorn? " "Brianna tem uma destreza por prover o confortvel."
        
        "Sim."
        
        Expresso cinza ficava sbrio como ele carranqueou na bebida dele. "Algo aconteceu alguns dias atrs que eu penso que voc deveria saber. Ela no me quis 
mencionar isto, particularmente para Maggie. Mas eu gostaria de seu objeto pegado nisto."
        
        "Certo."
        
        "A cabana estava quebrada em."
        
        "Blackthorn? " Assustado, Rogan ps de lado o conhaque dele.
        
        "Ns estvamos fora, naquele abrigo ela usa para potting. Ns poderamos ter estado em l para meio uma hora, talvez um pequeno mais muito tempo. Quando 
ns voltamos dentro, algum tinha lanado o lugar."
        
        "Com licena? "
        
        "Virado isto de cabea para baixo", Cinza explicou. "Um jejum, procura suja, que eu diria."
        
        "Isso no faz sentido." Mas ele apoiou adiante, preocupado. "Qualquer coisa foi levado? "
        
        "Eu tive um pouco de dinheiro em meu quarto." Cinza encolheu os ombros isto fora. "Isso parece ser tudo. Brianna no reivindica nenhum dos vizinhos teria 
entrado naquele modo."
        
        "Ela teria razo." Rogan sentou atrs novamente, apanhou o conhaque dele mas no bebeu. " um de perto tricote a comunidade, e Brie amou bem l. Voc informou 
o garda? "
        
        "Ela no quis, no veja o ponto. Eu falei com
        
        Murphy, reservadamente".
        
        "Isso cuidaria disto", Rogan concordou. "Eu teria que pensar isto estava terminado algum transcurso mais estranho. Mas at mesmo isso parece fora de lugar." 
Descontentado com qualquer explicao, ele bateu os dedos dele contra o lado do copo dele. "Voc foi l agora algum tempo. Voc deve ter adquirido um senso das pessoas, 
a atmosfera".
        
        Prxima parada" Brigadoon", Cinza murmurou. Pontos lgicos" para uma transao de um-tiro, e isso  como ela est controlando isto." Cinza moveu os ombros 
dele. "Ainda, eu no penso doeria para voc manter um olho do lado de fora quando voc voltar.
        
        "Eu farei isso." Rogan carranqueou no conhaque dele. "Voc pode estar seguro disto."
        
        "Voc tem um cozinheiro bom, Rogan eu o menino." Niall passeou acarretando uma bandeja carregada com porcelana e um torte de chocolate enorme. Ele era um 
homem grande, enquanto brincando as trinta libras extras dele como um distintivo de honra. E realmente olhou um pouco como uma iar-o'-lanterna alegre no casaco 
desportivo laranja dele e gravata lima-verde. Prncipe de um homem, ele ." Niall fixou abaixo a bandeja e irradiou. "Lhe enviam fora isto mordeu de doura para 
ajudar acalme meus nervos."
        
        "Eu estou sentindo nervoso eu." Sorrindo, rosa Cinza para cortar no torte ele.
        
        Niall prosperou fora com um riso e esbofeteou Fique cinzento* cordialmente na parte de trs. H um rapaz. Apetite bom. Por que ns no comprimimos nisto, 
ento tenha alguns jogos de jogo de bilhar? " Ele piscou a Rogan. "Afinal de contas,  meu ontem  noite como um homem grtis. Nenhum mais se divertindo com o menino-os 
para mim. Qualquer usque para lavar isto abaixo com? "
        
        "Usque." Rogan olhou ao largo, sorrindo face do av futuro dele. "Eu poderia usar um tiro eu."
        
        Eles tiveram vrios. E ento alguns mais. At que a segunda garrafa fosse aberta, Cinza teve que piscar para ver as bolas na mesa de jogo de bilhar, e ento 
eles ainda tenderam a tecer. Ele terminou fechando um olho completamente.
        
        Ele ouviu o clack de bolas junto, ento estava de p atrs. "Meu ponto, cavalheiros. Meu ponto." Ele apoiou pesadamente na sugesto dele.
        
        "Ianque bastardo no pode perder hoje  noite." Niall esbofeteou Cinza na parte de trs e quase o enviou se intrometa primeiro sobre a mesa. "Fixe 'em para 
cima novamente, Rogan eu o menino. Tenhamos outro."
        
        "Eu no os" posso ver, Rogan disse lentamente antes de erguer uma mo em frente  face dele e investigar a isto. "Eu no posso sentir meus dedos."
        
        "Outro usque o que voc precisa." Como um marinheiro a bordo
        
        uma coberta lanando, Niall fez o espao dele  garrafa. "No uma gota", ele disse tristemente como ele upended o cristal. "No uma "esquerda de gota de 
hemorragia.
        
        H nenhum usque partido em Dublin." Rogan se empurrou longe da parede para cima a que estava o segurando, ento se retire fraco. "Ns temos bebeu tudo. 
Bebido tudo. Oh, Cristo. Eu no posso sentir minha lngua, ou. Eu perdi isto."
        
        Vejamos." Ajudar, Cinza ps as mos dele pesadamente nos ombros de Rogan. "Ressalte. Olhos estreitaram, ele acernar com a cabea. " 'S aprovam, camarada. 
Est l. Fato , voc tem dois de 'em. Isso  o problema."
        
        "Eu estou me casando meu Chrissy amanh." Niall estava, enquanto balanando perigosamente esquerda, ento corrija, os olhos dele envidraaram, o sorriso 
dele brilhante. Pequeno Chrissy bonito", o belle de Dublin".
        
        Ele lanou adiante, enquanto caindo como uma sequia canadense. Com os braos deles/delas apoiando um ao outro sociavelmente, Rogan e Cinza encarou abaixo 
o.
        
        "O que fazemos ns com ele? " Cinza desejou saber. Rogan correu um das duas lnguas dele ao redor os dentes dele. "Voc pensa que ele est vivo? " "No se 
parea isto."
        
        "No comece a esteira contudo." Niall ergueu a cabea dele. "H pouco me adquira em mim ps, rapazes. Eu danarei at amanhecer." O golpe de cabea dele 
o cho novamente com um baque. "Ele no  to ruim, ele ? " Rogan perguntou. "Quando eu estou bbado, que ." Prncipe de um homem. O puxemos para cima. Ele no 
pode danar na face" dele.
        
        "Direito." Eles cambalearam em cima de. At que eles hefted Niall para os joelhos dele, eles eram esfalfado e rindo como bobos. "Se levante, voc o tolo. 
Est como tentar trocar uma baleia encalhada."
        
        Niall abriu os olhos turvos dele, lanou a cabea dele atrs, e comeou, em um oscilando mas afetando o tenor surpreendentemente, cantar.
        
        "E  tudo para mim grogue, eu grogue alegre, alegre.  tudo para mim cerveja e tabaco." Ele grunhiu o modo dele para cima em um p, vo Cinza quase enviado. 
"Bem, eu gastei tudo eu lata em lassies que bebe gim. Longe pelo oceano Ocidental eu tenho que vagar."
        
        "Voc ter sorte para vagar a cama", Rogan lhe falou.
        
        Ele trocou melodias simplesmente. "Bem, se voc tiver um wingo, me leve at ringo onde o singo de waxies todo o dia."
        
        Bem separado por usque, Rogan uniu dentro como os trs deles balanados nos ps deles/delas. "Se voc teve seu abastecimento de zelador e voc no pode 
ir qualquer adicional - "
        
        Isso golpeou Cinza como maravilhosamente engraado, e ele riu silenciosamente o modo dele no coro.
        
        Com a harmonia e afeto do bbado, eles cambalearam o modo deles/delas abaixo o corredor. At que eles alcanassem a base dos degraus, eles estavam bem em 
uma capitulao usque-encharcada de "Dicey Riley."
        
        "Bem, eu no diria que isto s Dicey Riley velho pobre era que levado ao sup, o v, Brie? " Maggie estava a meio caminho abaixo os degraus com a irm dela, 
enquanto estudando o trio abaixo.
        
        "Eu no vou, no." Dobrando as mos dela nitidamente  cintura dela, Brianna tremeu a cabea dela. "Dos olhares deles, eles derrubaram dentro para vrios 
pouco derruba."
        
        "Cristo, ela est bonita, ela no ? " Cinza resmungou.
        
        "Sim." Rogan sorriu brilhantemente  esposa dele. "Objetos pegados minha respirao fora. Maggie, meu amor, vm me d um beijo."
        
        "Eu lhe darei a parte de trs de minha mo." Mas ela riu como ela comeou abaixo. "Olhe para o lote de voc, bbado lamentvel. Tio Niall, voc  velho bastante 
saber melhor."
        
        Se casado, Maggie Mae. Onde meu Chrissy ? " Ele tentou virar um crculo em procura e teve os dois partidrios dele dando gorjeta a como domins.
        
        "O prprio cama dormindo dela, como voc deveria ser. Venha, Brie, adquiramos estes guerreiros fora o campo."
        
        "Ns estvamos jogando jogo de bilhar." Cinza sorriu para Brianna. "Eu ganhei."
        
        "Ianque bastardo", Niall disse afetuosamente, ento beijado Cinza duro na boca.
        
        "Bem, isso  agradvel, no ? " Maggie conseguiu ir um brao ao redor de Rogan. "Venha agora, isso  o modo. Um p em frente ao outro." De alguma maneira 
eles conseguiram negociar os passos. Eles esvaziaram Niall primeiro.
        
        "Desa de Rogan para cama, Maggie", que Brianna lhe contou. "Eu comprimirei este aqui dentro, ento voltarei e puxarei fora os "sapatos de Tio Niall.
        
        "Oh, que cabeas que eles tero amanh." O prospecto fez sorriso de Maggie. "Aqui ns vamos, Sweeney, fora para cama. Preste ateno a suas mos." Considerando 
que ela o considerou inofensivo no estado atual dele, a ordem veio fora com um ria. "Voc no tem uma pista o que ver com eles em seu estado."
        
        "Eu apostarei eu fao."
        
        "Oh, mas voc cheira de usque e charutos." Brianna suspirou e drapejou brao Cinza em cima dos ombros dela, o suportou. "O homem oitenta, voc sabe. Voc 
deveria o" ter parado.
        
        "Ele  uma influncia ruim, aquele Niall Feeney. Ns tivemos que brindar os olhos de Chrissy, e os lbios dela, e o cabelo dela, e as orelhas dela. Eu penso 
que ns brindamos os dedos do p dela, tambm, mas coisas se pem borradas ento" aproximadamente.
        
        "E maravilha pequena. Aqui  sua porta. H pouco um pouco mais distante agora."
        
        "Voc cheira to bom, Brianna". Com o que ele pensou era um movimento liso, ele cheirou doglike ao pescoo dela. "Venha a cama comigo. Eu poderia lhe mostrar 
coisas. Tudo ordenam de coisas maravilhosas."
        
        "Mmm-hmm. Abaixo voc v. Isso  o modo." Eficazmente, ela ergueu as pernas dele sobre a cama e comeou a tirar os sapatos dele.
        
        "Deite comigo. Eu posso o levar lugares. Eu quero estar dentro de voc."
        
        As mos dela apalparam a isso. Ela observou nitidamente, mas os olhos dele estavam fechados, o sorriso dele sonhador. "Silencie agora", ela murmurou. "V 
dormir."
        
        Ela comprimiu uma manta ao redor dele, escovou o cabelo da sobrancelha dele, e deixou roncando para ele.
        
        Sofrendo seria esperado. Overindulgence teve que ser pagado, e Cinza sempre estava disposto para pagar o modo dele. Mas parecia um pequeno extremo para ter 
que fazer uma viagem curta, viciosa a inferno por causa de uma noite tola.
        
        A cabea dele foi rachada em dois. No mostrou, um fato que o aliviou consideravelmente quando ele conseguiu rastejar no banheiro a manh seguinte. Ele parecia 
desfigurado, mas inteiro. Obviamente a fratura denteada no crnio dele era no lado de dentro.
        
        Ele provavelmente estaria morto atravs de anoitecer.
        
        Os olhos dele eram bolas pequenas, duras de fogo. O dentro da boca dele tinha sido pincelado com algo muito sujo que imaginar. O estmago dele apertou e 
agarrou como um punho nervoso.
        
        Ele comeou a esperar ele estaria morto longo antes de anoitecer.
        
        Desde ento havia ningum ao redor, ele se favoreceu em alguns choradeiras como ele pisou debaixo da chuva. Ele teria jurado o cheiro de usque estava vazando 
fora dos poros dele.
        
        Movendo com o ao cuidado do velho ou fraco, ele escalou fora da banheira, embrulhou uma toalha ao redor a cintura dele. Ele fez o que ele pde para lavar 
o gosto horroroso fora da boca dele.
        
        Quando ele entrou no quarto, ele ganiu, esbofeteou as mos dele em cima dos olhos dele em tempo-ele os impedir sair precipitadamente da cabea dele. Algum 
sadista tinha entrado e tinha aberto as cortinas dele  luz solar.
        
        Os prprios olhos de Brianna tinham ido largos. A boca dela tinha cado aberta. Diferente de a toalha que pendura livremente aos quadris dele, ele usou nada 
mais que alguns gotas prolongadas de gua da chuva dele.
        
        O corpo dele era... a palavra primoroso flamejou na mente dela. Apie, muscled, vislumbrando. Ela se achou unindo os dedos dela junto e engolindo duro.
        
        "Eu trouxe uma "bandeja de caf da manh para voc, ela administrou. "Eu pensei que voc poderia estar sentindo pobremente."
        
        Expanso cautelosa, Cinza os dedos dele s bastante para ver por. "Ento no era a ira de Deus." A voz dele era spera, mas ele temeu o ato de clarear isto 
poderia fazer dano permanente. "Durante um minuto pensei eu que eu estava sendo golpeado abaixo para meus pecados."
        
        " s mingau de aveia, brinde, e um pouco de caf."
        
        "Caf." Ele disse a palavra como uma orao. "Voc poderia verter isto? "
        
        "Eu pude. Eu trouxe alguma aspirina" para voc.
        
        "Aspirina." Ele poderia ter lamentado. "Por favor."
        
        "Leve primeiro ento" os. Ela lhe trouxe as plulas com um copo de gua pequeno. "Rogan parece to triste quanto voc", ela disse como Cinza gorgolejou abaixo 
o plula-e ela lutou para impedir a mo dela acariciar em cima de tudo aquilo molhou, enquanto enrolando cabelo escuro. O ajuste de "Tio Niall como um violino."
        
        "Figuras." Cautiously movido cinza para a cama. Ele aliviou abaixo, enquanto pedindo a cabea dele no rolariam fora o pescoo dele. "Antes de ns fssemos 
qualquer adicional, eu tenho qualquer coisa que se desculpar para? "
        
        "Para mim? "
        
        "Para qualquer um. Usque no meu veneno habitual, e eu sou penugento em detalhes depois que ns comessemos na segunda garrafa." Ele piscou nela e achou 
ela estava sorrindo a ele. "Algo engraado? "
        
        "Nenhum-bem, sim, mas no  muito tipo de mim para achar isto engraado." Ela cedeu ento, sleeking uma mo em cima do cabelo dele como ela pode em cima 
disso de uma criana que teve overindulged em bolos. "Eu estava pensando que era doce de voc oferecer a se desculpar direito fora aquele modo." O sorriso dela esquentou. 
"Mas no, no h nada. Voc h pouco estava bbado e tolo. No havia nenhum dano nisto."
        
        "Fcil para voc dizer." Ele apoiou a cabea dele. "Eu no fao um hbito de beber assim." Estremecendo, ele alcanou para o caf com a carta branca dele. 
"Na realidade, eu no acredito que eu j tive tanto uma vez, ou vai novamente."
        
        "Voc sentir bem quando voc teve uma mordida para comer. Voc tem um par de horas antes de voc tivesse que dirigir em cima de para o casamento-se voc 
est at isto."
        
        "No perderia isto." Resignado, Cinza apanhou o mingau de aveia. Cheirou caixa forte. Ele levou uma mordida tentativa e esperou ver se o sistema dele aceitasse 
isto. "Eu no vou com voc? "
        
        "Eu estou partindo em alguns minutos. H coisas para ser feito. Voc vir com Rogan e Tio desde que  duvidoso que os trs de voc podem entrar em qualquer 
dificuldade em tal um passeio curto."
        
        Ele grunhiu e escavou para cima mais mingau de aveia.
        
        "Voc precisa qualquer outra coisa antes de eu fosse? "
        
        "Voc bateu a maioria dos pontos vitais." Inclinando a cabea dele, ele a estudou. "Eu tentei o persuadir de ir ontem  noite para cama comigo? "
        
        "Sim."
        
        "Eu pensei que eu me lembrei disso." O sorriso dele era rpido e fcil. "Eu no posso imaginar como voc resistiu a mim."
        
        "Oh, eu administrei. Eu irei, ento".
        
        "Brianna." Ele lhe enviou um olhar rpido, perigoso. "Eu no serei engessado da prxima vez."
        
        Christine Rogan Sweeney poderia ter estado  beira de se tornar uma bisav, mas ela ainda era uma noiva. No importa com que freqncia ela se falou era 
tolo estar nervoso, sentir to vertiginoso, o estmago dela ainda saltou.
        
        Ela se casaria mais em s alguns minutos. Se empenhar a um homem ela amou afetuosamente. E levar o penhor dele a ela. E ela seria uma vez mais uma esposa, 
depois de tantos anos uma viva.
        
        "Voc parece bonito." Maggie estava atrs como Christine virado em frente ao copo de chevel. O terno de rosa plido vislumbrou com prolas minsculas nas 
lapelas. Contra Christine est lustrando cabelos brancos sentaram um animado, emparelhando chapu com um vu de ponta do dedo.
        
        "Eu sinto bonito." Ela riu e virou abraar Maggie, ento Brianna. "Eu no me preocupo que conhece isto. Eu desejo saber se Niall pudesse ser to nervoso 
quanto eu sou."
        
        "Ele  pacing como um gato grande", Maggie lhe falou. "E pedindo para Rogan o tempo cada dez segundos."
        
        "Bom." Christine atraiu uma respirao longa. "Isso  bom, ento. Isto quase tempo , no ? "
        
        "Quase." Brianna a beijou em cada bochecha. "Eu estarei abaixando para ter certeza agora tudo  como deveria ser. Eu lhe desejo felicidade... Tia Christine."
        
        "Oh, querido." Os olhos de Christine encheram. "Como doce voc ."
        
        "No faa que", Maggie advertiu. "Voc nos ter todo o andamento. Eu sinalizarei quando ns estamos prontos, Brie".
        
        Com um aceno rpido Brianna se apressou fora. Havia servios de buf, claro que, e uma casa cheia de criados. Mas um casamento era uma coisa familiar, e 
ela quis isto perfeito.
        
        Os convidados estavam moendo nos sala de estar-redemoinhos de cor, agarramentos de risada. Um harpista estava jogando em notas macias, sonhadoras. Tinham 
sido entrelaadas guirlandas de rosas ao longo do corrimo, e foram enfeitadas panelas deles artisticamente ao longo da casa.
        
        Ela desejou saber se ela deveria passar despercebido na cozinha, s ser certo tudo eram bem, quando ela manchou a me dela e Lottie. Fixando um sorriso luminoso 
na face dela, ela foi adiante.
        
        "Me, voc parece maravilhoso."
        
        "Tolice. Lottie me importunou em gastar dinheiro bom em um vestido novo." Mas ela escovou um fussily de mo ao longo da manga feito de linho macia.
        
        " adorvel. E assim seu, Lottie".
        
        O companheiro de Maeve riu cordialmente. "Ns ostentamos sinfully, ns fizemos. Mas no  diariamente voc vai para tal um casamento caprichoso. O arcebispo", 
ela disse com um sussurro e uma piscadela. "Imagine."
        
        Maeve cheirou. "Um padre  um padre no importa que chapu que ele est usando. Parece a mim ele pensaria duas vezes antes de exercer em tal um momento. 
Quando duas pessoas viveram em pecado - "
        
        "Me." Brianna manteve a voz dela baixo, mas friamente firme. "No hoje. Por favor, se voc s - "
        
        "Brianna." Cinza pisou para cima, levou a mo dela, beijou isto. "Voc parece fabuloso."
        
        Obrigado." Ela lutou no corar como os dedos dele fechou possessively ao redor o seu. "Me, Lottie, este  Grayson Thane. Ele  um convidado a Blackthorn. 
Fique cinzento*, Maeve Concannon e Lottie Sullivan."
        
        "Sra. Sullivan." Ele levou a mo de Lottie, enquanto fazendo o dela d risada quando ele beijou isto. "Sra. Concannon. Meus parabns em suas filhas adorveis" 
e talentosas.
        
        Maeve s fez carranca. O cabelo dele era contanto que uma menina, ela observou. E o sorriso dele teve mais que um pouco do diabo nisto. "Um ianque, voc 
? " "Sim, ma'am. Eu estou desfrutando muito seu pas. E a "hospitalidade de sua filha.
        
        Inquilinos pagando" normalmente no vm a casamentos familiares."
        
        "Me - "
        
        "No, eles no fazem, Cinza disse suavemente. "Isso  outra coisa eu acho encantando sobre seu pas. So tratados os estranhos como amigos, e amigos nunca 
como estranhos. Eu posso o escoltar a seus assentos? "
        
        Lottie j estava enganchando o brao dela por seu. "Venha  frente, Maeve. Com que freqncia obter uma oferta de um homem jovem bom-olhando vamos ns goste 
isto? Voc um escritor de livro , voc ? " "Eu sou." Ele varreu ambas as mulheres fora, enquanto enviando um sorriso rpido, presumido a Brianna em cima do ombro 
dele.
        
        Ela poderia o ter beijado. At mesmo como ela suspirou em alvio, Maggie sinalizou do topo dos degraus.
        
        Como o harpista trocou  marcha de casamento, Brianna deslizou  parte de trs do quarto. A garganta dela apertada como Niall aconteceu o dele em frente 
ao forno e olhou para os degraus. Talvez o cabelo dele estava magro e a cintura dele grosso, mas h pouco ento ele parecia jovem e ansioso e cheio de nervos.
        
        O quarto zumbido com antecipao como Christine caminhou lentamente abaixo os degraus, virou, e com os olhos dela luminoso atrs do vu dela, foi para ele. 
O arcebispo os abenoou, e a cerimnia comeou.
        
        "Aqui." Cinza se enganou depois ao lado de Brianna alguns momentos e ofereceu o leno dele. "Eu tive um sentimento voc precisaria isto."
        
        "Est bonito." Ela tocou de leve aos olhos dela. As palavras suspiraram por ela. Amar. Honrar. Apreciar.
        
        Cinza ouviu At morte nos faz parte. Uma priso perptua. Ele sempre tinha figurado havia umas pessoas de razo choraram a casamentos. Ele ps um brao ao 
redor os ombros dela e lhe deu um aperto amigvel. "Resista para cima", ele murmurou. "Quase terminou.
        
        "S est comeando", ela corrigiu e se favoreceu descansando a cabea dela no ombro dele.
        
        Aplauso estourou quando Niall completamente, e entusiasticamente, beijou a noiva.
        
        Captulo Oito
        
        Viagens em avies privados, champanha, e casamentos de sociedade lustrosos eram todo bem e bom, Brianna sups. Mas ela estava alegre de ser casa. Embora 
ela soubesse melhor que para confiar nos cus ou o ar balsmico, ela preferiu pensar o pior do inverno terminou. Ela sonhou com a estufa nova boa dela como ela tendeu 
as mudas dela no abrigo. E a planejou converteu quarto de sto enquanto ela pendurou a lavagem.
        
        Pela semana ela tinha estado de volta de Dublin, ela todos menos teve a casa a ela. Cinza era closeted o quarto trabalhando dele. De vez em quando ele faleceu 
para um passeio ou passeou na cozinha que cheira para comida.
        
        Ela no estava segura se ser aliviado ou miffed que ele tambm parecia preocuparam para tentar encantar mais beijos dela.
        
        Ainda, ela foi forada a admitir que a solido dela era sabendo mais agradvel que ele s estava para cima os degraus. Ela poderia sentar pelo fogo na noite, 
lendo ou tricotando ou esboando fora os planos dela, sabendo ele poderia vir, enquanto vagando at a unem qualquer hora a.
        
        Mas no era Cinza que a interrompeu tricotando a pessoa noite fresca, mas a me dela e Lottie.
        
        Ela ouviu o carro fora sem muita surpresa. Os amigos e vizinhos pararam freqentemente dentro quando eles viram a luz dela em. Ela fixaria tricotando aparte 
para ela e comeou para a porta quando ela ouviu a me dela e Lottie que discutem fora disto.
        
        Brianna s suspirou. Por razes que a escaparam, as duas mulheres pareciam gostar do brigar deles/delas.
        
        "Boa noite para voc." Ela os cumprimentou ambos com um beijo. Isso que uma surpresa boa."
        
        "Eu espero que ns no o, Brie", estejamos perturbando. Lottie rodou os olhos alegres dela. "Maeve teve isto na cabea dela que ns viramos, to aqui ns 
estamos."
        
        "Eu sempre sou agradado para o" ver.
        
        "Ns estvamos fora, ns no ramos? " Maeve atirou atrs. "Muito preguioso a cozinheiro, era ela, assim eu tenho que se tirar para um restaurante no importa 
como eu estou sentindo."
        
        "At mesmo Brie tem que cansar de vez em quando" da prpria arte culinria dela, Lottie disse como ela pendurou o casaco de Maeve na prateleira de corredor. 
To bom quanto . E  agradvel adquirir de vez em quando fora e ver as pessoas."
        
        H ningum que eu preciso ver."
        
        "Voc quis ver Brianna, no o fez? " Agradou Lottie para marcar um ponto pequeno. "Isso  por que ns estamos aqui."
        
        "Eu quero um pouco de ch decente  o que eu quero, no aquela papinha que eles servem no restaurante".
        
        "Eu farei isto." Lottie bateu levemente o brao de Brianna. "Voc tem uma visita agradvel com seu ma. Eu sei onde tudo ."
        
        "E leva que co de caa para a cozinha com voc." Maeve deu para o Trapaceiro um olhar de antipatia impaciente. "Eu no o terei babando eu" por toda parte.
        
        "Voc me manter companhia, no o v, menino-o? " Alegre, Lottie arrepiou o Trapaceiro entre as orelhas. "Venha com Lottie, agora, h um rapaz bom."
        
        Agradvel, e j esperanoso para um lanche, Trapaceiro arrastou atrs dela.
        
        "Eu tenho um fogo agradvel na sala de estar, Me. Venha e sente."
        
        "Desperdcio de combustvel", Maeve murmurou. "Est morno bastante sem um."
        
        Brianna ignorou a dor de cabea que se prepara atrs dos olhos dela. "Est confortando com um. Voc tomou um jantar agradvel? "
        
        Maeve deu um bufo como sentou ela. Ela gostou do tato e o olhar do fogo, mas era maldito se ela admitisse isto. "Me arrastado fora para um lugar em Ennis 
e pizza de ordens, ela faz. Pizza de todas as coisas! "
        
        "Oh, eu conheo o lugar do que voc est falando. Eles tm comida adorvel. Rogan diz que a pizza prova da mesma maneira que faz nos Estados." Brianna a 
apanhou tricotando novamente. "Voc soube que o monja Kate de Murphy est esperando novamente? "
        
        "As raas de menina gostam de um coelho. O que  este-quatro deles? "
        
        " 'Sarja  o tero dela. Ela  agora dois meninos e est esperando para uma menina." Sorrindo, Brianna sustentou o estame rosa macio. "Assim eu estou fazendo 
esta manta para sorte."
        
        "Deus lhe dar o que Ele lhe d, qualquer cor que voc tricota".
        
        As agulhas de Brianna clicaram quietamente. "Assim Ele vai. Eu tive um carto de Tio Niall e Tia Christine. Tem o mais bonito quadro do mar e montanhas nisto. 
Eles esto tendo um tempo adorvel no navio de cruzeiro deles/delas, visitando as ilhas de Grcia".
        
        "Luas de mel  idade" deles/delas. E no corao dela Maeve ansiou para ver as montanhas e mares estrangeiros ela. "Bem, se voc tem bastante dinheiro que 
voc pode ir onde voc escolhe e faz o que voc escolhe. No todos ns podemos sair voando para esquentar lugares pelo inverno. Se eu pudesse, talvez meu trax no 
estaria to apertado com resfriado."
        
        "Voc est sentindo pobremente? " A pergunta era automtica, como as respostas para as tbuas de multiplicar ela tinha aprendido na escola. A envergonhou 
bastante a ter observar e tenta mais duro. "Eu sinto muito, Me".
        
        "Eu sou usado a isto. Dr. Hogan faz no mais que cacarejo a lngua dele e me fala eu sou ajustado. Mas eu sei como eu sinto, no faa eu? "
        
        "Voc faz, sim." Brianna est tricotando reduzido a velocidade como virou ela
        
        em cima de uma idia. "Eu desejo saber se voc sentisse bem se voc pudesse ir embora para algum sol."
        
        "Hah. E onde  eu para achar sol? "
        
        "Maggie e Rogan tm aquela vila dentro o sul de Frana. Est l bonito e morno, eles dizem. Se lembre, ela me puxou quadros."
        
        "Foi com ele para aquele pas estrangeiro antes de eles estivessem casados."
        
        "Eles esto agora" casados, Brianna disse suavemente. "Voc no gostaria de ir l, Me, voc e Lottie, para uma semana ou dois? Tal um resto agradvel no 
sol voc poderia ter, e o "curando assim sempre do ar de mar.
        
        "E como eu chegaria l? "
        
        "Me, voc sabe que Rogan teria o objeto pegado plano voc."
        
        Maeve poderia imaginar isto. O sol, os criados, a casa grande boa que negligencia o mar. Ela poderia ter tido tal um lugar dela prprio se... Se.
        
        "Eu no pedirei para aquela menina nenhum favor."
        
        "Voc no precisa. Eu lhe" pedirei.
        
        "Eu no sei como eu sou ajustado para viajar", Maeve disse, para o prazer simples de fazer coisas difcil. "A viagem para Dublin e atrs me" cansou.
        
        "Mais razo ainda para voc para ter uma frias agradvel", Brianna devolveu, enquanto sabendo bem o jogo. "Eu falarei com Maggie amanh e organizarei isto. 
Eu lhe ajudarei a empacotar, no preocupe."
        
        "Ansioso me despedir,  voc? " "Me." A dor de cabea estava crescendo rapidamente.
        
        "Eu irei, certo." Maeve acenou uma mo. Entretanto "para minha sade, sabe o Deus bom como afetar meus nervos para estar entre todos esses estrangeiros." 
Os olhos dela estreitaram. "E onde o ianque ? "
        
        "Grayson? Ele  do andar superior, enquanto trabalhando."
        
        "Trabalhando." Ela xingou fora uma respirao. "Desde ento quando est girando um conto trabalhando, eu gostaria de saber. Toda outra pessoa neste municpio 
gira contos."
        
        Os "pondo em papel seriam diferentes, eu pensaria. E h tempos quando ele desce que depois que ele seja estado durante algum tempo a isto que ele olha como 
se ele  cava fossos. Ele parece aquele cansado."
        
        "Ele parecia brincalho bastante dentro Dublin-quando ele teve as mos dele por toda parte voc."
        
        "O que? " Brianna derrubou um ponto e fitou. "Voc pensa que eu sou cego como tambm afligindo? " Manchas de cor-de-rosa montaram alto nas bochechas de Maeve. 
"Mortificado eu era ver o modo voc o deixou continuar com voc, em pblico, tambm".
        
        "Ns estvamos danando", Brianna disse entre lbios que tinham ido duros e frios. "Eu estava lhe ensinando alguns passos."
        
        "Eu vi o que eu vi." Maeve fixou a mandbula dela. "E eu estou lhe perguntando agora mesmo se voc estiver dando seu corpo a ele."
        
        "Se eu sou... " A l rosa derramou sobre o cho. "Como voc pode me perguntar tal uma coisa? "
        
        "Eu sou sua me, e eu perguntarei o que eu agrado de voc. Nenhuma dvida meio que a aldeia est falando disto, voc que est aqui noite s depois de noite 
com o homem."
        
        "Ningum est falando disto. Eu corro uma hospedaria, e ele  meu convidado." "Um caminho conveniente para pecado-mim disse to desde que voc teimou em 
comear este negcio." Ela acernar com a cabea como se a presena de Grayson l s confirmasse a opinio dela. "Voc no me, Brianna", respondeu.
        
        "E eu no devo, mas eu lhe responderei. Eu no dei meu corpo a ele, ou para qualquer um."
        
        Maeve esperou um momento, ento acernar com a cabea novamente. "Bem, um mentiroso que voc nunca foi, assim eu o" acreditarei.
        
        "Eu no posso achar isto em eu se preocupar o que voc acredita." Era temperamento que ela soube que isso teve os joelhos dela tremendo como subiu ela. "Voc 
pensa que eu estou orgulhoso e feliz nunca ter conhecido um homem, nunca ter achado um que me amaria? Eu tenho nenhum desejo para viver minha vida s, ou estar fazendo 
coisas de beb sempre para a "criana de alguma outra mulher. "No levante sua voz a mim, menina". "Que bem faz para elevar isto? " Brianna levou uma respirao 
funda, lutada para calma. A "que bem no faz? Eu ajudarei Lottie com o ch."
        
        "Voc ficar onde voc ." Boca severo, Maeve pescou a cabea dela. "Voc deveria agradecer Deus em seus joelhos para a vida que voc conduz, minha menina. 
Voc tem um telhado em cima de sua cabea e dinheiro em seu bolso. Pode ser eu no gosto como voc ganha
        
        isto, mas voc fez um pouco de sucesso pequeno de sua escolha em o que muitos considerariam uns vivendo honestos. Voc pensa um homem e os bebs podem substituir 
isso? Bem, voc est errado se voc fizer."
        
        "Maeve, o que est molestando voc agora a menina aproximadamente? " Wearily Lottie entrou e fixou abaixo a bandeja de ch.
        
        "Fique fora disto, Lottie".
        
        "Por favor." Cooly, calmamente, Brianna inclinou a cabea dela. "Deixe o dela termine."
        
        "Termine eu vou. Eu tive algo uma vez eu poderia chamar o meu. E eu perdi isto." A boca de Maeve tremeu uma vez, mas ela firmed isto, endureceu isto. "Perdido 
alguma chance eu tive que ser o que eu tinha querido ser. Luxria e nada mais, o pecado disto. Com um beb em minha barriga o que poderia ser eu mas a esposa de 
algum homem? "
        
        O "esposa de "meu pai, Brianna disse lentamente.
        
        "Assim eu era. Eu concebi uma criana em pecado e liquidado para isto minha vida inteira."
        
        "Voc concebeu duas crianas", Brianna a lembrou.
        
        "Sim, eu fiz. O primeiro, sua irm, levou aquela marca com ela. Selvagem ela era e sempre ser. Mas voc era uma criana de matrimnio e dever."
        
        "Dever? "
        
        Com as mos dela plantadas em qualquer brao da cadeira dela, apoiou Maeve adiante, e a voz dela estava amarga. "Voc pensa que eu queria que ele me tocasse 
novamente? Voc pensa que eu gostei de ser lembrado por que eu nunca teria o desejo de meu corao? Mas a Igreja diz que matrimnio deveria produzir as crianas. 
Assim eu fiz meu dever pela Igreja e o deixei plantar outra criana em mim."
        
        "Dever", Brianna repetiu, e as lgrimas que ela poderia ter derramado estavam congeladas no corao dela. "Sem amor, nenhum prazer.  que o do qual eu vim? 
"
        
        Havia nenhuma necessidade para compartilhar minha cama com ele quando eu soube que eu o levei. Eu sofri outro trabalho, outro nascimento, e agradeci Deus 
seria meus ltimos."
        
        "Voc nunca compartilhou uma cama com ele. Todos esses anos."
        
        No haveria nenhuma mais criana. Com voc eu tinha feito o que eu pude para perdoar meu pecado. Voc no tem a selvageria de Maggie. H uma frieza em voc, 
um controle. Voc usar isso para se manter puro-a menos que voc deixasse algum homem o tentar. Era quase assim com Rory."
        
        "Eu amei Rory." Ela odiou sabendo ela era to prximas lgrimas. Para o pai dela, pensou ela, e a mulher ele tinha amado e tinha deixado v.
        
        "Voc era uma criana." Maeve despediu o desgosto de mocidade. "Mas voc  agora uma mulher, e bonito bastante puxar o olho de um homem. Eu quero que voc 
se lembre do que pode acontecer se voc os deixasse o persuadirem ceder. O um escada acima, ele vir e ele ir como agrada ele. Esquea que, e voc poderia terminar 
s, com um beb que cresce debaixo de seu avental e envergonha em seu corao."
        
        "To freqentemente eu desejei saber por que no havia nenhum amor nesta casa." Brianna levou em uma respirao estremecendo e lutou firmar a voz dela. "Eu 
soube que voc no amou Da, no pde de alguma maneira. Me feriu conhecer isto. Entretanto quando eu aprendi de Maggie sobre seu cantar, sua carreira, e como voc 
tinha perdido que, eu pensei eu entendi, e poderia simpatizar para a dor que voc deve ter sentido."
        
        "Voc nunca poderia saber o que  perder tudo voc alguma vez quis."
        
        "No, eu no posso. Mas nem eu no posso entender uma mulher, qualquer mulher, no tendo nenhum amor no corao dela para as crianas ela levou e birthed." 
Ela ergueu as mos dela s bochechas dela. Mas eles no estavam molhados. Seque e frio eles eram, como mrmore contra os dedos dela. "Sempre voc culpou para Maggie 
por simplesmente nascer. Agora eu vejo eu era nada alm de um dever para voc, um tipo de penitncia para um pecado mais cedo."
        
        "Eu o elevei com cuidado", Maeve comeou.
        
        "Com cuidado. No, nunca  verdade voc elevou sua mo a mim o modo que voc fez com Maggie.  um milagre ela no cresceu me odiar para aquele s. Era calor 
com ela, e disciplina fria comigo. E trabalhou bem, nos fez, eu suponho, o que ns somos."
        
        Muito cuidadosamente ela sentou novamente, apanhou o estame dela. "Eu quis o amar. Eu me perguntava por que era que eu nunca poderia lhe dar mais que lealdade 
e dever. Agora eu vejo no era a falta em mim, mas em voc."
        
        "Brianna." Intimidado, e profundamente abalado, Maeve adquiriu aos ps dela. "Como voc pode dizer tais coisas a mim? Eu s tentei o poupar, o" proteger.
        
        "Eu tenho nenhuma necessidade de proteo. Eu estou s, no  eu, e uma virgem, da mesma maneira que voc deseja isto. Eu estou tricotando uma manta para 
a criana de outra mulher como eu fiz antes, e far novamente. Eu tenho meu negcio, como voc diga. Nada mudou aqui, Me, mas por um aliviar de minha conscincia. 
Eu o darei nenhum menos que eu sempre o dei, s eu deixarei de se repreender por no dar mais."
        
        Secar-de olhos novamente, ela observou. "Voc verter o ch, Lottie? Eu quero lhe falar sobre a frias voc e Me estaro levando logo. Voc foi para a Frana? 
"
        
        "No." Lottie engoliu o caroo na garganta dela. O corao dela sangrou para ambas as mulheres. Ela enviou um olhar de tristeza para Maeve, enquanto sabendo 
nenhum modo para confortar. Com um suspiro ela verteu o ch. "No", ela repetiu. "Eu no estive l. Ns vamos, ento? "
        
        "Sim, realmente." Brianna apanhou o ritmo dela que tricota. "Muito logo se voc gosta. Eu estarei falando com Maggie sobre isto amanh." Ela leu a condolncia 
nos olhos de Lottie e se fez sorriso. "Voc ter que ir fazer compras para um biquni."
        
        Brianna foi recompensado com um riso. Depois de fixar a chvena na mesa ao lado de Brianna, Lottie tocou a bochecha fria dela. H uma menina", ela murmurou.
        
        Uma famlia de Helsinki ficou o fim de semana a Blackthorn. Brianna foi mantido servio de buf ocupado ao par e as trs crianas deles/delas. Fora de piedade, 
ela fugiu o Trapaceiro para Murphy. O towheaded trs-ano-velho no pde parecer resistir a puxar orelhas e rabo-uma indignidade que Concobar sofreu silenciosamente.
        
        Convidados inesperados ajudados evitam a mente dela o motim emocional a me dela tinha mexido. A famlia era alta, tumultuosa, e to faminto quanto ursos 
s fora de hibernao.
        
        Brianna desfrutou todo momento deles.
        
        Ela os licitou adeus com beijos para as crianas e uma dzia de bolos de ch para a viagem deles/delas sul. O momento que o carro deles/delas passou longe 
da vista, Cinza rastejou para cima atrs dela.
        
        "Eles tm sido? "
        
        "Oh." Ela apertou uma mo ao corao dela. "Voc assustou a vida fora de mim." Virando, ela empurrou ao wisps perdido que escapa o topete dela. "Eu pensei 
que voc desceria diga adeus ao Svensons. Pequeno Jon perguntou por voc."
        
        "Eu ainda tenho as impresses digitais pegajosas de pequeno Jon em cima de meio meu corpo e a maioria de meus documentos." Com um sorriso torto Cinza comprimiu 
os dedos polegares dele nos bolsos dianteiros dele. Criana atraente", mas, Jesus, ele nunca parou."
        
        "Trs-ano-olds  normalmente ativo." "Voc est me falando. D a pessoa nas costas passeio e voc esto comprometidos para vida."
        
        Agora ela sorriu, enquanto se lembrando. "Voc parecia muito doce com ele. Eu imagino ele sempre se lembrar do ianque que jogou com ele na hospedaria irlandesa." 
Ela inclinou a cabea dela. "E ele estava segurando a pequena zorra que voc lhe comprou ontem quando ele partiu."
        
        "Zorra-oh, o caminho, direito". Ele encolheu os ombros. "Eu h pouco aconteci para ver isto quando eu estava levando um descanso na aldeia." "H pouco acontecido 
para ver isto", ela repetiu com um aceno lento. "Como tambm as duas bonecas para as pequenas meninas." "Isso  certo. De qualquer maneira, eu normalmente saio um 
pontap de OPKs." "OPKs? "
        
        As crianas de "outras pessoas. Mas now"-ele deslizou nitidamente ao redor as mos dele a cintura dela - "ns estamos novamente" ss.
        
        Em um movimento defensivo rpido ela apertou uma mo ao trax dele antes de ele pudesse a puxar mais ntimo. "Eu tenho incumbncias para fazer."
        
        Ele olhou para baixo  mo dela, ergueu uma sobrancelha. "Incumbncias."
        
        "Isso  certo, e eu tenho uma montanha de lavagem para fazer quando eu voltar.
        
        "Voc vai pendurar fora a lavagem? Eu amo o assistir declive isto no linha-especialmente quando h uma brisa.  inacreditavelmente sensual."
        
        Isso que uma coisa tola para dizer."
        
        O sorriso dele s alargou. H algo ser dito por lhe fazer rubor, tambm".
        
        "Eu no estou me ruborizando." Ela poderia sentir o calor nas bochechas dela. "Eu sou impaciente. Eu preciso ser fora, Grayson". "Como sobre isto, eu o levarei 
onde voc precisa ir."
        
        Antes de ela pudesse falar, ele abaixou a boca dele, escovou isto ligeiramente em cima de seu. "Eu senti falta de voc, Brianna".
        
        "Voc no pode ter. Eu estive aqui mesmo."
        
        "Eu senti falta de voc." Ele assistiu as chicotadas dela abaixam. As respostas tmidas, incertas dela para ele lhe deram um senso estranho de poder. Todo 
o ego, ele pensou, divertiu a ele. "Onde sua lista ? "
        
        "Minha lista? "
        
        "Voc tem sempre adquiriu um."
        
        O olhar dela trocou novamente para cima. Esses olhos nublado-verdes estavam atentos, e h pouco um pequeno amedrontado. Feltro cinza a onda de lana de calor 
para cima das bolas dos ps dele diretamente para os lombos. Os dedos dele apertaram convulsively na cintura dela antes de ele se forasse a pisar atrs, deixado 
sair uma respirao.
        
        "Levando isto lento est me" matando, ele murmurou.
        
        "Eu imploro seu perdo? "
        
        "No importa. Adquira sua lista e tudo que. Eu o" dirigirei.
        
        "Eu no tenho uma lista. Eu s tenho que ir minha me e a ajuda e Lottie empacotam para a viagem deles/delas. No h nenhuma necessidade por voc me" levar.
        
        "Eu poderia usar o passeio. Quanto tempo voc estar l? "
        
        "Duas horas, talvez trs".
        
        "Eu o cairei, o apanhe. Eu estou saindo de qualquer maneira", ele continuou antes de ela pudesse discutir. "Economizar petrol."
        
        "Certo. Se voc est seguro. Eu serei h pouco um minuto."
        
        Enquanto ele esperou, Cinza entrou no caminho do jardim dianteiro. No ms que ele tinha estado l ele tinha visto ventos fortes, chova, e a luz luminosa 
do sol irlands. Ele tinha sentado em bares de aldeia e tinha escutado fofocar, msica tradicional. Ele tinha vagado abaixo pistas onde os fazendeiros pastorearam 
as vacas deles/delas de campo para campo, e tinha caminhado para cima os passos sinuosos de castelos arruinados, enquanto ouvindo o echos de guerra e morte. Ele 
tinha visitado locais srios e tinha se levantado  beira de muito alto precipcios que olham fora no mar rolante.
        
        De todos os lugares tinha visitado ele, nenhum parecia atraindo isso mesmo como a viso do jardim de frente de Brianna. Mas ele no tinha completamente certeza 
se fosse a mancha ou a mulher que ele estava esperando para. De qualquer modo, ele decidiu, o tempo dele aqui seria certamente um das fatias satisfazendo da vida 
dele.
        
        Depois que ele caiu Brianna na casa limpa fora de Ennis, ele foi vagar. Para mais que uma hora ele trepou em cima de pedras ao Burren, enquanto tirando fotos 
na cabea dele. A imensidade completamente o deleitou, como fez o Altar do Druid que puxou tantos turistas com as mquinas fotogrficas clicando deles/delas.
        
        Ele dirigiu  toa, enquanto parando onde ele escolher-uma praia pequena abandonou mas para um menino pequeno e um cachorro enorme, um campo onde cabras semearam 
e o vento sussurrou por grama alta, uma aldeia pequena com onde uma mulher contou fora a mudana dele para a compra de barra de doce dele enrolou, dedos artrticos, 
ento lhe ofereceu um sorriso to doce quanto luz solar.
        
        Uma abadia arruinada com uma redonda torre pegou o olho dele e o teve puxando fora a estrada para dar uma olhada mais ntima. As redondas torres de Irlanda 
o fascinaram, mas ele os fundaria principalmente na costa oriental. Para vigiar, sups ele, da afluncia de invases pelo Mar irlands. Este aqui estava inteiro, 
no danificado, e fixou a uma inclinao curiosa. Cinza gasto algum tempo circulando, estudando, e desejando saber como ele poderia usar isto.
        
        Havia grava l como bem, algum velho, algum novo. Ele sempre tinha sido intrigado a propsito geraes poderiam entrosar to confortavelmente em morte quando 
eles raramente administraram isto em vida. Para ele, ele levaria para sair o viquingue modo-um navio para mar e uma tocha.
        
        Mas para um homem que negociou em morte uma grande transao, ele preferiu no demorar o overmuch de pensamentos dele na prpria mortalidade dele.
        
        Quase todas as sepulturas que ele passou foram enfeitados com flores. Muitos deles estavam cobertos com caixas de plstico, nublado com condensao, as flores 
dentro de tudo no mais que uma sujeira de cor. Ele desejou saber por que no o divertiu. Deveria ter. Ao invs ele foi tocado, mexeu pela devoo ao morto.
        
        Eles tinham pertencido uma vez, ele pensou. Talvez isso era a definio de famlia. Pertena uma vez, sempre pertena. Ele nunca tinha tido aquele problema. 
Ou aquele privilgio. Ele vagou por, enquanto desejando saber quando os maridos, as esposas, que as crianas vieram pr as grinaldas e flores. No dia de morte? O 
dia de nascimento? O dia de banquete do santo para o que o morto tinha sido nomeado? Ou Pscoa talvez. Isso era um grande para catlicos.
        
        Ele perguntaria para Brianna, ele decidiu. Era algo que ele definitivamente poderia trabalhar no livro dele.
        
        Ele no poderia ter dito por que ele s parou naquele momento, por que ele olhou para baixo quele marcador de particular. Mas ele fez, e ele estava de p, 
s, a brisa que arrepia o cabelo dele, olhando para baixo  sepultura de Thomas Michael Concannon.
        
        O pai de Brianna? ele desejou saber e sentia uma embreagem estranha ao redor o corao dele. As datas pareciam certas. O'Malley tinha lhe contado histrias 
de Tom Concannon quando Cinza tinha tomado um gole a um Guinness no bar. Histrias maduro com afeto, sentimento, e humor.
        
        Cinza soube ele tinha morrido de repente, aos precipcios a Cabea de Volta, com s Maggie com ele. Mas as flores na sepultura, Cinza era certo, era Brianna 
est fazendo.
        
        Eles tinham sido plantados em cima dele. Embora o inverno tivesse sido duro neles, Cinza poderia ver eles tinham sido capinados recentemente. Mais de alguns 
lminas valentes de verde estavam lanceando para cima, procurando o sol.
        
        Ele nunca tinha se levantado em cima de uma sepultura de algum que ele tinha sabido. Embora ele fizesse freqentemente visitas ao morto, no havido nenhuma 
peregrinao para o lugar descansando de qualquer um que ele tinha querido. Mas ele sentia um puxo agora, um que o fez se agacha e escova uma mo ligeiramente em 
cima do montculo cuidadosamente tendido.
        
        E ele desejou que ele tinha trazido flores.
        
        "Tom Concannon", ele murmurou. De "voc se lembra bem. Eles falam de voc na aldeia, e sorriso quando eles dizem seu nome. Eu adivinho isso  como multa 
um epitfio como qualquer um poderia perguntar para."
        
        Esquisitamente contedo, ele sentou por algum tempo ao lado de Tom e assistiu luz solar e jogo de sombras nas pedras o vivendo plantou para honrar o morto.
        
        Ele deu para Brianna trs horas. Era obviamente mais que suficiente como ela quase saiu da casa assim que ele parasse em frente a isto. O sorriso dele de 
cumprimentar virou a um olhar de especulao como ele adquiriu um olhar mais ntimo.
        
        A face dela estava plida, como soube ele que se tornou quando ela era chateada ou movida. Os olhos dela, entretanto esfrie, mostrou rastros de tenso. Ele 
olhou para a casa, viu o movimento de cortina. Ele s pegou um olhar rpido, mas a face de Maeve estava to plida quanto a filha dela, e se apareceu igualmente 
infeliz.
        
        "Tudo empacotaram? " ele disse, enquanto mantendo o tom dele moderado.
        
        "Sim." Ela passou despercebido no carro, as mos dela apertado ao redor do dela bolsa-como se fosse a nica coisa que a impediu saltar para cima. Obrigado 
por ter vindo para mim."
        
        Muitas pessoas" acham embalagem uma tarefa." Cinza arrancou o carro e por uma vez manteve a velocidade dele moderado.
        
        "Pode ser." Normalmente, ela desfrutou isto. A antecipao de ir em algum lugar, e mais, a antecipao de voltar para casa. " agora terminado, e eles estaro 
prontos para partir pela manh."
        
        Deus, ela quis fechar os olhos dela, escapar da dor de cabea batendo e culpa miservel em sono.
        
        "Voc quer me contar o que  chateado voc? "
        
        "Eu no sou chateado."
        
        "Voc  arejado para cima, infeliz, e to plido quanto gelo."
        
        " pessoal.  negcio familiar."
        
        O fato que a demisso dela picada o surpreendido. Mas ele s encolheu os ombros e decaiu em silncio.
        
        "Eu sinto muito." Agora ela fechou os olhos dela. Ela quis paz. No podido todo o mundo s lhe d a paz de um momento? "Isso era rude de mim."
        
        "Esquea." Ele no precisou dos problemas dela em todo caso, ele se lembrou. Ento ele olhou a ela e jurou debaixo da respirao dele. Ela parecia exausta. 
"Eu quero fazer uma parada."
        
        Ela comeou a contestar, ento manteve os olhos dela e boca fechadas. Ele tinha sido bom bastante a dirigir, ela se lembrou. Ela poderia agentar alguns 
minutos certamente mais longo antes de ela enterrasse tudo isso tenso no trabalho.
        
        Ele no falou novamente. Ele estava dirigindo em instinto, esperando a escolha ele fez devolveria a cor s bochechas dela e o calor para a voz dela.
        
        Ela no abriu os olhos dela novamente at que ele freou e fechou a mquina fora. Ento ela encarou as runas de castelo somente. "Voc precisou parar aqui? 
"
        
        "Eu quis parar aqui", ele corrigiu. "Eu achei este meu primeiro dia em aqui. Est fazendo um papel proeminente em meu livro. Eu gosto do tato disto."
        
        Ele adquiriu fora, arredondou o capuz, e abriu a porta dela. "Venha. Quando ela no moveu, ele apoiou abaixo e desatou o cinto de segurana dela ele. "Venha. 
 grande. Espere at que voc veja a viso do topo."
        
        "Eu tenho lavagem para fazer", ela reclamou e ouviu o amuo da prpria voz dela como ela saiu do carro.
        
        "No vai em qualquer lugar." Ele teve o dela d agora e estava a arrastando em cima da grama alta.
        
        Ela no teve o corao para mostrar que no era provvel que as runas fossem em qualquer lugar, ou. "Voc est usando este lugar em seu livro? "
        
        "Cena de assassinato grande." Ele sorriu  reao dela, a intranqilidade e superstio nos olhos dela. "No amedrontado voc ? Eu normalmente no represento 
minhas cenas."
        
        "No seja tolo." Mas ela tremeu uma vez como eles pisaram entre as paredes de pedra altas.
        
        Havia grama que cresce selvagem no cho, pedaos de verde que empurra seu modo por rachas na pedra. Sobre ela, poderia ver ela onde os chos tinham sido 
uma vez, tantos anos atrs. Mas agora tempo e guerra deixaram a viso para o cu desimpedido.
        
        As nuvens flutuaram silenciosamente como fantasmas.
        
        Voc supe "o que fizeram eles aqui, aqui mesmo? " Cinza meditou.
        
        "Vivido, trabalhou. Lutado."
        
        "Isso  muito geral. Use sua imaginao. Voc no pode ver isto, as pessoas que caminham aqui?  inverno, e  osso frio. Gelo toca nos barris de gua, geie 
no cho que estala goste sob os ps de ramos secos. O ar pica com fumaa dos fogos. Um beb est chorando, faminto, ento paradas quando a me dele descobre o peito" 
dela.
        
        Ele a puxou junto com ele, fisicamente, emocionalmente, at que ela poderia ver quase isto como fez ele.
        
        Os "soldados esto perfurando l fora, e voc pode ouvir o anel de espada a espada. Um homem se apressa por, enquanto mancando de uma ferida velha, a respirao 
dele cozinhando em vapor fora em nuvens frias. Venha, subamos.
        
        Ele a puxou para degraus sinuosos estreitos, apertados. De vez em quando haveria uma abertura na pedra, um tipo de caverna. Ela desejou saber se as pessoas 
tivessem dormido l, ou armazenou bens. Ou tentou esconder, talvez, do inimigo que sempre os acharia.
        
        H uma mulher velha que leva um abajur de leo para cima aqui, e ela tem uma cicatriz enrugada na parte de trs da mo dela e teme nos olhos dela. Outro 
est trazendo pressas frescas para os chos, mas ela  jovem e pensando no amante" dela.
        
        Cinza manteve a mo dela em seu, enquanto parando quando eles vieram a meio caminho a um nvel. "Deveria ter sido o Cromwellians, no faa voc pensa, que 
ensacou isto. Houve gritos, o fedor de fumaa e sangue que baque srdido de metal que corta em osso, e isso alto-lanou grito agudo que um homem faz quando a dor 
o fatia. Lanas reta motriz por barrigas, fixando um corpo ao cho onde os membros se contrairiam antes de nervos morressem. Corvos que circulam em cima, esperando 
pelo banquete".
        
        Ele virou, viu os olhos dela eram largos e vtreo-e riu. "Arrependido, eu sou alcanado.
        
        "No  s uma bno para ter uma imaginao assim." Ela tremeu novamente e lutou para engolir. "Eu no penso que eu quero que voc me faa ver isto to 
claro."
        
        "Morte est fascinando, especialmente o tipo violento. Homens sempre esto caando os homens. E este  um inferno de uma mancha para assassinato - do tipo 
contemporneo."
        
        "Seu tipo", ela murmurou.
        
        "Mmm. Ele brincar primeiro" com a vtima, Cinza comeou como ele comeou a escalar novamente. Ele foi alcanado na prpria mente dele, retifique, mas ele 
poderia ver Brianna j no estava preocupando em cima de tudo que tinha acontecido  me dela. "Deixe a atmosfera e esses fantasmas esfumaados mexam no medo como 
um veneno lento. Ele no vai pressa-ele gosta da caa, almeja isto. Ele pode cheirar o medo, como qualquer lobo, ele pode cheirar isto.  o cheiro que entra o sangue 
dele e faz isto bomba que o desperta como sexo. E a presa corre, enquanto perseguindo aquela linha magra de esperana. Mas ela  rapidamente vivente. O som disto 
ecoa, continua o vento. Ela cair-as escadarias so traioeiras na escurido, na chuva. Molhe e liso, eles so armas eles. Mas ela arranha o modo dela para cima eles, 
ar que chora dentro e fora dos pulmes dela, os olhos dela selvagem." "Cinza - " "Ela quase  como muito de um animal como ele, agora. Terror tirou fora camadas 
de humanidade, igual a sexo bom v, ou verdadeira fome. A maioria das pessoas pensam que eles experimentaram todos os trs, mas  at mesmo raro para saber uma sensao 
completamente. Mas ela sabe o primeiro agora, sabe que terror como se fosse slido e vivo, como se pudesse embrulhar suas mos ao redor a garganta dela. Ela quer 
um buraco de parafuso, mas no h esconder em nenhuma parte. E ela pode o ouvir escalando, lentamente, incansavelmente atrs dela. Ento ela alcana o topo."
        
        Ele tirou Brianna das sombras sobre a borda larga, cercada onde luz solar derramou. "E ela  apanhada."
        
        Ela sacudiu quando Cinza a balanou ao redor, quase gritou. Rugindo com risada, ele a ergueu fora os ps dela. "Cristo, isso que uma audincia que voc ." 
" Tis no engraado." Ela tentou menear livre. " maravilhoso. Eu estou planejando o ter a mutilar com um punhal antigo, mas... " Ele enganchou o brao dele debaixo 
dos joelhos de Brianna e a levou  parede. "Talvez ele deveria h pouco a esvaziar em cima do lado."
        
        "Parada! " Fora de auto-preservao ela lanou os braos dela ao redor dele e se se pegar a.
        
        "Por que eu no pensei disto antes? Seu corao est batendo, voc tem seus braos ao redor de mim." "Tiranize."
        
        "Adquirido sua mente fora suas dificuldades, no fez isto? " "Eu manterei minhas dificuldades, lhe agradecerei, e manterei fora disso imaginao tranada 
seu."
        
        "No, ningum faz." Ele se aconchegou ela um pequeno mais ntimo. "Isso  que fico em toda parte, livros, filmes, tudo que. Lhe d uma fratura de realidade 
e o deixa preocupar sobre outra pessoa problemas." "O que faz para voc quem conta o conto? " Mesma coisa." Exatamente a mesma coisa." Ele a fixou nos ps dela e 
a virou  viso. "Est como uma pintura, no ? " Suavemente, ele a puxou mais ntimo at que a parte de trs dela foi se conchegada contra ele. "Assim que eu visse 
este lugar, me agarrou. Estava chovendo a primeira vez que eu vim aqui, e quase parecia como se as cores deveriam correr." Ela suspirou. Aqui era a paz ela tinha 
querido afinal de contas. Do modo indireto estranho dele ele tinha dado isto a ela. " quase fonte", ela murmurou.
        
        "Voc sempre cheira de fonte." Ele dobrou a cabea dele para esfregar os lbios dele em cima da nuca do pescoo dela. "E gosto disto." "Voc est fazendo 
minhas pernas novamente" fraco. "Ento voc se agarraria melhor para mim." Ele a virou, cupped uma mo  mandbula dela. "Eu no o beijei em dias." "Eu sei." Ela 
construiu a coragem dela, manteve o nvel de olhos dela. "Eu o quis."
        
        "Isso era a idia." Ele tocou os lbios dele a seu, mexeu quando as mos dela se enganaram o trax dele para moldar a face dele.
        
        Ela abriu de boa vontade para ele, o pequeno murmrio dela de prazer como despertando como uma carcia. Com o vento que roda ao redor deles, ele a puxou 
mais ntimo, cuidadoso manter as mos dele fcil, a boca dele suave.
        
        Toda a tenso, a fadiga, a frustrao tinha desaparecido. Ela estava em casa, era tudo aquilo que Brianna poderia pensar. Casa sempre era onde ela quis ser.
        
        Em um suspiro ela descansou a cabea dela no ombro dele, curvado os braos dela para cima a parte de trs dele. "Eu nunca senti assim."
        
        Nem teve ele. Mas isso era um pensamento perigoso, e um ele teria que considerar. " bom conosco", ele murmurou. H algo bom sobre isto.
        
        H." Ela ergueu a bochecha dela a seu. "Seja paciente comigo, Cinza".
        
        "Eu pretendo. Eu o, Brianna, quero e quando voc est pronto... " Ele pisou atrs, correu as mos dele abaixo os braos dela at que os dedos deles/delas 
uniram. "Quando voc est pronto."
        
        Captulo Nove
        
        Cinza desejou saber se o apetite dele fosse aumentado devido ao fato que ele teve outra fome que era longe de satisfeito. Ele pensou melhor que levou isto 
filosoficamente-e se ajudar a um banquete de tarde-noite do pudim de po-e-manteiga de Brianna. Fazer ch estava se tornando um hbito como bem, e ele j fixaria 
a chaleira no fogo e esquentou a panela antes de ele escavasse fora pudim em uma tigela.
        
        Ele no pensou que ele tinha sido to obcecado com sexo desde o dcimo terceiro ano dele. Ento tinha sido Sally Anne Howe, um dos outros residentes do Simon 
Brent Memorial Casa para Crianas. Sally Anne velha boa, pensamento Cinza agora, com ela bem floresceu corpo e olhos astutos. Ela tinha sido trs anos mais velha 
que ele, e mais que compartilhar os charmes dela com qualquer um para cigarros contrabandeados ou barras de doce.
        
        Na ocasio ele pensou que ela era uma deusa, a resposta para
        
        as oraes de um adolescente barulhento. Ele poderia olhar atrs agora com piedade e enfurece, enquanto sabendo o ciclo de abuso e as falhas no sistema que 
tinha feito para um tato de menina bem jovem o nico verdadeiro valor dela foi se conchegado entre as coxas dela.
        
        Ele tinha tido bastantes sonhos suados sobre Sally Anne depois de luzes fora. E tinha tido sorte bastante roubar um pacote inteiro de Marlboros de um dos 
conselheiros. Vinte cigarros tinham igualado vinte fucks, ele se lembrou. E ele tinha sido um estudante muito rpido.
        
        Durante os anos, ele tinha aprendido bastante mais, de meninas a prpria idade dele, e de profissionais que manipularam o comrcio deles/delas fora de entradas 
que cheiraram de graxa passada e suor azedo.
        
        Ele apenas tinha tido dezesseis anos quando ele tinha quebrado livre do orfanato e tinha dado a estrada com as roupas com a parte de trs dele e vinte e 
trs dlares valor de mudana solta e contas amassadas no bolso dele.
        
        Liberdade era o que ele tinha querido, liberdade das regras, os regulamentos, o ciclo infinito do sistema que ele tinha sido pegado em a maioria da vida 
dele. Ele fundaria isto, e usou isto, e liquidado para isto.
        
        Ele tinha vivido e trabalhou essas ruas por muito tempo antes de ele tinha se dado um nome, e um propsito. Ele tinha sido afortunado bastante ter possudo 
um talento que tinha o impedido ser engolido para cima atravs de outras fomes.
        
        s vinte ele tinha tido o primeiro dele alto, e tristemente autobiogrfico, romance debaixo do cinto dele. O mundo de publicao no tinha sido impressionado. 
Antes das vinte e dois, ele tinha feito fora um pequeno whodunit limpo, inteligente. Os publicadores no vieram, enquanto clamando, mas uma brisa de interesse de 
um editor assistente tinha o mantido furou para cima em uma casa se alojando barata que bate a uma mquina de escrever manual durante semanas.
        
        Que, ele tinha vendido. Para amendoins. Nada antes de ou desde ento tinha significado como muito a ele.
        
        Dez anos depois, e ele poderia viver como escolheu ele, e ele sentia ele tinha escolhido bem.
        
        Ele verteu a gua na panela, cavou com p uma colherada de pudim na boca dele. Como ele olhou em cima de  porta de Brianna, manchado a inclinao magra 
de luz em baixo disto, ele sorriu.
        
        Ele tinha a, tambm, escolhido.
        
        Cobrindo as bases dele, ele fixou a panela com duas xcaras em uma bandeja, ento batida  porta dela.
        
        "Sim, entre.
        
        Ela estava sentando  pequena escrivaninha dela, limpe como uma freira em um vestido de flanela e chinelos, o cabelo dela em uma trana solta mais de um 
ombro. Gamely cinza engoliram a saliva que agrupou na boca dele.
        
        "Visto sua luz. Queira um pouco de ch? "
        
        "Isso seria agradvel. Eu h pouco estava acabando alguma papelada."
        
        O uncurled de cachorro ele de ao lado dos ps dela e caminhou em cima de esfregar contra Cinza. "Eu, tambm". Ele fixou abaixo a bandeja para arrepiar a 
pele de Trapaceiro. "Assassinato me faz faminto."
        
        "Morto algum hoje, o fez? "
        
        "Brutalmente." Ele disse isto com tal prazer, ela riu.
        
        "Talvez isso  o que o faz to at mesmo temperado ao todo", ela meditou. "Tudo esses assassinatos emocionais que purgam seu sistema. J o faa - " Ela se 
pegou, enquanto movendo um ombro como ele lhe deu uma xcara.
        
        "Prossiga, pergunte. Voc raramente pergunta qualquer coisa por meu trabalho."
        
        "Porque eu imagino que todo o mundo faz."
        
        "Sim." Ele se fez confortvel. "Eu no noto."
        
        "Bem, eu estava desejando saber, se voc j faz saber-ento para um dos carter algum que voc os extermina.
        
        Havia este garom francs ranhoso em Dijon. Eu garotted ele."
        
        "Oh." Ela esfregou uma mo em cima da garganta dela. "Como sentia? "
        
        "Para ele, ou eu? "
        
        "Para voc."
        
        "Satisfazendo." Ele pegou com colher para cima pudim. "Me queira matar algum para voc, Brie? Eu por favor" aponto para.
        
        "No no momento, no." Ela trocou e alguns dos documentos dela tremularam ao cho.
        
        "Voc precisa de uma mquina de escrever", ele lhe falou como ele lhe ajudou aos recolher. Melhor ainda, um processador de textos. O salvaria escritura de 
tempo cartas empresariais."
        
        "No quando eu teria que procurar toda chave." Enquanto ele leu a correspondncia dela, ela levantou uma sobrancelha, divertiu. " 'Tis no muito interessante."
        
        "Hmm. Oh, arrependido, hbito. O que  Triquarter Mining? " "Oh, s uma companhia Da deve ter investido isto. Eu achei a cautela de aes com as coisas dele 
no sto. Eu escrevi uma vez j" lhes, ela somou, ligeiramente aborrecido. "Mas no teve nenhuma resposta. Assim eu estou tentando novamente."
        
        "Dez mil compartilham." Cinza enrugou os lbios dele. "Isso no  nenhuma "mudana de idiota.
        
        ", se eu penso que eu sei o que voc est dizendo. Voc teve que saber meu pai-ele sempre era depois que um esquema de moneymaking novo que valeu mais que 
j ganharia. Ainda, isto precisa ser feito." Ela ofereceu uma mo. "Isso  h pouco uma cpia. Rogan levou o original para custdia e fez que para mim."
        
        "Voc deveria o ter confirmar isto.
        
        "Eu no gosto do aborrecer com isto. O prato dele cheio com o novo galeria-e com Maggie."
        
        Ele deu o dela atrs a cpia. "At mesmo a um dlar uma parte,  bastante significativo."
        
        "Eu seria pegado de surpresa se valesse mais que uma pence uma parte. Deus sabe que ele no pudesse ter pagado para muito mais. Mais provvel  que a companhia 
inteira saiu de negcio."
        
        "Ento sua carta teria voltado.
        
        Ela s sorriu. "Voc esteve bastante aqui longo saber as correspondncias irlandesas. Eu penso - " Eles ambos olharam em cima de como o cachorro comeou 
a rosnar. "Trapaceiro? "
        
        Em vez de responder, rosnou o cachorro novamente, e a pele na parte de trs dele erguida. Em dois passos largos Cinza estava s janelas. Ele viu nada mais 
que nvoa.
        
        "Enevoe", ele murmurou. "Eu irei olhar ao redor de. No", ele disse quando ela comeou a subir. " escuro, est frio, est mido, e voc est ficando posto."
        
        No h nada l fora."
        
        O "trapaceiro e eu descobriremos. Vamos." Ele rompeu os dedos dele, e  surpresa de Brianna, respondeu o Trapaceiro imediatamente. Ele se empinou fora a 
saltos de sapatos Cinzas.
        
        Ela manteve uma lanterna na primeira gaveta de cozinha. Cinza impediu isto antes de ele abrisse a porta. O cachorro tremeu uma vez, ento como Cinza murmurou, 
"v", saltou na nvoa.
        
        Em segundos o som dos ps de corrida dele foi amortecido para silenciar.
        
        A nvoa torceu a viga do flash. Cinza moveu cuidadosamente, olho e orelhas puxando. Ele ouviu o cachorro latir, mas de que direo ou distancia ele no pde 
dizer.
        
        Ele parou pelas janelas de quarto de Brianna, enquanto jogando a luz no cho. L, na cama limpa dela de perennials, era uma nica pegada.
        
        Pequeno, Cinza meditou, enquanto se agachando. Quase pequeno bastante para ser uma criana. Poderia estar fora to simples quanto as que-crianas em uma 
cotovia. Mas quando ele continuou circulando a casa, ele ouviu o som de uma mquina que se vira. Amaldioando, ele apertou o passo dele. Estouro contra pela nvoa 
como um mergulhador que lanceia pela superfcie de um lago.
        
        "Nenhuma sorte? " Comiserar, a cabea de Trapaceiro acariciado Cinza como eles ambos fitaram fora na nvoa. "Bem, eu tenho medo eu poderia saber o sobre 
o qual isto . Voltemos.
        
        Brianna estava roendo nas unhas dela quando eles passaram pela porta de cozinha. "Voc teve sido ido to longo."
        
        "Ns quisemos circular o modo inteiro ao redor." Ele fixou a lanterna no contador, penteou uma mo pelo cabelo mido dele. "Isto poderia ser relacionado 
a seu rombo. "
        
        "Eu no vejo como. Voc no achou ningum."
        
        "Porque ns no ramos bastante rpidos. H outra possvel explicao." Ele esmagou as mos dele nos bolsos dele. "Eu."
        
        "Voc? O que quer dizer voc? "
        
        "Eu tive isto acontecer alguns vezes. Um f de overenthusiastic descobre onde eu estou ficando. s vezes eles vm, enquanto chamando que como eles camarada-s 
vezes fossem velhos que eles h pouco arrastam voc gosta de uma sombra. De vez em quando, eles arrombam, procure recordaes."
        
        "Mas isso  terrvel."
        
        "Est aborrecendo, mas bastante inofensivo. Uma mulher empreendedora escolheu a fechadura em meu quarto de hotel ao Paris Ritz, tirou, e rastejou em cama 
comigo." Ele tentou para um sorriso. "Era... desajeitado."
        
        "Desajeitado", Brianna repetiu depois que ela tivesse conseguido fechar a boca dela. "Que-no, eu no penso que eu quero saber o que voc fez."
        
        Segurana chamada." Os olhos dele foram luminosos com diverso.
        
        H limites ao que eu farei para meus leitores. De qualquer maneira, estas poderia ter sido as crianas, mas se fosse um de meus fs adorando, voc poderia 
querer que eu achasse outros alojamentos."
        
        "No. Os instintos protetores dela estalaram em lugar. "Eles tm nenhum certo intrometer em sua privacidade que modo, e voc no partir aqui certamente 
por causa disto." Ela deixou sair um acesso de ira de respirao. "No  s suas histrias, voc sabe. Oh, eles puxam as pessoas em-isto tudo parecem to reais, 
e sempre h algo poema herico que sobe acima de tudo a ganncia e violncia e aflio.  seu quadro, tambm".
        
        Ele estava encantado pela descrio dela do trabalho dele e respondeu absently. "O que sobre isto? "
        
        "Sua face." Ela olhou ento para ele. " tal uma face adorvel."
        
        Ele no soube se rir ou estremecer. "Realmente? "
        
        "Sim, ... " Ela clareou a garganta dela. Havia um vislumbre nos olhos dele ela soube melhor que confiar. "E a pequena biografia no parte de trs-mais a 
falta disto.  como se voc no viesse em nenhuma parte de. O mistrio disto est atraindo."
        
        "Eu no vim em nenhuma parte de. Por que ns no voltamos para minha face? "
        
        Ela deu um passo em retirada. "Eu penso  havido bastante excitao durante a noite."
        
        Ele h pouco manteve adiante mudana at que as mos dele estavam nos ombros dela e a boca dele se deite quietamente em seu. "Voc poder dormir? "
        
        "Sim." A respirao dela pegou, lazily expelido. "Trapaceiro estar comigo."
        
        Cachorro afortunado." V em, adquira um pouco de sono." Ele esperou at que foram resolvidos ela e o cachorro, ento fez algo que Brianna no tinha feito 
em todos os anos que ela tinha morado na casa.
        
        Ele fechou as portas.
        
        O melhor lugar para espalhar notcias ou armazenar isto era, logicamente, o bar de aldeia. Pelas semanas ele tinha estado em Municpio de Clare, Cinza tinha 
desenvolvido um afeto quase sentimental para O'Malley. Naturalmente, durante a pesquisa dele, ele tinha ventado em vrias casas pblicas na rea, mas O'Malley tinha 
se tornado, para ele, como perto da prpria barra de bairro dele como tinha sabido alguma vez ele.
        
        Ele ouviu a cano alegre de msica at mesmo como ele alcanou para a porta. Murphy, ele pensou. Agora, isso tinha sorte. O momento Cinza pisou dentro, 
ele foi cumprimentado por nome ou uma onda alegre. O'Malley comeou a construir um quartilho de Guiness para ele antes de ele tivesse se plantado em um assento.
        
        "Bem, como a histria est contando estes dias? " O'Malley lhe perguntou.
        
        "Est bem. Dois morto, nenhum suspeito".
        
        Com um tremor da cabea dele, O'Malley deslizou o quartilho debaixo de nariz Cinza. "No saiba como  um homem pode jogar com assassinato todo o dia e ainda 
pode ter um sorriso na face dele de uma noite."
        
        "Antinatural, no ? " Cinza sorriu a ele.
        
        "Eu tenho uma histria para voc." Isto veio de David Ryan que sentou no fim da barra e iluminado dos cigarros americanos dele.
        
        Cinza resolveu atrs entre a msica e fumaa. Sempre havia uma histria, e ele era como bem um ouvinte como ele era um caixa.
        
        "Era uma empregada que viveu na zona rural perto de Tralee. Bonito como um amanhecer, era ela, com cabelo ouro novo e olhos gostam to azul quanto Kerry."
        
        Conversao aquietou, e Murphy abaixou a msica dele de forma que isto era um fundo para o conto.
        
        "Aconteceu que dois homens vieram, enquanto a" um-cortejando, o David foi em. "A pessoa era um companheiro livresco, o outro fazendeiro. Do modo dela, a 
empregada os amou ambos; porque ela era como inconstante de corao como ela era adorvel de face. Assim, desfrutando a ateno, como um poder de empregada, ela 
os deixou ambos oscilam para ela, enquanto fazendo promessas a cada. E l comeou a cultivar uma negrido no corao do fazendeiro jovem, lado a lado com o amor 
dele da empregada".
        
        Ele pausou, como contadores de histrias freqentemente faa, e estudou o brilho vermelho ao trmino do cigarro dele. Ele levou um fundo arraste, fumaa 
expelida.
        
        "Assim uma noite que ele esperou pelo rival dele ao longo da margem de estrada, e quando o companheiro livresco veio um-assobio-para a empregada tinha lhe 
dado os beijos dela livremente-o fazendeiro saltado fora e agentou o amante jovem ao cho. Ele o arrastou, voc v, no luar pelos campos, e entretanto o gramado 
pobre ainda respirou, ele o enterrou fundo. Quando amanhecer veio, ele semeou a colheita dele em cima dele e acabou com a competio."
        
        David pausou novamente, utilizou o cigarro dele, alcanado para o quartilho dele, profundamente.
        
        "E? " Cinza perguntou, se por-se em dia. "Ele se casou a empregada." "No, realmente ele no fez. Ela escapou com um funileiro que mesmo dia. Mas o fazendeiro 
teve a melhor colheita sangrenta de feno da vida" dele.
        
        Havia rugidos de risada como s Fique cinzento* tremeu a cabea dele. Ele se considerou um mentiroso profissional e um bom. Mas a competio aqui era feroz. 
Entre o ri, Cinza apanhou o copo dele e foi unir Murphy.
        
        "Davey  diariamente um conto para da semana", Murphy lhe falou, enquanto correndo as mos dele suavemente ao longo dos botes da caixa de aperto dele.
        
        "Eu imagino meu agente o escavaria para cima em uma batida do corao. Ouvido qualquer coisa, Murphy? "
        
        "No, nada til. Sra. Leery pensamento ela poderia ter visto um carro passar pelo dia de suas dificuldades. Ela pensa que era verde, mas no pagou isto nenhuma 
mente."
        
        "Algum estava escarafunchando a cabana ontem  noite. O perdido na nvoa." Cinza se lembrou em desgosto. "Mas ele era fim bastante deixar uma pegada no 
canteiro de flores de Brie. Poderia ter sido as crianas." Cinza tomou um gole pensativo de cerveja. "Qualquer um tem perguntado por mim? "
        
        "Voc  um tpico dirio de conversao", Murphy disse secamente.
        
        "Ah, fama. No, eu quero dizer um estranho." "No que eu ouvi. Voc melhoraria para perguntar em cima de na agncia postal. Por que? "
        
        "Eu penso que poderia ser um f de overenthusiastic. Eu colidi com isto antes. Ento novamente... " Ele encolheu os ombros. " o modo que minha mente trabalha, 
enquanto sempre fazendo mais do que est l."
        
        H uma dzia de os homens ou mais um apito fora se qualquer um d para voc ou para Brie qualquer dificuldade." Murphy olhou para cima como a porta para 
o bar aberto. Brianna entrou, flanqueado por Rogan e Maggie. A sobrancelha dele ergueu como ele olhou atrs a Cinza.
        
        "E uma dzia de homens ou mais que o puxar fora para o altar se voc no presta ateno quele vislumbre em seu olho."
        
        "O que? " Cinza apanhou a cerveja dele novamente, e os lbios dele encurvaram. "H pouco olhando."
        
        "Sim. Eu sou um pirata", Murphy cantou, "e raramente fica sbrio, eu sou um pirata de grau alto. Para quando eu estiver bebendo, eu sempre estou pensando, 
como ganhar minha "companhia de amor.
        
        Ainda h meio um quartilho neste copo", Cinza murmurou, e rosa para caminhar a Brianna. "Eu pensei que voc teve remendo."
        
        "Sim."
        
        "Ns a tiranizamos em sair, Maggie explicou e deu um pequeno suspiro como ela levered ela sobre um tamborete.
        
        "Persuadido", Rogan corrigiu. "Um copo de Harpa, Brie? "
        
        Obrigado, eu vou."
        
        "Ch para Maggie, Tim", Rogan comeou e sorriu como a esposa dele murmurada. "Um copo de Harpa para Brie, um quartilho de Guiness para mim. Outro quartilho, 
Cinza? "
        
        "Isto me" far. Cinza apoiou contra a barra. "Eu me lembro da ltima vez que eu fui beber com voc."
        
        "Falando de Tio Niall", Maggie ps dentro. "Ele e a noiva dele esto passando alguns dias na ilha de Creta. Jogo algo luminoso, o v, Murphy? "
        
        Obligingly, ele bobinou em "Usque no Jarro" e fixou o ps batendo dela.
        
        Depois de escutar as letras, Cinza tremeu a cabea dele. "Por que  sempre voc irlands cante sobre guerra? "
        
        "Faa ns? " Maggie sorriu, enquanto tomando um gole ao ch dela como ela esperou unir no coro.
        
        "s vezes  traio ou morrendo, mas principalmente  guerra."
        
        "Isso  um fato? " Ela sorriu em cima da beira da xcara dela. "Eu no pude dizer. Ento novamente, poderia ser que ns tivemos que lutar para toda polegada 
de nosso prprio cho durante sculos. Ou - "
        
        "No a adquira comeado", Rogan alegou. H o corao de um rebelde em l."
        
        H o corao de um rebelde dentro de todo homem irlands ou mulher. Murphy  uma voz boa, ele faz. Por que voc no canta com ele, Brie? "
        
        Desfrutando o momento, ela tomou um gole da Harpa dela. "Eu preferiria escutar."
        
        "Eu gostaria do" ouvir, Cinza murmurou e acariciou uma mo abaixo o cabelo dela.
        
        Maggie estreitou os olhos dela ao gesto. "Brie tem uma voz como um sino", ela disse. "Ns sempre desejamos saber onde ela adquiriu isto, at que ns descobrimos 
nossa me teve um como bem." "Como sobre 'o Menino de Danny'? "
        
        Maggie rodou os olhos dela. "Conte com um ianque pedir isto. Um Brit escreveu aquela melodia, outlander. Faa "James Connolly", Murphy. Brie'11 cantam com 
voc."
        
        Com um tremor resignado da cabea dela, Brianna foi sentar com Murphy.
        
        "Eles fazem harmonia adorvel", Maggie murmurou, enquanto assistindo Cinza.
        
        "Mmm. Ela canta ao redor da casa quando ela esquece que algum est l."
        
        "E quanto tempo voc planeja haver? " Maggie perguntou, enquanto ignorando Rogan est advertindo carranca. "At que eu sou absently dito acabado", Cinza. 
"Ento sobre o prximo? " "Isso  certo. Sobre o prximo."
        
        Apesar do fato que Rogan teve a mo dele agora segurada  parte de trs do pescoo dela, Maggie comeou a fazer algum comentrio expressivo. Era olhos Cinzas 
em lugar de o aborrecimento do marido dela que a parou. O desejo neles tinha mexido os instintos protetores dela. Mas havia algo agora mais. Ela desejou saber se 
ele estivesse atento disto.
        
        Quando um homem olhou para uma mulher que modo, mais que hormnios era envolvido. Ela teria que refletir sobre isto, Maggie decidiu, e v como fixou com 
ela. Enquanto isso ela apanhou o ch dela novamente, enquanto ainda assistindo Cinza.
        
        "Ns cuidaremos disso", ela murmurou. "Ns h pouco cuidaremos disto.
        
        Uma cano se tornou dois, e dois, trs. As canes de guerra, as canes de amor, o astuto e o triste. Na mente dele Cinza comeou a fazer uma cena.
        
        O bar esfumaado estava cheio com barulho e msica-um santurio dos horrores fora. A voz da mulher que puxa o homem que no quis ser puxado. Aqui, ele pensou, 
s aqui era onde o heri dele perderia a batalha. Ela estaria sentando em frente ao fogo de relva, as mos dela nitidamente
        
        dobrado no colo dela, o voz planando dela, sem esforo e adorvel, os olhos dela to assombrado quanto a melodia.
        
        E ele a, para o ponto de dar a vida dele se for necessrio, amaria ento. Certamente de mudar isto. Ele poderia esquecer do passado com ela, e olha para 
o futuro.
        
        "Voc parece plido, Cinza." Maggie arrastou no brao dele at que ele apoiou sobre um tamborete. "Quantos quartilhos teve voc? "
        
        "H pouco isto." Ele esfregou uma mo em cima da face dele se devolver. "Eu h pouco era... trabalhando", ele terminou. Isso era isto, claro que. Ele s 
tinha estado pensando em carter, de fazer a mentira. Nada pessoal.
        
        "Se parecia um transe."
        
        "Mesma coisa." Ele deixou sair uma pouca respirao, riu dele. "Eu penso que eu terei outro quartilho afinal de contas."
        
        Captulo Dez
        
        Com a cena de bar ele tinha girado na imaginao dele jogando de novo na cabea dele, Cinza no passe uma noite calma. Embora ele no pudesse apagar isto, 
nem ele no poderia parecer escrever isto. Pelo menos no bem.
        
        A uma coisa que ele menosprezou era at mesmo a idia do bloco de escritor. Normalmente ele poderia encolher os ombros isto fora, continue funcionamento 
at a ameaa srdida disto passada. Muito, ele s vezes pensou, como uma nuvem preto-afiada que pairaria ento em cima de algum outro escritor infeliz.
        
        Mas este tempo ele estava preso. Ele no pde passar  cena, nem alm disto, e gasto muito o fazendo carranca noturno s palavras ele tinha escrito.
        
        Frio, ele pensou. Ele era h pouco resfriado corrente. Isso  por que a cena estava fria.
        
        Sarnento era o que ele era, ele admitiu amargamente. Sexualmente frustrado por uma mulher que poderia o evitar sem mais de um olhar quieto.
        
        Lhe serviu direito por obcecar em cima da proprietria dele quando ele deveria estar obcecando sobre assassinato.
        
        Murmurando a ele, ele empurrou longe da escrivaninha dele e espiou  janela. Era h pouco a sorte dele que Brianna deveria ser a primeira coisa que ele viu.
        
        L ela estava debaixo da janela dele, limpo como freira em algum vestido rosa afetado, o cabelo dela tudo varreram e fixaram em submisso. Por que ela estava 
usando saltos de sapatos? ele desejou saber e apoiou mais ntimo ao copo. Ele sups ela chamaria as bombas simples sapatos sensatos, mas eles fizeram senselessly 
coisas maravilhosas para as pernas dela.
        
        Como assistiu ele, ela escalou atrs da roda do carro dela, os movimentos dela prtico e gracioso. Ela fixaria a bolsa dela no assento ao lado dela primeiro, 
ele pensou. E assim ela fez. Ento cuidadosamente fivela o cinto de segurana dela, confira os espelhos dela. Nenhum primping na visibilidade traseira para Brianna, 
ele notou. H pouco um ajuste rpido para ser certo estava corretamente alinhado. Agora vire a chave.
        
        At mesmo pelo copo ele poderia ouvir a fadiga tossindo da mquina. Ela tentou isto novamente e uma terceira vez. At l Cinza estava tremendo a cabea dele 
e estava encabeando escada abaixo.
        
        "Por que o inferno voc no adquire aquela coisa fixada? " ele gritou a ela como ele escarranchou fora a porta da frente.
        
        "Oh." Ela estava fora at agora do carro e tentando erguer o capuz. "H pouco estava trabalhando um dia ou dois atrs" bom.
        
        "Este monto no trabalhou bom por uma dcada." Ele a acotovelou aparte, aborrecido que ela deveria olhar e cheira to fresco quando ele sentia como roupa 
suja velha. "Olhe, se voc precisar ir para a aldeia por algo, leve meu carro. Eu verei o que eu posso fazer com isto."
        
        Em defesa automtica contra as palavras concisas, ela pescou o queixo dela. Obrigado s o mesmo, mas eu vou para Ennistymon."
        
        "Ennistymon? " At mesmo como ele colocou a aldeia no mapa mental dele, ele ergueu a cabea dele bastante de debaixo do capuz longo luzir a ela. "Para que? 
"
        
        Olhar para a galeria nova. Eles estaro abrindo isto em um par de semanas, e Maggie perguntou se eu viesse veja." Ela encarou a parte de trs dele como ele 
tocou violino com telegrafa e amaldioou. "Eu deixei uma nota e comida que voc pode aquecer para voc desde que eu terei sido ido a maioria do dia."
        
        "Voc no est entrando isto em qualquer lugar. Cinto de f estourou, linha de combustvel est escoando, e  um satisfatrio aposta seu motor de autor teve 
isto." Ele endireitou, notvel que ela usou brincos hoje, arcos de ouro magros que h pouco escovaram as gorjetas dos lbulos dela. Eles somaram um ar de celebrational 
que o irritou irracionalmente. "Voc no tem nenhum dirigindo empresarial ao redor neste junkyard."
        
        "Bem, isto eu sou o que tm que dirigir, no ? Eu lhe agradecerei sua dificuldade, Grayson. Eu h pouco verei se Murphy puder - "
        
        "No puxe aquela rotina de rainha de gelo em mim." Ele bateu o capuz duro bastante a fazer sacudir. Bom, ele pensou. Provou ela teve sangue nas veias dela. 
"E no joga para cima Murphy em minha face. Ele no pde fazer qualquer mais com isto que eu posso. V adquirir em meu carro, eu estarei de volta por um minuto." 
"E por que eu estaria entrando seu carro? " "Assim eu posso o dirigir a goddamn Ennistymon." Dentes fixaram, ela esbofeteou as mos dela nos quadris dela. " to 
tipo de voc para oferecer, mas - "
        
        "Entre o carro", ele estalou como ele foi  casa. "Eu preciso saturar minha cabea."
        
        "Eu saturaria isto para voc", ela murmurou. Arrancando aberto a porta de carro dela, ela arrebatou fora a bolsa dela. Quem lhe pediu que a dirigisse, ela 
gostaria de saber? Por que ela preferiria caminhar todo passo que sente no mesmo carro com tal um homem. E se ela quisesse chamar Murphy, bem... ela condenaria bem 
o chame. Mas primeiro ela quis se tranquilizar-se. Ela levou uma respirao funda, ento outro, antes de caminhar lentamente entre as flores dela. Como sempre, eles 
a acalmaram o verde tenro h pouco comeo brotar. Eles precisaram de algum trabalho e se preocupam, ela pensou, enquanto se ajoelhando puxo fora uma erva daninha 
invadindo. Se amanh estivesse bem, ela comearia. Por Pscoa, o jardim dela estaria em sua glria.
        
        Os cheiros, as cores. Ela sorriu um pequeno a um narciso silvestre jovem valente. Ento a porta bateu. O sorriso dela ido, ela rose,turned. Ele no tinha 
aborrecido para raspar, ela notou. O cabelo dele estava mido e se retirou por uma correia de couro magra, as roupas dele limpam se um pouco roto.
        
        Ela soube muito bem o homem teve roupas decentes. Por que, ela no lavou e os passou a ferro ela?
        
        Ele sacudiu um relance a ela, arrastou as chaves fora do bolso de calas jeans dele. "No carro."
        
        Oh, ele precisou um pouco de uma vinda abaixo, ele fez. Ela caminhou lentamente a ele, gelo nos olhos dela e aquece na lngua dela. "E o que tem voc para 
ser to alegre sobre esta manh? "
        
        s vezes, at mesmo um escritor entendeu que aes podem falar mais alto que palavras. Sem dar para qualquer um deles tempo pensar que ele a puxou contra 
ele, levou a pessoa satisfez olhar ao choque que correu em cima da face dela, ento esmagou a boca dela com seu.
        
        Era spero e faminto e cheio de frustrao. O corao dela saltou, parecia estourar na cabea dela. Ela teve um momento para temer, um momento para ansiar, 
ento ele estava arrancando fora novamente a.
        
        Os olhos dele, oh, os olhos dele eram ferozes. Uns olhos de wolfs, ela pensou estupidamente, cheio de violncia e fora atordoante.
        
        "Adquirido isto? " ele lanou fora, furioso com ela, com ele quando ela s fitou. Como uma criana, pensou ele, quem s sido esbofeteado por nenhuma razo.
        
        Era um sentimento ele se lembrou muito bem de tudo.
        
        "Cristo, eu estou enlouquecendo." Ele esfregou as mos dele em cima da face dele e lutou a besta atrs. "Eu sinto muito. Entre o carro, Brianna. Eu no vou 
o" saltar.
        
        O temperamento dele flamejou novamente quando ela no moveu, no pisque. "Eu no vou para fucking o" toque.
        
        Ela achou a voz dela ento, entretanto no era como firme como ela poderia ter gostado. "Por que voc est bravo comigo? "
        
        "Eu no sou. Ele pisou atrs. Controle, ele se lembrou. Ele estava normalmente satisfatrio a isto. "Eu sinto muito", ele repetiu. "Deixe de olhar para mim 
como se eu tivesse h pouco o" esmurrado.
        
        Mas ele teve. Ele no soube que raiva, palavras severas, sentimentos duros a feriram mais que uma mo violenta? "Eu estou entrando. Ela achou as defesas 
dela, as paredes magras que empediram temperamento. "Eu preciso chamar Maggie e lhe falar eu no posso estar l."
        
        "Brianna." Ele comeou a alcanar fora, ento ergueu ambas as mos em um gesto que era frustrao de partes igual e um argumento para paz. "Como ruim voc 
quer que eu sinta? "
        
        "Eu no sei, mas eu imagino voc sentir bem depois de um pouco de comida."
        
        "Agora ela vai me fixar o caf da manh." Ele fechou os olhos dele, levou uma respirao firmando. "At mesmo suave", ele murmurou e olhou novamente para 
ela. "No  que o que voc disse que eu era, no muito h muito tempo? Voc era mais que um pequeno fora a marca. Escritores so bastards miservel, Brie. Mal-humorado, 
mau, egosta, ego-absorvido. "
        
        "Voc no  nenhum dessas coisas." Ela no pde explicar por que ela sentia salto para vir  defesa dele. "Mal-humorado, talvez, mas nenhum dos outros."
        
        "Eu sou. Dependendo em como o livro vai. Agora mesmo vai mal, assim eu me comportei mal. Eu bati um n, uma parede. Uma fortaleza de goddamn, e eu tirei 
isto em voc. Voc quer que eu me desculpe novamente? "
        
        "No." Ela amoleceu, alcanou fora e ps uma mo na bochecha de stubbled dele. "Voc parece cansado, Cinza."
        
        "Eu no dormi." Ele manteve as mos dele nos bolsos dele, os olhos dele em seu. "Tenha cuidado como simpatizante voc , Brianna. O livro s parte da razo 
que eu estou sentindo cru esta manh. Voc  o resto disto."
        
        Ela derrubou a mo dela como se ela tivesse tocado uma chama aberta. A retirada rpida dela teve o lbios enrolando dele.
        
        "Eu o quero. Fere o querendo deste modo."
        
        "Faz? "
        
        No era suposto que "isso lhe fazia olhar contente com voc."
        
        A cor dela floresceu. "Eu no quis dizer - "
        
        "Isso faz parte do problema. Venha, entre o carro. Por favor", ele somou. "Eu me dirigirei tentando insano escrever hoje se eu ficar aqui."
        
        Era exatamente o boto certo para empurrar. Ela passou despercebido no carro e esperou por ele a unir. "Talvez se voc h pouco assassinasse outra pessoa."
        
        Ele achou ele poderia rir afinal de contas. "Oh, eu estou pensando nisto.
        
        Galeria mundial de Municpio de Clare era uma pedra preciosa. Recentemente construdo, foi projetado como uma casa de solar elegante, complete com jardins 
formais. No era a catedral alta da galeria em Dublin, nem o palcio opulento de Roma, mas um edifcio digno especificamente concebeu para morar e mostrurio o trabalho 
de artistas irlandeses.
        
        Tinha sido o sonho de Rogan, e agora o dele e a realidade de Maggie.
        
        Brianna tinha projetado os jardins. Embora ela no tivesse podido os plantar ela, o landscapers tinham usado o esquema dela de forma que passeios de tijolo 
foi flanqueado com rosas, e foram plantadas camas largas, semi-circulares com tremoos e papoulas, dianthus e dedaleira, aquilgia e dlias, e tudo dos favorito 
dela.
        
        A prpria galeria foi construda de tijolo, rosa macia em cor, com janelas altas, graciosas aparadas dentro emudecido cinza. Dentro do foyer principal, o 
cho foi ladrilhado dentro fundo azul e branco, com um lustre de Waterford em cima e a varredura de degraus de caoba que conduzem ao segundo cho.
        
        " 'Tis Maggie, Brianna murmurou, pegou pela escultura que dominou o entranceway.
        
        Cinza viu dois figuram intwined, o copo fresco que h pouco indica de calor, a forma notavelmente sexual, esquisitamente romntico.
        
        " a Rendio dela. Rogan comprou isto o antes de eles estivessem casados. Ele no venderia isto a qualquer um."
        
        "Eu posso ver por que." Ele teve que engolir. O copo sinuoso era um tapa ertico ao sistema j sofrendo dele. "Faz um comeo atordoante a uma excurso."
        
        "Ela tem um presente especial, no faz ela? " Suavemente, com pontas do dedo Brianna acariciou s, o copo fresco que a irm dela tinha criado de fogo e sonhos. 
Presentes especiais" fazem uma pessoa mal-humorado, eu suponho." Sorrindo um pequeno, ela olhou em cima do ombro dela a Cinza. Ele parecia to inquieto, ela pensou. 
To impaciente com tudo, especialmente ele. "E difcil, porque eles sempre perguntaro tanto deles."
        
        "E faz inferno de vida para todo o mundo ao redor deles quando eles no adquirirem isto." Ele alcanou fora, a tocou em vez do copo. "No guarde rancor, 
o faa? "
        
        "O que  o ponto neles? " Com um encolha os ombros, ela virou um crculo, enquanto admirando as linhas limpas e simples do foyer.
        
        "Rogan quis a galeria para ser uma casa, voc v, para arte. Assim h uma sala de estar, um quarto de desenho, at mesmo um quarto jantando, e sentando quartos 
escada acima." Brianna levou a mo dele e o puxou para portas dobro abertas. "Todas as pinturas, as esculturas, at mesmo a moblia, esto pelos artistas irlandeses 
e artesos. E-oh. "
        
        Ela parou morto e fitou. Habilmente organizado em cima da parte de trs e lado de um baixo div era um lanamento macio em verde-azul corajoso que enfraqueceu 
em verde fresco. Ela avanou, correu a mo dela em cima disto.
        
        "Eu fiz isto", ela murmurou. "Para o aniversrio de Maggie. Eles puseram isto aqui. Eles puseram isto aqui, em uma galeria de arte".
        
        "Por que no deva eles? Est bonito." Curioso, ele deu uma olhada mais ntima. "Voc teceu isto? "
        
        "Sim. Eu no tenho muito tempo por tecer, mas... " Ela arrastou fora, amedrontado ela poderia lamentar. "Imagine. Em uma galeria de arte, com tudo estas 
pinturas maravilhosas e coisas."
        
        "Brianna."
        
        "Joseph."
        
        Cinza assistiu o passo largo de homem pelo quarto e envelope Brianna em um abrao duro e muito morno. Tipo artstico, pensamento Cinza com uma carranca. 
Cravo turquesa na orelha, rabo-de-cavalo que flui abaixo a parte de trs, terno italiano. O olhar clicou. Ele se lembrou de ver o homem ao casamento em Dublin.
        
        "Voc adquire lovelier toda vez eu o" vejo.
        
        "Voc adquire mais cheio de tolice." Mas ela riu. "Eu no soube que voc estava aqui."
        
        "Eu h pouco entrei durante o dia, ajudar Rogan com alguns detalhes".
        
        "E Patricia? "
        
        "Ela ainda est em Dublin. Entre o beb e a escola, no pde escapar ela.
        
        "Oh, o beb, e como ela ? "
        
        "Bonito. Olhares como a me" dela. Joseph olhou a Fique cinzento* ento, ofereceu uma mo. "Voc seria Grayson Thane? Eu sou Joseph Donahue."
        
        "Oh, eu sinto muito. Fique cinzento*, o Joseph administra a galeria de Rogan em Dublin. Eu pensei voc tinha se encontrado ao casamento."
        
        "No tecnicamente." Mas Cinza tremeu de uma maneira amigvel. Ele se lembrou o Joseph teve uma esposa e filha.
        
        "Eu terei que sair isto do modo e lhe falar eu sou um f grande."
        
        "Nunca est do modo."
        
        "Acontece eu trouxe um livro me, enquanto pensando que eu poderia passar isto junto para Brie passar isto a voc. Eu estava esperando que voc no se importasse 
em assinar isto para mim."
        
        Cinza decidiu ele poderia aprender gostar afinal de contas de Joseph Donohue provavelmente. "Eu estaria alegre para."
        
        " amvel de voc. Eu deveria contar para Maggie que voc est aqui. Ela quer o visitar sobre ela."
        
        " um trabalho adorvel que voc fez aqui, Joseph. Todos vocs."
        
        "E valor todas as horas de loucura." Ele deu para o quarto uma olhada rpida, satisfeita. "Eu irei buscar Maggie. Vague ao redor se voc gostar." Ele parou 
na entrada, virou, e sorriu. "Oh, lhe pergunte por vender um pedao ao presidente."
        
        "O presidente? " Brianna repetiu.
        
        "De Irlanda, bem. Ele ofereceu para o Unconquered dela esta manh."
        
        "Imagine", Brianna sussurrou como Joseph se apressou fora. "Maggie que  conhecido ao presidente de Irlanda."
        
        "Eu posso lhe falar ela est ficando conhecida em todos lugares."
        
        "Sim, eu conheci isto, mas parece... " Ela riu, incapaz descrever isto. "Como maravilhoso isto . Da teria estado to orgulhoso. E Maggie, oh, ela tem que 
estar voando. Voc saberia como sente, no o v? O modo que  quando algum l seus livros."
        
        "Sim, eu sei."
        
        "Deve ser maravilhoso, ser talentoso, ter algo para dar isso toca as pessoas."
        
        "Brie." Cinza ergueu o fim do lanamento de verde-azul macio. "O que chama voc isto? "
        
        "Oh, qualquer um pode fazer que-s tempo de objetos pegados. A que eu quero dizer  arte, algo que ltimo." Ela cruzou a uma pintura, um tipo negrito, leo 
colorido de Dublin ocupada. "Eu sempre desejei... no  que eu sou invejoso de Maggie. Embora eu fosse, um pequeno, quando ela foi embora estudar em Veneza e eu 
fiquei em casa.
        
        Mas ns ambos fizeram o que ns precisamos fazer. E agora, ela est fazendo algo to importante."
        
        "Assim  voc. Por que voc faz que? " ele exigiu, irritado com ela. "Por que voc pensa do que voc faz e quem voc  como segundo lugar. Voc pode fazer 
mais que qualquer um que eu alguma vez soube."
        
        Ela sorriu, enquanto dirigindo novamente em direo a ele. "Voc h pouco igual minha arte culinria."
        
        "Sim, eu gosto de sua arte culinria." Ele no sorriu atrs. "E sua tecelagem, seu tricotando, suas flores. O espao que voc faz para o ar cheirar, o modo 
voc comprime os cantos das folhas dentro quando voc arrumar a cama. Como voc pendura as roupas na linha e passa a ferro minhas camisas. Voc faz tudo dessas coisas, 
mais, e faz tudo parecer sem esforo."
        
        "Bem no leva muito para - "
        
        "Sim." Ele a cortou, o temperamento dele rolando novamente por nenhuma razo que ele poderia nomear. "No faa voc sabe que quantas pessoas no podem fazer 
uma casa, ou no d uma maldio que no tem uma pista como criar. Eles prefeririam lanar o que eles tm em vez de querer isto fora. Tempo, coisas, crianas".
        
        Ele, aturdido pelo que tinha sado dele, se parou atordoado tinha sido sair l. Quanto tempo isso tinha estado escondendo? ele desejou saber. E o que levaria 
para enterrar isto novamente?
        
        "Cinza." Brianna ergueu uma mo  bochecha dele acalmar, mas ele pisou atrs. Ele nunca tinha se considerado vulnervel, ou no em muitos anos contar. Mas 
no momento ele sentia tambm fora equilbrio ser tocado.
        
        O que eu quero dizer  o que voc faz  importante. Voc no deveria esquecer isso. Eu quero dar uma olhada. Ele virou abruptamente para a entrada lateral 
da sala de estar e apressado por.
        
        "Bem." Maggie pisou dentro do corredor. "Isso era uma exploso interessante."
        
        "Ele precisa de famlia", Brianna murmurou.
        
        "Brie, ele  um homem crescido, no um beb".
        
        "Idade no toma a necessidade. Ele est muito s, Maggie, e faz nem mesmo conhea."
        
        "Voc no o pode levar dentro como um perdido." Inclinando a cabea dela, Maggie pisou mais ntimo. "Ou o enlata? "
        
        "Eu tenho sentimentos para ele. Eu nunca pensei que eu teria estes sentimentos novamente" para qualquer um. Ela olhou para baixo s mos dela que ela tinha 
apertado junto em frente a ela, deliberadamente soltou ento. "No, isso no  verdade. No  o que eu sentia para Rory."
        
        "Rory seja condenado."
        
        "Assim voc sempre diz." E por causa disto, sorriu Brianna. "Isso  familiar." Ela beijou a bochecha de Maggie. "Me fala, como sente tendo o presidente comprar 
seu trabalho? "
        
        "Contanto que o "bem do dinheiro dele. Ento Maggie atrasou o dela encabece e riu. "Est como andamento  lua e parte de trs. Eu no posso ajudar isto. 
Ns Concannons h pouco no so sofisticados bastante fazer tais coisas sem dificuldade. Oh, eu desejo Da... "
        
        "Eu sei."
        
        "Bem." Maggie levou uma respirao funda. "Eu deveria lhe falar que o detetive Rogan contratou no achou Amanda Dougherty como ainda. Ele  dianteiras seguintes, 
tudo que que pode significar".
        
        Tantos semanas", Maggie, a despesa".
        
        "No comece me importunando sobre levar sua economia domstica. Eu me casei um homem rico."
        
        "E todo o mundo sabe que voc quis s sua riqueza."
        
        "No, eu quis o corpo" dele. Ela piscou e enganchou o brao dela por Brianna. "E seu amigo Grayson Thane tem um ao que uma mulher no espirraria, eu notei."
        
        "Eu" me notei.
        
        "Bom, espetculos que voc no esqueceu como olhar. Eu tive um carto de Lottie."
        
        "Assim fez eu. Voc nota se eles ficarem na terceira semana? "
        
        "Para mim a Me poderia ficar naquela vila para o resto da vida natural" dela. Ela suspirou  expresso de Brianna. "Certo, certo. Est contente eu sou que 
ela est se desfrutando, entretanto ela no admitir a isto."
        
        "Ela agradece a voc, Maggie. H pouco no est nela dizer assim."
        
        "Eu no preciso que ela diga to mais." Maggie ps uma mo na barriga dela. "Eu tenho meu prprio, e faz toda a diferena. Eu nunca soube que eu pudesse 
sentir to fortemente sobre qualquer um. Ento havia Rogan. Depois disso, pensei eu que eu nunca pudesse sentir to fortemente sobre qualquer coisa ou qualquer um 
outro. E agora, eu fao. To talvez eu entendo um pequeno como se voc no amasse, e no quis a criana que cresce em voc, poderia destruir sua vida como muito 
como amar e querer isto pode clarear isto."
        
        "Ela no me, ou", quis.
        
        "O que o faz dizer tal uma coisa? "
        
        "Ela me" falou. Era uma carga erguida, Brianna descobriu, dizer isto em voz alta. "Dever. Twas s dever, nem mesmo para Da, mas para a Igreja.  um modo 
frio a ser trazido no mundo."
        
        No era raiva da que Brianna precisou agora, Maggie soube, e mordeu atrs nisto. Ao invs, ela cupped a face de Brianna. " a perda dela, Brie. No seu. 
Nunca seu. E para mim, se o dever no tivesse sido terminado, eu teria estado perdido."
        
        "Ele nos amou. Da nos" amou.
        
        "Sim, ele fez. E isso  sido bastante. Venha, no preocupe nisto. Eu o levarei escada acima e lhe mostrarei para o at" o qual ns fomos.
        
        Da parte de trs do corredor, Cinza deixe sair uma respirao longa. A acstica no edifcio seja muito muito bom para segredos ser contado. Ele pensou que 
ele entendeu alguma da tristeza agora que os olhos de Brianna assombrado. Estranho que eles deveriam ter a falta do cuidado de uma me em comum.
        
        No que a falta o assombrou, ele se assegurou. Ele tinha adquirido em cima daquele h muito tempo. Ele tinha deixado para trs a criana assustada, s nos 
quartos tristes do Simon Brent Memorial Casa para Crianas.
        
        Mas quem, ele desejou saber, Rory era? E por que Rogan tinha contratado os detetives para procurar uma mulher nomeado Amanda Dougherty?
        
        Cinza sempre tinha achado o muito melhor modo para achar as respostas era fazer as perguntas.
        
        "Quem  Rory? "
        
        A pergunta rompeu Brianna facilmente fora do devaneio quieto dela como rebanho Cinza abaixo estradas sinuosas estreitas longe de Ennistymon. "O que? "
        
        "No isso que, quem? " Ele beliscou o carro mais ntimo para a extremidade como um VW carregado arredondou uma curva no lado dele da estrada.
        
        Provavelmente um ianque sem experincia, ele pensou com um grau superior de presuno. "Quem  Rory? " ele repetiu.
        
        "Voc tem escutado fofoca de bar, o tenha? "
        
        Em lugar de o advertir fora, a frieza na voz dela o incitou somente em. "Seguramente, mas isso no  onde eu ouvi o nome. Voc o mencionou atrs a Maggie 
na galeria."
        
        "Ento voc estava escutando s escondidas uma conversao privada."
        
        "Isso  redundante. No est espiando a menos que seja uma conversao privada."
        
        Ela endireitou no assento dela. H nenhuma necessidade para corrigir minha gramtica, obrigado."
        
        "Isso no era nenhuma gramtica, era... no importa." Ele deixou isto, e ela, guise um momento. "Assim, quem era ele? "
        
        "E por que seria seu negcio? "
        
        "Voc est s me fazendo mais curioso."
        
        "Ele era um menino que eu conheci. Voc est levando a estrada errada."
        
        No h nenhuma estrada errada na Irlanda. Leia os guias de viagem. Ele  o que o feriu? " Ele sacudiu um relance na direo dela, acernar com a cabea. "Bem, 
isso responde isso. O que aconteceu? "
        
        "Voc busca pondo isto em um de seus livros? "
        
        "Talvez. Mas  primeiro pessoal. Voc o amou? "
        
        "Eu o amei. Eu ia o" me casar.
        
        Ele se pegou fazendo carranca em cima de que e batendo um dedo contra o volante. "Por que no o fez? "
        
        "Porque ele me flertou dois passos do altar. Isso satisfaz sua curiosidade? "
        
        "No. S me fala que Rory era obviamente um idiota." Ele no pde parar a prxima pergunta, estava surpreso ele quis. "Voc ainda o ama? "
        
        "Isso seria notavelmente idiota de mim como era dez anos atrs."
        
        "Mas ainda di."
        
        Sendo "lanado leses" aparte, ela disse tersely. "Sendo o objeto de piedade nas leses de comunidade. Brie pobre, querido Brie pobre, lanado mais de duas 
semanas antes do dia de casamento dela. Partiu com um vestido de noiva e o pequeno enxoval triste dela enquanto o rapaz dela escapa para a Amrica em lugar de lhe 
fazer uma esposa.  isso
        
        bastante para voc? " Ela trocou para o encarar. "Voc quer saber se eu chorasse? Sim. Eu esperei por ele voltar? Eu fiz que como bem."
        
        "Voc pode me esmurrar se o fizer sentir bem."
        
        "Eu duvido que v."
        
        "Por que ele partiu? "
        
        Ela fez um som que veio como muito de aborrecimento como memria. "Eu no sei. Eu nunca soube. Isso era o pior disto. Ele veio a mim e disse ele no me quis, 
no me teria, nunca me perdoaria para o que eu tinha feito. E quando eu tentei lhe perguntar o que ele quis dizer, ele me repeliu, me derrubou.
        
        Mos cinzas apertaram na roda. "Ele isso que? "
        
        "Ele me derrubou, ela calmamente disse. "E meu orgulho no me deixaria o perseguir. Assim ele partiu, foi para a Amrica."
        
        "Bastardo."
        
        "Eu pensei freqentemente assim eu, mas eu no sei por que ele me deixou. Assim, depois de um tempo, eu dei meu vestido de noiva. O monja Kate de Murphy 
usou isto o dia ela se casou o Patrick" dela.
        
        "Ele no vale a tristeza que voc leva ao redor em seus olhos."
        
        "Talvez no. Mas o sonho era. O que est fazendo voc? "
        
        "Encostando. Caminhemos fora para os precipcios."
        
        "Eu no sou vestido por caminhar em cima de cho spero", ela protestou, mas ele j estava fora do carro. "Eu tenho os sapatos errados, Cinza. Eu posso esperar 
aqui se voc quiser um olhar."
        
        "Eu quero olhar com voc." Ele a arrastou fora do carro, ento a balanou para cima nos braos dele.
        
        "O que est fazendo voc? Voc est furioso? "
        
        "No  distante, e pensa disso que agradvel pinta esses turistas agradveis em cima de l vai levar casa de ns. Voc pode falar o francs? "
        
        "Nenhum? " Confundido, ela pescou para olhar para a face dele atrs. "Por que? "
        
        "Eu h pouco estava pensando se ns falssemos o francs, eles pensariam ns ser-francs, voc sabe. Ento eles falariam atrs para o Primo Fred em Dallas 
a histria sobre este par francs romntico que eles tinham visto perto da costa." Ele a beijou ligeiramente antes da fixar nos ps dela se aproxime a beira de um 
declive rochoso.
        
        A gua era a cor dos olhos dela hoje, ele notou. Aquele verde fresco, nublado que falou de sonhar. Estava claro bastante que ele pudesse ver as corcundas 
robustas das Ilhas de Aran, e uma pequena balsa que velejou entre Innismore e o continente. O cheiro estava fresco, o cu um mal-humorado azul isso pde, e vai, 
mude em qualquer momento. Os turistas que alguns jardas estavam falando fora em um som metlico de Texas rico que o fez sorriem.
        
        "Est bonito aqui. Tudo. Voc s tem que virar sua cabea nesta parte do mundo ver qualquer outra coisa empolgante." Deliberadamente, ele virou a Brianna. 
"Absolutamente empolgante."
        
        "Agora voc est tentando para me lisonjear compensar inquirindo em meu negcio."
        
        "No, eu no sou. E eu no terminei de inquirir, e eu gosto de inquirir, assim seria hipcrita se desculpar. Quem  Amanda Dougherty, e por que Rogan est 
a procurando? "
        
        Choque flamejou em cima da face dela, teve o dela declame tremor aberto e fechado. "Voc  os mais rudes de homens."
        
        "Eu j sei tudo aquilo. Me conte algo que eu no sei."
        
        "Eu estou voltando. Mas como virou ela, ele levou o brao dela simplesmente.
        
        "Eu o levarei atrs por um minuto. Voc quebrar seu tornozelo nesses sapatos. Especialmente se voc vai espernear."
        
        "Eu no esperneio como voc assim colorfully puseram isto. E isto no  nenhum de seu... " Ela arrastou fora, apagou um acesso de ira de respirao. "Por 
que eu desperdiaria meu tempo lhe falando isto nenhum de seu negcio ? "
        
        "Eu tenho no adquiriu uma pista."
        
        O olhar dela estreitou na face dele. Inspido era o que era, ela notou. E teimoso como duas mulas. "Voc continuar h pouco martelando a mim at que eu 
lhe" falo.
        
        "Agora voc est tendo xito. Mas ele no sorriu. Ao invs ele comprimiu um pmpano de cabelo que tremulou na face dela fora. Os olhos dele eram intensos, 
sem vacilar. "Isso  o que est o preocupando. Ela  o que est o" preocupando.
        
        "No  nada que voc entenderia."
        
        "Voc seria surpreendido o que eu entendo. Aqui, sente." Ele a guiou a uma pedra, a urgiu abaixo, ento sentou ao lado dela. "Me conte uma histria. Vem 
mais fcil aquele modo."
        
        Talvez vai. E talvez ajudaria este peso no corao dela dizer tudo. "Anos atrs, havia uma mulher como que teve uma voz um anjo-ou assim eles dizem. E ambiciona 
para usar isto para fazer o dela marque. Ela estava descontente com a vida dela como a filha de um innkeeper e foi vagar, enquanto pagando o modo dela com uma cano. 
Um dia que ela voltou, para a me dela estava afligindo e ela era uma filha obediente se no um amando. Ela cantou no bar de aldeia para o prazer dela, e o prazer 
do protetor, e alguns libras. Estava l ela conheceu um homem."
        
        Brianna olhou fora para mar como ela imaginou o pai dela viso pegadora da me dela, enquanto ouvindo o dela expresse.
        
        "Algo quente flamejou entre eles. Poderia ter sido amor, mas no o tipo duradouro. Ainda, eles no fizeram, ou no pde resistir a isto. E assim, antes de 
longo, ela se achou com criana. A Igreja, a educao dela, e as prprias convices dela a deixaram nenhum escolhido mas se casar, e deixa o sonho que ela tinha 
tido. Ela nunca esteve contente isso, e no teve bastante compaixo nela fazer o marido dela feliz. Em seguida a primeira criana nasceu, ela concebeu outro. No 
fora daquele flash de algo quente este tempo, mas fora de um senso frio de dever. E aquele dever satisfez, ela recusou o marido dela a cama dela e o corpo" dela.
        
        Era o suspiro dela fora o que teve alcanando Cinza, enquanto cobrindo a mo dela com seu. Mas ele no falou. No contudo.
        
        "Um dia, em algum lugar se aproxime o Rio Shannon, ele conheceu outro. Havia ame l, um amor fundo, permanente. Qualquer o pecado deles/delas, o amor era 
maior. Mas ele teve uma esposa, voc v, e duas filhas pequenas. E ele, e a mulher que o amou, soube havia nenhum futuro para eles. Assim ela o deixou, voltou para 
a Amrica, Ela lhe escreveu trs cartas, cartas adorveis cheio de amor e entendendo. E no tero ela lhe falou que ela estava levando a criana dele. Ela ia embora, 
ela disse, e ele era no preocupar, porque ela estava contente para ter uma parte dele dentro do crescimento" dela.
        
        Um pssaro de mar chamou, se aproximou o olhar dela. Ela assistiu isto asa fora para o horizonte antes de ela continuasse a histria dela. "Ela nunca escreveu 
novamente a ele, e ele nunca a esqueceu.
        
        Essas recordaes podem o ter confortado pelo frio do matrimnio obediente dele e todos os anos de vacuidade. Eu penso eles fizeram, para isto era o nome 
dela que ele disse antes de ele morresse. Ele disse a Amanda como ele olhou fora para o mar. E toda vida depois que as cartas foram escritas, um das filhas dele 
os, comprimidos no sto onde ele tinha os mantido amarrado em uma tira vermelha enfraquecida", achou.
        
        Ela trocou para Ficar cinzento* ento. No h nada que ela pode fazer, voc v, retroceder o relgio, fazer quaisquer dessas vidas melhorar que eles poderiam 
ter sido. Mas no faz uma mulher que foi amada assim merece saber ela nunca foi esquecida? E no tem a criana daquela mulher, e aquele homem, um direito para saber 
o prprio sangue dele? "
        
        "Pode o ferir mais os" achar. Ele olhou para baixo s mos unidas deles/delas. "O passado tem muito trapdoors srdido.  uma gravata tnue, Brianna, entre 
voc e a criana de Amanda. Mais forte esto diariamente" quebrados.
        
        "Meu pai a" amou, ela simplesmente disse. "A criana que ela agentou  parente. H nada mais para fazer mas olhar."
        
        "No para voc", ele murmurou como os olhos dele esquadrinhou a face dela. Havia fora misturada com a tristeza l. "Me deixe o" ajudar.
        
        "Como? "
        
        "Eu conheo muitas pessoas. Achando algum principalmente pesquisa, telefnica etiqueta, conexes".
        
        "Rogan contratou um detetive em Nova Iorque."
        
        "Isso  um comeo bom. Se ele no virar logo para cima algo, voc me deixar tentar? " Ele ergueu uma sobrancelha. "No diga  amvel de mim."
        
        "Certo eu no vou, entretanto ." Ela trouxe as mos unidas deles/delas  bochecha dela. "Eu estava bravo com voc por me empurrar lhe falar. Mas ajudou." 
Ela inclinou a face dela para seu. "Voc soube que vai."
        
        "Eu sou innately curioso."
        
        "Voc , sim. Mas voc soube ajudaria."
        
        "Normalmente faz." Ele estava de p, a escavou da pedra. "Est na hora para voltar. Eu estou pronto trabalhar."
        
        Captulo Onze
        
        A cadeia que a histria teve ao redor da garganta dele mantida Cinza algemada h dias  escrivaninha dele. Curiosidade virada a chave de vez em quando na 
fechadura como convidados veio e foi da cabana.
        
        Ele tinha tido isto a ele, ou quase assim durante tantos semanas, pensou ele que ele poderia achar o barulho e tagarela, enquanto aborrecendo. Ao invs estava 
confortvel, como a prpria hospedaria, colorido, como as flores que estavam comeando a florescer no jardim de Brianna, luminoso como esses primeiros dias preciosos 
de fonte.
        
        Quando ele no deixou o quarto dele, ele sempre acharia uma bandeja fora da porta dele. E quando ele fez, havia uma refeio e alguma companhia nova na sala 
de estar. A maioria ficou s uma noite que o vestiu. Cinza sempre tinha preferido contatos rpidos, descomplicados.
        
        Mas uma tarde abaixo a que ele veio, estmago estrondeando, e localizou Brianna para o jardim dianteiro.
        
        "Ns estamos vazios? "
        
        Ela olhou para cima de debaixo da borda do chapu de jardim dela. "Para um dia ou dois, sim. Voc est pronto para uma refeio? "
        
        "Pode esperar at que voc  acabado. O que est fazendo voc l? "
        
        "Plantando. Eu quero amor-perfeitos aqui. As faces deles/delas sempre parecem to arrogantes e presumidas." Ela sentou atrs nos saltos de sapatos dela. 
"Voc ouviu o cuco chamando, Grayson? "
        
        "Um relgio? "
        
        "No." Ela riu e bateu levemente terra ternamente ao redor de razes. "Eu ouvi o cuco chamar quando eu caminhei cedo com Trapaceiro esta manh, assim ns 
somos dentro para tempo bom. E havia dois pega tagarelando que prosperidade de meios seguir." Ela se submeteu o trabalho dela atrs. "Assim, talvez outro convidado 
achar o modo dele aqui."
        
        "Supersticioso, Brianna. Voc me" pega de surpresa.
        
        "Eu no vejo por que. Ah, h o telefone agora. Uma reserva."
        
        "Eu adquirirei isto." Como ele j estava nos ps dele, ele a bateu ao telefone de sala de estar. Cabana de Blackthorn." Arlene? Sim, sou eu. Como vai, bonito? 
"
        
        Com uma carranca lnguida ao redor a boca dela, Brianna estava na entrada e esfregou as mos dela no trapo que ela tinha comprimido no cs dela.
        
        "Qualquer lugar eu penduro meu chapu", ele disse com respeito  pergunta dela de se ele estava sentindo em casa na Irlanda. Quando ele viu Brianna comear 
a pisar atrs e enfraquecer do quarto, ele ofereceu uma mo em convite. Como "o que est em Nova Iorque? " Ele assistiu Brianna hesitam, pise adiante. Cinza uniu 
os dedos dele com seu e comeou a fossar as juntas dela. "No, eu no esqueci isso estava surgindo. Eu no dei isto muito pensado. Se o esprito me, amado", move.
        
        Embora Brianna arrastasse na mo dela e carranqueou, ele s sorriu e manteve o aperto dele firme.
        
        "Eu estou alegre de ouvir isso. O que  a transao? " Ele pausou, enquanto escutando e sorrindo nos olhos de Brianna. "Isso  generoso,
        
        Arlene, mas voc sabe como eu sinto sobre compromissos a longo prazo. Eu quero isto um de cada vez, h pouco igual sempre."
        
        Como escutou ele, ele fez pouco soa de acordo, zumbe de interesse, e beliscou o modo dele at o pulso de Brianna. No fez o ego dele dano sentir o pulso 
subindo dela.
        
        "Soa mais que bom a mim. Seguramente, empurre o Brits mais adiante um pouco se voc pensa que voc pode. No, eu no vi o Londres Times. Realmente? Bem, 
isso   mo, no ? No, eu no estou sendo um smartass.  grande. Obrigado. Eu-o que? Um fac-smile? Aqui? " Ele riu silenciosamente, apoiou adiante, e deu para 
Brianna um beijo rpido, amigvel na boca. "O, Arlene, abenoe. No, h pouco envie pelo correio, meu ego pode esperar. Corrija atrs a voc, bonito. Eu entrarei 
em contato."
        
        Ele disse os adeuses dele e ainda desligou com a mo de Brianna apertada em seu.
        
        Quando ela falou, o frio na voz dela abaixou a temperatura do quarto atravs de dez graus. "Voc no pensa que  rude para estar paquerando com uma mulher 
no telefone e beijando outro? "
        
        O dele j expresso contente clareou. "Ciumento, bem? "
        
        "Certamente no."
        
        "H pouco um pequeno." Ele pegou a outra mo dela antes de ela pudesse evadir e poderia trazer ambos aos lbios dele. "Agora isso  progresso. Eu quase odeio 
lhe falar isso era meu agente. Meu agente muito casado que entretanto querido a meu corao e minha caderneta bancria  vinte anos mais velha que eu e a av orgulhosa 
de trs."
        
        "Oh." Ela odiou quase sentir tolo tanto quanto ela odiou sentir ciumento. "Eu o suponho desejo que refeio agora."
        
        "Por uma vez, comida  a ltima coisa em minha mente." O que estava nisto estava muito claro nos olhos dele como ele a arrastou mais ntimo. "Voc parece 
realmente atraente naquele chapu."
        
        Ela h pouco virou a tempo a cabea dela para evitar a boca dele. Os lbios dele somente deslizaram em cima da bochecha dela. "Era ento notcias boas, a 
chamada dela? "
        
        "Muito bom. Meu publicador gostou dos captulos de amostra eu os enviei umas semanas de par atrs e fiz uma oferta."
        
        "Isso  agradvel." Ele parecia faminto bastante para ela, o modo que ele estava lambiscando  orelha dela. "Eu suponho eu pensei que voc vendeu livros 
antes de voc lhes, como um contrato", escrevesse.
        
        "Eu no fao mltiplos. Me faz sentir engaiolado dentro." Tanto de forma que ele h pouco tinha dobrado uma oferta espetacular para trs romances projetados. 
"Ns negociamos a pessoa de cada vez, e com Arlene em meu canto, negociamos ns bem."
        
        Um calor estava esparramando no estmago dela como ele trabalhou o modo dele vagaroso abaixo o pescoo dela. "Cinco milhes que voc me contou. Eu no posso 
imaginar tanto."
        
        "No este tempo." Ele viajou para cima a mandbula dela. "Arlene os forte-armou at seis ponto cinco."
        
        Atordoado, ela empurrou atrs. "Milhes? Dlares americanos? "
        
        "Parece dinheiro de Monoplio, no faz isto? " Ele riu. "Ela no est satisfeita com o britnico oferecer-e desde que meu livro atual  fixo a nmero a pessoa 
no Londres Times, ela est os apertando um pouco." Absently ele a beliscou pela cintura, apertou os lbios dele  sobrancelha dela, o templo dela. "Aderindo Ponto 
abre em Nova Iorque ms" que vem.
        
        "Abre? "
        
        "Mmm. O filme. Arlene pensou que eu poderia gostar de ir para a estria."
        
        "De seu prprio filme. Voc deve."
        
        No h nenhum imperativo. Parece como notcias velhas. Retrospecto  agora."
        
        Os lbios dele arreliaram o canto da boca dela e a respirao dela comeou a escorregar. "Retrospecto? "
        
        "O livro no que eu estou trabalhando.  o nico que assuntos." Os olhos dele estreitaram, foco perdido. "Ele tem que achar o livro. Caga, como eu pudesse 
ter perdido isso?  a coisa inteira." Ele empurrou atrs, arrastou uma mo pelo cabelo dele. "Uma vez ele acha isto, ele no ter qualquer escolhido, ele vai? Isso 
 o que faz isto pessoal."
        
        Todo nervo que termina no corpo dela estava zumbindo da impresso dos lbios dele. Sobre "o que est falando voc? Que livro? "
        
        O dirio de Deliah." Isso  que ligaes passado e presente. Haver nenhum ambulante fora depois que ele leia isto. Ele ter - " Cinza tremeu a cabea dele, 
como um homem que sai, ou passando a um transe. "Eu tenho que conseguir trabalhar."
        
        Ele era mediano para cima os degraus, e o corao de Brianna ainda estava estrondeando estupidamente. "Grayson? "
        
        "O que? "
        
        Ele j foi macerado no prprio mundo dele, ela notou, rasgado entre diverso e irritao. Aquele vislumbre impaciente estava nos olhos dele, olhos que ela 
duvidou estavam a vendo at mesmo. "Voc no quer um pouco de comida? "
        
        "H pouco deixa uma bandeja quando voc tiver uma chance. Obrigado."
        
        E ele teve sido ido.
        
        Bem. Brianna fixou as mos dela nos quadris dela e conseguiu rir dela. O homem teve todos menos a seduziu em uma poa, e fez nem mesmo conhea. Fora ele 
foi com Deliah e o dirio dela, assassinato e caos, enquanto deixando o fazendo tique-taque de sistema dela como um relgio de overwound.
        
        Para o melhor, ela se assegurou. Tudo aquilo mo beijando e lambiscando tinha a debilitado. E era tolo, no era isto, ir fraco em cima de um homem que teria 
sido ido da casa dela e o pas dela to negligentemente quanto ele tinha ido da sala de estar dela.
        
        Mas oh, ela pensou como ela caminhou para a cozinha, fez para a maravilha dela o como o qual seria. O que seria goste de ter tudo aquilo energia, tudo aquilo 
ateno, tudo aquilo que habilidade s focalizou nela. At mesmo para pouco tempo. At mesmo durante s uma noite.
        
        Ela saberia ento, no v ela, o que sentia como dar prazer a um homem? E levar isto. Solido poderia estar amarga depois, mas o momento poderia ser doce.
        
        Poder. Muitos poderes, ela se advertiu e fixo Cinza um prato generoso de cordeiro frio e croquetes de queijo. Ela levou isto para cima, enquanto levando 
isto no quarto dele sem falar.
        
        Ele no a reconheceu, nem ela esperou isto agora. No quando ele era hulked em cima da pequena mquina dele, os olhos dele racharam, a corrida de dedos dele. 
Ele grunhiu quando ela verteu o ch e fixou uma xcara ao cotovelo dele.
        
        Quando ela se pegou sorrindo, enquanto conferindo um desejo para correr uma mo abaixo aquele cabelo ouro-inclinado adorvel, ela decidiu que era um tempo 
muito bom para caminhar em cima de para Murphy e lhe pergunta por fixar o carro dela.
        
        O exerccio ajudado trabalha fora esses dure frissons nervoso de necessidade. Era o tempo dela de ano, a primavera, quando os pssaros chamaram, as flores 
floresceram, e as colinas arderam to verde sua garganta doeu para olhar para eles.
        
        A luz foi dourada, o ar to claro que ela pudesse ouvir o bater levemente-bata levemente do trator de Murphy dois campos em cima de. Encantado pelo dia, 
ela balanou a cesta ela levou e cantou a ela. Como ela escalou em cima de uma baixa parede de pedra, ela sorriu ao potro provido de pernas delgado que alimentou 
greedily enquanto a me dele semeou grama. Ela gastou um momento em admirao, outro poucos acariciando me e mima antes de vagar em.
        
        Talvez ela caminharia Maggie depois de ver Murphy, pensou ela. Era agora s uma questo de semanas antes do beb era devido. Algum precisou tender o jardim 
de Maggie, faa um pouco de lavagem.
        
        Rindo, ela parou, enquanto se agachando quando o Trapaceiro correu em cima do campo para ela.
        
        "Est cultivando, voc tem? Ou h pouco perseguindo coelhos. No, 'tis no para voc", ela disse, enquanto enganchando a cesta mais alto como o cachorro 
cheiraram ao redor disto. "Mas eu tenho um osso bom a casa esperar." Ouvindo o granizo de Murphy, ela endireitou, ondeado o brao dela cumprimentando.
        
        Ele fechou fora o trator dele e pulou abaixo como ela caminhou em cima da terra recentemente virada.
        
        "Um dia bom por plantar."
        
        "O melhor", ele concordou e de olhos a cesta. "O que o tm l, Brie? "
        
        "Um suborno."
        
        "Oh, eu sou feito de materiais mais fortes que isso."
        
        "Esfregue bolo."
        
        Ele fechou os olhos dele e deu um suspiro exagerado. "Eu sou seu homem."
        
        "Que voc ." Mas ela ofereceu o tantalizingly de cesta de alcance. " Tis meu carro novamente, Murphy."
        
        Agora o olhar dele era aflito. "Brianna, bem, est l tempo pela esteira. ltimo tempo."
        
        "Voc h pouco no pde levar uma olhada? "
        
        Ele olhou para ela, ento  cesta. "O todo do bolo de esponja? "
        
        "Todo miolo."
        
        "Feito." Ele levou a cesta, monte no assento de trator.
        
        "Mas eu estou o advertindo, voc precisar um novo antes de vero."
        
        "Se eu fizer, eu fao. Mas eu tenho meu jogo de corao na estufa, assim o carro tem que durar um pedao pequenino mais muito tempo. Voc teve tempo para 
olhar para meus desenhos para a estufa, Murphy? "
        
        "Sim. Poderia ser feito." Vantagem levando da fratura, ele tirou de um cigarro, iluminado isto. "Eu fiz alguns ajustes."
        
        "Voc  um homem de bem, Murphy". Sorrindo, ela beijou a bochecha dele.
        
        "Assim todas as senhoras me" falam. Ele arrastou em um cacho solto de cabelo. "E o que pensaria seu ianque se ele se encontrasse com voc me encantando em 
meu prprio campo? "
        
        "Ele no  meu ianque." Ela s trocou como Murphy ergueu uma sobrancelha preta. "Voc gosta dele, no o faa? "
        
        "Duro no gostar dele. Ele est o preocupando, Brianna? "
        
        "Talvez um pequeno." Ela suspirou, se rendeu. No havia nada no corao dela e nota ela no pde contar para Murphy. "Muito. Eu o quero. Eu no estou seguro 
o que fazer sobre isto, mas eu o, tanto, quero.  diferente que at mesmo estava com Rory."
        
         meno do nome, fez carranca Murphy e encarou abaixo a gorjeta do cigarro dele. "Rory no valor um nico pensamento em sua cabea."
        
        "Eu no gasto pensamento de tempo dele. Mas agora, com Cinza, devolve isto, voc v. Murphy... ele partir, voc sabe. Como "esquerda de Rory. Ela olhou 
fora. Ela poderia dizer isto, Brianna pensou, mas ela no pde lidar com a condolncia nos olhos de Murphy quando ela fez. "Eu tento entender que, aceitar isto. 
Eu me falo ser mais fcil para pelo menos mim saber por que. No sabendo, minha vida inteira com Rory, o que estava faltando em mim - "
        
        No h nada faltando em voc", Murphy disse brevemente. "Aparte.
        
        "Eu tenho. Eu fazer-ou quase. Mas eu... " Subjugado, ela se virou fitar fora em cima das colinas. "Mas o que  em mim, ou no em mim, isso despacha um homem? 
Eu pergunto muito dele, ou no bastante? H uma frieza em mim isso os gela fora? "
        
        No h nada frio sobre voc. Deixe de se culpar por outra pessoa crueldade."
        
        "Mas eu s me tenho perguntar. Dez anos,  sido. E esta  na primeira vez desde que eu senti qualquer ativo. Me amedronta porque eu no sei como eu viverei 
novamente por desgosto. Ele no  Rory, eu sei, e ainda - "
        
        "No, ele no  Rory." Furioso  ver to perdido, to infeliz, Murphy lanou o cigarro dele abaixo e moeu isto fora. "Rory era um bobo que no pde ver o 
que ele teve, e quis acreditar qualquer mentiras ele ouviu. Voc deveria agradecer Deus ele foi."
        
        "O que mente? "
        
        O calor mexeu nos olhos de Murphy, ento esfriou. "Tudo que. O dia est desperdiando, Brie. Eu virei olhar a seu carro amanh."
        
        "O que mente? " Ela ps uma mo no brao dele. Havia um tocando lnguido nas orelhas dela, um punho duro na barriga dela. "O que sabe voc sobre isto, Murphy 
que voc no me contou? "
        
        "O que saberia eu? Rory e eu nunca ramos companheiros."
        
        "No, voc no era, ela disse lentamente. "Ele nunca o gostou. Ele teve cimes, ele era, porque ns ramos ntimos. Ele no pde ver que estava como ter 
um irmo. Ele no pde ver que", ela continuou, enquanto assistindo Murphy cuidadosamente. "E algumas vezes ns discutimos em cima disto, e ele disse como eu era 
muito grtis com beijos quando veio a voc."
        
        Algo chamejou em cima da face de Murphy antes de ele conferisse isto. "Bem, eu no lhe falei ele um bobo era? "
        
        "Voc disse algo a ele sobre isto? Ele disse algo a voc? " Ela esperou, ento o frio que estava crescendo no corao dela esparramou e a encapotou. "Voc 
me falar, por Deus vai voc. Eu tenho um direito. Eu lamentei meu corao fora em cima dele, eu sofri dos olhares compassivos de todo o mundo que eu soube. Eu assisti 
sua irm se case no vestido que eu tinha feito com minhas prprias mos para ser uma noiva. Durante dez anos  havido uma vacuidade em mim."
        
        "Brianna."
        
        "Voc me" falar. Rgido, suportou, ela esteve em frente dele. "Porque eu posso o ver ter a resposta. Se voc for meu amigo, voc me" falar.
        
        "Que 'tis no feira."
        
        "Est se duvidando tudo isso tempo qualquer mais justo? "
        
        "Eu no quero o ferir, Brianna". Suavemente ele tocou uma mo  bochecha dela. "Eu cortaria fora meu brao antes."
        
        "Eu menos instrudo."
        
        "Talvez. Talvez." Ele no pde saber, nunca tinha sabido. "Maggie e eu ambos pensamento - "
        
        "Maggie? " ela arrombou, atordoado. "Maggie sabe bem como? "
        
        Oh, ele estava agora nisto, ele percebeu. E no estava fora nenhum modo sem afundar o lote deles. O amor dela para voc  to feroz, Brianna. Ela faria qualquer 
coisa que o" proteger.
        
        "E eu lhe contarei o que eu lhe contei, tempo e novamente. Eu no preciso proteger. Me conte o que voc sabe."
        
        Dez anos, ele pensou, era muito tempo para um homem honesto segurar um segredo. Dez anos, ele pensou, era mais muito tempo ainda para uma mulher inocente 
celebrar culpa.
        
        "Ele veio atrs de mim um dia enquanto eu estava fora aqui, enquanto trabalhando os campos. Ele foi por mim, inesperadamente, parecia a mim. E no estando 
apaixonado por ele, eu fui como bem por ele. No pode dizer meu corao estava nisto muito at que ele disse o que ele fez. Ele disse que voc tinha sido... comigo."
        
        Ainda o envergonhou, e em baixo do embarao, ele descobriu permanecido l isso afiado-afiou raiva que nunca tinha entorpecido com tempo.
        
        "Ele disse que ns tnhamos feito um bobo dele atrs da parte de trs dele e ele no se casaria uma prostituta. Eu sangrei a face dele para isso", Murphy 
disse viciously, o punho dele enrolando duro em memria. "Eu no sinto muito por isto. Eu poderia ter quebrado os ossos dele como bem, mas ele me falou ele tinha 
tido notcias isto do prprios lbios de sua me. Que ela tinha lhe falado que voc tinha estado se se mover furtivamente fora comigo, e poderia estar levando minha 
criana" at mesmo.
        
        Ela estava morta empalidea agora, o corao dela crepitando com gelo. "Minha me disse isto a ele? "
        
        "Ela dizer-ela no pde, em conscincia boa, o deixou o se casar na igreja quando voc tinha pecado comigo."
        
        "Ela soube eu no tive, Brie sussurrou. "Ela soube que ns no tivemos. "
        
        As razes dela por acreditar isto, ou dizendo isto,  ela prprio. Maggie veio quando eu estava me limpando, e eu lhe falei antes de eu pudesse pensar melhor 
nisto. No princpio eu pensei que ela iria negociar com Maeve com os punhos dela, e eu tive que a segurar l at que ela tinha acalmado um pouco. Ns falamos, e 
era Maggie est pensando que Maeve tinha feito isto para o persistir em casa."
        
        Oh, sim, pensamento de Brianna. Em casa que nunca tinha sido uma casa. "Onde eu cuidaria dela, e a casa, e Da."
        
        O que fazer, Brianna, "ns no soubemos. Eu o juro eu teria o arrastado longe do meself de altar se voc tinha prosseguido e tinha tentado se casar isso 
cobra-se inchado bastardo. Mas ele partiu o muito dia que vem, e voc estava doendo assim. Eu no tive o corao, nem fez Maggie, lhe contar o que ele tinha dito".
        
        "Voc no teve o corao." Ela apertou os lbios dela junto. "O que voc no teve, Murphy, voc nem Maggie, eram o direito para manter isto de mim. Voc 
no teve o direito qualquer mais que minha me fez para dizer tais coisas."
        
        "Brianna."
        
        Ela empurrou atrs antes de ele pudesse a tocar. "No, no faa. Eu no posso falar agora com voc. Eu no posso falar com voc." Ela virou e correu fora.
        
        Ela no lamentou. As lgrimas estavam congeladas na garganta dela, e ela recusou os deixar derreterem. Ela correu pelos campos, enquanto no vendo nada agora, 
nada mais que a neblina do que tinha sido. Ou o que quase tinha sido. Toda a inocncia tinha sido quebrada agora. Todas as iluses esmagaram para espanar. A vida 
dela era mentiras. Concebido neles, criados neles, criados com eles.
        
        At que ela chegasse  casa, a respirao dela estava chorando nos pulmes dela. Ela se parou, fisting as mos dela duro at que as unhas dela cavaram em 
carne.
        
        Os pssaros ainda cantaram, e as flores jovens tenras que ela tinha plantado que ela continuou danando na brisa. Mas eles j no a tocaram. Ela se viu como 
tinha sido ela, chocado e intimidado como ela tinha sentido a mo de Rory a golpeie ao cho. Depois todos estes anos ela poderia visualizar isto perfeitamente, a 
confuso que ela tinha sentido como ela tinha o encarado, a raiva e repugna na face dele antes de ele tivesse virado e tinha a deixado l.
        
        Ela tinha sido marcada como uma prostituta, ela teve? Pela prpria me dela. Pelo homem tinha amado ela. Isso que uma piada boa que era, quando ela nunca 
tinha sentido o peso de um homem.
        
        Muito quietamente ela abriu a porta, fechou isto atrs dela.
        
        Assim o destino dela tinha sido decidido longo-atrs para ela nisso manh. Bem, este mesmo dia, ela ocuparia o destino dela agora, nas prprias mos dela.
        
        Deliberadamente ela caminhou para cima os degraus, porta Cinza aberta. Fechado isto apertado  parte de trs dela. "Grayson? "
        
        "Huh? "
        
        "Voc me quer? "
        
        "Seguramente. Depois." A cabea dele surgiu, os olhos vtreos dele que s meio focalizou. "O que? O que disse voc? "
        
        "Voc me quer? " ela repetiu. A espinha dela era to dura quanto a pergunta. "Voc disse voc fez, e agiu como voc fez."
        
        "EU... " Ele fez uma tentativa varonil para se arrancar de imaginao em realidade. Ela estava plida como gelo, ele notou, e os olhos dela brilharam com 
resfriado. E, ele notou, leso. "Brianna, o no qual vai? "
        
        "Uma pergunta simples. Eu lhe agradeceria uma resposta para isto."
        
        "Claro que eu o quero. O que  isso que em inferno est fazendo voc? " Ele estava fora da cadeira como um tiro, abrindo brecha como ela comeou a desabotoar 
a blusa dela vivamente. "Recorte. Goddamn isto, pare que agora."
        
        "Voc disse que voc me quer. Eu estou o" obrigando.
        
        "Eu disse parada." Em trs passos largos ele era a ela, enquanto arrancando a blusa dela junto. "O que  entrado em voc? O que  acontecido? "
        
        "Isso est aqui nem l." Ela poderia se sentir comeando a tremer e poderia lutar isto atrs. "Voc tem tentado para me persuadir em cama, agora eu estou 
pronto ir. Se voc no pode poupar o tempo agora, s diga assim." Os olhos dela chamejaram. "Eu sou usado a ser tirado.
        
        "No  uma questo de tempo - "
        
        "Bem, ento." Ela fugiu para dobrar a cama. "Voc preferiria que as cortinas abram ou fechado? Eu no tenho nenhuma preferncia."
        
        "Deixe as cortinas estpidas." O modo limpo que ela dobrou abaixo as coberturas fez o que sempre fez. Fez o estmago dele apertar em um punho escorregadio 
de luxria. "Ns no vamos fazer isto."
        
        "Voc no me, ento", quer. Quando ela endireitou a blusa aberta dela trocada, enquanto lhe dando uma olhada atormentando de pele plida e algodo branco 
limpo.
        
        "Voc est me" matando, ele murmurou.
        
        "Multa. Eu o deixarei morrer em paz." Cabea alto, ela marchou para a porta. Ele bateu uma mo somente nisto manter isto feche.
        
        "Voc no vai em qualquer lugar at que voc me conta o em" o qual vai.
        
        "Nada, parece, pelo menos com voc." Ela se apertou atrs contra a porta, enquanto esquecendo de respirar lentamente agora, uniformemente, mantenha a dor 
arrancando da voz dela do lado de fora. "Seguramente h um homem em algum lugar que poderia poupar um momento ou dois para me dar um tombo."
        
        Ele descobriu os dentes dele. "Voc  pissing eu fora."
        
        "Oh, bem, isso  uma piedade. Eu imploro seu perdo. Sente muito eu sou ter o aborrecido. S  que eu pensei que voc tinha querido dizer o que voc tinha 
dito. Isso  meu problema, voc v", ela murmurou como lgrimas brilhadas nos olhos dela. "Sempre acreditando."
        
        Ele teria que controlar as lgrimas, ele percebeu, e qualquer tailspin emocional no que ela foi pegada, sem a tocar. "O que aconteceu? "
        
        "Eu descobri. Os olhos dela no estavam agora frios, mas devastou e desesperado. "Eu descobri que nunca  havido um homem que  me amado. No realmente j 
me amado. E que minha prpria me mentiu, mentiu hatefully, tomar aquela chance pequena de felicidade at mesmo. Ela lhe falou eu tinha dormido com Murphy. Ela lhe 
falou que, e que eu poderia estar levando uma criana. Como ele poderia me se casar acreditando isso? Como poderia ser acredite me amando? "
        
        "Espere um minuto." Ele pausou, enquanto esperando pelo borro rpido dela de palavras para registrar. "Voc est dizendo que sua me falou para o sujeito 
que voc ia se casar, este Rory, que voc tinha estado tendo sexo com Murphy, poderia estar grvida? "
        
        "Ela lhe falou que de forma que mim no pudesse escapar esta casa." Apoiando a cabea dela atrs ela fechou os olhos dela. "Esta casa como era ento. E ele 
a acreditou. Ele acreditou que eu pudesse ter feito que, nunca acreditou isto de forma que ele me perguntou se fosse verdade. S me falado ele no me teria, e esquerda. 
E tudo isso tempo Maggie e Murphy conheceram isto, e manteve isto de mim."
        
        Ande cuidadosamente, Cinza se advertiu. Areia movedia emocional. "Olhe, eu estou no lado de fora aqui, e eu diria, enquanto sendo um observador profissional 
que sua irm e Murphy manteve as bocas deles/delas fecharam para o impedir ferir mais que voc j era."
        
        "Isto minha vida era, no era? Voc sabe o que  como no saber por que no lhe querem, passar por vida que s sabe que voc no era, mas nunca por que? 
"
        
        Sim, ele soube, exatamente. Mas ele no pensou que era a resposta que ela quis. "Ele no o mereceu. Isso deveria lhe dar um pouco de satisfao."
        
        "No. No agora. Eu pensei que voc mostraria para mim." Ele pisou cautiously atrs como a respirao entupida nos pulmes dele. Uma mulher bonita, um que 
teve, do primeiro momento, mexeu o sangue dele. Inocente. Oferecendo. "Voc  chateado", ele administrou em uma voz apertada. No pensando claramente. E at isto 
me di, h regras." "Eu no quero desculpas."
        
        "Voc quer um substituto." As violncias rpidas da declarao surpreenderam ambos eles. Ele no tinha percebido aquele pequeno germe tinha estado na cabea 
dele. Mas ele chicoteou fora como cresceu. "Eu no sou um extra de goddamn para algum cheio de queixumes, puxo de wimp-hearted em cima de que o lanou uma dcada 
atrs. Ontem chupadas. Bem, bem-vindo a realidade. Quando eu levar uma mulher a cama, ela vai estar pensando em mim. H pouco eu."
        
        Que pouca cor que tinha vazado atrs nas bochechas dela escoou. "Eu sinto muito. Eu no quis dizer isto que modo, no signifique para parecer aquele modo."
        
        "Isso  exatamente como parece, porque isso  exatamente o que . O rena, ele ordenou, mortalmente amedrontado ela comearia a chorar novamente. "Quando 
voc entende o que voc quer, me deixe saber."
        
        "Eu s... Eu precisei sentir como se algo, voc, me quisesse. Eu pensamento-eu esperei que eu tivesse algo que se lembrar. H pouco uma vez, saber o que 
era gostam ser tocados por um homem eu me preocupei para." A cor voltou, humilhao que monta as bochechas dela como Cinza a encarou. "No importe. Eu sinto muito. 
Eu sinto muito" muito.
        
        Ela arrancou aberto a porta e fugiu.
        
        Ela era pensamento arrependido, Cinza, enquanto fitando no espao onde ela tinha sido. Ele pde todos menos veja o ar vibrar na esteira dela.
        
        Andamento bom, camarada, que ele pensou em desgosto como ele comeou a passo o quarto. Trabalho agradvel. Sempre faz algum sentir bem quando voc os chutar 
enquanto eles estiverem triste.
        
        Mas condena isto, condene, ela tinha o feito sentir exatamente como ele tinha lhe falado. Substituto conveniente para um pouco de amor perdido. Ele sentia 
miservel para ela, enquanto enfrentando aquele tipo de traio que tipo de rejeio. No havia nada que ele entendeu melhor. Mas ele tinha se consertado para cima, 
no teve ele? Assim pde ela.
        
        Ela tinha querido ser tocada. Ela h pouco tinha precisado ser acalmada. Cabea batendo, ele espiou  janela e parte de trs. Ela tinha querido ele-uma pouca 
condolncia, um pequeno entendendo. Um pequeno sexo. E ele tinha a fugido.
        
        H pouco igual o Rory j-popular.
        
        O que foi suposto ele para fazer? Como ele poderia a ter levado a cama quando tudo aquilo doeu e medo e confuso tinham estado vislumbrando ao redor dela? 
Ele no precisou das complicaes de outras pessoas.
        
        Ele no os quis.
        
        Ele a quis.
        
        Em um juramento ele descansou a cabea dele contra o copo de janela. Ele poderia caminhar fora. Ele nunca tinha tido qualquer dificuldade que caminha fora. 
H pouco se sente novamente, apanhe as linhas da histria dele, e mergulhe nisto.
        
        Ou... ou ele poderia tentar algo que poderia esvaziar a frustrao do ar para ambos eles.
        
        O segundo impulso era mais atraente, uma grande transao mais atraente, se uma grande transao mais perigoso. A rota segura era para covardes, ele se falou. 
Arrebatando para cima as chaves dele, ele caminhou escada abaixo e fora da casa.
        
        Captulo Doze
        
        Se havia uma coisa Cinza soube ver com estilo, era cenas fixas. Duas horas depois que ele tinha deixado Cabana de Blackthorn, ele estava de volta no quarto 
dele e pondo o toque final nos detalhes. Ele no pensou alm do primeiro passo. s vezes no estava mais sbio-seguro morar em como a cena poderia desdobrar ou o 
fim de captulo.
        
        Ao redor, depois de um ltimo relance ele acernar com a cabea a ele, ento foi a achar escada abaixo.
        
        "Brianna."
        
        Ela no virou da pia onde ela estava geando um bolo de chocolate meticulosamente. Ela estava agora mais tranqila, mas nenhum menos envergonhado do comportamento 
dela. Ela tinha estremecido mais de uma vez durante as ltimas duas horas em cima do modo que ela tinha se lanado a ele.
        
        Se lanado, ela se lembrou novamente, e no sido pegado.
        
        "Sim, jantar pronto", ela calmamente disse. "Voc quereria isto abaixo aqui? "
        
        "Eu preciso que voc venha escada acima."
        
        "Certo, ento." O alvio dela que ele no pediu uma refeio confortvel na cozinha era tremendo. "Eu fixarei h pouco uma bandeja para voc."
        
        "No." Ele ps uma mo no ombro dela, intranqilo quando ele sentia que os msculos dela endurecem. "Eu preciso que voc venha escada acima."
        
        Bem, ela teria que estar em frente dele cedo ou tarde. Esfregando as mos dela cuidadosamente no avental dela, ela virou. Ela no leu nada na face dele de 
condenao, ou a raiva que ele tinha lanceado mais cedo a ela. No ajudou. "H um problema? "
        
        "Surja, ento voc me" fala.
        
        "Certo." Ela seguiu atrs dele. Ela deveria se desculpar novamente? Ela no estava segura. S poderia ser melhor para no fingir nada tinha sido dito. Ela 
deu um pequeno suspiro como eles chegaram o quarto dele. Oh, ela esperou que no fosse o encanamento. A despesa vai agora mesmo...
        
        Ela se esqueceu de examinar como ela pisou dentro. Ela se esqueceu de tudo.
        
        Havia velas fixadas em todos lugares, os luz fluindo macios gostam de ouro derretido contra o crepsculo cinza do quarto. Flores caram de uns meia dzia 
vasos, tulipas e rosas, freesia e lils. Em um balde prateado descansou uma garrafa de iced de champanha, ainda arrolhou. Msica veio em algum lugar de. Msica de 
harpa. Ela fitou, confundiu, ao estreo porttil na escrivaninha dele.
        
        "Eu gosto as cortinas abrem", ele disse.
        
        Ela dobrou as mos dela debaixo do avental dela onde s ela saberia que eles tremeram. "Por que? "
        
        "Porque voc nunca sabe quando voc poderia pegar um raio lunar."
        
        Os lbios dela encurvaram, j to ligeiramente ao pensamento. "No, eu quero dizer por que voc fez tudo isso? "
        
        Lhe fazer sorriso. Lhe dar tempo decidir se  o que voc realmente quer. Ajudar o persuadem que ."
        
        "Voc foi para tal dificuldade." Os olhos dela deslizaram para a cama, ento depressa, nervosamente sobre o vaso de rosas. "Voc no teve. Eu lhe fiz tato 
obrigado."
        
        "Por favor. No seja um idiota.  sua escolha." Mas ele moveu a ela, levou o primeiro alfinete do cabelo dela, lanou isto aparte. "Voc quer que eu mostre 
para voc quanto quero eu voc? "
        
        "I___"
        
        "Eu penso que eu deveria mostrar para voc, pelo menos um pequeno." Ele tirou outro alfinete, um tero, ento simplesmente penteou as mos dele pelo cabelo 
de desmoronamento dela. "Ento voc pode decidir quanto dar" voc.
        
        A boca dele deslizou em cima de seu, suave como ar, ertico como pecado. Quando os lbios dela tremeram separadamente, ele deslizou a lngua dele entre eles, 
enquanto arreliando o seu.
        
        "Isso deveria lhe dar a idia." Ele moveu os lbios dele ao longo da mandbula dela, at o templo dela, ento atrs beliscar ao canto da boca dela. "Me fale 
voc me, Brianna, quer. Eu quero o ouvir dizer isto."
        
        "Sim." Ela no pde ouvir a prpria voz dela, s o zumba disto na garganta dela onde a boca dele se conchegou agora. "Eu o quero. Fique cinzento*, eu no 
posso pensar. Eu preciso - "
        
        "H pouco eu. Voc s me precisa hoje  noite. Eu s o" preciso. Persuadindo, ele alisou as mos dele abaixo a parte de trs dela. "Deite comigo, Brianna". 
Ele a ergueu, a embalou. H tantos lugares que eu quero o" levar.
        
        Ele a colocou na cama onde as folhas e colcha tinham sido dobradas abaixo em convite. Os cabelos dela derramaram como ouro incendiado em cima do linho encaracolado, 
ondas sutis disto que pegam refletem da luz de vela. Os olhos dela eram tempestuosos com a guerra de dvidas e necessidades.
        
        E o estmago dele tremeu, enquanto olhando para ela. De desejo, sim, mas tambm de medo.
        
        Ele seria ela primeiro. No importa o depois do qual aconteceu, pela vida dela, do que ela se lembraria hoje  noite, e ele.
        
        "Eu no sei o que fazer." Ela fechou os olhos dela, entusiasmado, envergonhado, encantado.
        
        "Sim." Ele se deitou ao lado dela, imergiu a boca dele mais uma vez a seu. Ela estava tremendo em baixo dele, um fato que teve uma bola quente de pnico 
que aperta no intestino dele. Se ele movesse muito rapidamente. Se ele movesse muito lento. Os acalmar ambos ele a inquiriu
        
        dedos nervosos separadamente, os beijou um por um. "No tenha medo, Brianna. No tenha medo de mim. Eu no o" ferirei. Mas ela tinha medo, e no s da dor 
que ela soube foi de mos dadas com a perda de inocncia. Ela tinha medo de no ser capaz de dar prazer, e de no poder sentir a verdade completa disto.
        
        "Pense em mim", ele murmurou, enquanto afundando o grau de beijo atravs de grau estremecendo. Se ele fizesse nada mais, ele jurou ele exorcizaria o ltimo 
fantasma da preocupao dela. "Pense em mim." E quando ele repetiu isto, ele soube, de em algum lugar escondido dentro que ele precisou deste momento at ela. Docemente, 
ela pensou hazily. Como estranho que a boca de um homem pudesse ter gosto to doce, e poderia ser tudo de uma vez firme e macio. Fascinado pelo gosto e textura, 
ela localizou os lbios dele com a gorjeta da lngua dela. E ouviu o quieto dele ronrone em resposta. Um por um os msculos dela desenrolados como o sabor dele vazaram 
nela. E como adorvel seria beijado como se voc fosse beijado at que tempo parou. Como slido e bom o peso dele era, como forte a parte de trs dele quando ela 
ousou deixado as mos dela vagarem.
        
        Ele endureceu, mordeu um gemido atrs como os dedos hesitantes dela deslizados em cima dos quadris dele. Ele j era duro e trocou ligeiramente, preocupado 
que ele poderia a amedrontar. Lentamente, ele se ordenou. Delicadamente. Ele deslizou a correia de topo do avental dela em cima da cabea dela, desamarrou o um ao 
redor a cintura dela e puxou isto fora. Os olhos dela tremularam aberto, os lbios dela encurvaram.
        
        "Voc me beijar novamente? " A voz dela era agora mel grosso, e morno. "Faz tudo ir ouro atrs de meus olhos quando voc fizer."
        
        Ele descansou a sobrancelha dele em seu, esperou um momento at que ele pensou que ele pudesse lhe dar a bondade que ela tinha perguntado para. Ento ele 
levou a boca dela, a engoliu suspiro adorvel, macio. Ela parecia derreter em baixo dele, o tremblings que d modo a flexibilidade.
        
        Ela sentia nada mais que a boca dele que boca maravilhosa que festejou assim sumptuously em seu. Ento o cupped de mo dele a garganta dela como se testando 
a velocidade do pulso que tremulou l antes de ele arrastasse abaixo.
        
        Ela no tinha estado atenta que ele tinha desatado a blusa dela.
        
        Como os dedos dele localizaram a inchao macia do peito dela sobre o suti dela, os olhos dela voaram aberto. O dele era fixo em seu, com uma concentrao 
assim focalizou devolveu os tremores. Ela comeou a protestar, fazer algum som de negao. Mas o toque dele estava fascinando assim, s um deslize de pontas do dedo 
contra carne.
        
        No era medroso, ela percebeu. Estava acalmando, e da mesma maneira que docemente como o beijo. At mesmo como ela se legou relaxar novamente, esses dedos 
inteligentes deslizaram debaixo do algodo e acharam o ponto sensvel.
        
        O dela primeiro suspiro rasgou por ele-o som disto, a sensao despertando do corpo dela arqueando em surpresa e prazer. Ele estava a tocando apenas, ele 
pensou como o sangue dele batido. Ela no teve nenhuma idia mais quanto havia.
        
        Deus, ele estava desesperado para mostrar para ela.
        
        "Relaxe." Ele a beijou, a beijou, como os dedos dele continuaram despertando e a carta branca dele circulou para desenganchar a barreira atrs. "H pouco 
sinta."
        
        Ela teve nenhum escolhido. Sensaes estavam rasgando por ela, setas minsculas de prazer e choque. A boca dele a engolida estrangulou respiraes como ele 
arrastou as roupas dela e esquerda fora o nu dela  cintura.
        
        "Deus, voc est to bonito." O primeiro olhar dele quela pele leite-plida, os peitos pequenos que to perfeitamente ajustaram quase nas xcaras das palmas 
dele o desfizeram. Incapaz resistir, ele abaixou o dele encabece e provou.
        
        Ela gemeu, longo, fundo, gutural. Os movimentos do corpo dela debaixo do dele era puro instinto, ele soube, e no projetou para arranhar deliberadamente 
ao controle dele. Assim ele a, suavemente, agradou e achou o prprio prazer dele crescendo de seu.
        
        A boca dele estava to quente. O ar era to grosso. Cada tempo arrastou ele, puxou, laved, havia uma agitao respondendo na cova do estmago dela. Uma agitao 
que construiu e tambm construiu em algo perto de dor, tambm perto de prazer para os separar.
        
        Ele estava murmurando a ela, palavras adorveis, macias que circularam como arco-ris na cabea dela. No importou o que ele disse - ela teria lhe falado 
se ela pudesse. Nada importou contanto que ele nunca, nunca deixou da tocar.
        
        Ele arrastou a prpria camisa dele em cima da cabea dele, enquanto almejando o tato de carne contra carne. Quando ele se abaixou novamente a ela, ela fez 
um som pequeno e embrulhou os braos dela ao redor dele.
        
        Ela s suspirou novamente quando a boca dele vagou abaixe, em cima de torso, em cima de costelas. A pele dela aqueceu, msculos empurrando, tremendo debaixo 
dos lbios dele e mos. E ele soube que ela estava perdida naquele tnel de escurido de sensaes.
        
        Cuidadosamente ele desenganchou as calas compridas dela, enquanto descobrindo carne nova lentamente, explorando isto suavemente. Como os quadris dela arquearam 
uma vez em acordo inocente, ele segurou os dentes dele e lutou a necessidade rasgando para levar atrs, s objeto pegado e satisfaz o moendo no corpo esticado dele.
        
        As unhas dela cavaram na parte de trs dele, enquanto tirando fora um gemido de delcia escura dele como a mo dele deslizaram abaixo ela descobriu quadril. 
Ele soube que ela tinha endurecido novamente e tinha implorado que qualquer deus estava escutando para fora.
        
        "No at que voc est pronto", ele murmurou e devolveu pacientemente novamente os lbios dele a seu. "Eu prometo. Mas eu quero o ver. Todos vocs."
        
        Ele trocou, ajoelhou atrs. Havia medo novamente nos olhos dela, entretanto o corpo dela estava tremendo com necessidades supressas. Ele no pde firmar 
as mos dele ou a voz dele, mas ele os manteve suave.
        
        "Eu quero tocar tudo de voc." Os olhos dele ficaram em seu como ele unsnapped as calas jeans dele. "Todos vocs."
        
        Quando ele tirou, o olhar dela estava abaixo inexoravelmente tirado. E o medo dela dobrou. Ela soube o que era acontecer. Afinal de contas, ela era a filha 
de um fazendeiro, porm pobre um fazendeiro que ele tinha sido. Haveria dor, e sangue, e...
        
        "Cinza - "
        
        "Sua pele  to macia." A assistindo, ele deslizou um dedo para cima a coxa dela. "Eu desejei saber o que voc se pareceria, mas voc  tanto lovelier que 
eu imaginei."
        
        Inseguro, ela tinha cruzado um brao em cima do peito dela. Ele deixou isto l e voltou onde ele tinha comeado. Com macio, reduz a velocidade, enquanto 
drogando beijos. E prximas carcias, mos pacientes, qualificadas que souberam onde uma mulher desejou para ser tocada. At mesmo quando a mulher no fez. Helplessly 
que ela rendeu novamente em baixo dele, a respirao dela estimulando em calas cativantes como a mo dele vagou em cima do apartamento do estmago dela para o calor 
terrvel, glorioso.
        
        Sim, ele pensou, delrio lutador. Abra para mim. Me deixe. H pouco me deixe.
        
        Ela estava mida e quente onde ele cupped ela. O gemido rasgou da garganta dele quando ela se estorceu e tentou resistir.
        
        "Deixe v, Brianna. Me deixe o levar l. H pouco deixe v."
        
        Ela estava agarrando a extremidade de algum muito alto precipcio por no mais que as pontas do dedo dela. Welled de terror dentro dela. Ela estava deslizando. 
Nenhum controle. Havia muito acontecimento tudo de uma vez dentro do corpo dela para a carne ardente dela conter tudo. A mo dele estava como uma tocha contra ela, 
enquanto a despedindo, seering o dela impiedosamente at que ela teria nenhum escolhido mas cair livre no desconhecido.
        
        "Por favor." A palavra chorou fora. "Oh, doce Deus, por favor".
        
        Ento o prazer, a inundao fundida disto lavou por ela, em cima dela, roubando a respirao dela, a mente dela, a viso dela. Para um momento glorioso ela 
era cega e surda a tudo mas ela e os choques aveludados que a convulsionam.
        
        Ela verteu na mo dele, enquanto o fazendo gemer gostam de um homem agonizante. Ele estremeceu, at mesmo como fez ela, ento com a face dele enterrada contra 
a pele dela a levou planando novamente.
        
        Puxando contra a cadeia do prprio controle dele, ele esperou at que ela estava a cume. "Me segure. Se agarre para mim", ele murmurou, atordoado com as 
prprias necessidades dele como ele lutou aliviar suavemente nela.
        
        Ela era to pequena, to apertada, assim deliciously quente. Ele usou toda ona de fora de vontade que ele tinha partido para no empurrar greedily dentro 
como ele sentia o fim dela ao redor dele.
        
        "S durante um segundo", ele a prometeu. "S durante um segundo, ento ser novamente" bom.
        
        Mas ele estava errado. Nunca deixou de ser bom. Ela o sentia quebre a barreira da inocncia dela, a encha dele, e sentia nada mais que alegria.
        
        "Eu o" amo. Ela arqueou at o, o dar boas-vindas, conhea.
        
        Ele ouviu as palavras vagamente, tremeu a cabea dele para os negar. Mas ela foi embrulhada ao redor dele, enquanto o puxando em um bem de generosidade. 
E ele era desamparado fazer qualquer coisa mas se afogar.
        
        Voltando cronometrar e lugar era, para Brianna, como weightlessly corredio por uma nuvem magra, branca. Ela suspirou, deixe a gravidade suave a levar at 
que ela estava mais uma vez na cama velha grande, luz de vela que chameja vermelho e ouro nas tampas fechadas dela, e o prazer verdadeiramente incrvel de peso Cinza 
que a fixa ao colcho.
        
        Ela pensou hazily que nenhum livro que ela tinha lido, nenhum tagarele ela tinha tido notcias de outras mulheres, nenhum sonhando secreto poderia a ter 
ensinado como simplesmente bom era ter o corpo nu de um homem apertado sobre seu.
        
        O prprio corpo era uma criao surpreendente, mais bonito que ela tinha imaginado. O longo, braos de muscled eram fortes bastante a erguer, suave bastante 
para a segurar como se ela fosse um ovo de escavar-exterior, facilmente quebrado.
        
        As mos, largo de palma, longo de dedo, to inteligentemente h pouco soube onde tocar e acariciar. Ento havia os ombros largos, o longo, adorvel, apie 
atrs, quadris estreitos que conduzem at coxas duras, bezerros firmes.
        
        Duro. Ela sorriu a ela. No era um milagre que algo to duro, to duro e forte deveria ser coberto com pele lisa, macia?
        
        Realmente, oh ela pensou, o corpo de um homem era uma coisa gloriosa.
        
        Cinza soube se ela continuasse o tocando que ele iria quietamente furioso. Se ela parasse, ele tinha certeza ele choramingaria.
        
        Essas bonitas mos de ch-servio seu estavam planando em cima dele, sussurrando toques, explorando, localizando, testando, como se ela estivesse memorizando 
cada msculo e curva.
        
        Ele ainda estava dentro dela, no pde agentar para se separar. Ele soube que ele deve, deveria aliviar fora e deveria dar o tempo dela para recuperar. 
Porm muito ele tinha lutado para no a ferir, l foi ligado para ser um pouco de desconforto.
        
        E ainda, ele era assim contedo-ela parecia to contedo. Todos esses nervos que tinham chiado por ele ao pensamento da levar o primeiro tempo-seu primeiro 
tinha derretido fora em felicidades preguiosas.
        
        Quando essas carcias deslizando o fizeram mexer novamente, ele se forou a mover, enquanto sustentando nos cotovelos dele para olhar para baixo a ela.
        
        Ela estava sorrindo. Ele no poderia ter dito por que ele achou que to amvel, to perfeitamente encantando. Os lbios dela encurvaram, os olhos dela calorosamente 
verde, a pele dela corou suavemente. Agora, com isso acalmou pressa de necessidades e nervos primeiro, ele poderia desfrutar o momento, as luzes, as sombras, o prazer 
ondulando de estimulao fresca.
        
        Ele apertou os lbios dele  sobrancelha dela, os templos dela, as bochechas dela, a boca dela.
        
        "Brianna bonito."
        
        "Estava bonito para mim." A voz dela era grossa, ainda raspy com paixo. "Voc fez isto bonito para mim."
        
        "Como voc sente agora? "
        
        Ele perguntaria, ela pensou, ambos em bondade e em curiosidade. "Fraco", ela disse. E com um riso rpido, "Invencvel. Por que voc supe tal uma coisa natural 
como isto deveria fazer tal uma diferena em uma vida? "
        
        As sobrancelhas dele reuniram, alisou novamente fora. Responsabilidade, ele pensou, era a responsabilidade dele. Ele teve que se lembrar ela era uma mulher 
crescida, e a escolha tinha sido dela. "Voc est confortvel com aquela diferena? "
        
        Ela sorriu nele, formosamente, tocou uma mo  bochecha dele. "Eu esperei to longo por voc, Cinza".
        
        O sinal de defesa interno rpido flamejou em. At mesmo macerado nela, esquente, condene, meio despertou, flamejou. Pise cuidadosamente, acautelou uma parte 
fresca, controlada da mente dele. Advertindo: Intimidade  frente.
        
        Ela viu a mudana nos olhos dele, um distanciando sutil mas distinto at mesmo como ele levou a mo contra a bochecha dele e trocou isto de forma que os 
lbios dele apertados  palma dela.
        
        "Eu estou o" esmagando.
        
        Ela quis dizer-no, ficar-mas ele j estava fora comovente.
        
        "Ns no tivemos champanha." Fcil com a nudez dele, ele rolou fora de cama. "Por que voc no vai ter um banho enquanto eu abrir a garrafa? "
        
        Ela sentia estranho de repente, e desajeitado, onde ela tinha sentido nada mais que natural com ele sobre e dentro dela. Agora ela tenteou as folhas. "O 
linho", ela comeou, e se achou corando e lngua-amarrou. Seria sujado, ela soube, com a inocncia dela.
        
        "Eu levarei ao cuidado disto." Vendo a cor dela afundar e entendendo, ele moveu novamente  cama e cupped o queixo dela na mo dele. "Eu posso mudar folhas, 
Brie. E at mesmo se eu no soubesse como antes de, eu teria escolhido isto para cima o" assistir. A boca dele escovou sua, o voz engrossando dele. "Voc sabe com 
que freqncia fui dirigido eu vigilncia insana que voc alisa e comprime minhas folhas? "
        
        "No." Havia uma lambida rpida de prazer e desejo. "Realmente? "
        
        Ele s riu e ps a sobrancelha dele em seu. "Que ao boa maravilhosa fiz eu para merecer isto? O ganhar? " Ele se retirou, mas os olhos dele tinham acendido 
novamente, enquanto fazendo o corao dela tocar tambor reduzem a velocidade e duro contra as costelas dela. "V ter seu banho. Eu estou querendo para fazer amor 
novamente" com voc, ele disse, enquanto passando despercebido em um sotaque que fez o truque de lbios dela. "Se voc gostasse."
        
        "Eu vou, sim." Ela tomou um flego fundo, enquanto se suportando escalar nu da cama. "Muito eu vou. Eu no serei longo."
        
        Quando ela entrou no banho, ele levou uma respirao funda ele. Ele se disse que firmasse o sistema dele.
        
        Ele nunca tinha tido qualquer um como ela. No era s que ele nunca tinha provado inocncia antes de-que teria sido bastante enorme. Mas ela era sem igual 
a ele. As respostas dela que hesitao e nsia que jogam em conflito entre si. Com a confiana absoluta dela lustrando em cima de tudo.
        
        "Eu o" amo, ela tinha dito.
        
        No faria para enfatizar isso. Mulheres tenderam a romantizar, sexo de emotionalize em a maioria dos casos. Certamente uma mulher que experimenta sexo pela 
primeira vez seria ligada para misturar cobice com carinho. Mulheres usaram palavras, e os requereu. Ele soube isso. Isso era por que ele teve muito cuidado ao escolher 
o seu.
        
        Mas algo tinha jorrado por ele quando ela tinha sussurrado isso avaliado em excesso e frase de overused. Calor e necessidade e, para um momento, s uma batida 
do corao, um desejo desesperado para acreditar isto. E ecoar as palavras dela.
        
        Ele soube melhor, e entretanto ele faria qualquer coisa e tudo no poder dele para a manter de leso, qualquer coisa e tudo para a fazer feliz enquanto eles 
eram junto, havia limites ao que ele pde e daria a ela. Para qualquer um.
        
        Desfrute o momento, ele se lembrou. Isso  havia. Ele esperou que ele pudesse lhe ensinar a desfrutar como bem isto.
        
        Ela sentia estranho como ela embrulhou a toalha ao redor que o freshly dela esfregaram corpo. Diferente. Era algo que nunca poderia ser explicado a um homem, 
ela sups. Eles no perderam nada quando eles se deram na primeira vez. Havia nenhum rasgando afiado de ego para admitir outro. Mas no era dor da que ela se lembrou, 
nem sequer o soreness entre as coxas dela no trouxeram a violncia de invaso para notar. Era a unidade da que ela pensou. O doce e simples lao de acasalar.
        
        Ela se estudou no espelho nublado. Ela parecia morna, ela decidiu. Era a mesma face, seguramente, que ela tinha olhado brevemente tempos incontveis em espelhos 
incontveis. Ainda no havia uma suavidade aqui ela nunca tinha notado antes? Nos olhos, ao redor da boca? Amor tinha feito isso. O amor que ela conteve o corao 
dela, o amor que ela tinha provado pela primeira vez com o corpo dela.
        
        Talvez foi em s a primeira vez que um feltro de mulher to atento dela, assim tirou de tudo mas carne e alma. E talvez, ela pensou, porque ela era mais 
velha que a maioria, o momento ainda mais era opressivo e precioso.
        
        Ele a quis. Brianna fechou os olhos dela, o melhor sentir esses ondulaes longas, lentas de delcia. Um homem bonito com uma mente bonita e corao amvel 
a quis.
        
        Toda a vida dela ela tinha sonhado com achado ele. Agora ela teve.
        
        Ela entrou no quarto, e o viu. Ele poria linho fresco na cama e tinha posto um dos vestidos de flanela brancos dela ao p disto. Ele se levantou agora em 
unsnapped de calas jeans e relaxado nos quadris dele, com champanha que borbulha em culos e luz de vela que chiam nos olhos dele.
        
        "Eu estou esperando que voc usar isto", ele disse quando ela viu o dela contemple descanse na camisola afetada, antiquada. "Eu imaginei o sair primeiro 
disto desde isso noite. Eu assisti voc desce os degraus, uma vela em uma mo, um co de caa no outro, e minha cabea foi girar."
        
        Ela apanhou uma manga. Quanto ela desejou que fosse seda ou ata ou algo que faria o calor de sangue de um homem. " 'Tis no muito fascinando, eu penso."
        
        "Voc pensa erradamente."
        
        Porque ela teve nada mais, e parecia o agradar, ela deslizou o vestido em cima da cabea dela, enquanto deixando a toalha cair fora como a flanela deslizaram 
abaixo. O gemido amortecido dele a teve sorrindo duvidosamente em cima de.
        
        "Brianna, isso que um quadro que voc . Deixe a toalha", ele murmurou como ela dobrou para recobrar isto. "Venha aqui. Por favor."
        
        Ela pisou adiante, que meio sorriso na face dela e nervos que ameaam a engolir, levar o copo ele ofereceu. Ela tomou um gole, descobriu o vinho espumoso 
no fez nada que aliviar a garganta seca dela. Ele estava olhando para ela, ela pensou, o modo que ela imaginou um tigre poderia olhar para um cordeiro logo antes 
ele se se lanar sobre.
        
        "Voc no jantou, ela disse.
        
        "No." No a, idiota, amedronte ele se advertiu e lutou o desejo para devorar atrs. Ele levou uma amostra lenta de champanha, enquanto a assistindo, a querendo. 
"Eu estava pensando que h pouco eu quis isto. Pensando ns poderamos comer aqui, junto. Mas agora... " Ele alcanou fora enrolar um pmpano mido do cabelo dela 
ao redor o dedo dele. "Voc pode esperar? "
        
        Assim era ser novamente simples, ela pensou. E novamente a escolha dela. "Eu posso esperar pelo jantar." Ela poderia ficar sabendo as apenas passado o calor 
na garganta dela. "Mas no para voc."
        
        Ela pisou, bastante naturalmente, nos braos dele.
        
        Captulo Treze
        
        Um cotovelo nas costelas tirou groggily de Brianna de sono. O dela primeiro viso da ressaca uma noite de amor era cho. Se Cinza levou outra polegada da 
cama, ela estaria nisto.
        
        Levou os nicos segundos dela, e um calafrio no ar matutino frio, perceber ela teve nem mesmo o canto mais mesquinho de folha ou coberta de manta ela.
        
        Por outro lado, cinza era cozily embrulhado ao lado dela, como uma traa contente em um casulo.
        
        Espreguiado em cima do colcho, ele dormiu como o morto. Ela desejou que ela pudesse ter dito o dele se aconchegou posio, e o cotovelo hospedou perto 
do rim dela, era loverlike, mas beijocou claramente de ganncia. Os empurres tentativos dela e puxes no o moveram.
        
        De forma que era o modo disto, ela pensou. O homem estava obviamente desacostumado a compartilhar.
        
        Ela poderia ter ficado lutar para ela parte-s em princpio-mas o sol estava lustrando pelas janelas. E havia tarefas para fazer.
        
        Os esforos dela para deslizar quietamente da cama para para no o perturbar provaram desnecessrio. O minuto que os ps dela eram no cho, ele grunhiu, 
ento trocou para pr reivindicao  fatia pequena dela de colcho.
        
        Ainda, os sedimentos de romance permaneceram no quarto. As velas tiveram guttered algum dia fora na prpria cera deles/delas durante a noite. A garrafa de 
champanha estava vazia em seu balde prateado, e flores cheiraram o ar. A cortina aberta pegou raios de sol, em lugar de raios lunares.
        
        Ele tinha feito isto aperfeioar para ela, ela se lembrou. Tinha sabido fazer isto aperfeioe.
        
        Este negcio matutino no era totalmente o modo ela tinha imaginado isto. Em sono, ele no se parecia um menino sonhando inocente, mas como um homem bem 
satisfeito com ele. No tinha havido qualquer carcia suave ou bons dias murmurados para reconhecer no primeiro dia deles/delas junto como amantes. H pouco um grunhido 
e um empurro para a enviar no modo dela.
        
        Os muitos humores de Grayson Thane, ela meditou. Talvez ela poderia escrever um livro naquele assunto ela.
        
        Divertido, ela arrastou a camisola descartada dela em cima da cabea dela e encabeou escada abaixo.
        
        Ela poderia fazer com um pouco de ch, ela decidiu, adquirir o sangue que move novamente. E desde que o cu olhou, enquanto prometendo, ela faria um pouco 
de lavagem e penduraria isto fora pegar o ar matutino.
        
        Ela pensou a casa poderia fazer bem com um ventilao como e lanou janelas abertas como caminhou ela. Pelo um na sala de estar, manchou ela Murphy dobrou 
debaixo do capuz do carro dela.
        
        Ela o assistiu um momento, o emoes enroscando dela. A raiva dela com ele warred com lealdade e afeto. Raiva j estava perdendo como ela caminhou fora e 
removeu a alia.
        
        "1 no esperou o" ver, ela comeou.
        
        "Eu disse que eu teria um olhar." Ele olhou atrs. Ela estava se levantando na camisola dela, os cabelos dela enroscaram da noite, os ps dela descobrem. 
Ao contrrio Fique cinzento*, o sangue dele no acendeu. Ela simplesmente era Brianna a ele, e ele levou o momento para procurar fora qualquer sinal de temperamento 
ou perdo. Ele viu nenhum, assim voltou para o negcio dele.
        
        "Seu motor de autor de um modo ruim", murmurou ele.
        
        "Assim me fui falado."
        
        "Sua mquina doente como um cavalo velho. Eu posso adquirir algumas partes, conserte atrs junto. Mas  dinheiro bom depois ruim como eu vejo isto."
        
        "Se pudesse durar eu pelo vero, no outono... " Ela arrastou fora como ele amaldioou debaixo da respirao dele. Ela no pde manter o corao dela simplesmente 
esfrie dele. Ele tinha sido o amigo dela contanto que ela se lembrasse. E era amizade, ela soube, isso tinha o feito fazer o que ele tinha feito.
        
        "Murphy, eu sinto muito."
        
        Ele endireitou ento, e virou a ela, com tudo ele sentia nu nos olhos dele. "Assim  eu. Eu nunca pretendi o causar doa, Brie. A "testemunha de Deus.
        
        "Eu sei isso." Ela deu o passo, enquanto cruzando a ele e deslizando os braos dela ao redor dele. "Eu no deveria ter sido to duro, Murphy. No em voc. 
Nunca em voc."
        
        "Voc me assustou, eu admitirei isto." Os braos dele foram apertados ao redor dela. "Eu gastei a noite que preocupa em cima de isto-amedrontado voc no 
me perdoaria, e no me assa scones mais."
        
        Ela riu como tinha esperado ele. Tremendo a cabea dela, ela o beijou debaixo da orelha. "Eu estava to bravo com o pensamento de tudo mais que a voc. Eu 
sei que voc reagiu de se preocupar. E Maggie, tambm". Afiance com a cabea dela no ombro dele, Brianna fechou os olhos dela. "Mas minha me, Murphy, fora o que 
agiu ela de? " "Eu no posso dizer, Brie."
        
        "Voc no diria", ela murmurou e aliviou para estudar a face dele atrs. Tal um bonito, ela pensou, com tudo aquilo bondade dentro de. No estava certo para 
ela lhe pedir condenar ou defender a me dela. E ela quis o ver sorrir novamente. "Me fale, Rory o feriu muito? " Murphy fez um som de derriso, puramente macho, 
pensamento de Brianna. Mos macias" so o que ele teve, e no um pouco de estilo.
        
        No teria posto o primeiro em mim se eu tivesse estado esperando isto."
        
        Ela comprimiu a lngua dela na bochecha dela. "No, eu estou seguro disto. E voc sangrou o nariz dele para mim, bem de Murphy? "
        
        "Que e mais. O nariz dele era sem dinheiro quando eu tinha terminado com ele, e ele tinha perdido um dente ou dois."
        
        "Isso  um heri para voc." Ela beijou o dele ligeiramente em ambas as bochechas. "Eu sinto muito ela o usou aquele modo."
        
        Ele encolheu os ombros isso fora. "Eu estou alegre eu fui o que arou um punho na face dele, e isso  a verdade. Nunca gostado o bastardo."
        
        "No", Brianna disse suavemente. "Voc nem Maggie, ou. Parece voc ambos serra algo que eu no fiz, ou eu estava vendo algo que nunca estava l."
        
        "No preocupe agora a isto, Brie. Era anos atrs." Ele comeou a bater levemente a e se lembrou da graxa nas mos dele. "Volte agora, voc se far imundo. 
O que est fazendo voc fora aqui em seus ps nus? "
        
        "Fazendo as pazes com voc." Ela sorriu, ento olhou para a estrada para o som de um carro. Quando ela manchou Maggie, Brianna dobrou as mos dela, ergueu 
uma sobrancelha. "A advertido, o fez? " ela murmurou a Murphy.
        
        "Bem, eu pensei melhor" isto. E ele pensou melhor agora que saiu nitidamente atrs da linha de fogo.
        
        "Assim." Maggie caminhou ao redor do aceno columbino, os olhos dela na face de Brianna. "Eu pensei que voc poderia querer falar comigo."
        
        "Eu fao, sim. Voc pensou que eu tive nenhum certo saber, Maggie? "
        
        "No era nenhuma propriedade eu estava preocupado aproximadamente. 'Twas voc."
        
        "Eu o" amei. A respirao longa que ela levou era alvio de parte que a emoo era tempo completamente passado. "Eu o amei mais longo que eu vou me tido 
conhecido o todo disto."
        
        "Talvez isso  verdade, e eu sinto muito por isto. Eu no pude agentar para lhe" falar. A todos os trs do desconforto deles/delas, encheram os olhos de 
Maggie. "Eu h pouco no pude. Voc j estava to ferido, to triste e perdido". Apertando os lbios dela junto, ela lutou com as lgrimas. "Eu no soube o que era 
melhor."
        
        "Era ambos nossa deciso." Murphy se percorreu com Maggie. Havia nenhum o devolvendo para voc, Brie".
        
        "Voc pensa que eu teria o querido atrs? " Um vislumbre de calor, e mais de orgulho vazou por como ela lanou o cabelo dela atrs. "Voc pensa pouco de 
mim assim? Ele acreditou o que ela lhe contou. No, eu no o teria recuperado. Ela deixou sair um acesso de ira rpido de respirao, atraiu outro mais lentamente. 
"E, eu estou pensando, teve isto sido eu em sua posio, Margaret Mary, eu poderia ter feito o mesmo. Eu teria o amado bastante ter feito o mesmo."
        
        Ela esfregou as mos dela junto, ento ofereceu a pessoa. "Venha dentro, eu vou fazer um pouco de ch. Voc tomou caf da manh, Murphy? " "Nada para falar 
de."
        
        "Eu o chamarei quando estiver ento" pronto. Com a mo de Maggie em seu, virou ela e viu estando de p Cinza na entrada. Havia nenhum modo para parar a cor 
que inundou as bochechas dela, uma combinao de prazer e embarao que enviaram o pulso subir dela. Mas a voz dela era bastante fixa, o aceno dela de cumprimentar 
fcil. "Bom dia para voc, Grayson. Eu estava a ponto de comear o caf da manh."
        
        Assim, ela quis jogar isto esfrie e casual, Cinza notvel, e devolveu o aceno. "Olhares como eu tero companhia que come isto. Manh, Maggie".
        
        Maggie o classificou segundo o tamanho para cima como ela caminhou com Brianna para a casa. "E para voc, Cinza. Voc olha... descansado."
        
        "O ar irlands concorda comigo." Ele moveu para os deixar pela porta aparte. "Eu verei o at" o qual Murphy .
        
        Ele passeou abaixo o passeio e parou pelo capuz aberto do carro. "Assim, o que  o veredicto? "
        
        Murphy apoiou no carro e o assistiu. "Voc poderia dizer que ainda est fora.
        
        Entendendo que nenhum deles estava discutindo mquinas, Cinza comprimiu os dedos polegares dele nos bolsos dianteiros dele e balanou atrs nos saltos de 
sapatos dele. "Ainda olhando fora para ela? No o pode culpar por isso, mas eu no sou Rory."
        
        "Nunca pensamento que voc era." Murphy arranhou o queixo dele, considerou. "Ela  um pedao robusto de trabalho, nosso Brie, que voc sabe. Mas at mesmo 
podem ser danificadas as mulheres robustas se controlou negligentemente."
        
        "Eu no pretendo ser descuidado." Ele ergueu uma sobrancelha. "Inventando em batida eu, Murphy? "
        
        "No contudo." E ele sorriu. "Eu gosto de voc, Grayson. Eu espero que eu no serei chamado para quebrar quaisquer de seus ossos."
        
        "Isso vai por ambos ns." Satisfeito, Cinza olhou para a mquina. "Ns vamos dar para esta coisa um enterro decente? "
        
        O suspiro de Murphy era longo e sincero. "Se s ns pudssemos."
        
        Em harmonia eles abaixaram junto debaixo do capuz.
        
        Na cozinha esperou Maggie at que caf estava cheirando o ar e o Trapaceiro era felizmente chomping ao caf da manh dele. Brianna tinha vestido apressadamente 
e, com o avental dela em lugar, era toucinho fatiando ocupado.
        
        "Eu adquiri um recente comeo", Brianna comeou, "assim no h nenhum tempo por bolinhos redondos frescos ou pes. Mas eu tenho bastante po."
        
        Maggie sentou  mesa, enquanto conhecendo a irm dela preferida que ela fica fora do modo. "Voc  certo, Brianna? "
        
        "Por que eu no seria? Voc ser lingia ausente, tambm? "
        
        "No importe. Brie... " Maggie arrastou uma mo pelo cabelo dela. "Ele seu primeiro era, ele no era? " Quando Brianna fixou fatiando faca aparte para ela 
e no disse nada, Maggie empurrou longe da mesa. "Voc pensou que eu no saberia, enquanto vendo junto h pouco o? O modo que ele olha para voc." Ela esfregou o 
dela d absently em cima do weighted dela inche como ela paced. "O modo voc olhar."
        
        "Tenha eu um sinal ao redor meu pescoo que diz a mulher cada? " Brianna disse coolly.
        
        "Condene, voc sabe que isso no  meu significado." Exasperado, Maggie parou para estar em frente dela. "Qualquer um com inteligncia poderia ver o que 
estava entre voc." E a me deles/delas teve inteligncia, Maggie pensou severamente. Maeve estaria de volta em um assunto de dias. "Eu no estou tentando para interferir, 
ou dar conselho se conselho no  bem-vindo. Eu h pouco quero saber... Eu preciso saber que voc  certo."
        
        Brianna sorriu ento e deixou os ombros duros dela relaxarem. "Eu estou bem, Maggie. Ele era muito bom a mim. Muito tipo e suave. Ele  um homem amvel" 
e suave.
        
        Maggie tocou uma mo  bochecha de Brianna, escovada ao cabelo dela. "Voc est apaixonado por ele."
        
        "Sim." "E ele? "
        
        "Ele  usado a ser no prprio dele, para vir e ir como agrada ele, sem gravatas."
        
        Maggie inclinou a cabea dela. "E voc busca mudando que? "
        
        Com um pequeno zumba na garganta dela, Brianna retrocedeu  arte culinria dela. "Voc no pensa que eu posso? "
        
        "Eu penso que ele  um bobo se ele no o amar. Mas mudando o igual caminhando de um homem por melados. Muito esforo para pouco progresso."
        
        "Bem, no o est mudando tanto como o deixando ver que escolhas h. Eu posso fazer uma casa para ele, Maggie, se ele me" deixar. Ento ela tremeu a cabea 
dela. "Oh,  estar pensando muito cedo to longe. Ele  me feito feliz. Isso  agora" bastante para.
        
        Maggie esperou que isso fosse verdade. "O que far voc sobre Me? "
        
        "At onde Cinza preocupado, eu no deixarei o dela deteriore." Os olhos de Brianna gearam como ela virou acrescentar batatas cubadas  panela. "Sobre o outro, 
eu no decidi. Mas eu controlarei isto eu, Maggie. Voc me entende? "
        
        "Sim." Cedendo ante oito meses de gravidez, ela sentou novamente. "Ns tivemos notcias do detetive de Nova Iorque ontem."
        
        "Sim? Ele a achou? "
        
        " um negcio mais complicado que ns poderamos ter pensado. Ele achou um irmo-um policial aposentado que ainda mora em Nova Iorque."
        
        "Bem, isso um comeo  ento, no ? " Ansioso para mais, Brianna comeou a chicotear para cima massa para bolos de chapa de assar.
        
        "Mais de uma parada, eu tenho medo. O homem recusou admitir ele teve at mesmo no princpio uma irm. Quando o detetive apertou - ele teve cpias da certido 
de nascimento de Amanda e tal-este Dennis Dougherty ditas que ele no tinha visto nem tinha tido notcias de Amanda em mais de vinte e cinco anos. Que ela no era 
nenhuma irm a ele e assim sucessivamente como ela tinha se adquirido em dificuldade e tinha escapado. Ele no soube onde, ou se preocupa saber."
        
        "Isso est triste para ele, no ? " Brianna murmurou. "E os pais dela? Os pais de Amanda? "
        
        "Morto, ambos eles. A me ano s passado. H uma irm como bem, casado e sobrevivendo no Oeste dos Estados. Ele  falado como bem com ela, o homem de Rogan, 
e entretanto ela parece mais macia de corao, ela no foi real ajuda."
        
        "Mas ela tem que saber", Brianna protestou. "Seguramente ela saberia achar a prpria irm" dela.
        
        "Isso no parece ser verdade. Se aparece havia um distrbio familiar quando a Amanda anunciou que ela estava grvida, e ela no nomearia o pai." Maggie pausou, 
apertou os lbios dela junto. "Eu no sei se ela estivesse protegendo Da, ou ela, ou a criana se vem a isto. Mas de acordo com a irm, havia palavras amargas em 
todos os lados. Eles eram atar-cortina irlands e viram uma filha solteira grvida como uma sujeira no sobrenome. Eles queriam que ela fosse embora, tm a criana, 
e deixam isto. Parece ela recusou e simplesmente foi embora completamente. Se ela contatou os pais dela novamente, o irmo no est dizendo, e a irm no est atenta 
disto."
        
        "Assim ns no temos nada."
        
        "Prximo a isto. Ele achou fora-o detetive-que ela tinha visitado a Irlanda todos esses anos atrs com um amigo de mulher. Ele est trabalhando agora em 
a encalar.
        
        "Ento ns seremos pacientes." Ela trouxe uma panela de ch  mesa e carranqueou  irm dela. "Voc parece plido."
        
        "Eu h pouco estou cansado. No dormindo to fcil quanto era" uma vez.
        
        "Quando voc v o doutor novamente? "
        
        "Esta mesma tarde." Maggie tocou tambor para cima um sorriso como ela verteu uma xcara para ela.
        
        "Ento eu o levarei. Voc no deveria estar dirigindo."
        
        Maggie suspirou. "Voc soa igual Rogan. Ele est voltando todo o modo da galeria me levar ele."
        
        "Bom. E voc est ficando aqui mesmo comigo at que ele vem o" adquirir. Mais interessado que contente quando ela no adquiriu nenhum argumento, Brianna 
foi chamar os homens ao caf da manh.
        
        Ela passou o dia alegremente bastante, enquanto exagerando em cima de Maggie, dando boas-vindas um par americano que tinha ficado mais cedo na hospedaria 
dela dois anos. Cinza tinha ido com Murphy para procurar partes de carro. O cu ficou claro, o ar morno. Uma vez ela tinha visto Maggie seguramente fora com Rogan, 
Brianna se acalmou durante uma hora de ajardinar na cama de erva dela.
        
        Freshly lavou linhos estavam ondulando na linha, msica estava vibrando fora pelas janelas abertas, os convidados dela estavam desfrutando bolos de ch na 
sala de estar dela, e o cachorro dela estava cochilando em um remendo de luz solar ao lado dela. Ela no poderia ter estado mais contente.
        
        As orelhas do cachorro picaram, e a prpria cabea dela surgiu quando ela ouviu o som de carros. "Isso  o "caminho de Murphy, ela disse para Decorar, e 
realmente, o cachorro j era para cima, rabo abanando. "O outro eu no reconheo. Voc pensa que ns temos outro convidado? "
        
        Agradado com o prospecto, Brianna subiu, espanou a sujeira de jardim do avental dela e comeou ao redor da casa. O trapaceiro correu  frente dela, enquanto 
latindo felizmente j cumprimentando.
        
        Ela manchou Cinza e Murphy, ambos eles usando sorrisos tolos como o cachorro os deram boas-vindas como se tivesse sido dias em lugar de horas desde que eles 
tinham separado. O olhar dela deslizou em cima do limpo, tarde-modelo que sedan azul estacionou em frente ao caminho de Murphy.
        
        "Eu pensei que eu ouvi dois carros." Ela deu uma olhada ansiosamente. "Eles j entraram? " "Quem? " Cinza quis saber.
        
        "As pessoas que estavam dirigindo isto. H bagagem? Eu deveria ameaar um pouco de ch fresco."
        
        "Eu estava dirigindo isto", Cinza lhe falou. "E eu no prestaria ateno a um pouco de ch."
        
        "Voc  um valente, menino-o", Murphy disse debaixo da respirao dele. "Eu no tenho tempo por "meself de ch, ele foi em, enquanto preparando abandonar. 
"Minhas vacas estaro me procurando at agora." Ele rodou os olhos dele a Cinza, tremeu a cabea dele, e escalou atrs no caminho" dele.
        
        "Agora, o que era que? " Brianna desejou saber como o caminho de Murphy apoiado na estrada. "O que tm o par de voc sido at, e por que voc estaria dirigindo 
este carro que quando voc tem j adquiriu um? "
        
        "Algum teve que dirigir isto, e Murphy no gosta outro ningum atrs da roda do caminho dele. O que pensa voc disto? " Do modo de homens Fique cinzento* 
correu uma mo ao longo da defesa dianteira do carro to amorosamente quanto ele vai em cima de um ombro liso, cremoso.
        
        " muito agradvel, eu estou seguro."
        
        "Corridas como um topo. Queira ver a mquina? "
        
        "Eu no penso assim." Ela carranqueou a ele. "Voc  cansado de seu outro? "
        
        "Meu outro isso que? "
        
        "Carro." Ela riu e tremeu o cabelo dela atrs. Sobre "o que  voc, Grayson? "
        
        "Por que voc no senta nisto? Adquira o tato disto? " Encorajado pelo riso dela, ele levou o brao dela e a arrastou para o lado do motorista. "S tem aproximadamente 
vinte mil milhas nisto."
        
        Murphy tinha o advertido que devolvendo um carro novo seriam to tolos quanto cuspindo no vento.
        
        O condescender, Brianna escalou dentro e fixou as mos dela na roda. "Muito agradvel. H pouco sente igual um carro."
        
        "Mas voc gosta? " Ele apoiou os cotovelos dele na base da janela e sorriu a ela.
        
        " um carro bom, Fique cinzento*, e eu estou seguro voc desfrutar a conduo disto."
        
        " seu."
        
        "Meu? O que quer dizer voc isto o meu ? "
        
        "Aquele engradado velho seu vai para cu de junkyard. Murphy e eu concordamos estava desesperado, assim eu lhe comprei isto."
        
        Ele ganiu quando ela empurrou aberto a porta e o pegou smartly na canela. "Bem, voc pode levar de volta h pouco isto onde veio de." A voz dela era ominously 
esfriam como ele esfregou a canela de palpitao dele. "Eu no estou pronto para comprar um carro novo, e quando eu sou que eu decidirei para mim."
        
        "Voc no est comprando isto. Eu estou comprando isto. Eu comprei isto." Ele endireitou e enfrentou o gelo com o que ele tinha certeza era razo completamente. 
"Voc precisou de transporte seguro, e eu provi isto. Agora deixe de ser duro-beijado assim. "
        
        "Duro-beijado, ? Bem, 'tis voc que est sendo arrogante, Grayson Thane. Saindo e comprando um carro sem uma por-seu-licena. Eu no terei tais decises 
tiradas de minhas mos, e eu no preciso ser tendido gostar de uma criana."
        
        Ela quis gritar. Ele poderia ver ela estava lutando o desejo com toda respirao, cobrindo temperamento furioso com uma dignidade fria que o fez querem sorrir. 
Sendo um homem sbio, ele manteve a expresso dele sbrio.
        
        " um presente, Brianna".
        
        "Uma caixa de chocolates  um presente."
        
        "Uma caixa de chocolates  um clich", ele corrigiu, ento regressou. H pouco digamos esta  minha verso de uma caixa de chocolates." Ele trocou, enquanto 
a apanhando habilmente entre o corpo dele e o lado do carro. "Voc me quer preocupado toda vez sobre voc voc parte de carro para a aldeia? "
        
        No h nenhuma necessidade por voc preocupar."
        
        "Claro que h." Antes de ela pudesse evadir, ele deslizou os braos dele ao redor dela. "Eu o visualizo cambaleando atrs para cima a estrada com nada alm 
de um volante em sua mo."
        
        " sua imaginao que  culpar para isso." Ela virou a cabea dela, mas os lbios dele conseguiram escovar o pescoo dela. "Pare. Voc no ir ao redor de 
mim aquele modo."
        
        Oh, mas ele pensou que ele vai. "Voc realmente tem cem libras para lanar fora em uma causa perdida, meu Brianna prtico? E voc realmente quer pedir para 
Murphy pobre que conserte a cada dois dias com aquele monto intil s assim voc pode manter seu orgulho? "
        
        Ela comeou a rosnar, mas ele cobriu os lbios dela firmemente com seu. "Voc sabe que voc no faz, ele murmurou. " h pouco um carro, Brianna. H pouco 
uma coisa."
        
        A cabea dela estava comeando a girar. "Eu no posso aceitar tal uma coisa de voc. V voc deixa de me fossar! Eu tenho os convidados na sala de estar."
        
        "Eu tenho esperado todo o dia para o fossar. De fato, eu tenho esperado todo o dia para o voltar em cama. Voc cheira maravilhoso."
        
        " o alecrim da cama de erva. Parada isto. Eu no posso pensar."
        
        "No pense. H pouco me beije. H pouco uma vez." Se a cabea dela no tivesse estado bobinando, ela teria sabido melhor. Mas os lbios dele j eram em. 
seu, e os seus estavam amolecendo, separando. Dando boas-vindas.
        
        Ele levou isto lento, enquanto afundando o grau de beijo atravs de grau preguioso, saboreando o aquecimento gradual dela, o cheiro delicado de
        
        as ervas que agarradas as mos que ela ergueu  face dele, o rendendo suave, quase relutante do corpo dela para seu.
        
        Para um momento esqueceu ele o movimento tinha sido um de persuaso, e simplesmente desfrutou.
        
        "Voc tem tal uma boca maravilhosa, Brianna". Ele lambiscou a isto, enquanto se agradando. "Eu desejo saber como eu consegui ficar longe disto para to longo."
        
        "Voc est tentando para me" distrair.
        
        "Eu o distra. E eu." Ele puxou o dela atrs para o comprimento de brao, se maravilhando que o que ele tinha pretendido ser um beijo brincalho tinha fixado 
o corao trovejando dele. Esqueamos de viabilidade, e todas as outras razes intelectuais que eu ia usar para convencer levar o carro de maldio para voc. Eu 
quero fazer isto para voc.  importante a mim. Me faria feliz se voc aceitasse isto."
        
        Ela pde ter ficado firme contra o prtico, ignorou a razo do intelecto. Mas como ela pudesse recusar este pedido quieto, ou segura do olhar fixo nos olhos 
dele?
        
        " Tis no feira para usar meu corao", ela murmurou.
        
        "Eu sei isso." Ele jurou impacientemente. "Eu conheo isto. Eu deveria caminhar agora mesmo longe de voc, Brianna. Faa as malas, se mude e tem sido ido." 
Ele jurou novamente como ela manteve o nvel de olhos dela. "L chegar um momento que voc desejar que eu tive" provavelmente.
        
        "No, eu no vou. " Ela dobrou as mos dela junto, amedrontado se ela o tocasse que ela poderia agarrar. "Por que voc me comprou este carro, Grayson? "
        
        "Porque voc precisou isto", ele lanou fora, ento se firmou. "Porque eu precisei fazer algo para voc. No  aquele grande uma transao, Brie. O dinheiro 
no  nada a mim."
        
        O quirked de sobrancelha dela. "Oh, eu conheo isto. Voc est rolando em libra notas, voc no ? Voc pensa todos seus assuntos de dinheiro bons a mim, 
Grayson? Que eu o quero porque voc pode me comprar carros novos? "
        
        Ele abriu a boca dele, fechou isto novamente, esquisitamente humilhou. "No, eu no fao. Eu no penso que importa a voc dentro o menos." "Bem, ento, ns 
entendemos isso." Ele estava to necessitado, ela pensou, e fez nem mesmo saiba. O presente tinha sido como muito para ele como era para ela. E que, ela poderia 
aceitar. Ela se virou dar uma olhada no carro. "Esta era uma coisa amvel que voc fez, e eu no fui corretamente grato-no para o pensamento ou a ao."
        
        Ele sentia esquisitamente como um menino pequeno aproximadamente ser perdoado para algum pedao descuidado de dano. "Assim, voc manter isto." "Sim." Ela 
retrocedeu, o beijou. "E lhe" agradece. O sorriso dele comeou. "Murphy deve cinco libras" para mim. "Apostado em mim, o fez? " Diverso coloriu a voz dela. Era 
to tpico. A idia" dele.
        
        "Mmm. Bem, por que no faz eu entro e vejo se meus convidados estiverem contentes, ento ns podemos ir passear de carro.
        
        Ele veio a ela aquele noturno, como tinha esperado ela que ele vai, e novamente a noite depois de, como dormiram calmamente escada acima os convidados. A 
hospedaria dela estava cheia, como ela gostou melhor isto. Quando ela se sentou com as contas dela, estava com um corao claro. Ela estava quase pronta para comprar 
o material dela para a estufa.
        
        Ele a achou  pequena escrivaninha dela, empacotada no roupo dela, enquanto batendo uma caneta contra os lbios dela, os olhos dela sonhador.
        
        "Voc est pensando em mim? " ele murmurou, enquanto se ajoelhando fossam o pescoo dela.
        
        "De fato, eu estava pensando em exposio sulista e copo tratado."
        
        "Segundo lugar para uma estufa." Ele tinha trabalhado o modo dele ao redor  mandbula dela quando o olhar dele deslizou em cima de uma carta que ela tinha 
esparramado aberto. "O que  isto? Uma resposta daquela "companhia de minerao.
        
        "Sim, afinal. Eles adquiriram a contabilidade deles/delas junto. Ns adquiriremos mil libras quando ns nos recolhermos a ao."
        
        Ele puxou carranqueando atrs. "Mil? Para dez mil partes? Isso no parece certo."
        
        Ela s sorriu e subiu para tirar o cabelo dela. Normalmente era um ritual que ele desfrutou, mas este tempo ele continuou s encarando os documentos na escrivaninha 
dela.
        
        "Voc no conheceu Da", ela lhe falou. " uma grande transao mais que eu esperei. Uma fortuna realmente, como os esquemas dele normalmente valeu muito 
mais que eles j ganharam."
        
        "Uma dcima de uma libra por parte." Ele apanhou a carta ele. Eles dizem "o que pagou ele por isto? "
        
        "A metade disso, como voc pode ver. Eu no posso me lembrar de nada
        
        ele j fez isso ganhado como bem. Eu s tenho que dizer para Rogan que lhes envie o certificado." "No faa. "
        
        "No faa? " Ela pausou, a escova na mo dela. "Por que no deva ns? "
        
        "Rogan olhou na companhia? "
        
        "No, ele  bastante na mente dele com Maggie e a galeria que abrem semana que vem. Eu s lhe pedi que segurasse o certificado."
        
        "Me deixe chamar meu corretor. Olhe, no pode ferir adquirir um prospeto na companhia, uma pequena informao. Alguns dias no importaro a voc, v eles? 
"
        
        "No. Mas parece muita preocupao para voc."
        
        "Um telefonema. Meu corretor ama aborrecer." Fixando a carta novamente abaixo, ele cruzou a ela e levou a escova. "Me deixe fazer isso." Ele a virou enfrentar 
o espelho e comeou a puxar a escova pelo cabelo dela. "H pouco igual um Titian pintando", ele murmurou. "Todas estas sombras dentro de sombras."
        
        Ela ficava parado, enquanto o assistindo no copo. A chocou perceber como ntimo era, como despertando, o ter cuidar do cabelo dela. O modo que os dedos dele 
pentearam por depois da escova. Muito mais que o couro cabeludo dela comeou a formigar.
        
        Ento os olhos dele ergueram, conheceu o seu no copo. Arrowed de excitao nela quando ela viu a chama de necessidade em seu.
        
        "No, no contudo." Ele a segurou como era ela quando ela comeou a virar a ele. Ele fixou a escova abaixo, ento puxou o cabelo dela longe da face dela.
        
        "Assista", ele murmurou, ento deslizou os dedos dele abaixo ela para o cinto do roupo dela. "Voc j deseja saber como ns olhamos junto? "
        
        A idia estava chocando assim, emocionando assim, ela no pde falar. Os olhos dele ficaram em seu como ele unbelted o roupo, afastou isto. "Eu posso ver 
isto em minha cabea. s vezes entra o modo de meu trabalho, mas  duro notar."
        
        As mos dele arrastaram ligeiramente para cima em cima dos peitos dela, enquanto a fazendo tremer antes de ele comeasse a desabotoar o vestido alto-beijado.
        
        Estupefato, desamparado, ela assistiu as mos dele movem em cima dela, sentia o calor esparramado debaixo da pele dela, em cima disto. As pernas dela pareciam 
derreter fora de forma que ela tido nenhum escolhido mas apoiar atrs contra ele. Como se em um sonho ela o viu arrasta o vestido do ombro dela, aperte os lbios 
dele  pele descoberta.
        
        Um sacuda de prazer, um flash de calor.
        
        A respirao dela veio fora um pequeno ronrone de acordo como a gorjeta da lngua dele arreliou a curva do pescoo dela.
        
        Estava aturdindo para ver assim como tambm sentir. Embora os olhos dela fossem largos quando ele se enganou o vestido, em cima da cabea dela e fora, ela 
no protestou. No podido.
        
        Ela encarou em assombro a mulher no copo. A ela, ela pensou hazily. Se era ela assistiu, porque ela poderia sentir aquela luz, toque devastador como as mos 
dele encurvadas at objeto pegado os peitos dela.
        
        "Assim empalidea", ele disse em uma voz que tinha encrespado. "Goste de marfim, inclinado com "ptalas de rosa. Olhos escuro e intenso, ele esfregou os 
dedos polegares dele em cima dos mamilos dela, sentia o tremor dela, ouviu o dela gema.
        
        Era graciosamente ertico para assistir a curva de corpo dela atrs, sentir o macio, rendendo peso dela caem contra ele como ela foi flexvel com prazer. 
Quase experimentalmente ele levou a mo dele abaixo o torso dela, enquanto sentindo cada tremor de msculo debaixo da palma dele. O cheiro do cabelo dela fluiu pelos 
sensos dele, a seda desses membros brancos longos, e a viso deles que treme no copo.
        
        Ele quis dar, dar a ela como ele nunca tinha querido dar a qualquer um antes. Acalmar e excitar, proteger e inflamar. E ela, ele pensou, enquanto apertando 
os lbios dele novamente  garganta dela, estava to perfeito, assim outrageously generoso.
        
        Um toque, ele pensou, ao toque dele tudo aquilo que dignidade fresca e maneira tranqila derreteram fora.
        
        "Brianna." A respirao dele estava apoiando nos pulmes dele, mas ele esperou at que os olhos dela ergueram mais uma vez  reflexo seu. "Assista o que 
acontece a voc quando eu o levar.
        
        Ela comeou a falar, mas a mo dele planou suavemente abaixo, cupping ela, j a achando quente e molhado. At mesmo como ela sufocou fora o nome dele, meio 
em protesto, meio em descrena, ele a, suavemente no princpio, acariciou persuasivamente. Mas os olhos dele eram ferozes com concentrao.
        
        Estava cambaleando, chocando para ver a mo dele a possuem l, e sentir esses golpes lentos longos que evocaram um eu respondendo puxam e arrastam no centro 
dela. Os prprios olhos dela mostraram para ela que ela estava movendo agora contra ele, de boa vontade, avidamente, quase pleadingly. Qualquer pensado em modstia 
foi esquecido, abandonado como ela ergueu os braos dela, enquanto enganchando atrs ao redor os o pescoo dele, os quadris dela respondendo ao ritmo crescente dele.
        
        E ela estava como uma traa fixada por uma doce lana afiada de prazer. O corpo dela ainda estava estremecendo quando ele a ergueu, enquanto a levando  
cama lhe mostrar para mais.
        
        Captulo Quatorze
        
        "A abertura amanh, e ele  barrado eu do lugar." Com o queixo dela no punho dela, Maggie luziu a Brianna est de volta. "E ele  me se estatelado abaixo 
em sua cozinha assim voc pode ser meu guardio."
        
        Pacientemente Brianna terminou icing o fours de petit que ela tinha assado para ch. Ela teve oito convidados, enquanto contando Cinza, incluindo trs crianas 
ativas. "Margaret Mary, o doutor no lhe disse que ficasse fora seus ps, e que desde que o beb derrubou, voc poderia entregar mais cedo que voc tinha pensado? 
"
        
        "O que sabe ele? " Torcido como uma criana ela, fez carranca Maggie. "Eu vou estar grvida para o resto de minha vida. E se Sweeney pensa que ele est me 
mantendo da abertura amanh, ele pensaria melhor novamente."
        
        "Rogan nunca disse que ele pretendeu fazer isso. Ele no o quis... " Ela quase tinha dito sob os ps e tinha tomado mais cuidado com as palavras dela. "Excedendo 
hoje."
        
        Tambm", " minha galeria que ela murmurou. A parte de trs dela estava a doendo como uma dor de dente, e ela estava tendo punes. S punes, ela se assegurou. 
Provavelmente a carne de carneiro que ela tinha comido aquela tarde.
        
        "Claro que ", Brianna acalmou. "E ns vamos tudo esteja l amanh para a abertura. Os anncios nos documentos eram adorveis. Ser um grande sucesso, eu 
sei."
        
        Maggie s grunhiu. "Onde o ianque ? "
        
        "Ele est trabalhando. Se preso como defesa contra a pequena menina alem que continuou vagando no quarto" dele. Ela sorriu em cima disto. "Ele  um bem 
com crianas. Ele jogou Calhas e Escada de mo ontem  noite com ela, assim ela est cada apaixonado com ele e no o deixar em paz."
        
        "E voc est pensando isso que um pai bom que ele far."
        
        Pokered de Brianna para cima. "Eu no disse isso. Mas ele vai. Voc deveria ver como ele - " Ela rompeu quando ela ouviu a porta da frente abrir. "Se isso 
for mais convidados, eu terei que lhes dar meu quarto e dormir na sala de estar."
        
        "Voc pode deixar de h pouco jogar camas musicais e pode dormir dentro Cinza, Maggie comentou, ento estremeceu quando ela reconheceu as vozes que descem 
o corredor. "Ah, perfeito. Eu tinha esperado que ela tinha mudado a mente dela e tinha ficado na Frana."
        
        "Pare", Brianna advertiu e tirou mais xcaras para ch.
        
        "Os viajantes mundiais esto de volta", Lottie disse cheerfully como ela arrastou Maeve na cozinha. "Oh, isso que um lugar bom que voc tem l, Maggie. Como 
um palcio est. Isso que um tempo maravilhoso que ns tivemos."
        
        "Fale para voc." Maeve cheirou e fixou a bolsa dela no contador. "Grupo de pessoas seminus estrangeiras que correm ao redor de na praia."
        
        "Alguns dos homens foram construdos formosamente." Lottie deu risada. Havia um vivo americano que paquerou com Maeve."
        
        "Brincando." Maeve acenou uma mo, mas as bochechas dela tinham corado. "Eu no paguei nenhuma mente ao tipo" dele. Se sentando, Maeve deu para Maggie um 
olhar fixo duro. Ela cobriu o jacto de preocupao com um cacho do lbio. "Peaked que voc . Voc apreciar o que uma me sofre logo quando voc entrar em trabalho."
        
        Obrigado tanto."
        
        "Ah, a menina to forte quanto um cavalo." A voz de Lottie estava suportando como ela bateu levemente a mo de Maggie. "E jovem bastante para ter umas meia 
dzia crianas."
        
        Maggie rodou os olhos dela e administrou um riso. "Eu no sei o qual de voc me deprime mais."
        
        " agradvel voc  atrs a tempo para a galeria que abre amanh." Tactfully de Brianna mudaram assuntos como ela serviu o ch.
        
        "Hah. O que estaria fazendo eu desperdiando tempo em algum lugar de arte? "
        
        "Ns no perderamos isto." Lottie apontou um olhar duro na direo de Maeve. "Maeve, voc sabe muito bem voc disse que voc seria agradado para ver o trabalho 
de Maggie, e o resto."
        
        Maeve trocou incomodamente. O que eu disse era eu estava surpreso havia exagere tanto em cima de pedaos de copo." Ela carranqueou a Brianna antes de Lottie 
pudesse a envergonhar mais adiante. "Seu carro no estava fora nenhuma frente. Se quebrou afinal? "
        
        "Me sou falado que estava desesperado. Eu tenho um novo, o azul l fora."
        
        "Um novo." Maeve fixou a xcara dela abaixo com um rudo. "Desperdiando seu dinheiro em um carro novo? "
        
        " 'Tis o dinheiro" dela, Maggie comeou heatedly, mas Brianna a cortou com um olhar.
        
        "No  novo, exclua a mim.  um carro usado, e eu no comprei isto." Ela se suportou. "Grayson comprou isto para mim."
        
        Para um momento havia silncio. Lottie encarou abaixo o ch dela com os lbios dela enrugados. Maggie preparou saltar ao defesa da irm dela e lutou para 
ignorar as punes.
        
        "Comprado isto para voc? " A voz de Maeve era dura como pedra. "Voc aceitou tal uma coisa de um homem? O tenha nenhum cuidado por que pessoas pensar, 
ou diz? "
        
        "Eu imagino as pessoas pensaro que era uma coisa generosa, e dir o mesmo." Ela ps de lado a faca de glac dela e apanhou o ch dela. As mos dela tremeriam 
em um momento. Ela conheceu isto, odiou isto.
        
        "O que eles pensaro  que voc se vendeu para isto. E o tem?  que o que voc fez? "
        
        "No." A palavra era frigidamente calma. "O carro era um presente, e concordou como tal. No tem nada que ver com nossos "amantes de ser.
        
        L, ela pensou. Ela tinha dito isto. O estmago dela foi apertado, as mos dela ajustaram para tremer, mas ela tinha dito isto.
        
        Branco ao redor dos lbios, os olhos dela queimando azul, Maeve empurrou longe da mesa. "Voc tem whored voc."
        
        "Eu no tenho. Eu me dei a um homem eu me preocupo para e admiro. Se dado pela primeira vez", ela disse e estava surpreso que as mos dela permaneceram fixas. 
"Embora voc falasse isto diferentemente."
        
        O olhar de Maeve cortou a Maggie, cheio de amargura e temperamento.
        
        "No, eu no lhe" falei, Maggie disse calmamente bastante. "Eu deveria ter, mas eu no fiz. "
        
        "Apenas importa como eu descobri. Brianna dobrou as mos dela junto. Havia uma frieza dentro dela, um frio horrvel, mas ela terminaria isto. "Voc serra 
que eu perdi qualquer felicidade que eu poderia ter tido com Rory."
        
        "Ele no era nada", Maeve atirou atrs. O filho de "um fazendeiro que nunca teria feito um homem. Voc no teria tido nada com ele mas uma casa cheia de 
crianas chorando."
        
        "Eu quis as crianas." Um tiro de dor pelo gelo. "Eu quis uma famlia e uma casa, mas ns nunca saberemos se eu teria achado isso com ele. Voc viu que e 
arrastou um bem, homem bom em suas mentiras. Me manter seguro, Me? Eu no penso assim. Eu desejo que eu pudesse pensar assim. Me manter amarraram. Quem teria cuidado 
de voc e esta casa se eu tivesse me casado Rory? Ns nunca saberemos que, ou."
        
        "Eu fiz o que era melhor para voc."
        
        O que era melhor para voc."
        
        Porque as pernas dela sentiam fraco, Maeve sentou novamente. "Assim, este  o modo que voc reembolsa para isto a mim. Se dando em pecado para o primeiro 
homem que golpeia sua fantasia."
        
        "Se dando apaixonado para o primeiro e s homem que so me" tocados.
        
        "E o que far voc quando ele planta um beb em sua barriga e vai assobiando? "
        
        "Isso  minha preocupao."
        
        "Ela est falando agora" como voc. Enfurecido, Maeve virou em Maggie. "Voc a contrariou contra mim." "Voc fez que voc."
        
        "No traga Maggie nisto." Em um movimento protetor Brianna ps uma mo no ombro da irm dela. "Estes  voc e eu, Me".
        
        "Qualquer chance de adquirir um... " Alto em uma tarde de escritura prspera, Cinza ventou na cozinha e arrastou fora como ele manchou a companhia. Embora 
ele sentisse o peso de tenso no quarto, ele tentou um sorriso amigvel. "Sra. Concannon, Sra. Sullivan,  bom a voc tenha atrs."
        
        As mos de Maeve enrolaram em punhos. "Sangrento bastardo, voc queimar em inferno com minha filha ao lado de voc."
        
        "Preste ateno a sua lngua em minha casa." A ordem afiada de Brianna os chocou tudo mais que a predio amarga de Maeve. "Eu imploro seu perdo, Fique 
cinzento*, para a "rudeza de minha me. "Voc implorar para ningum perdo em minha conta." "No", Cinza de acordo, acernar com a cabea a Maeve. No h nenhuma 
necessidade. Voc pode dizer o que voc gosta a mim, Sra. Concannon". "Voc prometeu o amor dela e matrimnio, toda vida de devoo a adquirir na parte de trs dela? 
Voc pensa que eu no sei que homens dizem para ter o modo deles/delas? "
        
        "Ele me prometeu nada", Brianna comeou, mas Cinza a corte com um olhar afiado.
        
        "No, eu no fiz promessas. Brianna no algum para o que eu mentiria. E ela no  algum do que eu viraria se eu fosse contado algo sobre ela que eu no 
gostei."
        
        "Voc compartilhou negcio familiar com ele, tambm? " Maeve girou em Brianna. "Isto bastante no  para voc condenar sua alma a inferno? "
        
        "Voc estar condenando suas crianas sempre a inferno? " Maggie incendiou para cima antes de Brianna pudesse falar. "Porque voc no pudesse achar felicidade, 
voc tem que tentar nos impedir ambos achar isto? Ela o ama. Se voc pudesse ver por sua prpria amargura, voc saberia que, e isso  o que importaria a voc. Mas 
ela  a seu beck e chama todos sua vida e voc no pode estar de p o pensamento que ela poderia achar algo, algum para ela."
        
        "Maggie, bastante", que Brianna murmurou. " 'Tis no bastante. Voc no dir isto, nunca v. Mas ela ter notcias isto de mim. Ela  me odiada do momento 
que eu nasci, e ela  usada voc. Ns no somos as filhas a ela, mas atravs de voltas uma penitncia e uma muleta. Tem ela uma vez, at mesmo uma vez me desejou 
feliz com Rogan, ou com o beb? "
        
        "E por que deve eu? " Maeve atirou atrs, lbios tremendo. "E tem meus desejos bons lanados atrs em minha face. Voc nunca me deu o amor que  o "direito 
de uma me.
        
        "Eu teria." A respirao de Maggie comeou a escorregar como ela empurrou atrs da mesa. "Deus sabe que eu quis. E Brianna tentou. Voc alguma vez agradeceu 
tudo que ela apartou para seu conforto? Ao invs voc arruinou qualquer chance que ela teve para a casa e famlia que ela quis. Bem, voc no far isto novamente, 
no este tempo. Voc no entrar na casa dela e falar com ela ou o homem que ela ama deste modo."
        
        "Eu falarei como eu escolho a minha prpria carne e sangue."
        
        "Pare isto, o par de voc". A voz de Brianna era afiada como um cordel de chicote. Ela estava plida, friamente assim, e o tremendo ela tinha conseguido 
lutar atrs tinha crescido a tremores. "Voc tem que golpear deste modo a um ao outro, sempre? Eu no serei o clube voc usa para ferir um ao outro. Eu tenho os 
convidados na sala de estar", ela disse, enquanto tomando um flego instvel. "E eu prefiro eles no sejam sujeitados  misria de minha famlia. Maggie, voc se 
senta e" se acalma.
        
        "Lute suas prprias batalhas, ento", que Maggie disse furiosamente. "Eu partirei." At mesmo como ela disse isto, a dor golpeou e a teve agarrando a parte 
de trs da cadeira.
        
        "Maggie." Apavorado, Brianna a agarrou. "O que ?  o beb? "
        
        "H pouco uma puno." Mas construiu em uma onda que a aturdiu.
        
        "Voc foi branco. Se sente agora. Sente, no discuta comigo."
        
        Lottie, um enfermeira aposentado, subiu vivamente. "Quantas punes teve voc, bem? "
        
        "Eu no sei. De tempo em tempo toda a tarde." Ela deixou sair uma respirao aliviada quando a dor passou. "No  nada, realmente. Eu tenho duas semanas 
contudo, ou quase isso."
        
        "O doutor disse qualquer hora agora", Brianna a lembrou.
        
        "O que sabe um doutor? "
        
        "Retifique, verdadeiro." Sorrindo facilmente, Lottie marginou a mesa e comeou a massagem os ombros de Maggie. "Qualquer outra coisa que o di, amor? "
        
        "Minha parte de trs um pouco", Maggie admitiu. "Me  importuna todo o dia."
        
        "Mmmm. Bem, voc h pouco toma flego agora fcil e relaxa. No, nenhum mais ch para ela agora mesmo, Brianna", ela disse antes de Brianna pudesse verter. 
"Ns veremos logo."
        
        "Eu no estou em trabalho." A cabea de Maggie foi vertiginosa  idia. " h pouco a carne de carneiro."
        
        "Poderia ser, sim. Brie, voc no deu para seu homem jovem ch."
        
        "Eu estou bem." Cinza olhou de uma mulher para o outro, desejando saber o que move para fazer. Se retire, ele decidiu, provavelmente seria melhor para tudo 
deles. "Eu penso que eu voltarei trabalhar."
        
        "Oh, eu desfruto seus livros", Lottie disse cheerfully. "Dois deles que eu li enquanto ns estvamos em nosso feriado. Eu desejo saber como voc pode inventar 
tais contos e pode lhes escrever abaixo em tudo essas palavras agradveis."
        
        Ela tagarelou em, enquanto o mantendo e todo o mundo como eram eles at que Maggie pegou a respirao dela. "L voc est, s aproximadamente quatro minutos 
separadamente, eu diria. Expire, ame que  uma menina. Brie, eu penso que voc deveria chamar Rogan agora. Ele querer nos conhecer no hospital."
        
        "Oh." Para um Brianna imediato no pde pensar, muito menos movimento. "Eu deveria chamar o doutor."
        
        "Isso estar bem." Lottie levou a mo de Maggie, segurou isto apertado como Brianna saiu apressado. "Agora, no faa voc preocupa. Eu ajudei traga muitos 
um beb neste mundo. Voc tem um caso empacotado, Maggie, em casa? "
        
        "No quarto, sim." Ela estremeceu fora uma respirao como a contrao passada. Estranho, ela sentia mais tranqilo agora. "No armrio."
        
        "O homem jovem ir ir buscar isto para voc. No o v, querido? "
        
        "Seguramente." Ele estaria alegre para. O sairia da casa, longe do prospecto terrificando de parto. "Eu irei adquirir isto agora mesmo."
        
        " certo, Cinza." Com a calma nova que a encapota, administrou Maggie um ria. "Eu no vou entregar na "mesa de cozinha.
        
        "Direito." Ele lhe deu um sorriso incerto, e fugiu.
        
        "Eu vou adquirir sua jaqueta agora", Lottie contou para Maggie, e enviou para Maeve um olhar revelador. "No esquea de sua respirao."
        
        "Eu no vou. Obrigado, Lottie. Eu estarei bem." "Voc est assustado." Suavemente Lottie se ajoelhou xcara a bochecha de Maggie. " 'Tis natural. Mas o que 
est acontecendo a voc  da mesma maneira que natural. Algo que s uma mulher pode fazer. S uma mulher pode entender. O Deus bom sabe se um homem pudesse fazer 
isto, h menos pessoas no mundo."
        
        O pensamento fez sorriso de Maggie. "Eu s estou um pequeno assustado. E no s da dor. De saber o que fazer depois."
        
        "Voc saber. Voc ser logo uma me, Margaret Mary. Deus o" abenoa.
        
        Maggie fechou os olhos dela quando Lottie deixou o quarto. Ela poderia sentir as mudanas dentro do corpo dela, a magnitude deles. Ela imaginou as mudanas 
na vida dela, a enormidade deles. Sim, ela seria logo uma me. A criana que ela e Rogan tinham criado estaria nos braos dela em vez do tero dela.
        
        Eu o amo, ela pensou. Eu o juro eu s lhe mostrarei amor.
        
        A dor comeou bem novamente para, enquanto tirando um baixo gemido da garganta dela. Ela apertou os olhos dela mais apertado, concentrado em respirar. Pela 
neblina de dor ela sentia uma cobertura de mo o seu. Abrindo os olhos dela ela viu o face da me dela, e lgrimas, e talvez pela primeira vez na vida dela, uma 
verdadeira compreenso.
        
        "Eu o desejo feliz, Maggie", Maeve disse lentamente. "Com sua criana."
        
        Pelo menos, para um momento foi atravessada a abertura. Maggie inverteu a mo dela e agarrou o palma da me dela a palma.
        
        Quando Cinza se apressou atrs, a bolsa de noite apertou na mo dele, Lottie estava ajudando Maggie para o carro de Brianna. Todo convidado na casa estava 
fora, enquanto renunciando a eles fora.
        
        "Oh, obrigado por ser rpido." Brianna arrebatou o caso, ento deu uma olhada ao redor de distractedly. "Rogan no modo dele para o hospital. Ele desligou 
antes de eu pudesse dizer adeus at mesmo. O doutor disse para trazer o direito dela. Eu tenho que ir com ela."
        
        "Claro que voc faz. Ela estar bem."
        
        "Sim, ela estar bem." Brianna lambiscou na unha de dedo polegar dela. "Eu tenho a partir-todos os convidados."
        
        "No preocupe sobre coisas aqui. Eu levarei ao cuidado disto."
        
        "Voc no pode cozinhar."
        
        "Eu tirarei o lote deles para o jantar. No preocupe, Brie."
        
        "No,  tolo de mim. Eu estou to distrado. Eu sinto muito muito, Cinza."
        
        "No faa. " Mais fixo ele, ele levou a face dela nas mos dele. "Faa nem mesmo pense agora em qualquer disso. H pouco v ajudar sua irm tenha um beb."
        
        "Eu vou. Voc poderia chamar Sra. O'Malley, por favor? O nmero dela em meu livro. Ela vir cuide de coisas at que eu chego em casa novamente. E se voc 
chamasse Murphy. Ele quereria saber. E - "
        
        "Brie, v. Eu chamarei o municpio inteiro." Apesar da audincia, ele lhe deu um beijo rpido, duro. "Tenha Rogan me enviar um charuto."
        
        "Sim. Certo, sim, eu vou." Ela se apressou ao carro.
        
        Cinza estava de p atrs e assistiu o passeio dela, com Lottie e Maeve que seguem atrs, fora.
        
        Famlias, ele pensou, com um tremor da cabea e um tremor. Agradea o Cristo ele no teve que preocupar aproximadamente um.
        
        Mas ele preocupou sobre ela. Como se tornou tarde que noite e noite ficaram noturnas. Sra. O'Malley tinha vindo, enquanto apenas estando atarefado na cozinha 
meio uma hora depois da chamada de SOS dele. Panelas sacudindo, ela tagarelou cheerfully sobre o parto experimente, at enjoado, Cinza tinha se retirado para o quarto 
dele. Ele fared melhoram quando Murphy desceu e compartilhou um copo de usque com ele em torrada para Maggie e o beb.
        
        Mas como a hospedaria cresceu quieta e a hora tarde, Cinza no pde trabalhar ou dormir-duas atividades que ele sempre tinha usado para fuga.
        
        Estando alerta lhe deram muita vez pensar. Porm muito que ele quis evitar isto, a cena de cozinha jogou em cima de e em cima de na cabea dele. Que tipo 
de dificuldade tinha causado ele simplesmente Brianna a querendo, agindo ento no querer? Ele no tinha considerado a famlia dela, ou a religio dela. Ela acreditou 
como a me dela fez?
        
        O fez intranqilo para pensar em almas e danao eterna. Qualquer coisa eterno o fez intranqilo, e danao tampou a lista certamente.
        
        Ou teve Maggie falado a mente de Brianna. Isso quase no era menos perturbando. Tudo aquilo conversa de amor. Do amor de ponto de vista dele poderia ser 
todo pedao to perigoso quanto danao, e ele preferiu nem no morar em em um nvel pessoal.
        
        Por que as pessoas no puderam manter coisas simples? ele desejou saber como ele vagou no quarto de Brianna. Complicaes eram parte e pacote de fico, 
mas em vida de realidade estava tanto de cada vez um dia mais liso.
        
        Mas era estpido, ele admitiu, e inacreditavelmente ingnuo fingir aquele Brianna Concannon no era uma complicao. Ele j no tinha admitido que ela era 
sem igual? Inquieto, ele ergueu o topo fora uma garrafa pequena na cmoda dela. E a cheirou.
        
        Ele h pouco quis ser com seu-para o ser de tempo, ele se falou. Eles desfrutaram um ao outro, gostou um ao outro. Neste tempo particular e este lugar particular, 
eles vestiram bem um ao outro.
        
        Claro que, ele poderia se retirar qualquer hora. Claro que ele pde. Com uma pequena rosnadura ele atirou o topo atrs na garrafa.
        
        Mas o cheiro dela permaneceu com ele.
        
        Ela no estava apaixonada por ele. Talvez ela pensou que ela era, porque ele era ela primeiro. Isso era natural. E talvez, s talvez, ele era um pequeno 
mais envolvido com ela que ele j tinha estado outro com qualquer um. Porque ela era ao contrrio outro qualquer um. De forma que era natural, tambm.
        
        Ainda e tudo, quando o livro dele era acabado, eles teriam que ser terminados como bem. Ele estaria se mudando. Erguendo a cabea dele, ele se encarou no 
espelho. Nenhuma surpresa l, ele pensou. Era mesma face. Se havia uma luz lnguida de pnico nos olhos, ele escolheu ignorar isto.
        
        Grayson Thane olhou atrs para ele. O homem que ele no tinha feito de nada. Um homem ele estava confortvel com. Um homem, ele se falou agora, que moveu 
por vida como ele escolheu mover. Livre, nenhuma bagagem, nenhum pesar.
        
        Havia recordaes. Ele poderia bloquear o desagradvel. Ele tinha estado fazendo que durante anos. Um dia, ele pensou, ele olharia atrs e se lembraria de 
Brianna, e isso seria bastante.
        
        Por que o inferno no a teve chamado?
        
        Ele se conferiu, virou longe do espelho antes de ele pudesse ver algo que ele preferiu evitar. Nenhuma necessidade para ela para chamar, ele se falou e cutucou 
pelos livros na estante dela. Era o negcio empresarial, familiar dela, e ele no teve nenhuma parte nisto. No querido nenhuma parte nisto.
        
        Ele era curioso, que era tudo, sobre Maggie e o beb. Se ele estivesse esperando, s era satisfazer aquela curiosidade.
        
        Sentindo bem, ele escolheu um livro, esticado fora na cama dela, e comeou a ler.
        
        Brianna o achou l s trs DA MANH Ela cambaleou dentro em uma onda de alegria e cansa o ver adormecido em cima das mantas dela, um livro aberto no trax 
dele. Ela sorriu para ele, tolamente, ela soube. Mas era uma noite para tolice.
        
        Quietamente ela despiu, dobrou as roupas dela em cima de uma cadeira, vestiu uma camisola. No banho adjacente ela esfregou a fadiga da face dela. Ela a pegou 
prpria reflexo sorrindo no espelho, e riu.
        
        Acolchoando atrs no quarto, ela se ajoelhou acaricie Trapaceiro que foi enrolado no tapete ao p da cama. Com um suspiro ela apagou a luz e colocou sem 
aborrecer para dobrar as coberturas.
        
        Ele virou imediatamente a ela, o brao dele drapejando em cima dela, a face dele fossando o cabelo dela. "Brie." A voz dele era grossa com sono. "Sentido 
falta de voc."
        
        "Eu sou atrs agora." Ela trocou, enquanto encurvando a ele. "S sono."
        
        "Duro dormir sem voc. Muitos sonhos velhos sem voc."
        
        "Ssh." Ela o acariciou, se sentia comece a acumular. "Eu estou aqui mesmo."
        
        Ele veio completamente desperte com um repentino, maldito, confuso. "Brie." Ele clareou a garganta dele e se empurrou. "Voc est de volta."
        
        "Sim. Voc derrubou leitura adormecida."
        
        "Oh. Sim." Depois de esfregar as mos dele em cima da face dele, ele piscou para a ver na luz escura. Veio, enquanto inundando atrs. "Maggie? "
        
        "Ela est bem, ela  maravilhosa. Oh, estava bonito ver, Cinza". Excitado por toda parte novamente, ela sentou para cima, embrulhou os braos dela ao redor 
os joelhos dela. "Ela estava amaldioando Rogan, jurando todos os tipos de vingana horrorosa nele. Ele h pouco continuou beijando as mos dela e lhe dizendo que 
respirasse. Ento ela riria, lhe fale ela o amou, e amaldioa por toda parte novamente o. Eu nunca vi um homem to nervoso e awed e amando tudo de uma vez."
        
        Ela suspirou novamente, nem mesmo atento as bochechas dela estavam molhadas. Havia tudo isso confuso e tagarelando, discutindo, da mesma maneira que voc 
esperaria. Sempre que eles tentaram nos calar as botas em fora, Maggie ameaaria se levantar e se deixar. 'Minhas permanncias familiares', diz ela, 'ou eu vou 
com eles.' Assim ns ficamos. E era assim... marvellous."
        
        Cinza esfregou as lgrimas dela ele. "Voc vai me contar o que ela teve? "
        
        "Um menino." Sniffled de Brianna. "O menino mais bonito. Ele tem cabelo preto, como Rogan. Enrola a pequena cabea dele ao redor como um halo. E ele tem 
os olhos de Maggie. Eles so agora azuis, claro que, mas a forma deles Maggie. E ele lamentou assim, como ele estivesse amaldioando o lote de ns pelo trazer nestes 
bagunas. Os dedos mindinhos dele que tudo apertaram em punhos. Liam, eles o nomearam. Liam Matthew Sweeney. Eles me deixaram o" segurar. Ela descansou a cabea 
dela em ombro Cinza. "Ele olhou para mim."
        
        "Voc vai me falar ele sorriu a voc? "
        
        "No." Mas ela sorriu. "No, que ele no fez. Ele olhou para mim, muito srio goste, como se ele buscasse desejando saber o que ele era fazer de tudo isso 
negcio. Eu nunca celebrei uma vida to novo antes. Est como nada mais, nada mais no mundo". Ela se transformou a face dela na garganta dele. "Eu desejo que voc 
pudesse ter estado l."
        
        Ao assombro dele, achou ele ele desejou o mesmo. "Bem, algum teve que prestar ateno  fazenda. Seu Sra. O'Malley veio rapidamente."
        
        "A abenoe. Eu a chamarei para cima amanh lhe dar as notcias e lhe" agradecer.
        
        "Ela no cozinha como tambm voc."
        
        "Voc no pensa assim? " Ela sorriu a ela, se encantou. "Eu espero que voc no dissesse assim."
        
        "Eu sou a alma de diplomacia. Assim." Ele beijou o templo de Brianna. "Ela teve um menino. O que  o peso? "
        
        "Sete libras, uma ona".
        
        "E o tempo-voc sabe, quando ela teve isto? "
        
        "Oh, era sobre meio a pessoa."
        
        "Cague, olhares como o copped alemo a piscina."
        
        "Perdo? "
        
        "A piscina. Ns tivemos um andamento de piscina de beb. Sexo, peso, tempo de nascimento. Eu estou bem seguro o alemo sujeito-Krause-bata o mais ntimo."
        
        "Uma piscina apostando, ? E de quem idia era que? "
        
        Cinza correu a lngua dele ao redor os dentes dele. "Murphy", ele disse. "O homem apostar em qualquer coisa."
        
        "E o que foi sua suposio? "
        
        A "menina, sete libras e meia, diretamente para cima meia-noite." Ele a beijou novamente. "Onde meu charuto ? "
        
        "Rogan o enviou ao longo de uma multa um. Est em minha bolsa."
        
        "Eu levarei isto at o bar amanh. Algum salto estar entregando bebidas livres."
        
        "Oh, voc pode apostar em que como bem." Ela levou uma pouca respirao, fechou os dedos dela junto. "Grayson, sobre esta tarde. Minha me."
        
        "Voc no tem que dizer qualquer coisa sobre isso. Eu entrei em um momento ruim que  tudo."
        
        "No  tudo, e  tolo para fingir isto ."
        
        "Certo." Ele tinha sabido que ela teimaria em picar isto fora, mas ele no pde agentar para ver o humor dela abaixado. "Ns no fingiremos. No pensemos 
hoje  noite nisto. Ns falaremos depois sobre isto, at voc precisa. Esta noite por celebrar, no pensa voc? "
        
        Alvio a esquentou. As emoes dela tinham montado bastante em uma montanha-russa longo aquele dia. "Eu fao, sim."
        
        "Eu apostei voc no comeu." "Eu no tenho. "
        
        "Por que eu no nos adquiro alguma da galinha fria que  partida em cima de do jantar? Ns comeremos em cama."
        
        Captulo Quinze
        
        Era fcil bastante evitar assuntos srios durante a prxima semana. Cinza se enterrou no trabalho dele, e o tempo de Brianna estava esticado magro entre 
os convidados dela e o sobrinho novo dela. Sempre que ela teve um minuto disponvel, ela achou alguma desculpa para arremessar at a cabana de Maggie e exagerar 
em cima da me nova e beb. Maggie tambm foi arrebatado com o filho dela para fazer mais que d alguns reclamaes simblicas sobre perder a abertura da galeria 
nova dela.
        
        Cinza teve que admitir a criana era um vencedor. Ele tinha vagado at a cabana ele um tempo ou dois quando ele precisou estirar as pernas dele e clarear 
a mente dele.
        
        Cedo noite era o melhor momento, quando a luz assumiu aquele brilho luminoso to especial para a Irlanda, e o ar estava to claro ele poderia ver para milhas 
pelas colinas de esmeralda com o sol que golpeia abaixo na tira magra de rio que faz isto ao longe flameje goste de uma espada prateada.
        
        Ele achou Rogan, vestiu em uma Camiseta e calas jeans velhas, no jardim dianteiro, arrancando industriously a ervas daninhas. Um olhar interessante, Cinza 
meditou, para um homem que poderia dispor um peloto de jardineiros provvel.
        
        "Hiya, Estouro". Sorrindo, Cinza apoiou no porto de jardim.
        
        Rogan trocou atrs nos saltos de sapatos usados das botas dele. "Ah, um homem. Entre e me una. Eu fui despejado. Mulheres." Ele empurrou a cabea dele para 
a cabana. "Maggie e Brie e o monja Kate de Murphy para cima para uma visita, e algumas das senhoras de aldeia. Alimentao de peito discutindo e entrega quarto guerra 
histrias."
        
        "Sim." Cinza deu para a cabana um olhar aflito como ele balanou pelo porto. "Soa a mim mais como voc escapou que foi chutado fora."
        
        "Retifique bastante. Sendo excedido em nmero eu no posso adquirir perto de Liam. E Brianna mostrou aquele Maggie no deveria estar fazendo a jardinagem 
contudo, e  infestado. Ento ela ergueu a sobrancelha dela a mim daquele modo seu. Assim eu levei a sugesto." Ele olhou longingly atrs para a cabana. "Ns poderamos 
tentar se se mover furtivamente na cozinha para uma cerveja."
        
        "Est mais seguro fora aqui." Cinza se sentou, dobrou as pernas dele. Sociavelmente, ele alcanou fora e puxou uma erva daninha. Pelo menos se parecia uma 
erva daninha. "Eu tenho querido para falar de qualquer maneira com voc. Sobre aquela cautela de aes."
        
        "Qual cautela de aes  que? "
        
        "O Triquarter coisa Mineira."
        
        "Ah, sim. Aquele negcio deslizou minha mente com tudo aquilo  vai em. Brianna teve notcias deles, no fez ela? "
        
        "Ela teve notcias de algum." Cinza arranhou o queixo dele. "Eu tive meu corretor fazer um pequeno cavando.  interessante."
        
        "Pensando de investir, voc ? "
        
        "No, e no pde se eu fosse. No h nenhum Triquarter Mining-not em Gales ou em qualquer outro lugar ele pode localizar."
        
        A sobrancelha de Rogan dobrou. "Dobrado, fez eles? "
        
        "Se nunca se aparece havia um Triquarter Mining - que deveria significar o certificado que voc est segurando  intil."
        
        "Estranho ento, que algum estaria disposto para pagar mil libras por isto. Seu homem poderia ter perdido algo. A companhia poderia ser bastante pequena, 
no se aparea em quaisquer das listas standards."
        
        "Eu pensei disso. Assim fez ele. Ele era curioso bastante cavar um pequeno mais fundo, at mesmo chamou o nmero que era impresso no cabealho."
        
        "E? "
        
        "No  um nmero de funcionamento. Me ocorre que qualquer um pode ter uma folha de cabealho impressa. Da mesma maneira que qualquer um pode alugar uma caixa 
de correio, como o um Brianna escreveu para em Gales."
        
        "Retifique bastante. Mas no explica por que algum estaria disposto a pagamento para algo que no existe." Rogan carranqueou em distncia mediana. "Eu tenho 
algum empresarial em Dublin. Embora eu no seja que Brie seguro me perdoar por tomar Maggie e Liam, ns precisamos partir ao trmino da semana. Deveria levar s 
alguns dias, e eu posso olhar nisto eu enquanto eu estiver l."
        
        "Eu figuro vale uma viagem para Gales." Cinza encolheu os ombros como Rogan olhou para ele. "Voc  um pouco embaraou agora mesmo, mas eu no sou.
        
        "Voc est pensando em andamento para Gales voc? " "Eu sempre quis jogar o detetive.  amvel de uma coincidncia, no faa voc pensa, que logo aps Brie 
achou o certificado e enviou uma carta, a cabana estava quebrada em." Ele moveu os ombros dele novamente. "Eu fao para meus amarrando vivendo coincidncias em enredos."
        
        "E voc contar para Brianna o at o qual voc ? " "Pedaos disto de qualquer maneira. Eu tenho pensado em fazer uma viagem rpida para Novo York-Brianna 
poderia gostar de um fim de semana em Manhattan."
        
        Agora as sobrancelhas de Rogan ergueram. "Eu imagino ela ir-se voc pudesse convencer deixar a cabana durante estao alta para ela.
        
        "Eu penso que eu tenho isso trabalhou fora." "E Nova Iorque  uma distncia de Gales." "No seria difcil de rodear l atrs no modo a Clare, entretanto. 
Some uns dias de par sobre a viagem. Eu pensei em ir em meu prprio, mas se eu tive que falar com qualquer um o funcionrio, eu penso que eu precisaria seu-ou Maggie 
ou a me" deles/delas. Ele sorriu novamente. "Eu penso que Brie  a escolha bvia."
        
        "Quando voc partiria? "
        
        "Um par de dias."
        
        "Voc move rapidamente", Rogan comentou. "Voc pensa que voc pode conseguir que Brianna movam depressa como? "
        
        "Levar muito charme. Eu tenho economizado.
        
        "Bem, se voc administrar isto, mantenha em contato comigo. Eu farei o que eu posso para olhar no assunto de meu fim. Oh, e se voc precisar de munio extra, 
voc poderia mencionar que ns temos vrios dos pedaos de Maggie exibidos em Nova Iorque Mundial."
        
        O som da risada de mulheres encheu o ar. Eles vieram fora, enquanto ainda circulando Maggie que teve Liam no trapaceiro do brao dela. Havia introdues, 
saudaes, muito arrulho de ltima hora em cima do beb antes dos visitantes pulados em bicicletas e mascateou fora.
        
        O" tenhamos. Cinza alcanou fora e levou o beb dos braos de Maggie. Ele sempre saiu um pontap do modo que Liam o encarou com olhos azuis solenes. "Ei, 
voc ainda no est falando? Rogan, eu penso que est na hora que ns adquirimos esta criana longe das mulheres, o levou at o bar para um quartilho."
        
        "Ele  tido o quartilho dele durante a noite, obrigado", Maggie ps dentro. O "leite de me."
        
        Cinza titilou o queixo do beb. "Como vem ele est usando um vestido? Estas mulheres esto fazendo um sissy de voc, criana".
        
        " Tis no um vestido." Brianna apoiou para beijar o topo da cabea de Liam adiante. "Um sacque  o que . Ele ser logo bastante calas compridas cansativas. 
Rogan, voc s tem que aquecer aquele prato eu derrubei quando voc est pronto para o jantar." Ela fez carranca abaixo  tentativa de jardinagem dele. "No  nenhum 
jogando bom com as ervas daninhas. Voc tem que adquirir as razes."
        
        Ele sorriu, a beijou. "Sim, ma'am. "
        
        Renunciando a ele fora, ela riu. "Eu vou. Fique cinzento*, devolva o beb. O Sweeneys tiveram companhia mais que suficiente durante o dia. Voc por seus 
ps para cima? " ela disse a Maggie.
        
        "Eu vou. A faa fazer o mesmo", ela ordenou Cinza. "Ela  corre duas casas h dias." A mo de Brianna arrebatado cinza. "Eu poderia o levar atrs."
        
        "No seja tolo. Voc toma cuidado." Ela deixou o dela d fica dentro Cinza como eles caminharam pelo porto de jardim e sobre a estrada. "Ele  tanto j" 
crescido, ela murmurou. "E ele sorri agora, corrija a voc. Voc j deseja saber o que passa pela mente de um beb quando ele est olhando para voc? "
        
        "Eu figuro ele est desejando saber se esta vida for ser muito diferente do ltimo."
        
        Surpreso, ela virou a cabea dela. "Voc acredita naquele tipo de coisa? Realmente? "
        
        "Seguramente. Uma viagem por senso nunca feito para mim. Ns nunca adquiriramos isto direito com uma prova. E estando em um lugar assim, voc pode sentir 
o eco de almas velhas toda vez voc leva uma respirao."
        
        "s vezes eu sinto eu caminhei ao longo daqui antes."  toa ela alcanou fora, enquanto arrastando a mo dela ao longo das flores vermelhas de fcsia que 
revestiu a estrada. "Aqui mesmo, mas em um tempo diferente, em uma pele diferente".
        
        "Me conte uma histria."
        
        H uma quietude ao ar, uma paz. A estrada  s um caminho, muito estreito mas bem andou. E eu posso cheirar relva fogos queimando. Eu estou cansado, mas 
 bom, porque eu vou para casa para algum. Algum s est esperando  frente por mim para cima. s vezes eu posso quase o ver estando de p l, enquanto erguendo 
a mo dele para ondular a mim."
        
        Ela parou, tremeu a cabea dela  prpria tolice dela. " tolo. H pouco imaginando."
        
        "No tenha que ser." Ele se ajoelhou, arrancou uma selvagem-flor do lado da estrada, e deu isto a ela. "O primeiro dia que eu caminhei aqui, eu no pude 
olhar bastante para tudo rpido, longo bastante. S porque no era era novo. Estava como se lembrar." Em impulso virou ele, a levou nos braos dele, e a beijou.
        
        Assim era isto, ele percebeu. De vez em quando, quando ele a segurou, quando a boca dele estava em seu, havia um quadro disto  extremidade da mente dele.
        
        Como se lembrar.
        
        Ele fugiu o sentimento. Estava na hora, ele decidiu, comear a encantando em fazer o que ele quis. "Rogan me falou ele precisa voltar durante algum tempo 
para Dublin. Maggie e Liam iro com ele."
        
        "Oh." Havia uma punhalada afiada, rpida de pesar antes de ela achasse aceitao. "Bem, eles tm l como bem uma vida. Eu tendo a esquecer quando eles estiverem 
aqui."
        
        "Voc sentir falta deles."
        
        "Eu vou, sim."
        
        "Eu preciso fazer uma pequena viagem eu."
        
        "Uma viagem? " Agora havia um sacuda de pnico ela lutou para controlar. "Onde voc vai? "
        
        "Nova Iorque. A estria, se lembre? "
        
        "Seu filme." Ela administrou um sorriso. " excitante para voc."
        
        "Poderia ser. Se voc fosse comigo."
        
        "V com voc? " Agora ela parou morto na estrada bocejar a ele. "Para Cidade de Nova Iorque? "
        
        "Um par de dias. Trs ou quatro." Ele a escavou novamente nos braos dele e a conduziu em uma valsa de impromtu. "Ns poderamos ficar na Praa como Eloise."
        
        "Eloise? Quem - "
        
        "No importa. Eu explicarei depois. Ns levaremos o Concorde, est l antes de voc conhecesse isto. Ns Mundialmente poderamos visitar l", ele somou como 
incentivo extra. "Faa todas as coisas tursticas, coma em ridiculamente restaurantes caros. Voc poderia sair alguns cardpios novos disto."
        
        "Mas eu no pude. Realmente." A cabea dela estava girando, e no teve nada que ver com os crculos rpidos da dana. "A hospedaria - "
        
        "Sra. O'Malley disse que ela estaria alegre de beliscar golpe." "Para - "
        
        Para ajudar, elaborou ele. "Eu o quero comigo, Brianna. O filme importante, mas no ser qualquer divertido sem voc.  um momento grande para mim. Eu no 
quero isto para ser h pouco uma obrigao."
        
        "Mas, Nova Iorque - "
        
        "Uma piscadela fora no SST. Murphy feliz para cuidar o Trapaceiro, Sra. O'Malley est estando atarefado para levar ao cuidado da hospedaria."
        
        "Voc j" falou com eles. Ela tentou parar a dana girando, mas Cinza continuou a girando.
        
        "Seguramente. Eu soube que voc no iria at que tudo estava limpo."
        
        "Eu no vou. E eu no posso - "
        
        "Faa isto para mim, Brianna". Ruthlessly que ele tirou de a melhor arma dele. A confiana. "Eu o preciso l."
        
        A respirao dela saiu em um suspiro longo, lento. "Grayson."
        
        "Isso  um sim? "
        
        "Eu devo estar furioso." E ela riu. "Sim."
        
        Dois dias Brianna posterior se achou no Concorde, enquanto riscando pelo Atlntico. O corao dela estava na garganta dela. Tinha sido desde que ela tinha 
fechado a mala dela. Ela ia para o Nova Iorque. H pouco assim. Ela tinha deixado o negcio dela nas mos de outro. Mos capazes, estar seguro, mas no as mos dela.
        
        Ela tinha concordado em ir outro rural, cruzar um oceano inteiro com um homem que estava nem mesmo famlia, em um avio que era uma grande transao menor 
que ela tinha imaginado.
        
        Seguramente ela deve ter ido furiosa.
        
        "Nervoso? " Ele levou a mo dela, trouxe isto aos lbios dele.
        
        "Fique cinzento*, eu nunca deveria ter feito isto. Eu no sei o que entrou em mim." Claro que, ela soube. Ele teve. Ele tinha entrado nela de todo possvel 
modo.
        
        "Voc  preocupado sobre o reao de sua me? "
        
        Isso tinha sido horroroso. As palavras duras, as acusaes e predies. Mas Brianna tremeu a cabea dela. Ela tinha se resignado aos sentimentos de Maeve 
em Cinza, e a relao deles/delas.
        
        "Eu h pouco acumulado e esquerda", ela murmurou.
        
        "Quase no." Ele riu dela. "Voc fez pelo menos uma dzia de lista, cozinhou bastante refeies durante um ms e os aderiu no congelador, limpou a cabana 
de topo assentar - " Ele rompeu porque ela no parecia nervosa somente. Ela parecia apavorada. "Mel, relaxe, no h nada para ser assustado de. Nova Iorque quase 
no  to ruim quanto  entendido para ser."
        
        No era Nova Iorque. Brianna virou a cabea dela, enquanto enterrando a face dela contra o ombro dele. Era Cinza. Ela entendeu, se ele no fizesse, que havia 
ningum mais no mundo que ela teria feito isto para, mas famlia. Ela entendeu, se ele no fizesse, que ele tinha se tornado como complicado e vital uma parte da 
vida dela como a prpria carne dela e sangue.
        
        "Me fale novamente" sobre Eloise.
        
        Ele manteve a mo dela em seu, enquanto acalmando. "Ela  uma pequena menina que vive na Praa com a Bab dela, o cachorro dela Weenie, e a tartaruga dela 
Skipperdee."
        
        Brianna sorriu, fechado os olhos dela, e o deixou lhe contar a histria.
        
        Havia uma limusine que espera por eles no aeroporto. Graas a Rogan e Maggie, Brianna tinha experimentado uma limusine antes e no sentia um tolo completo. 
No backseat de pelcia ela achou um buqu elaborado de trs dzia rosas brancas e uma garrafa esfriada de Dom Perignon.
        
        "Grayson." Subjugado, ela enterrou a face dela nas flores.
        
        "Tudo voc tem que fazer " se desfrutar. Ele estourou a cortia no champanha, deixe assobiar  beira. "E eu, seu anfitrio cordial, mostrarei para voc 
h ver na Apple Grande."
        
        "Por que eles chamam isto que? "
        
        "Eu tenho no adquiriu uma pista." Ele lhe deu uma flauta de vinho, bateu o seu contra isto. "Voc  a mulher mais bonita que eu alguma vez conheci."
        
        Ela corou, apalpou, e empurrou uma mo por ela viajar-touseled cabelo. "Eu estou seguro eu estou olhando meu melhor."
        
        "No, voc parece melhor em seu avental." Quando ela riu, ele apoiou mais ntimo, lambiscado na orelha dela. "Na realidade, eu estava desejando saber se 
voc usasse isto algum dia" para mim.
        
        "Eu uso isto diariamente."
        
        "Uh-uh. Eu quero dizer h pouco o avental."
        
        Agora cor inundou as bochechas dela e ela lanou um relance distrado  parte de trs da cabea do motorista pelo copo de segurana. "Cinza - "
        
        "Certo, ns lidaremos depois com minhas fantasias de prurient. O que quer voc para fazer primeiro? "
        
        "Eu - " Ela ainda estava gaguejando em cima da idia de se levantar na cozinha dela dentro nada mais que o avental dela.
        
        "Fazendo compras", ele decidiu. "Depois que ns nos registramos, e eu fao um par de ligaes, ns bateremos as ruas."
        
        "Eu deveria comprar algum souveniers. E h aquela loja de brinquedo que importante."
        
        "F.A.O. Schwartz."
        
        "Sim. Eles teriam algo maravilhoso para Liam, no v eles? "
        
        "Absolutamente. Mas eu estava pensando mais em Quinto e Quarenta-stimo. " "O que  que? " "Eu o" levarei.
        
        Ele deu o tempo dela apenas para olhar,  estrutura de palacelike do prprio hotel, no salo de entrada opulento da Praa com seu tapete vermelho e lustres 
deslumbrando, o spiffy uniformiza do pessoal, o magnificamente arranjos florais ornato, e as pequenas janelas de exibio gloriosas encheram de jias atordoantes.
        
        Eles montaram o elevador ao topo, e ela entrou no apartamento suntuoso to alto para cima isso teve uma viso da ilha verde luxuriante de Parque Central. 
Ele a girou dentro, e at que ela tivesse se refrescado de viajar, ele estava esperando para a girar novamente fora impacientemente.
        
        Caminhemos.  o melhor modo para ver Nova Iorque." Ele levou a bolsa dela, cruzou a correia do ombro dela para o quadril dela. "Leve goste isto, com sua 
mo nisto. Esses sapatos esto confortveis? " "Sim."
        
        "Ento voc  fixo."
        
        Ela ainda estava tentando para pegar a respirao dela quando ele a arrancou.
        
        " uma grande cidade pela primavera", ele lhe falou como eles comearam a caminhar abaixo Quinto.
        
        "Tantos pessoas." Ela assistiu uma coliso de mulher por, pernas que flamejam abaixo curto, vislumbrando seda. E outro em couro vermelho folgado com um trio 
de brincos que oscilam do lbulo esquerdo dela.
        
        "Voc gosta das pessoas."
        
        Ela encarou um homem que marcha junto, enquanto latindo ordens em um telefone celular. "Sim."
        
        Cinza a trocou fora do caminho de uma bicicleta fechando. "Eu, tambm. De vez em quando."
        
        Ele indicou coisas lhe, a prometeu tanto tempo quanto ela quis na loja de brinquedo principal, gostou da assistir olhe a vitrinas e as pessoas maravilhosamente 
variadas que se apressaram ao longo das ruas.
        
        "Eu fui uma vez" para Paris, ela lhe falou, enquanto sorrindo a um vender de calada que apregoou cachorros quentes. Ver o espetculo de Maggie l. Eu pensei 
ento eu vejo qualquer coisa to principal quanto isso" nunca em minha vida. Rindo, ela apertou a mo dele duro. "Mas isto ."
        
        Ela amou isto. A constante e barulho quase violento de trfico, os oferecimentos brilhando exibiram em loja depois de loja, as pessoas, ego-absorvido e apressando 
fora no prprio negcio deles/delas, e os muito alto edifcios, lanceando em todos lugares para cima e se transformando as ruas em canhes.
        
        "Aqui."
        
        Brianna encarou o edifcio no canto, cada janela que goteja com jias e pedras preciosas. "Oh, o que ? "
        
        " um bazar, bem". Zunindo l na excitao de h pouco ser com ela, ele arrancou aberto a porta. "Um carnaval."
        
        O ar dentro de estava vivo com vozes. Os compradores bateram ao longo dos corredores, enquanto investigando em casos de exibio. Ela viu diamantes, anel 
depois de anel que flameja por copo. Pedras coloridas como arco-ris, o vislumbre sedutor de ouro.
        
        "Oh, isso que um lugar." Ela foi agradada para vagar ao longo do corredor com ele. Parecia otherworldly, todos os vendedores e compradores que pechincham 
em cima do preo de colares de rubi e anis de safira. O que uma histria ela teria que contar quando ela voltou a Clare.
        
        Ela parou com Cinza por uma exibio embale e riu. "Eu duvido muito eu acharei meu souveniers em aqui."
        
        "Eu vou. Prolas, eu penso." Ele abanou um dedo ao vendedora a evitar e estudou as mercadorias ele. "Prolas vestiriam."
        
        "Voc est comprando um presente? "
        
        "Exatamente. Este aqui." Ele gesticulou ao balconista. Ele j tinha tido uma imagem na mente dele, e as trs praias de prolas lcteas ajustaram isto perfeitamente.
        
        Ele escutou com meio uma orelha como o touted de balconista a beleza e valor do colar. Tradicional, ela disse, simples e elegante. Um heirloom. E, claro 
que, uma pechincha.
        
        Cinza levou o colar ele, testou o peso, estudou os orbes ardendo. "O que pensa voc, Brianna? "
        
        "Est aturdindo."
        
        "Claro que ", o balconista disse, enquanto sentindo uma venda em lugar de um folheie. "Voc no achar outro para comparar com isto, certamente no a este 
preo. Um olhar clssico assim, voc pode usar com qualquer coisa, vestido de noite, uso de dia. Um pequeno suter de casimira, blusa de seda. Pequeno vestido preto 
simples."
        
        "Preto no a" vestiria, Cinza disse, enquanto olhando para Brianna. "Meia-noite azul, pastis, musgo verde talvez."
        
        Estmago de Brianna comeou a se agitar como o balconista apanhou o tema. "Voc sabe que voc tem razo. Com a colorao dela, voc quer tons de jia ou 
pastis. No toda mulher pode usar ambos. Experimente. Voc ver para voc como formosamente eles drapejam."
        
        "Fique cinzento*, no." Brianna levou de volta um passo, se encontrado por acaso solidamente com outro comprador. "Voc no pode.  ridculo."
        
        "Dearie", o balconista arrombou. "Quando um homem quiser lhe comprar um colar assim,  ridculo discutir. A quarenta por cento fora varejo, tambm".
        
        "Oh, eu penso que voc pode fazer melhor que que", offhandedly dito Cinza. No era o dinheiro, ele quase no tinha olhado ao ingresso minsculo etiquetado 
discretamente para o pavimente gancho de diamante. Era o esporte. Vejamos como eles olham."
        
        Brianna estava, os olhos dela encheram de angstia, como Cinza firmou o colar ao redor dela. Se deita como um milagre contra a blusa de algodo clara dela. 
"Voc no me pode comprar algo assim." Ela recusou, porm muito os dedos dela coaram, alcanar para cima e acariciar as prolas.
        
        "Seguramente eu posso." Ele se inclinou, lhe deu um beijo casual. "Me deixe" se desfrutar. Endireitando, ele a estudou por olhos estreitados. "Eu penso que 
quase  o para" o qual eu estou olhando. Ele atirou o balconista um olhar. "Faa melhor."
        
        "Dearie, eu estou dando praticamente isto agora. Essas prolas perfeitamente so emparelhadas, voc sabe."
        
        "Mmm-hmm. " Ele virou o pequeno tabletop refletem para Brianna. "D uma olhada", ele sugeriu. "Viva com eles durante um minuto. Me deixe ver aquele alfinete, 
o "corao de diamante, l.
        
        "Oh, isso  um pedao agradvel. Voc tem um olho bom." Acelerado, o balconista alcanou para isto, ponha no contador em um bloco aveludado preto. "Vinte 
e quatro corte brilhante apedreja. Tampe qualidade."
        
        "Bonito. Brie, voc no pensa que Maggie gostaria? Um presente de me novo."
        
        "Ah." Ela estava tendo um tempo duro que impede a boca dela pendurar aberto. Primeiro a viso dela no espelho com prolas ao redor o pescoo dela, ento 
a idia que Cinza compraria diamantes para a irm dela. "Ela adoraria isto, como no pde ela? Mas voc no pode - "
        
        "Que tipo de transao vai voc para me fazer para ambos? "
        
        "Bem... " o balconista tocou tambor os dedos dela no peito dela. Como se aflito, ela apanhou uma calculadora e comeou figuras correntes. Ela escreveu uma 
quantia em um bloco que teve o boa da amarra de corao de Brianna.
        
        "Fique cinzento*, por favor."
        
        Ele h pouco renunciou a ela silenciar. "Eu penso que voc pode fazer melhor que isso."
        
        "Voc est me matando aqui", a mulher disse.
        
        "Veja se voc puder estar de p um pequeno mais dor."
        
        Ela murmurou, enquanto murmurando sobre margens de lucro e a qualidade da mercadoria dela. Mas ela prestidigitou figuras, fatiado um pouco, ento bateu levemente 
uma mo em cima do corao dela. "Eu estou cortando minha prpria garganta."
        
        Cinza piscou a ela, tirou a carteira dele. "Os encaixote para cima. Os envie para a Praa."
        
        "Fique cinzento*, no."
        
        "Arrependido." Ele unclasped as prolas, lhes deu negligently para o balconista se encantado. "Voc os ter atravs desta noite. No  inteligente para caminhar 
ao redor de com eles."
        
        "Isso no  o que eu quero dizer, e voc conhece isto."
        
        "Voc tem tal uma voz adorvel", o balconista disse para a distrair. "Voc  irlands? "
        
        "Eu sou, sim. Voc v - "
        
        " primeiro ela viagem para os Estados. Eu quero que ela tenha algo especial que se lembrar disto por." Ele levou a mo de Brianna, enquanto beijando os 
dedos dela de certo modo isso fizeram o suspiro de corao cnico do balconista at mesmo, "eu quero isso muito."
        
        "Voc no tem que me comprar coisas."
        
        "Isso faz parte da beleza disto. Voc nunca pergunta."
        
        "E de que parte de Irlanda  voc, dearie? "
        
        "Municpio Clare", Brianna murmurou, enquanto sabendo que ela tinha perdido novamente. "Est no oeste."
        
        "Eu estou seguro  adorvel. E voc vai... " Depois de levar carto de crdito Cinza, o balconista leu o nome e ganiu. "Grayson Thane. Deus, eu li todos 
seus livros. Eu sou seu f maior. Espere at que eu falo para meu marido. Ele  seu f maior, tambm. Ns vamos ver seu filme semana que vem. No pode esperar. Eu 
posso ter seu autgrafo? Milt s no indo acreditar isto."
        
        "Seguramente." Ele levou o bloco que ela empurrou a ele. "Isto voc, Marcia? " Ele bateu o carto de visita exibido no contador.
        
        "Isso  eu. Voc mora em Nova Iorque? Nunca diz onde na parte de trs de seus livros."
        
        "No, eu no fao. " Ele sorriu a ela, enquanto dando o dela atrs o bloco para a distrair de fazer mais perguntas.
        
        " Para Marcia', " ela leu", 'uma pedra preciosa entre pedras preciosas. Ternamente, Grayson Thane.' " Ela sorriu agora para ele, mas no assim brightly que 
ela esqueceu do ter assinar o deslize de crdito. "Voc volta qualquer hora voc est procurando algo especial. E no faz voc preocupa, Sr. Thane. Eu terei estes 
enviados imediatamente para seu hotel. Voc desfruta seu colar, dearie. E voc desfruta Nova Iorque."
        
        "Obrigado, Marcia. D meu melhor para Milt." Agradado com ele, ele retrocedeu a Brianna. "Queira dar uma olhada um pouco mais? "
        
        Entorpea, ela tremeu a cabea dela somente. "Por que voc faz que? " ela administrou quando eles estavam novamente na rua. "Como voc faz isto impossvel 
dizer que no quando eu quiser dizer nenhum."
        
        "Voc  bem-vindo", ele disse ligeiramente. "Voc est faminto? Eu tenho fome. Adquiramos um cachorro quente."
        
        "Cinza." Ela o parou. " a coisa mais bonita que eu alguma vez tive", ela disse solenemente. "E assim  voc."
        
        "Bom." Ele agarrou a mo dela e a conduziu ao prximo canto, enquanto calculando que ele tinha a amolecido para cima bastante de forma que ela o deixaria 
lhe comprar o vestido perfeito para a estria.
        
        Ela discutiu. Ela perdeu. Compensar coisas Cinza se retiraram quando ela teimou em pagar pelas quinquilharias dela para a prpria Irlanda. Ele se divertiu 
ajudando o dela figure a mudana dela com o dinheiro americano pouco conhecido ao que ela tinha chegado o banco de aeroporto. O fascinou que ela parecia mais deslumbrada 
pela loja de brinquedo que pela jia ou lojas de vestido tinham visitado eles. E quando inspirao bateu, ele a descobriu mais escravizado at mesmo com uma loja 
de especialidade de cozinha.
        
        Se encantado com ela, ele acarretou as bolsas dela e encaixota atrs para o hotel, ento a encantou em cama, enquanto girando fora tempo com lovemaking longo, 
luxuoso.
        
        Ele entreteve e a jantou a Le Cirque, ento em uma pressa de romanticismo nostlgico, a levou danando no Quarto de Arco-ris, enquanto desfrutando at ela 
a decorao de fora-de-tempo e som de faixa grande.
        
        Ento ele a amou novamente, at que ela dormiu exausto ao lado dele, e ele se deita alerta.
        
        Ele se deita alerta muito tempo, enquanto cheirando as rosas que ele tinha a dado, enquanto acariciando a seda do cabelo dela, a escutando quieto, respirando 
at mesmo.
        
        Em algum lugar durante aquele tempo de crepsculo de meio sono, ele pensou em quantos hotis nos que ele tinha dormido s. Quantas manhs tinha despertado 
ele s, com s as pessoas ele criou dentro da cabea dele para companhia.
        
        Ele pensou de como ele preferiu isto aquele modo. Ele sempre teve. E como, com ela enrolou ao lado dele, ele no pde bastante recapturar aquela sensao 
de satisfao solitria.
        
        Seguramente ele vai novamente, quando o tempo deles/delas acabou. At mesmo meio que sonha ele se advertiu no morar em amanh, e certamente no em ontem.
        
        Hoje era onde ele viveu. E hoje estava muito quase perfeito.
        
        Captulo Dezesseis
        
        Antes da tarde seguinte Brianna foi deslumbrado ainda bastante com Nova Iorque para tentar olhar em todos lugares imediatamente. Ela no se preocupou se 
ela se aparecesse a turista to obviamente, enquanto rompendo quadros com a mquina fotogrfica dela, fitando para cima, o pescoo dela iou atrs, ver o mesmo topo 
dos edifcios lanceando. Se ela olhasse, isso que disto? Nova Iorque era uma exibio suplementar ruidosa e elaborada projetou para aturdir os sensos.
        
        Ela se concentrou no guia de viagem no apartamento deles/delas, enquanto fazendo listas cuidadosas e cruzando com submisso fora cada viso que ela tinha 
visto.
        
        Agora ela teve que enfrentar o prospecto de um almoo empresarial com agente Cinza.
        
        O Brianna seguro maravilhoso", Cinza de Arlene" como ele a apressou ao longo da rua. "Voc gostar dela."
        
        "Mas este almoo." Embora ela reduzisse a velocidade o passo dela, ele no lhe permitiu duvidar como teria preferido ela. "
        
        como uma reunio empresarial. Eu deveria esperar em algum lugar por voc, ou talvez o une quando voc terminou. Eu poderia ir So Patrick agora, e - "
        
        "Eu lhe falei eu o levaria So Pat depois do almoo."
        
        E ele vai, ela soube. Ele era mais que a levar em qualquer lugar. Em todos lugares. J aquela manh ela tinha se levantado ao topo do Edifcio de Estado 
de Imprio, marvelling. Ela tinha tido um passeio de metr, caf da manh comido em um deli. Tudo o que ela tinha feito, tudo o que ela tinha visto estava girando 
ao redor na cabea dela como um caleidoscpio de cor e som.
        
        Ainda, ele prometeu mais.
        
        Mas o prospecto de almoar com um agente de Nova Iorque, uma mulher obviamente formidvel, estava amedrontando. Ela teria achado algum modo firme de se desculpar, 
enquanto inventando at mesmo talvez uma dor de cabea ou teria cansado, se Cinza no tinha parecido to excitado pela idia.
        
        Ela assistiu como ele encheu uma conta casualmente em uma xcara de lata de um homem que cochila contra o lado de um edifcio. Ele nunca perdeu um. Qualquer 
o sinal mo-impresso poderia dizer - sem-lar, fora de trabalho, Vietn adquiriu a ateno dele. E a carteira dele.
        
        Tudo adquiriu a ateno dele, ela meditou. Ele no perdeu nada e viu tudo. E esses atos pequenos de bondade para estranhos que outros pareciam nem mesmo 
admitir existiram era uma parte inata dele.
        
        "Ei, brote, precise de um relgio? Chegado alguns relgios agradveis aqui. S vinte coros." Um homem preto esbelto abriu uma pasta para exibir uma ordem 
de Gucci e knockoffs de Cartier. "Chegado um real relgio agradvel para a senhora aqui."
        
        Para o desnimo de Brianna, Cinza parou. "Sim? Eles arrumaram empregos? "
        
        "Ei." O homem sorriu. "O que me pareo eu? Eles mantm o tempo, homem. H pouco parea igual o ones que voc paga para mil para em Quinto."
        
        Vejamos." Cinza escolheu um enquanto Brianna mordeu o lbio dela. O homem parecia perigoso a ela, o modo os olhos dele eram direito inconstante e esquerda. 
"Adquira hassled muito neste canto? "
        
        "Nah. Eu adquiri um rep. Relgio agradvel l, qualidade, parea bonito na senhora. Vinte coros."
        
        Cinza deu para o relgio um tremor, segurou isto  orelha dele. "Multa."
        
        Ele passou uns vinte para o homem. "Par de policial de batida que encabeam deste modo", ele disse suavemente e comprimiu a mo de Brianna no brao dele.
        
        Quando ela olhou atrs, o homem teve sido ido.
        
        "Eles eram roubados? " ela perguntou, awed.
        
        "Provavelmente no. Aqui voc vai." Ele firmou o relgio no pulso dela. "Poderia correr para um dia-ou um ano. Voc nunca pode contar."
        
        "Ento por que voc comprou isto? "
        
        "Ei, o sujeito conseguiu ganhar dinheiro, no faz ele? O restaurante est aqui."
        
        Isso a distraiu bastante ter o dela arraste na jaqueta do terno dela. Ela sentia pardo e countrified, e tolo com ela pequeno eu Amo Nova Iorque bolsa propriedade 
o Imprio dela souveniers Estatal.
        
        Tolice, ela se assegurou. Ela conheceu as pessoas novas todo o tempo. Ela desfrutou as pessoas novas. O problema era, ela pensou como Cinza a acompanhou 
para dentro das Quatro Estaes, este tempo era as pessoas Cinzas.
        
        Ela tentou no fitar como ele a conduziu para cima os passos.
        
        "Ah, Sr. Thane". O maitre d' o cumprimentou calorosamente. " sido muito longo. Sra. Winston j est aqui."
        
        Eles cruzaram o quarto com sua barra vislumbrando longa, as mesas linho-enfeitadas j encheram da multido de almoo. Uma rosa de mulher como ela manchou 
Cinza.
        
        Brianna viu o terno vermelho deslumbrante primeiro, o reflita de ouro  lapela e s orelhas. Ento o cabelo loiro curto, macio e lustroso, o sorriso flamejando 
rpido antes da mulher foi envolvido atravs de abrao entusistico Cinza.
        
        "Bom o ver, bonito".
        
        "Meu cavalo trotador de globo favorito." A voz dela era cascuda, com uma sugesto de pedregulho.
        
        O Arlene Winston era minsculo, enquanto tampando cinco ps apenas, e athletically aparam muito dela treinamentos semanais. Cinza tinha dito ela era uma 
av, mas a face dela era quase desforrada, os olhos fulvos afiado em contraste com a aparncia macia e caractersticas de pixie. Com o brao dela ainda ao redor 
cintura Cinza, ela ofereceu uma mo a Brianna.
        
        "E voc  Brianna. Bem-vindo a Nova Iorque. Nosso menino tem lhe mostrado um tempo bom? "
        
        "Ele tem, sim.  uma cidade maravilhosa. Eu sou agradado o conhecer, Sra. Winston".
        
        "Arlene." Ela cupped a mo de Brianna brevemente entre os dois seu, bateu levemente. Porm amigvel o gesto, Brianna no era desavisado do medir rpido e 
completo. Fique cinzento* estado de p simplesmente, enquanto irradiando atrs.
        
        "Ela no  deslumbrante? "
        
        "Ela  certamente. Sentemos. Eu espero que voc no nota, eu ordenei champanha. Uma pequena celebrao."
        
        "O Brits? " Cinza perguntou, enquanto resolvendo.
        
        H isso." Ela sorriu como os culos deles/delas j estava cheio da garrafa de gua primaveral na mesa. "Voc quer sair este negcio agora do modo, ou espera 
at depois do almoo? "
        
        Saiamos do modo."
        
        Obrigando, Arlene despediu o garom, ento alcanou na pasta dela e tirou um arquivo de fac-smiles. "Aqui  a transao britnica."
        
        Isso que uma mulher", Cinza disse e piscou a ela.
        
        "As outras ofertas estrangeiras esto dentro l-e o udio. Ns h pouco comeamos a lanar s pessoas de filme. E eu tenho seu contrato." Ela trocou, enquanto 
deixando olhar Cinza em cima dos documentos enquanto ela sorriu a Brianna. "Cinza me fala voc  um cozinheiro incrvel."
        
        "Ele gosta de comer."
        
        "No faz ele entretanto? Voc corre um B e B, encantadamente do que eu ouo. Blackthorn,  chamado."
        
        Cabana de Blackthorn", sim. No  um lugar grande."
        
        "Homey, eu imagino." Arlene estudou Brianna em cima do copo de gua dela. "E quieto."
        
        "Aquiete, certamente. Pessoas vm ao oeste para a paisagem."
        
        "O qual, me sou falado,  bastante espetacular. Eu nunca fui para a Irlanda, mas Fica cinzento* afiado minha curiosidade certamente. Quantas pessoas pode 
administrar voc? "
        
        "Oh, eu tenho quatro quartos de hspedes, assim varia, enquanto dependendo do tamanho de famlias. Oito confortvel, mas eu s vezes tenho doze ou mais com 
crianas."
        
        "E voc cozinha para eles tudo, corra o lugar por voc? "
        
        " um pouco como correr uma famlia", Brianna explicou. A "maioria da permanncia de pessoas s uma noite ou dois, indo no modo" deles/delas. Casualmente 
Arlene tirou Brianna. pesando cada palavra, toda inflexo, julgando. Cinza era mais que um cliente a ela, muito mais. Uma mulher interessante, ela decidiu. Reservado, 
um pouco nervoso. Obviamente capaz, ela meditou, enquanto batendo um perfeitamente manicured pregam contra o pano como ela bombeou Brianna para detalhes da zona 
rural.
        
        Limpo como um alfinete, observou ela, bem amvel, e... ah... ela assistiu o olhar de Brianna vagar-s para um frao-e descansa em Cinza. E viu o que ela 
quis ver.
        
        Brianna olhou atrs, viu as sobrancelhas erguidas de Arlene, e lutou no se ruborizar. "Grayson disse que voc tem os netos."
        
        "Eu fao certamente. E um copo de champanha eu busco provvel para tirar todos seus quadros."
        
        "Eu amaria os ver. Realmente. Minha irm h pouco teve um beb." Tudo sobre ela esquentou, os olhos dela, a voz dela. "Eu tenho quadros de meu prprio."
        
        "Arlene." Cinza observou do arquivo, focalizou novamente.
        
        "Voc  uma rainha entre agentes.
        
        "E no faz voc esquece isto." Ela lhe deu at mesmo uma caneta como ela sinalizou para o vinho e os cardpios. "Assine os contratos, Fique cinzento*, e 
celebremos."
        
        Brianna calculou que ela tinha tomado um gole de mais champanha desde conhecer Grayson que ela teve no todo da vida dela antes dele. Enquanto ela brincou 
com um copo, ela estudou o cardpio e tentou no estremecer em cima dos preos.
        
        "Ns tomamos bebidas tarde com Rosalie esta tarde", Cinza estava dizendo, recorrendo  reunio programaram com o editor dele, "ento a estria. Voc vai, 
voc no ? "
        
        "No perderia isto", Arlene o assegurou. "Eu terei a galinha", ela somou, enquanto passando o cardpio dela ao garom pairando. "Agora", ela continuou depois 
que os pedidos deles/delas fossem feitos. "Me fale como o livro vai."
        
        "Vai bem. Inacreditavelmente bem. Eu nunca tive qualquer coisa entrar em lugar assim. Eu tenho adquiriu quase o primeiro desenho terminado."
        
        "To depressa? "
        
        "Est fluindo fora." O olhar dele descansou em Brianna. "Quase como magia. Talvez  a atmosfera.  um lugar mgico, Irlanda".
        
        "Ele trabalha duro", Brianna ps dentro. "s vezes ele no sai h dias de cada vez do quarto dele. E no faz para o perturbar. Ele estalar a voc goste 
de um terrier."
        
        "E voc estala atrs? " Arlene quis saber.
        
        "No normalmente." Brianna sorriu como Cinza coberto a mo dela com o prprio dele. "Eu sou usado quele tipo de comportamento com minha irm."
        
        "Oh, sim, o artista. Voc teria experincia com o temperamento artstico."
        
        Realmente", "eu fao Brianna disse com um riso. Pessoas criativas" tm um tempo mais difcil que o resto de ns, eu penso. Cinza precisa manter a porta do 
mundo dele fechada enquanto ele estiver nisto."
        
        "No  ela aperfeioa? "
        
        "Eu acredito que ela ", Arlene disse complacentemente.
        
        Uma mulher paciente, ela esperou at depois da refeio antes de fazer o prximo movimento dela. "Voc ter sobremesa, Brianna? "
        
        "Eu no pude, obrigado."
        
        Testamento cinza." Nunca ganha uma ona", ela disse com um tremor da cabea dela. "Voc ordena algo pecador, Cinza. Brianna e eu entraremos no quarto das 
senhoras onde ns podemos falar sobre voc dentro privado."
        
        Quando Arlene subiu, Brianna teve pequena escolha mas seguir terno. Ela lanou confundido olha a Cinza em cima do ombro dela como caminharam fora eles.
        
        A sala de estar das senhoras era to fascinante quanto o bar. O contador era fixo com garrafas de cheiro, loes, at mesmo cosmticas. Arlene sentou antes 
do espelho, cruzou as pernas dela, e gesticulou para Brianna para a unir.
        
        "Voc  excitado hoje  noite sobre a estria? "
        
        "Sim. Isto um momento grande  para ele, no ? Eu sei que eles fizeram cinemas dos livros dele que antes de-eu vi um. O livro era melhor."
        
        "Menina de Thatta." Arlene riu, inclinou a cabea dela. "Voc sabe Cinza nunca trouxe uma mulher com ele me conhecer antes de voc? "
        
        "EU... " Brianna apalpou, desejou saber como melhor responder.
        
        "Eu acho que uma coisa muito reveladora. Nossa relao vai alm de negcio, Brianna".
        
        "Eu sei. Ele  assim apaixonado por voc. Ele fala de voc como famlia."
        
        "Eu sou familiar. Ou to ntimo quanto ele se deixar vir a isto. Eu o amo afetuosamente. Quando ele me falou que ele estava o trazendo para Nova Iorque, 
eu era mais que surpreso." Casualmente Arlene abriu o p compacto dela, p tocado de leve debaixo dos olhos dela. "Eu h pouco desejei saber como alguma pequena 
torta irlandesa tinha adquirido os ganchos dela em meu menino."
        
        Quando a boca de Brianna abriu, o iced de olhos dela, Arlene sustentou uma mo.
        
        A primeira reao de "uma me de overprotective. E um que trocou assim que eu adquirisse um olhar a voc. Me" perdoe.
        
        "Claro que." Mas a voz de Brianna era dura e formal.
        
        "Agora voc est aborrecido comigo, e voc deveria ser. Eu adorei Cinza para mais que uma dcada, preocupado sobre ele, o molestou, o acalmou. Eu tinha esperado 
que ele pudesse achar algum que ele poderia se preocupar para, algum que o faria feliz. Porque ele no .
        
        Ela rompeu o p compacto dela fechado e, fora de hbito, tirou um tubo de batom. "Oh, ele provavelmente  o a maioria bem-ajustou pessoa que eu conheo, 
mas h uma falta de felicidade em algum canto do corao" dele.
        
        "Eu sei", Brianna murmurou. "Ele est muito s."
        
        "Ele era. Voc sabe o modo que ele olha para voc? Ele  quase vertiginoso. Isso poderia me ter interessado, se eu no tivesse visto o modo voc olhar a 
ele."
        
        "Eu o" amo, Brianna se ouviu dizer.
        
        "Oh, meu querido, eu posso ver isso." Ela alcanou fora apertar a mo de Brianna. "Ele lhe falou sobre ele? "
        
        "Muito pequeno. Ele contm isso, finge no est l."
        
        Os lbios de Arlene emagreceram como acernar com a cabea ela. "Ele no  nenhum para compartilhar. Eu fui como perto dele como qualquer um pode ser por 
muito tempo, e eu me conheo quase nada. Uma vez, depois da primeiro milho-dlar venda dele, se embebedou ele e me contou mais que ele tinha querido dizer." Ela 
tremeu a cabea dela. "Eu no sinto eu posso lhe falar. Algo como padre em confisso - voc entenderia isso."
        
        "Sim."
        
        "Eu direi isto. Ele teve uma infncia miservel e uma vida difcil. Talvez por causa disto, apesar disto, ele  um homem amvel" e generoso.
        
        "Eu sei que ele . s vezes muito generoso. Como voc o faz deixar de lhe comprar coisas? "
        
        "No. Porque ele precisa fazer isto. Dinheiro no  importante Ficar cinzento*. O smbolo disto  vital, mas o prprio dinheiro  nada alm de uns meios 
para um fim. E eu estou a ponto de dar um pouco de conselho no solicitado e lhe dizer que no se renda, ser paciente. Fique cinzento* s casa no trabalho dele. 
Ele cuida disso. Eu desejo saber se ele ainda percebe que voc est lhe fazendo uma casa na Irlanda."
        
        "No." Brianna relaxou bastante para sorrir. "No. Nem eu fiz atrs at um pouco. Ainda, o livro dele quase terminou."
        
        "Mas voc no . E voc tem muito agora algum em seu lado, se voc sente a necessidade por isto."
        
        Horas depois, como Cinza arrastou para cima o zper do vestido dela, Brianna refletiu sobre as palavras de Arlene. Era o gesto de um amante, ela pensou como 
Cinza plantou um beijo no ombro dela. Um marido.
        
        Ela sorriu a ele no espelho. "Voc parece maravilhoso, Grayson".
        
        Assim ele fez no terno preto, tieless, que com aquela sofisticao casual ela tinha associado sempre com filme e estrelas de msica.
        
        "Quem vai olhar para mim quando voc  ao redor? "
        
        "Todas as mulheres? "
        
        H um pensamento." Ele drapejou as prolas ao redor a garganta dela, enquanto sorrindo como ele os apertou. "Quase aperfeioe", ele julgou, enquanto a virando 
estar em frente dele.
        
        O tom da meia-noite azul esquentou contra a pele cremosa dela. O decote era uma baixa concha que deslizou a curva macia de peitos e esquerda os ombros dela 
nu. Ela poria o cabelo dela para cima de forma que ele poderia jogar com os pmpanos que escaparam para titilar as orelhas dela e a nuca do pescoo dela.
        
        Ela riu como ele a virou em um crculo lento. Mais "cedo voc disse que eu estava perfeito."
        
        "Assim eu fiz." Ele tirou uma caixa do bolso dele, sacudido aberto o topo. Havia mais prolas dentro, duas lgrimas luminosas que gotejaram de nicos diamantes 
flamejando.
        
        "Cinza - "
        
        "Ssh." Ele deslizou os brincos em cima dos lbulos dela. Um movimento praticado, ela pensou wryly, suavemente e ocasionalmente feito. "Agora, voc est perfeito."
        
        "Quando voc adquiriu estes? "
        
        "Eu os escolhi quando ns compramos o colar. O Marcia foi deleitado quando eu chamei e a tive os enviar em cima de."
        
        "Eu apostei ela era." Desamparado fazer caso contrrio, ela ergueu uma mo e acariciou um brinco. Era real, ela soube, contudo ela no pde imaginar isto-Brianna 
Concannon que se levanta em um hotel de Nova Iorque luxuoso, prolas cansativas e diamantes enquanto o homem que ela amou sorrido a ela.
        
        "Isto nenhum uso est lhe falando que voc no deveria ter feito isto? "
        
        "Nenhum uso nada. Diga obrigado."
        
        Obrigado." Aceitando, ela apertou a bochecha dela a seu. "Isto  sua noite, Grayson, e voc me fizeram sentir como uma princesa."
        
        "H pouco pensa como bonito ns olharemos se quaisquer das preocupaes de imprensa rompa um quadro."
        
        "Preocupaes para? " Ela agarrou a bolsa dela como ele a puxou para a porta. " seu filme. Voc escreveu isto."
        
        "Eu escrevi o livro."
        
        "Isso  o que eu disse."
        
        "No." Ele deslizou um brao ao redor os ombros dela como eles caminharam ao elevador. Ela pode ter se parecido um estranho fascinante, ele notou, mas ela 
ainda cheirou como Brianna. Macio, doce, e sutil. "Voc disse que era meu filme. No .  o filme do diretor, o filme do produtor, o filme dos atores. E  o "filme 
do screenwriter. Como abriram as portas que ele a conduziu dentro, empurrou o boto para salo de entrada. "O novelista est modo na lista, mel".
        
        "Isso  ridculo.  sua histria, suas pessoas".
        
        "Era." Ele sorriu a ela. Ela estava ficando indignada para ele, e ele achou isto encantando. "Eu vendi isto, assim tudo que eles tm terminado-para melhor 
ou ruim-voc no me ouvir reclamar. E o refletor no ser certamente em 'baseado no romance escrito por' hoje  noite."
        
        "Bem, deveria ser. Eles no teriam nada sem voc."
        
        "Direito de maldio."
        
        Ela cortou um relance para ele como eles entraram no salo de entrada. "Voc est tirando sarro de mim."
        
        "No, eu no sou. Eu estou o" adorando. Ele a beijou provar isto, ento a conduziu fora onde a limusine deles/delas estava esperando. "O truque para sobreviver 
uma venda de Hollywood  no levar isto muito pessoalmente."
        
        "Voc poderia ter escrito para o enredo o."
        
        "Eu me pareo um masoquista? " Ele quase estremeceu ao pensamento. "Obrigado, mas trabalhando com um editor  to ntimo quanto eu j quero vir a escrever 
por comit." Ele resolveu atrs como o carro viajado por trfico. "Eu cobro bem, eu adquiro meu nome na tela durante alguns segundos, e se o filme  um bater-e o 
zumbido cedo parece indicar este aqui v ser-minhas vendas planam."
        
        "Voc no tem temperamento? "
        
        "Bastante isto. H pouco no sobre isto."
        
        O quadro deles/delas foi rompido o momento que eles desceram no teatro. Brianna piscou contra as luzes, surpreso e mais que um pouco desconcertou. Ele tinha 
indicado que ele seria todos menos ignorou, contudo um microfone foi empurrado a ele antes de eles tivessem dado dois passos. Perguntas respondidas cinzas facilmente, 
os evitou da mesma maneira que facilmente, mantendo um aperto firme o tempo todo em Brianna como eles fizeram o espao deles/delas para o teatro.
        
        Deslumbrado, ela deu uma olhada. Havia as pessoas aqui ela s tinha visto em revistas lustrosas, em filme e telas de televiso. Alguns vadiaram no salo 
de entrada, como podem as pessoas ordinrias, enquanto pegando uma ltima fumaa, conversando em cima de bebidas, enquanto fofocando ou falando loja.
        
        Aqui e l, Cinza a apresentou. Ela fez qualquer respostas pareciam certas e arquivaram fora atrs nomes e faces para as pessoas em Clare.
        
        Alguns se vestiram a rigor, alguns vestiram abaixo. Ela viu diamantes, e ela viu brim. Havia bons de beisebol e mil-dlar ternos. Ela cheirou pipoca, como 
ela pode em qualquer teatro em qualquer continente, e aquele chiclete cheira de doce junto com perfumes sutis. E de tudo estava em cima um casaco magro, lustroso 
de fascinao.
        
        Quando eles levaram os assentos deles/delas no teatro, Cinza drapejou o brao dele em cima da parte de trs da cadeira dela, virou de forma que a boca dele 
estava  orelha dela. "Impressionado? "
        
        "Desesperadamente. Eu sinto eu entrei em um filme em vez de vir ver um."
        
        "Isso  porque eventos assim no tm nada que ver com realidade. Espere at a festa depois."
        
        Brianna deixou sair uma respirao cuidadosa. Ela viria longe de Clare, ela pensou. Um modo longo, longo.
        
        Ela no teve muito tempo para mastigar em cima disto. As luzes, a tela iluminou. Em s momentos ela sentia a emoo acentuada, prateada de ver nome Cinza 
flameje, segure, ento enfraquea.
        
        "Isso  maravilhoso", ela sussurrou. "Isso  uma coisa maravilhosa."
        
        Vejamos se o resto for como bom." Ela pensou que era. A ao passada, aquele passo de extremidade-de-o-assento que a teve imergiu. No parecia importar que 
ela leria o livro, j soube as tores de enredo, blocos inteiros reconhecidos de palavras Cinzas no dilogo. O estmago dela ainda apertou, os lbios dela ainda 
encurvaram, os olhos dela ainda alargaram. Uma vez Cinza apertou um leno nas mos dela assim ela pudesse secar as bochechas dela.
        
        "Voc  a audincia perfeita, Brie. Eu no sei como eu assisti um filme sem voc."
        
        "Ssh." Ela suspirou, levou a mo dele, e segurou isto pelo clmax ofegante e pelos crditos finais enquanto aplauso ecoou das paredes. "Eu diria que ns 
temos um golpe."
        
        "Eles no me" acreditaro, Brianna disse como eles saram depois do elevador pelas horas de Praa. "Eu no me acreditaria. Eu dancei com Tom Cruise." Dando 
risada, um pequeno tonto em vinho e excitao, ela virou uma pirueta rpida. "Voc acredita isto? "
        
        "Eu tenho." Cinza destrancou a porta. "Eu vi isto. Ele parecia muito levado com voc."
        
        "Oh, ele h pouco quis falar sobre a Irlanda. Ele tem um afeto por isto. Ele est encantando, e loucamente apaixonado com a esposa dele. E pensar eles poderiam 
vir de fato e poderiam ficar em minha casa."
        
        "No me pegaria de surpresa achar o lugar ruim com celebridades depois desta noite." Bocejando, toed Cinza fora os sapatos dele. "Voc encantou todo o mundo 
com" o que voc falou.
        
        "Voc Puxes sempre caem para uma voz irlandesa." Ela unclasped o colar dela, correndo as praias pelas mos dela antes de ela os pusesse na caixa deles/delas. 
"Eu estou to orgulhoso de voc, Cinza. Todo o mundo estava dizendo como maravilhoso o filme era, e tudo aquilo conversa sobre Oscars." Ela sorriu para ele como 
ela tirou os brincos dela. "Imagine, voc que ganha um Oscar."
        
        "Eu no vou. " Ele se foi a jaqueta dele, lanou isto descuidadamente aparte. "Eu no escrevi o filme."
        
        "Mas... " Ela fez um som de desgosto, enquanto saindo dos sapatos dela, abaixando o zper do vestido dela. "Isso no  h pouco direito. Voc deveria ter 
um."
        
        Ele sorriu, e tirando a camisa dele olharam em cima do ombro dele a ela. Mas a stira secou como p na gorjeta da lngua dele.
        
        Ela saiu do vestido dela e estava l parado na pequena fantasia tomara-que-caia que ele tinha comprado para ir debaixo disto. Meia-noite azul. Seda. Ate.
        
        Desprevenido, ele era duro to frreo quanto ela se submeteu unsnap uma meia-cala esfumaada de suas ligas. Bonitas mos com o limpo deles/delas, unhas 
de unpainted deslizaram abaixo mais de uma coxa lisa longa, em cima do joelho, o bezerro, tidily que roda a meia-cala.
        
        Ela estava dizendo algo, mas ele no pde ouvir isto em cima do zumbido na cabea dele. Parte do crebro dele estava o advertindo adquirir um cabo de asfixia 
na chama violenta de desejo. Outra parte estava lhe urgindo que levasse, como ele tinha querido levar. Duro e jejum e mindlessly.
        
        As meia-calas dela dobraram nitidamente, ela alcanou at unpin o cabelo dela. O fisted de mos dele aos lados dele como esses tresses de incendiar-ouro 
derramaram abaixo em cima de ombros nus. Ele poderia ouvir a prpria respirao dele, muito rpido, muito severo. E quase pde, quase sinta que rasgo de seda nas 
mos dele, sinta a carne abaixo v quente, prova que calor como a boca dele fechou greedily em cima dela.
        
        Ele se forou a se virar. Ele precisou de s um momento, ele, reformar controle, se assegurou. No estaria certo para a amedrontar.
        
        "E ser tais diverses para contar para todo o mundo." Brianha fixou abaixo a escova dela e dando no riso novo, virou outra pirueta. "Eu no posso acreditar 
que  o meio da noite e eu sou to largo desperte. H pouco igual uma pequena criana que  tida muitos doces. Eu no sinto como se eu j precisarei dormir novamente." 
Ela girou para ele, enquanto embrulhando os braos dela ao redor a cintura dele, apertando contra a parte de trs dele. "Oh, eu tive tal um tempo maravilhoso, Cinza. 
Eu no sei lhe agradecer isto." "Voc no tem." A voz dele era spera, toda cela no corpo dele em alerta cheio.
        
        "Oh, mas voc  usado a este tipo de coisa." Inocentemente ela plantou uma linha rpida de beijos amigveis de ombro assumir. Ele moeu os dentes dele para 
segurar um gemido. "Eu no suponho voc realmente pode imaginar isso que uma emoo que tudo isso foi para mim. Mas voc  todo nodoso para cima." Instintivamente 
ela comeou a esfregar a parte de trs dele e ombros. "Voc deve estar cansado, e aqui eu estou, enquanto tagarelando como um pega. Deite, no o v? E eu trabalharei 
estas dobras fora para voc."
        
        "Parada." A ordem fatiou fora. Ele girou depressa, enquanto agarrando os pulsos dela de forma que ela s poderia estar de p e fita. Ele parecia furioso. 
No, ela percebeu. Ele parecia perigoso.
        
        "Grayson, o que ? "
        
        "Voc no sabe o que voc est fazendo a mim? " Quando ela tremeu a cabea dela, ele a empurrou contra ele, os dedos dele mordendo em carne. Ele poderia 
ver o puzzlement nos olhos dela d modo a conscincia amanhecendo, e apavorar. E ele estalou.
        
        "Goddamn isto." A boca dele esmagou abaixo em seu, faminto, desesperado. Se ela tivesse o repelido, ele poderia ter se retirado. Ao invs ela ergueu uma 
mo trmula  bochecha dele, e ele estava perdido.
        
        "H pouco uma vez", ele murmurou, enquanto a arrastando  cama. "H pouco uma vez."
        
        Este no era o paciente, amante compassivo que ela tinha conhecido. Ele era selvagem, na extremidade de violncia com mos que arrastaram e rasgaram e possuram. 
Tudo sobre ele era duro, a boca dele, as mos dele, o corpo dele. Para um momento, como ele os usou tudo bater os sensos dela, ela temeu que ela simplesmente poderia 
quebrar separadamente, como copo.
        
        Ento a mar escura da necessidade dele a passou, chocado, despertou, e terrificou tudo de uma vez.
        
        Ela clamou, cambaleante, como esses dedos inquietos a atiraram impiedosamente a cume e em cima de. O hazed de viso dela, mas ela poderia o ver por isto. 
Nas luzes eles tinham deixado brilhando, os olhos dele eram ferozes.
        
        Ela disse o nome dele novamente, chorou isto fora como ele a puxou at os joelhos dela. Eles eram torso a torso na cama amarrotada, a moldagem de mos dele 
ela, empurrando o ruthlessly dela para loucura.
        
        Desamparado, ela se curvou atrs, enquanto estremecendo quando os dentes dele rasparam a garganta dela, em cima do peito dela. L ele amamentou greedily, 
como se sofreu fome para o gosto dela, enquanto os dedos impacientes dele a dirigiram mais alto impiedosamente.
        
        Ele no pde pensar. Cada tempo ele tinha a amado ele tinha lutado manter um canto da mente dele esfrie bastante para fazer as mos dele suave, o passo dele 
fcil. Este tempo havia s calor, um tipo de inferno alegre, glorioso que vazou em mente como tambm corpo e queimou os civilizaram fora. Agora bombardeado pela 
prpria luxria dele, enquanto almejando o seu, controle estava alm dele.
        
        Ele a quis se estorcendo, enquanto resistindo, gritando.
        
        E ele a teve.
        
        At mesmo a seda rasgada era muito de uma barreira. Frentico agora, ele rasgou isto abaixo o centro, enquanto a empurrando sobre a parte de trs dela de 
forma que ele pudessem devorar a carne recentemente exposta. Ele poderia sentir as mos dela arrastam pelo cabelo dele, a contagem de unhas dela os ombros dele como 
ele trabalhou o modo dele abaixo ela, enquanto festejando.
        
        Ento o suspiro dela, o sacuda, o grito amortecido quando a lngua dele mergulhou nela.
        
        Ela estava morrendo. Ningum poderia viver por este calor, pela presso que manteve edifcio e explodindo, enquanto construindo e explodindo at que o corpo 
dela era s uma massa tremendo de nervos marcados e necessidades indizveis.
        
        As sensaes bateram a ela, enquanto amontoando para ser separado muito depressa. Ela s soube que ele estava fazendo coisas a ela, coisas incrveis, ms, 
deliciosas. O prximo clmax bateu nela como um punho.
        
        Criando para cima, ela agarrou a ele, enquanto trilhando at que eles estavam rolando em cima da cama. A boca dela correu em cima dele, da mesma maneira 
que ganancioso agora, da mesma maneira que frentico. As mos procurando dela o acharam, cupped ele, de forma que o sistema dela tremeu com prazer fresco e furioso 
quando ele gemeu.
        
        "Agora. Agora." Teve que ser agora. Ele no pde se parar. As mos dele deslizaram a pele mida dela, agarrado duro aos quadris dela os erguer. Ele se dirigiu 
dentro o fundo dela, arquejando como ele a posicionou levar mais dele at mesmo.
        
        Ele a montou duro, enquanto mergulhando cada tempo mais adiante que ela subiu para o conhecer. Ele assistiu a face dela como ela mergulhou em cima daquele 
final, cume vicioso, o modo os olhos dela foram escuros como os msculos dela ao redor dele.
        
        Com algo perilously perto de dor, ele se esvaziou nela.
        
        Captulo Dezessete
        
        Ele tinha rolado fora o dela e estava encarando o teto. Ele poderia se amaldioar, ele soube, mas ele no pde levar de volta o que ele tinha feito.
        
        Todo o cuidado dele, tudo da precauo dele, e em um momento, tinha estalado ele. E arruinou isto.
        
        Agora ela foi se enrolada ao lado dele, enquanto tremendo. E ele tinha medo da tocar.
        
        "Eu sinto muito", ele disse finalmente e provou a inutilidade da desculpa. "Eu nunca pretendi o tratar aquele modo. Eu perdi controle."
        
        Controle perdido", ela murmurou e desejou saber como poderia ser um corpo deveria sentir manque e energizou tudo de uma vez. "Voc pensou que voc precisou 
isto? "
        
        A voz dela era trmula, ele notou, e desbasta, ele imaginou, com choque. "Eu sei que uma desculpa  bem manca. Eu posso o adquirir algo? Alguns molham." 
Ele apertou os olhos dele fechados e se amaldioou novamente. "Conversa quase manco. Me deixe o adquirir uma camisola. Voc querer uma camisola."
        
        "No, eu no fao. " Ela conseguiu trocar bastante para observar e estudar a face dele. Ele no olhou para ela, ela notou, mas s encarou o teto. "Grayson, 
voc no me" feriu.
        
        "Claro que eu fiz. Voc ter contuses para provar isto."
        
        "Eu no sou frgil", ela disse com uma sugesto de exasperao.
        
        "Eu tratei voc gosta - " Ele no pde dizer isto, no para ela. "Eu deveria ter sido suave."
        
        "Voc foi. Eu gosto de conhecer isto o levou algum esforo para ser suave. E eu gosto de saber algo eu fiz o feito esquecer de ser." Os lbios dela encurvaram 
como ela escovou ao cabelo na testa dele. "Voc pensou que voc me amedrontou? "
        
        "Eu sei que eu o" amedrontei. Ele trocou fora, sentou para cima. "Eu no me preocupei."
        
        "Voc me" amedrontou. Ela pausou. "Eu gostei. Eu o" amo.
        
        Ele estremeceu, apertou a mo que ela tinha se deitado em cima de seu. "Brianna", ele comeou sem uma pista como continuar.
        
        "No preocupe. Eu no preciso das palavras atrs."
        
        "Escute, muito cronometra as pessoas adquirem sexo confundido com carinho."
        
        "Eu imagino voc tem razo. Grayson, voc pensa que eu estaria aqui com voc, que eu alguma vez teria estado com voc que gosta isto se eu no o" amasse.
        
        Ele era bom com palavras. Dzias de desculpas razoveis e estratagemas traspassaram a mente dele. "No", ele disse a comprimento, enquanto resolvendo na 
verdade. "No. Que s faz isto pior", ele murmurou, e rosa para arrastar nas calas compridas dele. "Eu nunca deveria ter deixado coisas irem este distante. Eu soube 
melhor.  minha falta."
        
        No h nenhuma falta aqui." Ela alcanou para a mo dele de forma que ele sentaria novamente na cama em lugar de passo. "No o deveria fazer triste para 
o conhecer  amado, Grayson."
        
        Mas fez. O fez triste, e apavorou, e para h pouco um momento, desejoso. "Brie, eu no lhe posso devolver o que voc quer ou deveria ter. H nenhum futuro 
comigo, nenhuma casa no pas e crianas na jarda. No est nos cartes."
        
        " uma pena que voc pensa assim. Mas eu no lhe estou pedindo isso."
        
        " o que voc quer."
        
        " o que eu quero, mas no o que eu espero." Ela lhe deu um sorriso surpreendentemente fresco. "Eu fui rejeitado antes. E eu sei muito bem o que  amar e 
no recuperar o amor de pessoa voc, pelo menos no tanto como voc queira, ou necessidade." Ela tremeu a cabea dela antes de ele pudesse falar. At eu poderia 
querer ir em com voc, Grayson, eu sobreviverei sem voc."
        
        "Eu no quero o ferir, Brianna. Eu me preocupo com voc. Eu o" quero.
        
        Ela ergueu uma sobrancelha. "Eu sei isso. E eu sei que voc est preocupado porque voc quer mais me que voc quis qualquer um antes."
        
        Ele abriu a boca dele, feche, tremeu a cabea dele. "Sim, isso  verdade.  cho novo para mim. Para ambos ns." Ainda incerto dos movimentos dele, ele levou 
a mo dela, beijou isto. "Eu lhe daria mais se eu pudesse. E eu sinto muito eu no preparei pelo menos um pequeno melhor o para esta noite. Voc  o primeiro... 
mulher sem experincia com a que eu fui, assim eu tentei levar isto lento."
        
        Intrigado, ela levantou a cabea dela. "Voc deveria ter sido to nervoso quanto eu era, a primeira vez."
        
        "Mais." Ele beijou a mo dela novamente. "Muito mais, me acredite. Eu sou usado a mulheres que conhecem as cordas, e as regras. Experimentado ou a favor 
de, e voc - "
        
        "A favor de? Profissional? " Os olhos dela foram enormes. "Voc pagou as mulheres a cama eles? "
        
        Ele a encarou atrs. Ele deve ter sido estonteado at mesmo mais que ele tinha percebido para ter sado com algo assim. "No em recente memria. De qualquer 
maneira - "
        
        "Por que voc teria que fazer isso? Um homem que o se parece, quem tem sua sensibilidade? "
        
        "Olhe, era a muito tempo atrs. Outra vida. No olhe para mim goste isso", ele estalou. "Quando voc tem dezesseis anos e s nas ruas, nada  grtis. Nem 
mesmo sexo."
        
        "Por que voc estava s e na rua s dezesseis? "
        
        Ele estava de p, se retirou, ela pensou. E havia vergonha nos olhos dele at raiva.
        
        "Eu no vou entrar nisto."
        
        "Por que? "
        
        "Cristo." Abalado, ele arrastou ambas as mos pelo cabelo dele. "Est tarde. Ns precisamos adquirir um pouco de sono."
        
        "Grayson,  to difcil falar comigo? H qualquer coisa que voc no conhece me, as coisas ruins e o bem quase no. Voc pensa que eu pensaria menos de voc 
por saber? "
        
        Ele no estava seguro, e se falou ele no se preocupou. "No  importante, Brianna. No tem nada que ver agora comigo, conosco aqui."
        
        Os olhos dela esfriaram, e ela subiu para adquirir a camisola ela tinha dito ela no quis. " seu negcio, claro que, se voc escolher me fechar fora."
        
        "Isso no  o que eu estou fazendo."
        
        Ela arrastou o algodo em cima da cabea dela, ajustou as mangas. "Como voc diga."
        
        "Goddamn isto, voc  bom, voc no ? " Furioso com ela, ele esmagou as mos dele nos bolsos dele.
        
        "Eu no sei seu significado."
        
        "Voc sabe meu significado exatamente", ele lanou atrs. "Se deite na culpa, esparramada em uma pouca congelao, e voc adquira seu modo."
        
        "Ns concordamos no  nenhum de meu negcio." Se orientando  cama, ela comeou a comprimir nas folhas eles tinham arrancado. "Se  culpa que voc est 
sentindo, no  meu fazendo."
        
        "Voc adquire a mim", ele murmurou. "Voc h pouco sabe adquirir a mim." Ele assobiou fora uma respirao, derrotou. "Voc quer isto, multa. Se sente, eu 
lhe contarei uma histria."
        
        Ele virou a parte de trs dele nela, enquanto revistando pela gaveta para o pacote de cigarros que ele sempre levou e s fumou ao trabalhar.
        
        "A primeira coisa da que eu me lembro  o cheiro. Lixo que h pouco comea a apodrecer, molde, cigarros passados", ele somou, enquanto olhando wryly para 
a fumaa que enrolou para o teto. "Grass. No o tipo que voc ceifa, o tipo que voc inala. Voc provavelmente nunca tem cheirado panela em sua vida, o tenha? "
        
        "Eu no tenho, no." Ela manteve as mos dela no colo dela, e os olhos dela nele.
        
        "Bem, isso  minha primeira real memria. O senso de cheiro  o mais forte, fica com voc-bom ou ruim. Eu me lembro dos sons, tambm. Vozes elevadas, msica 
alta, algum tendo sexo no prximo quarto. Eu me lembro de ser faminto, e no podendo sair de meu quarto porque ela tinha me prendido novamente. Ela era bbeda a 
maioria do tempo e sempre no se lembrou ela teve uma criana que que precisou comer" ao redor.
        
        Ele deu uma olhada  toa para um cinzeiro, ento apoiado atrs contra a cmoda. No era to difcil de falar afinal de contas disto, ele descobriu. Era quase 
como fabricao para cima uma cena na mente dele. Quase.
        
        "Ela me falou uma vez ela tinha deixado casa quando ela tinha dezesseis anos. Querido adquirir longe dos pais dela, todas as regras. Eles eram quadrados, 
ela diria. Ido louco quando eles a descobriram fumou dope e teve os meninos para cima no quarto dela. Ela estava vivendo h pouco a prpria vida dela, fazendo a 
prpria coisa dela. Assim ela h pouco um dia esquerdo, escorregou um passeio e terminou no So Francisco. Ela poderia jogar a estar l um hippie, mas ela terminou 
na extremidade dura da cultura de droga, experimentou com muito cague, liquidado para muito isto implorando ou" se vendendo.
        
        Ele tinha h pouco lhe falado a me dele era uma prostituta, um junkie, e esperou por alguma exclamao chocada. Quando ela s continuou o assistindo com 
esses olhos frescos, cuidadosos, ele encolheu os ombros e foi em.
        
        "Ela tinha provavelmente quase dezoito anos quando ela se ps grvida comigo. De acordo com a histria dela, ela tinha tido j dois abortos e tinha estado 
assustado de outro. Ela nunca poderia estar bastante segura que o pai era, mas era bem certo era um de trs sujeitos. Ela se mudou com um deles e decidiu me manter. 
Quando eu era sobre um ano velho, ela se cansou dele e se mudou outro com algum. Ele alcovitou para ela, a proveu com drogas, mas ele a bateu ao redor de um pequeno 
muito, assim ela ditched ele."
        
        Cinza bateu o cigarro dele fora, pausado longo bastante para Brianna comentar. Mas ela no disse nada, s sentou como ela estava na cama, as mos dela dobraram.
        
        "De qualquer maneira, ns podemos remeter rapidamente pelo prximo par de anos. At onde eu posso contar, coisas quase ficaram como eram eles. Ela moveu 
ao redor de homem tripular, foi enganchado nos materiais duros. Em tempos iluminados, adivinho eu voc poderia dizer que ela teve uma personalidade viciadora. Ela 
me bateu ao redor de um pequeno, mas ela nunca realmente batida eu-aquele teria levado um pequeno muito esforo e interesse. Ela me prendeu me impedir vagar quando 
ela estava na rua ou conhecendo o negociante dela. Ns vivemos em sujeira, e eu me lembro do resfriado. Adquire fucking frio no So Francisco. Isso  como o fogo 
comeou. Algum no edifcio derrubado um aquecedor porttil. Eu tinha cinco anos, e eu estava s e prendi.
        
        "Oh, meu Deus, Grayson". Ela apertou as mos dela  boca dela. "Oh, Deus."
        
        "Eu acordei sufocando", ele disse na mesma voz distante. "O quarto estava cheio com fumaa, e eu poderia ouvir as sirenas e o gritando. Eu estava gritando, 
e batendo  porta. Eu no pude respirar, e eu estava assustado. Eu me lembro de deitar no cho h pouco e chorar. Ento um bombeiro bateu pela porta, e ele me apanhou. 
Eu no me lembro dele me levando a cabo. Eu no me lembro do prprio fogo, s a fumaa em meu quarto. Eu acordei no hospital, e um assistente social estava l. Uma 
coisa bem jovem com olhos azuis grandes e mos macias. E havia um policial. Ele me fez nervoso porque eu tinha sido ensinado desconfiar qualquer um em autoridade. 
Eles me perguntaram se eu soubesse onde minha me era. No. At que eu fosse bem bastante para deixar a ala de hospital, eu tinha sido escavado para cima no sistema. 
Eles me puseram na casa de umas crianas enquanto eles a procuraram. Eles nunca a acharam. Eu nunca a vi novamente."
        
        "Ela nunca veio para voc."
        
        "No, ela nunca veio. No era tal uma transao ruim. A casa estava limpa, eles o alimentaram regular. O problema grande para mim era que foi estruturado, 
e eu no se usou estruturo. Havia casas adotivas, mas eu tive certeza isso no trabalhou. 1 no quis ser qualquer um falsa criana, no importa como bom ou como 
ruim as pessoas eram. E alguns deles eram as pessoas realmente boas. Eu era o que eles chamam intratvel. Eu gostei isto aquele modo. Sendo um encrenqueiro me deram 
uma identidade, assim eu fiz bastante dificuldade. Eu era um real sujeito duro com uma boca inteligente e uma atitude ruim. Eu gostei de provocar brigas, porque 
eu era forte e rpido e normalmente poderia ganhar.
        
        "Eu era previsvel", ele disse com um meio riso. "Isso  o pior disto. Eu era um produto de meu ambiente cedo e maldito orgulhoso disto. Nenhum conselheiro 
de fucking ou encolhimento ou assistente social iam terminar para mim. Eu tinha sido ensinado odiar autoridade, e isso era uma coisa que ela tinha me ensinado bem."
        
        "Mas a escola, a casa... eles eram bons a voc? "
        
        Uma luz zombeteira vislumbrou nos olhos dele. "Oh, sim, s peachy. Trs quadrados e uma cama." Ele deixou sair uma respirao impaciente  expresso preocupada 
dela. "Voc  uma estatstica, Brianna, um nmero. Um problema. E h bastantes outras estatsticas e nmeros e problemas para ser arrastado ao redor. Seguramente, 
pensando bem, eu posso lhe falar que alguns deles provavelmente realmente deram uma maldio, realmente tentado fazer uma diferena. Mas eles eram o inimigo, com 
as perguntas deles/delas e testes, as regras deles/delas e disciplinas. Seguindo o exemplo de minha me assim, eu escapei s dezesseis. Se mantido nas ruas, por 
minhas inteligncias. Eu nunca toquei drogas, nunca se vendeu, mas no havia muito que eu no fiz" outro.
        
        Ele empurrou longe da cmoda e comeou a rondar o quarto. "Eu roubei, eu enganei, eu corri fraudes. E um dia eu tive uma epifania quando um sujeito eu estava 
correndo um trapaceiro curto em se ps sbio e bateu o vivendo cague fora de mim. Me ocorreu, quando eu entrei para em uma ruela com sangue em minha boca e vrias 
costelas estouradas, que eu pudesse achar um modo melhor para ganhar dinheiro provavelmente. Eu fui a Nova Iorque. Eu vendi bastantes relgios ao longo de Quinta 
Avenida", ele disse com uma sugesto de um sorriso. "Corrido um pequeno monte de trs-carto, e eu comecei a escrever. Eu tinha adquirido uma educao bastante decente 
na casa. E eu gostei de escrever. Eu no pude admitir isso s dezesseis, enquanto sendo tal um sonofabitch duro. Mas a dezoito, em Nova Iorque, no parecia to ruim. 
O que parecia ruim, o que de repente comeou a parecer realmente ruim, era que eu estava igual a ela era. Eu decidi ser outro algum.
        
        "Eu mudei meu nome. Eu me mudei. Eu adquiri umas legit trabalho bussing mesas a um pequeno mergulho na Aldeia. Eu derramei aquela pequena camada bastarda 
atravs de camada at que eu era Grayson Thane. E eu no olho atrs, porque  insensato."
        
        "Porque o" fere, Brianna disse quietamente. "E o d raiva."
        
        "Talvez. Mas principalmente porque no tem nada que ver com quem que eu sou agora."
        
        Ela quis lhe falar teve tudo para ver com quem ele era, o que ele tinha se feito. Ao invs ela subiu para estar em frente dele. "Eu amo que voc  agora." 
Ela sentia um pang, enquanto sabendo que ele estava se retirando do que ela quis o dar. "Est afligindo assim a voc saber que, e saber eu posso sentir arrependido 
para a criana, para o homem jovem, e posso admirar o que evoluiu deles? "
        
        "Brianna, o passado no importa. No para mim", ele insistiu. " diferente para voc. Seu passado volta sculos. Voc  macerado nisto, a histria, a tradio. 
 o formado. e por causa disto, est o futuro da mesma maneira que importante. Voc  planejador, termo longo. Eu no sou. Eu no posso ser. Condene, eu no quero 
ser. H agora mesmo. As coisas de modo so agora mesmo."
        
        Ele pensou que ela no pudesse entender que, afinal de contas ele tinha lhe falado? Ela poderia o ver muito bem tudo, o pequeno menino danificado, apavorado 
do passado, terrificou havia nenhum futuro, se agarrando desesperadamente para tudo que ele poderia agarrar no presente.
        
        "Bem, ns somos junto agora mesmo, ns no somos? " Suavemente ela cupped a face dele. "Grayson, eu no posso deixar do amar o fazer mais confortvel. Eu 
no posso fazer isto para se fazer mais confortvel. Simplesmente . Meu corao perdeu a voc, e eu no posso levar de volta isto. Eu duvido que eu v se eu pudesse. 
No significa voc tem que levar isto, mas voc no seria tolo para. O vale nada."
        
        "Eu no quero o ferir, Brianna". Ele uniu os dedos dele ao redor os pulsos dela. "Eu no quero o" ferir.
        
        "Eu sei isso." Ele vai, claro que. Ela desejou saber que ele no pudesse ver que ele se feriria como bem. "Ns levaremos o agora, e agradece isto. Mas me 
conta uma coisa", ela disse e o beijou ligeiramente. "Qual foi seu nome? "
        
        "Cristo, voc no se rende.
        
        "No." O sorriso dela era agora fcil, surpreendentemente confiante. "No  algo eu considero uns falhando."
        
        "Logan", ele murmurou. "Michael Logan."
        
        E ela riu, enquanto o fazendo sentir como um bobo. "Irlands. Eu deveria ter conhecido isto. Tal um presente de palre voc tem, e todo o charme no mundo."
        
        "Michael Logan", ele disse, enquanto incendiando para cima, "era um mesquinho, mau-vivo, ladro de centavo-parada que no era nenhum cuspe de valor.
        
        Ela suspirou. "Michael Logan era uma criana negligenciada, preocupada que precisou de amor e cuidado. E voc est errado para o odiar assim. Mas ns o deixaremos 
em paz."
        
        Ento ela o desarmou apertando contra ele, enquanto pondo a cabea dela no ombro dele. As mos dela moveram a parte de trs dele para cima e para baixo, 
enquanto acalmando. Ela deveria ter estado enojada pelo que ele tinha lhe contado. Ela deveria ter sido intimidada a propsito ele tinha a tratado em cama. Ainda 
ela estava aqui, enquanto o segurando e lhe oferecendo uma profundidade terrificando de amor.
        
        "Eu no sei o que fazer sobre voc."
        
        No h nada voc tem que fazer." Ela escovou os lbios dela em cima do ombro dele. "Voc me deu os meses mais maravilhosos de minha vida. E voc se lembrar 
de mim, Grayson, contanto que voc viva."
        
        Ele deixou sair uma respirao longa. Ele no pde negar isto. Pela primeira vez na vida dele, ele estaria deixando para trs uma parte dele quando ele caminhou 
fora.
        
        Era ele que sentia desajeitado na manh que vem. Eles tomaram caf da manh na sala de estar do apartamento, com a viso do parque fora a janela. E ele esperou 
por ela lanar algo ele tinha contado o dela atrs na face dele. Ele tinha quebrado a lei, ele tinha dormido com prostitutas, ele tinha se espojado nos esgotos das 
ruas.
        
        Ainda ela sentou l em frente a ele, enquanto parecendo to fresco quanto uma manh em Clare, falando felizmente sobre a viagem a chegar deles/delas para 
Mundial antes de eles fossem para o aeroporto.
        
        "Voc no est tomando seu caf da manh, Grayson. Voc no est sentindo bem? "
        
        "Eu estou bem." Ele cortou nas panquecas que ele tinha pensado que ele tinha querido. "Eu adivinho eu estou perdendo sua arte culinria."
        
        Era exatamente a coisa certa para dizer. O olhar preocupado dela transformou em um sorriso se encantado. "Voc estar tendo isto amanh novamente. Eu o fixarei 
algo especial."
        
        Ele deu um grunhido em resposta. Ele tiraria lhe falando sobre a viagem para Gales. Ele no tinha querido deteriorar o prazer dela de Nova Iorque. Agora 
ele desejou saber por que ele tinha pensado que ele pde. Nada antes do que ele tinha esvaziado nela a noite tinha tremido aquela compostura fixa.
        
        "Ah, Brie, que ns vamos levar de volta um pequeno desvio no modo para a Irlanda" de fato.
        
        "Oh? " Carranqueando, ela fixou a chvena dela abaixo. "Voc tem negcio em algum lugar? "
        
        "No exatamente. Ns estamos parando fora em Gales."
        
        "Em Gales? "
        
        " sobre sua ao. Se lembre eu lhe falei eu teria meu corretor fazer alguma verificao? "
        
        "Sim. Ele achou algo incomum? "
        
        "Brie, Triquarter Minando no existe."
        
        "Mas claro que existe. Eu tenho o certificado. Eu tenho a carta."
        
        No h nenhum Triquarter Mining em qualquer bolsa de valores. Nenhuma companhia por aquele nome listado em qualquer lugar. O nmero de telefone no cabealho 
 falso."
        
        "Como isso pode ser? Eles me ofereceram mil libras."
        
        "Que  por que ns vamos para Gales. Eu penso que valeria a viagem fazer verificao um pequeno pessoal."
        
        Brianna tremeu a cabea dela. "Eu estou seguro seu corretor muito competente, Fique cinzento*, mas ele deve ter negligenciado algo. Se uma companhia no 
existir, eles no emitem proveja ou oferea a comprar de volta isto.
        
        "Eles emitem proveja se  uma frente", ele disse, enquanto apunhalando  refeio dele como ela o encarou. "Um fraude, Brie. Eu tenho uma pouca experincia 
com trapaceiros de ao. Voc adquire uma caixa de correio, um nmero de telefone, e voc tela para marcas. Para pessoas que investiro", explicou ele. "Pessoas 
que olham fazer um coro rpido. Voc adquire um terno e uma lengalenga, rena alguma papelada, imprima um prospeto e falsos certificados. Voc leva o dinheiro, 
e voc desaparece."
        
        Ela estava quieta para um momento, enquanto digerindo isto. Realmente ela poderia ver o dela gere caindo para h pouco tal um truque. Ele sempre tinha se 
arremessado heedlessly em transaes. Em verdade, ela no tinha esperado nada quando ela tinha procurado o assunto primeiro.
        
        "Eu entendo aquela parte, eu penso. E est de acordo com a sorte de meu pai em negcio. Mas como voc explica que eles me responderam, e me ofereceu dinheiro? 
"
        
        "Eu no posso. " Embora ele tivesse algumas idias nisto. "Isso  por que ns vamos para Gales. Rogan organizou para o avio dele nos conhecer em Londres 
e nos levar. Nos devolver para Aeroporto de Shannon quando ns estivermos prontos."
        
        "Eu vejo." Cuidadosamente ela fixou a faca dela e aforquilha aparte. "Voc discutiu isto com Rogan, ele que  um homem, e planejou isto fora entre voc."
        
        Cinza clareou a garganta dele, correu a lngua dele em cima dos dentes dele. "Eu queria que voc desfrutasse a viagem aqui sem preocupar." Quando ela s 
o fixou com esses olhos verdes frescos, ele encolheu os ombros. "Voc est esperando por uma desculpa, e voc no vai adquirir um." Ela dobrou as mos dela, os descansou 
na extremidade da mesa, e no disse nada. "Voc  bom ao frio grande", ele comentou, "mas no vai lavar. Fraude fora de sua liga. Eu teria feito esta viagem sozinho, 
mas  provvel eu o precisarei desde a ao no "nome de seu pai.
        
        "E estando no nome de meu pai faz isto meu negcio.  amvel de voc querer ajudar."
        
        "Fuck que."
        
        Ela sacudiu, sentia o estmago dela seque  inevitabilidade do argumento. "No use aquele tom em mim, Grayson".
        
        "Ento no use isso o tom de professor irritado em mim." Quando ela subiu, os olhos dele flamejaram, estreitou. "No faa voc caminha fora, goddamn isto."
        
        "Eu no serei jurado a ou serei gritado a ou fez sentir inadequado porque eu sou a filha de s um fazendeiro dos municpios ocidentais."
        
        "O que o inferno isso tem que ver com qualquer coisa? " Quando ela continuou caminhando para o quarto, ele empurrou longe da mesa. Ele arrebatou o brao 
dela, girou o dela atrs. Uma luz bruxuleante de pnico cruzou a face dela antes de ela fechasse. "Eu disse no caminhe longe de mim."
        
        "Eu venho e vai como agrado eu, da mesma maneira que voc faz. E eu vou vestir agora e se preparar para a viagem voc tenha organizado" to pensativamente.
        
        "Voc quer tirar uma mordida de mim, prossiga. Mas ns vamos resolver isto."
        
        "Eu j estava debaixo da impresso que voc teve. Voc est ferindo meu brao, Grayson".
        
        "Eu sinto muito." Ele a libertou, esmagou as mos dele nos bolsos dele. "Olhe, eu figurei voc poderia estar um pequeno aborrecido, mas eu no esperei algum 
to razovel quanto voc apague tudo de proporo."
        
        "Voc organizou coisas atrs de minha parte de trs, decises feitas para mim, decidida que eu no poderia contender em meu prprio, e eu estou apagando 
tudo de proporo? Bem, isso est bem, ento. Eu estou seguro eu deveria estar envergonhado de mim."
        
        "Eu estou tentando para o" ajudar. A voz dele subiu novamente, e ele lutou para trazer isto e o temperamento dele sob controle. "No tem nada que ver com 
seu ser inadequado; tem que ver com voc no tendo nenhuma experincia. Algum arrombou sua casa. Voc no pode reunir isto? "
        
        Ela fitou, empalideceu. "No, por que voc no rene isto para mim? "
        
        "Voc escreveu sobre a ao, ento algum procura sua casa. Jejum, malfeito. Talvez desesperado. No longo isso busca algum fora de sua janela. Quanto tempo 
voc morou naquela casa, Brianna? "
        
        "Todos minha vida."
        
        "Qualquer coisa assim aconteceu antes? "
        
        "No, mas... No."
        
        "Assim faz sentido para conectar os pontos. Eu quero ver isso que os olhares de quadro inteiros como."
        
        "Voc deveria me ter contado tudo isso antes." Abalado, ela abaixou ao brao de uma cadeira. "Voc no deveria ter mantido isto de mim."
        
        " h pouco uma teoria. Cristo, Brie, voc teve bastante em sua mente. Sua me, Maggie e o beb, eu. O negcio inteiro sobre achar aquela mulher seu pai 
era envolvido com. Eu no quis acrescentar a isto."
        
        "Voc estava tentando para me proteger. Eu estou tentando para entender isso."
        
        "Claro que eu estava tentando para o proteger. Eu no gosto do ver preocupou. Eu - " Ele rompeu, atordoado. O que tinha dito quase ele? Ele levou de volta 
um passo longo, mentalmente dessas trs palavras enganadoras, fisicamente dela. "Voc importa a mim", ele disse cuidadosamente.
        
        "Certo." Repentinamente cansado, ela empurrou ao cabelo dela. "Eu sinto muito eu fiz uma cena sobre isto. Mas no mantm coisas de mim, Cinza".
        
        "Eu no vou. " Ele tocou a bochecha dela e o estmago dele tremeu. "Brianna."
        
        "Sim? "
        
        "Nada", ele disse e derrubou a mo dele novamente. "Nada. Ns reuniramos melhor isto se ns formos Mundialmente" adquirir para.
        
        Estava chovendo em Gales e muito tarde fazer mais que confira no pequeno hotel pardo onde Cinza tinha reservado um quarto. Brianna teve s uma impresso 
passageira da cidade de Rhondda, das casas de fila desertas nos grupos apertados, os cus arrependidos que jogaram pedras a estrada com chuva. Eles compartilharam 
uma refeio que ela no provou, ento caiu exausto em cama.
        
        Ele esperou que ela reclamasse. Os alojamentos no eram o melhor e os viajar tinham sido brutais, at mesmo para ele. Mas ela disse na manh que vem para 
nada, s vestiu e lhe perguntou o que eles fariam logo.
        
        "Eu figurei ns conferiramos a agncia postal, v onde isso nos" adquire. Ele assistiu o alfinete dela para cima o cabelo dela, os movimentos dela limpo, 
preciso, entretanto havia sombras debaixo dos olhos dela. "Voc est cansado."
        
        "Um pouco. Todo o tempo mudando, eu imagino." Ela olhou fora a janela onde luz solar aguada lutou pelo copo. "Eu sempre pensei em Gales como um lugar selvagem" 
e bonito.
        
        "Muito . As montanhas so espetaculares, e a costa. O Lleyn Pennsula-isto um pequeno touristy, cheio de Brits em feriado-mas realmente deslumbrante. Ou 
os planaltos, muito pastoral e tradicionalmente gals. Se voc visse os terrenos pantanosos pela tarde ponha ao sol, voc h pouco veria como selvagem e bonito o 
pas ."
        
        "Voc foi tantos lugares. Eu estou surpreso voc pode se lembrar da pessoa de outro."
        
        Sempre h algo que varas em sua mente." Ele deu uma olhada ao redor do quarto de hotel escuro. "Eu sinto muito por isto, Brie. Era o mais conveniente. Se 
voc quiser levar um dia extra ou dois, eu lhe mostrarei a paisagem."
        
        Ela sorriu em cima disto, o pensamento dela lanando responsabilidade aparte e viajando com Cinza em cima de colinas estrangeiras e costas. "Eu preciso chegar 
em casa, uma vez ns terminamos o para o qual ns viemos. Eu no posso impor em Sra. mais tempo de O'Malley. Ela virou do espelho. "E voc est querendo para voltar 
trabalhar. Mostra."
        
        "Me" adquirido. Ele levou as mos dela. "Quando eu terminar o livro, eu terei um pequeno tempo antes de eu viajasse para o para cima o que est vindo. Ns 
poderamos ir em algum lugar. Em qualquer lugar voc gosta. Grcia, ou o Sul Pacfico. A ndia Ocidental. Voc gostaria isso? Alguns colocam com rvores de palma 
e uma praia, gua azul, sol branco".
        
        "Soa graciosamente." Ele, ela pensou, ele que nunca fez planos estava os fazendo. Ela sentia isto mais sbio no mostrar isto. "Poderia ser difcil escapar 
novamente to logo." Ela deu para as mos dele um aperto antes dos libertar apanhar a bolsa dela. "Eu estou pronto se voc for."
        
        Eles acharam facilmente bastante a agncia postal, mas a mulher em custo do contador se aparecido imune para Ficar cinzento* charme. No era o lugar dela 
para distribuir os nomes das pessoas que alugaram caixas de correio, ela lhes contou crisply. Eles poderiam ter um eles se eles quisessem, e ela no os estaria discutindo 
com estranhos, ou.
        
        Quando Cinza perguntou por Triquarter, ele recebeu um encolha os ombros e uma carranca. O nome no significou nada a ela.
        
        Cinza considerou um suborno, deu uma olhada no jogo afetado da boca da mulher, e decidiu contra isto.
        
        "Golpeie um", ele disse como eles pisaram novamente fora.
        
        "Eu nunca acredito voc pensou que seria to fcil."
        
        "No, mas s vezes voc adquire um golpe quando voc esperar isto menos. Ns tentaremos algumas "companhias de minerao.
        
        "Ns h pouco no deveramos informar tudo ns sabemos s autoridades locais? "
        
        "Ns adquiriremos a isso."
        
        Ele conferiu incansavelmente, escritrio depois de escritrio, fazendo as mesmas perguntas, adquirindo as mesmas respostas. Ningum em Rhondda tinha ouvido 
falar de Triquarter. Brianna o deixou levar controle, para o prazer simples do assistir trabalho. Parecia a ela que ele pudesse ajustar, chameleonlike, a qualquer 
personalidade escolheu ele.
        
        Ele poderia ser encantador, abrupto, eficiente, astuto. Era, ela sups, como ele pesquisou um assunto sobre o que ele poderia escrever. Ele fez perguntas 
infinitas, por voltas bajulando e tiranizando as pessoas em responder.
        
        Depois que quatro horas ela soube mais sobre carvo que mina e a economia galesa que ela se preocupou se lembrar. E nada sobre Triquarter.
        
        "Voc precisa de um sanduche", Cinza decidiu.
        
        "Eu no diria que no a um."
        
        "Certo, ns reabastecemos e repensamos."
        
        "Eu no quero que voc seja desapontado ns no aprendemos nada."
        
        "Mas ns temos. Ns sabemos sem uma sombra de dvida no h nenhum Triquarter Minando, e nunca foi. A caixa de correio  um fraude e em toda a probabilidade 
que ainda  alugada por quem est defrontando a transao."
        
        "Por que voc pensaria que? "
        
        "Eles precisam isto at que eles resolvem com voc, e qualquer outro investidor excelente. Eu imagino eles limparam a maioria disso. Tentemos aqui." Ele 
a cutucou em um bar pequeno.
        
        Os cheiros estavam familiarizados bastante a fazer nostlgico, as vozes h pouco estrangeiro bastante para ser extico. Eles resolveram a uma mesa onde Fica 
cinzento* imediatamente apropriou o cardpio de plstico magro. "Mmm. A Torta de pastor. No ser to bom quanto seu, mas far. Queira tentar isto? "
        
        "Isso estar bem. E um pouco de ch."
        
        Cinza deu a ordem deles/delas, apoiou adiante. "Eu estou pensando, Brie que seu pai morrendo to em seguida ele comprou para os jogos acionrios uma parte 
nisto. Voc disse que voc achou o certificado no sto."
        
        "Eu fiz, sim. Ns no passamos por todas as caixas depois que ele tivesse morrido. Meu me-bem, Maggie no teve o corao para, e eu deixei isto ir porque 
- "
        
        "Porque Maggie estava doendo e sua me teria o" perseguido.
        
        "Eu no gosto de cenas." Ela apertou os lbios dela junto e encarou o tabletop. " mais fcil pisar atrs deles, caminhe longe deles." Ela olhou para cima, 
ento fora novamente. "Maggie era a luz da vida de meu pai. Ele me amou, eu sei ele fez, mas o que eles tiveram era muito especial. S estava entre eles. Ela estava 
afligindo to duro, e j havia um blowup sobre o ser de casa deixado a mim, em vez de minha me. A me estava amarga e brava, e eu deixei coisas irem. Eu quis comear 
meu negcio, voc v. Assim era fcil de evitar as caixas, espana de vez em quando ao redor deles, e se fala que eu adquiriria logo" a isto. "E ento voc fez."
        
        "Eu no sei por que eu escolhi aquele dia. Eu suponho porque foram resolvidas coisas bastante. Me na prpria casa dela, Maggie com Rogan. E eu... "
        
        "Voc no estava doendo tanto em cima dele. Bastante tempo tinha passado para voc fazer a coisa prtica."
        
        "Isso  bastante verdade. Eu pensei que eu pudesse passar l em cima pelas coisas que ele tinha economizado sem doer tanto para ele, ou desejando coisas 
to duras tinham sido diferentes. E era "ambio de parte. Ela suspirou. "Eu estava pensando que eu pudesse ter o quarto de sto convertido para convidados."
        
        "Isso  meu Brie." Ele levou a mo dela. "Assim ele poria o certificado l em cima para custdia, e anos passados sem qualquer um achar isto, ou agindo nisto. 
Eu imagino eles escreveram isto fora. Por que eles deveriam se arriscar? Se eles fizessem qualquer verificao, eles teriam aprendido aquele Tom Con-cannon tinha 
morrido, e os herdeiros dele no tinham lidado com a ao. Poderia ter estado perdido, ou destruiu, ou lanou por engano fora. Ento voc escreveu uma carta."
        
        "E aqui ns estamos. Ainda no explica por que eles me ofereceram dinheiro."
        
        "Certo, ns vamos supor.  um de minhas melhores coisas. Suponha quando o trato foi feito, era um fraude bastante direto, o modo que eu expliquei em Nova 
Iorque. Ento suponha algum se ps ambicioso, ou afortunado. Se expandido nisto. Triquarter estava fora do quadro, mas os recursos, o lucro, que a organizao ainda 
era l. Talvez voc corre outro fraude, talvez voc entra at mesmo em algo legit. Talvez voc h pouco est jogando  direita com coisas lado da lei, os usando 
como cobertura. No seria uma surpresa se os materiais legais comeassem a trabalhar? Talvez at mesmo feito mais de um lucro que os trapaceiros. Agora voc tem 
que derramar aquela matria-prima sombria, ou pelo menos cobre isto para cima."
        
        Brianna esfregou o templo dela como a refeio deles/delas foi servido. "Tambm est confundindo para ova."
        
        "Algo sobre essas cautelas de aes soltas. Duro dizer isso que. Ele se ajudou a uma mordida saudvel. "Nope, no venha perto de seu." E engoliu. "Mas h 
algo, e eles os querem atrs, at mesmo pague para os voltar. Oh, no muito, no bastante para o fazer suspeito, ou interessado investindo mais adiante. H pouco 
bastante para fazer isto valor seu enquanto trocar.
        
        "Voc sabe como tudo isso trabalhos empresariais, no o faa? "
        
        "Muito. Se no tivesse sido por escrever... " Ele arrastou fora, encolheu os ombros. No era algo que morar em. "Bem, ns podemos considerar isto sorte que 
eu aconteo para ter um pouco de experincia ao longo destas linhas. Ns faremos alguns paradas depois que ns comermos, ento corra pelos policial."
        
        Ela acernar com a cabea, aliviou  idia de inverter as bagunas inteiras para as autoridades. A comida ajudada apanha os espritos dela. Antes de manh 
elas estariam em casa. Em cima do ch dela ela comeou a sonhar com o jardim dela, enquanto cumprimentando o Trapaceiro, trabalhando na prpria cozinha dela.
        
        "Terminado? "
        
        "Hmm? "
        
        Cinza sorriu a ela. "Fazendo uma viagem? "
        
        "Eu estava pensando em casa. Minhas rosas poderiam estar florescendo."
        
        "Voc estar no jardim antes deste tempo amanh", ele prometeu e, depois de contar fora contas para a aba, rosa.
        
        Fora de, ele drapejou o brao dele em cima do ombro dela. "Queira tentar transporte pblico local? Se ns pegamos um nibus que ns comunicaremos muito mais 
rapidamente cidade. Eu poderia alugar um carro se voc bastante."
        
        "No seja tolo. Um nibus est bem."
        
        "Ento h pouco deixe... segure." Ele a virou, enquanto cutucando o dela atrs na entrada de bar. "No  aquele interessante? " ele murmurou, enquanto fitando 
rua abaixo. "No  que h pouco fascinante? "
        
        "O que? Voc est me" esmagando.
        
        "Arrependido. Eu quero que voc se mantenha longe tanto quanto voc pode e d uma olhada abaixo l, s pela rua". Os olhos dele comearam a vislumbrar. "S 
a caminho da agncia postal. O homem que leva o guarda-chuva preto."
        
        Ela ressaltou a cabea dela, enquanto esquadrinhando. "Sim", ela disse depois de um momento. H um homem com um guarda-chuva preto."
        
        "No parea familiar? Pense um par de meses atrs. Voc serviu salmo para ns como recordo eu, e ninharia."
        
        "Eu no sei como  voc pode se lembrar de refeies assim."
        
        Ela apoiou fora adicional, cansado os olhos dela. "Ele olha usual bastante para mim. Como um advogado, ou banqueiro."
        
        "Bingo. Ou assim ele nos falou. Nosso banqueiro aposentado de Londres."
        
        "Sr. Smythe-White. " Veio num instante a ela, fez o riso dela. "Bem, isso  estranho, no ? Por que ns estamos escondendo dele? "
        
        "Porque  estranho, Brie. Porque  mesmo, muito estranho que seu convidado de noite, o que aconteceu para estar fora turismo quando sua casa foi procurada, 
est passeando rua abaixo em Gales, quase entrar na agncia postal. O que quer voc para apostar ele aluga uma caixa l? "
        
        "Oh." Ela caiu atrs contra a porta. Doce Jesus." O que vamos ns fazer? "
        
        "Espera. Ento o" siga.
        
        Captulo Dezoito
        
        Eles no tiveram que esperar muito tempo. Apenas cinco minutos depois que Smythe-branco entrou na agncia postal, ele caminhou novamente fora. Depois de 
dar uma olhada rpida certo, ento esquerda, ele se apressou, o guarda-chuva dele balanando como um pndulo ao lado dele.
        
        "Condene, ela assoou isto."
        
        "O que? "
        
        "Venha, rapidamente". A mo de Brianna agarrado cinza e arremessou depois Smythe-branco. "O postmistress, ou tudo que que ela . Ela lhe falou ns estvamos 
fazendo perguntas."
        
        "Como voc sabe? "
        
        "De repente ele est com pressa. Trfico conferido cinza, amaldioou, e tirou Brianna em um padro de zigzagging entre um caminho e um sedan. O corao 
dela batido na garganta dela como ambos os motoristas retaliou com exploses rudes dos chifres deles/delas. J preparado, Smythe-branco olhou atrs, os manchou, 
e comeou a correr.
        
        "Fique aqui", Cinza ordenou.
        
        "Eu no vou. Ela correu depois dele, as pernas longas dela a mantendo no mais que trs passos atrs de. A pedreira deles/delas poderia ter evitado e desviou, 
enquanto acotovelando os pedestres aparte, mas quase no era uma competio com dois perseguidores mais jovens, saudveis nos saltos de sapatos dele.
        
        Como se ele viesse  mesma concluso, ele h pouco veio a uma parada externo um qumico, arquejando. Ele tirou um leno branco nevado para esfregar a sobrancelha 
dele, ento virou, enquanto deixando os olhos dele alargarem atrs das lentes cintilantes dele.
        
        "Bem, Senhorita Concannon, Sr. Thane, isso que uma surpresa inesperada." Ele teve a inteligncia, e a possibilidade, sorrir agradavelmente at mesmo como 
ele apertou uma mo ao corao de velocidade dele. "O mundo realmente  um lugar pequeno. Voc em Gales  feriado aceso? "
        
        "No mais que voc", Cinza lanou atrs. "Ns temos negcio para discutir, camarada. Voc quer falar aqui, ou ns deveramos caar para cima a polcia distrital 
local? "
        
        Toda a inocncia, Smythe-branco piscou. Em um hbito familiar, ele se foi os culos dele, polido as lentes. "Negcio? Eu tenho medo que eu estou a uma perda. 
Isto no  sobre aquele incidente infeliz em sua hospedaria, Senhorita Concannon? Como eu lhe falei, eu no perdi nada e no tenho nenhuma reclamao nada."
        
        "No  surpreendente voc no teria perdido nada, como voc o dano se fez. Voc teve que esvaziar todos meus bens secos no cho? "
        
        "Com licena? "
        
        "Olhares como os policial, ento", Cinza disse e levou Smythe-branco pelo brao.
        
        "Eu tenho medo eu no tenho tempo para brincar agora mesmo, entretanto  adorvel para se encontrar deste modo" com voc. Ele tentou, e falhou, desalojar 
aperto Cinza. "Como voc provavelmente poderia contar, eu estou com pressa. Um compromisso do que eu tinha esquecido completamente. Eu estou terrivelmente atrasado."
        
        "Voc quer a cautela de aes atrs ou no? " Cinza teve o prazer de ver o homem pausar, reconsidere. Atrs das lentes dos culos reajustou ele cuidadosamente, 
os olhos dele eram repentinamente astutos.
        
        "Eu tenho medo que eu no entendo."
        
        "Voc entende bom, e assim faz ns. Uma costura  um fraude dentro qualquer rural, qualquer idioma. Agora, eu no estou seguro isso que a penalidade para 
fraude, jogos de confiana, e falsificando aes  no Reino Unido, mas eles podem ser bem speros em profissionais donde eu venho. E voc usou o correio, Smythe-branco. 
Que provavelmente era um engano. Uma vez voc ps um selo nisto e entrega isto para o poste local, fraude se torna fraude de correio. Um negcio muito mais srdido."
        
        Ele deixou suor Smythe-branco que antes de ele continuasse. "E ento h a idia de se fundar em Gales e fazer fraudes pelo Mar irlands. Faz isto internacional. 
Voc poderia estar olhando para uma extenso muito longa."
        
        "Agora, agora, eu no vejo nenhuma razo para ameaas." Smythe-branco sorriu novamente, mas suor tinha comeado a prola na sobrancelha dele. "Ns somos 
as pessoas razoveis. E  uma questo pequena, um assunto muito pequeno que ns podemos solucionar facilmente, e para todo o mundo satisfao."
        
        "Por que ns no falamos aproximadamente que? " "Sim, sim, por que no faz ns? " Ele clareou imediatamente. "Em cima de uma bebida. Eu seria deleitado para 
comprar para ambos voc uma bebida. H um bar s ao redor do canto aqui. Um quieto. Por que ns no temos um quartilho amigvel ou dois enquanto ns picarmos tudo 
isso negcio fora? " "Por que no faa ns? Brie? " "Mas eu penso que ns devemos - "
        
        "Fale", Cinza disse suavemente e, mantendo um passam o brao de Smythe-branco firmemente, levou o seu. "Quanto tempo voc esteve no jogo? " Conversationally 
perguntado cinza.
        
        "Oh, querido, desde antes de qualquer um de voc nasceu, eu imagino. Eu estou fora agora disto, verdadeiramente, completamente. H pouco dois anos atrs, 
minha esposa e eu compramos uma pequena loja de antiguidades em Surrey."
        
        "Eu pensei que sua esposa estava morta", Brianna ps dentro como Smythe-branco conduziu o modo para o bar.
        
        "Oh, no, realmente. ris est so e amvel. Coisas notando para mim enquanto eu pus este pequeno negcio para descansar. Ns fazemos bastante bem", ele 
somou como eles entraram no bar. "Bastante bem. Alm da loja de antiguidades, ns temos interesses em vrios outros empreendimentos. Tudo bastante legal, eu o" asseguro. 
Cavalheiro
        
        para o ltimo, ele ofereceu a cadeira de Brianna para ela. "Uma companhia de excurso, Primeiro Vo, que voc poderia ter ouvido falar disto."
        
        Impressionado, Cinza ergueu uma sobrancelha. " chegado a ser um das preocupaes de topo na Europa."
        
        Smythe-branco se enfeitou. "Eu gosto de pensar que minhas habilidades administrativas tiveram algo que ver com isso. Ns comeamos isto inicialmente" como 
bastante uma operao de contrabando clandestina. Ele sorriu apologetically a Brianna. "Meu querido, eu espero que voc tambm no seja chocado."
        
        Ela tremeu a cabea dela simplesmente. "Nada mais poderia me chocar neste momento."
        
        "Ns teremos uma Harpa? " ele perguntou, enquanto jogando o anfitrio corts. "Parece apropriado." Levando o consentimento deles/delas para concederam, Smythe-branco 
ordenou para a mesa. "Agora ento, como disse eu, ns fizemos um pouco de contrabando. Tabaco e licor principalmente. Mas ns no tivemos muito de um gosto para 
isto, e o fim viajando na verdade fez mais de um lucro sem risco, como quem diz. E como ris e eu estava seguindo em anos, ns decidimos nos aposentar. At certo 
ponto de orao. Voc sabe que o jogo acionrio um de nosso ltimo era? Ela sempre  aguda em antigidades, meu ris, assim ns usamos os lucros disso comprar e 
prover nossa pequena loja." Ele estremeceu, sorriu sheepishly. "Eu suponho  gosto pobre para mencionar isso."
        
        "No deixe aquela parada voc." Cinza chutou atrs na cadeira dele como a cerveja deles/delas foi servido.
        
        "Bem, imagina nossa surpresa, nosso desnimo, quando ns recebemos sua carta. Eu mantive aquela caixa de correio aberto porque ns temos interesses em Gales, 
mas a coisa de Triquarter estava bem no passado. Todos menos realmente esquecido. Eu estou envergonhado de dizer seu pai, o descanse, deslizou pelas rachas em nossos 
esforos de reorganizao. Eu espero que voc levar isto como  significado quando eu disser que eu o achasse um homem completamente encantador."
        
        Brianna somente suspirou. Obrigado." "Eu tenho que dizer, ris e eu muito quase apavoramos quando ns tivemos notcias de voc. Se ns estivssemos conectados 
com aquela velha vida, nossa reputao, que poderiam ser arruinados os poucos negcios que ns embutimos os ltimos anos amorosamente. No mencionar o, ah... " Ele 
tocou de leve ao lbio dele com um guardanapo. "Ramificaes legais."
        
        "Voc poderia ter ignorado a carta", Cinza disse.
        
        "E ns consideramos isto. Ignore o primeiro. Mas quando Brianna escreveu novamente, ns sentamos algo teve que ser feito. O certificado." Ele teve a graa 
para corar. "Est abaixando para admitir isto, mas eu na verdade assinei meu nome legal a isto. Arrogncia, eu suponho, e eu no estava usando isto na ocasio. Tendo 
isto flutuar agora  superfcie, venha  ateno das autoridades poderia ser bastante desajeitado."
        
        " como voc dito", Brianna murmurou, enquanto fitando a Cinza. " quase exatamente como voc dito."
        
        "Eu sou bom", ele murmurou e bateu levemente a mo dela. "Assim, voc veio a Blackthorn para confirmar a situao para voc."
        
        "Sim. ris no me pde unir como ns estvamos esperando uma remessa bastante adorvel de Chippendale. Admitidamente, eu adquiri um custo novamente fora 
de andamento abaixo. Um pouco de nostalgia, uma pouca aventura. Eu estava absolutamente encantado por sua casa, e mais que um pequeno preocupado quando eu descobri 
que voc estava relacionado atravs de matrimnio para Rogan Sweeney. Afinal de contas, ele  um homem importante, um afiado. Me preocupou que ele levaria custo. 
Assim... quando a oportunidade se apresentou, eu dei uma olhada rpida ao redor de para o certificado."
        
        Ele ps uma mo em cima de Brianna, deu isto um aperto avuncular. "Eu me desculpo para as bagunas e inconvenincia. Eu no pude estar seguro quanto tempo 
eu teria s, voc v. Eu tinha esperado se eu pudesse pr minhas mos nisto, ns poderamos pr um perodo ao negcio infeliz inteiro. Mas - "
        
        "Eu dei o certificado a Rogan para custdia", Brianna lhe falou.
        
        "Ah. Eu tinha medo de algo assim. Eu acho isto estranho ele no seguiu para cima."
        
        A esposa dele estava a ponto de ter um beb, e ele teve a abertura da galeria nova." Brianna se parou, percebeu ela era muito quase se desculpando para o 
cunhado dela. "Eu poderia controlar o assunto eu."
        
        "Eu comecei a suspeitar que como bem depois de s alguns horas em sua casa. Uma alma organizada  uma perigosa a algum em meu comrcio anterior. Eu voltei 
uma vez, enquanto pensando que eu poderia ter outro ir, mas entre seu cachorro e seu heri em residncia, eu tive que levar a meus saltos de sapatos."
        
        O queixo de Brianna surgiu. "Voc estava olhando em minha janela."
        
        "Sem inteno desrespeitosa, eu o prometo. Meu querido, eu sou velho bastante ser seu pai, e bastante alegremente casado." Ele xingou um pouco, como se insultou. 
"Bem, eu ofereci a comprar de volta a ao, e os "cabos de oferta.
        
        "Uma meia libra em um pedao", Cinza o lembrou secamente.
        
        "Dobre o que Tom Concannon pagou. Eu tenho a papelada se voc precisar de prova."
        
        "Oh, eu sou seguramente algum com seu talento poderia propor qualquer transao de papel que ele quis."
        
        Smythe-branco deixou sair um suspiro de longo-sofrimento. "Eu estou seguro voc sente voc tem o direito para me acusar daquele tipo de comportamento."
        
        "Eu penso a polcia seria fascinada por seu comportamento."
        
        Olhos em Cinza, Smythe-branco tomou um gole precipitado de cerveja. "Que propsito vai aquele saque, realmente agora? Duas pessoas nos anos dourados deles/delas, 
contribuintes, cnjuges dedicados, arruinaram e enviaram a priso para indiscries passadas."
        
        "Voc enganou as pessoas", Brianna estalou atrs, "Voc enganou meu pai."
        
        "Eu dei exatamente para seu pai o pelo qual ele pagou, Brianna. Um sonho. Ele caminhou fora de nosso negociar um homem feliz, enquanto esperando, como muitos 
esperana, faa algo quase nada" fora de. Ele sorriu suavemente a ela. "Ele realmente s quis a esperana que ele pde."
        
        Porque era verdade, ela no poderia achar nada que dizer. "No faz isto corrigir", ela decidiu a comprimento.
        
        "Mas ns mudamos nosso jeito. Mudando uma vida  uma coisa de effortful, meu querido. Leva trabalhe e pacincia e determinao."
        
        Ela ergueu o olhar dela novamente como as palavras dele bata casa. Se o que ele disse dele era verdade, havia duas pessoas quela mesa que tinha feito aquele 
esforo. Ela condenaria Cinza para o que ele tinha feito no passado? Ela quereria ver alguma primavera de engano velha para cima e o arrastar atrs?
        
        "Eu no quero que voc ou sua esposa vo para priso, Sr. Smythe-White. " "Ele sabe as regras", Cinza suspenso, apertando a mo de Brianna duro. "Voc joga, 
voc paga. Talvez ns podemos evitar as autoridades, mas a cortesia vale mais de mil libras."
        
        "Como expliquei eu - " Smythe-branco comeou.
        
        "A ao no  nenhum "dick de valor, Cinza devolveu. "Mas o certificado. Eu diria que isso entraria s dez mil."
        
        "Dez mil libras! " Smythe-branco ventou enquanto Brianna simplesmente sentou com o enforcamento de boca dela aberto. "Isso  chantagem.  roubo.  - "
        
        "Uma libra uma unidade", Cinza terminou. "Mais que razovel com o que voc tem equitao nisto. E com o lucro limpo voc fez dos investidores, eu penso que 
o sonho de Tom Concannon deveria se tornar realidade. Eu no penso que isso  chantagem. Eu penso que  justia. E justia no  negocivel."
        
        Empalidea, Smythe-branco sentou atrs. Novamente, ele tirou o leno dele e esfregou a face dele. Homem jovem", voc est apertando meu corao."
        
        "Nope, s sua caderneta bancria. Que  gordura bastante dispor isto. Voc causou Brie muita dificuldade, muita preocupao. Voc desarrumou com a casa dela. 
Agora, enquanto eu poderia simpatizar com seu predicamento, eu no penso que voc percebe o que aquela casa significa a ela. Voc fez o dela chore."
        
        "Oh, bem, realmente." Smythe-branco renunciou ao leno, tocado de leve novamente com isto. "Eu me desculpo, sinceramente. Isto  terrvel, realmente terrvel. 
Eu no tenho nenhuma idia o que ris diria."
        
        "Se ela for inteligente", Cinza demorado, "eu penso que ela diria pagamento para cima e contaria suas bnos."
        
        Ele suspirou, encheu o leno mido no bolso dele. "Dez mil batem. Voc  um homem duro, Sr. Thane".
        
        "Erva, eu penso que eu posso o chamar Erva porque, neste momento, ns ambos sabem que eu sou seu melhor amigo."
        
        Ele acernar com a cabea tristemente. "Infelizmente verdadeiro." Tticas variveis, ele olhou esperanosamente para Brianna. "Eu realmente o causei angstia, 
e eu sinto terrivelmente muito. Ns clarearemos o assunto inteiro. Eu desejo saber, talvez ns poderamos cancelar a dvida em comrcio? Uma viagem agradvel para 
voc? Ou moblias para sua hospedaria. Ns temos alguns pedaos adorveis na loja."
        
        "Dinheiro fala", Cinza disse antes de Brianna pudesse pensar em uma resposta.
        
        "Um homem duro", Smythe-branco repetiu e deixou os ombros dele carem. "Eu suponho h muito pequena escolha no assunto. Eu lhe escreverei um cheque."
        
        "Vai ter que ser dinheiro."
        
        Outro suspiro. "Sim, claro que . Certo ento, ns faremos arranjos. Naturalmente, eu no levo tal chega comigo em jaunts empresarial."
        
        "Naturalmente", Cinza de acordo. "Mas voc pode adquirir isto. Por amanh."
        
        "Realmente, outro dia ou dois seriam mais razoveis", Smythe-branco comeou, enquanto vendo o vislumbre ento em olhos Cinzas, rendeu. "Mas eu posso telegrafar 
ris para o dinheiro. No ser nenhuma dificuldade para ter isto aqui por amanh."
        
        "Eu no pensei que vai."
        
        Smythe-branco sorriu wanly. "Se voc com licena. Eu preciso do loo." Tremendo a cabea dele, ele subiu e caminhou  parte traseira do bar.
        
        "Eu no entendo. Eu no fao, Brianna sussurrou quando Smythe-branco era fora do alcance da voz. "Eu mantive quieto porque voc continuou me chutando debaixo 
da mesa mas - "
        
        O" "cutucando, Cinza corrigiu. "Eu estava s o" cutucando.
        
        "Sim, e eu terei uma coxeadura durante uma semana. Mas meu ponto , voc est o deixando ir, e voc est o fazendo pagar tal uma quantia enorme. No parece 
certo."
        
        "Est precisamente certo. Seu pai quis o sonho dele, e ele est adquirindo o sonho dele. Erva velha boa sabe que s vezes um trapaceiro azeda e voc conta 
suas perdas. Voc no quer lhe enviar que encarcere e eu" nem.
        
        "No, eu no fao. Mas levar o dinheiro dele - "
        
        "Ele levou seu pai, e que quinhentas libras no pudessem ter sido fceis sua famlia poupar."
        
        "No, mas - "
        
        "Brianna. O que diria seu pai? "
        
        Batido, ela derrubou o queixo dela no punho dela. "Ele pensaria que era uma piada principal."
        
        "Exatamente." Elenco cinza os olhos dele para o quarto dos homens, os estreitou. "Ele est levando muito muito tempo. Espere um minuto."
        
        Brianna carranqueou no copo dela. Ento os lbios dela comearam a encurvar. Realmente era uma piada principal. Um que o pai dela grandemente teria apreciado.
        
        Ela no esperou ver o dinheiro, no tal uma quantia enorme. No realmente. Era bastante para saber que eles tinham resolvido tudo, sem real dano feito.
        
        Olhando para cima, ela viu Cinza, olhos quente, faa temporal fora do quarto dos homens e v em direo  barra. Ele teve uma conversao rpida com o botequineiro 
antes de voltar  mesa.
        
        A face dele tinha clareado novamente como ele derrubou na cadeira dele e apanhou a cerveja dele.
        
        "Bem", Brianna disse depois que o momento estirasse fora.
        
        "Oh, ele foi. Corrija fora a janela. Sagaz velho bastardo."
        
        "Ido? " Cambaleado pela volta de eventos, ela fechou os olhos dela. "Ido", ela repetiu. "E pensar, ele me teve gostando dele, enquanto o" acreditando.
        
        "Isso  exatamente o que um vigarista sups para fazer. Mas neste caso, penso eu que ns adquirimos mais da verdade que no."
        
        "O que fazemos ns agora? Eu h pouco no quero ir para a polcia, Cinza. Eu no pude viver com eu imaginando aquele pequeno homem e a esposa dele em priso." 
Um pensamento sbito apunhalou por, enquanto fazendo os olhos dela estourar largo. "Oh, inferno sangrento. Voc supe ele realmente tem uma esposa nada? "
        
        "Provavelmente." Cinza tomou um gole de cerveja, considerou. Agora "sobre o que ns fazemos agora, ns voltamos para Clare, o deixe guisar. Espere ele fora. 
Ser fcil bastante o achar novamente se e quando ns queremos."
        
        "Como? "
        
        "Por Primeiras Excurses de Vo. Ento h isto." Antes de os olhos surpresos de Brianna, Cinza tirou uma carteira. "Eu escolhi o bolso dele quando ns estvamos 
fora na rua. Seguro", ele explicou quando ela continuou bocejando. "Afinal de contas estes anos, eu sou nem mesmo enferrujado." Ele tremeu a cabea dele a ele. "Eu 
deveria estar envergonhado." Ento ele sorriu e bateu a carteira contra a palma dele. "No parea to chocado,  s um pouco dinheiro e RG"
        
        Calmamente Cinza levou contas da carteira e os aderiu no prprio bolso dele. "Ele ainda deve cem libras, mais ou menos, para mim. Eu diria que ele mantm 
o real dinheiro dele em um clipe. Ele  adquiriu um
        
        "Endereo de Londres, Cinza foi em, enquanto comprimindo a carteira erguida fora. "Eu olhei por isto no quarto dos homens. Tambm h um instantneo de uma 
mulher olhando bastante atraente, matronal. ris, eu pensaria. Oh, e o Carstairs do nome dele. John B., no Smythe-branco. "
        
        Brianna apertou os dedos dela entre os olhos dela. "Minha cabea est girando."
        
        "No preocupe, Brie, eu garanto ns estaremos tendo notcias novamente dele. Pronto ir? "
        
        "Eu suponho." Ainda bobinando dos eventos do dia, ela subiu. "Ele  um nervo, aquele. Tambm, ele cortou fora sem nos comprar as bebidas."
        
        "Oh, ele os" comprou. Cinza curvo um brao por seu, enviando uma saudao ao botequineiro no modo. "Ele possui o "bar de maldio.
        
        "Ele - " Ela parou, fitou, ento comeou a rir.
        
        Captulo Dezenove
        
        Era bom para ser casa. Aventuras e a fascinao de viajar eram tudo muito bom, Brianna pensou, mas assim era os prazeres simples de sua prpria cama, seu 
prprio telhado, e a viso familiar fora sua prpria janela.
        
        Ela no se importaria em atingir em algum lugar novamente fora, contanto que houvesse casa para voltar.
        
        Contedo com rotina, Brianna trabalhou no jardim dela, enquanto apostando o delphiniums brotando dela e monkshood, enquanto o cheiro de s honeyed de lavanda 
florescente o ar. Abelhas zumbiram paquerando ocupado perto com o tremoo dela.
        
        Da parte traseira da casa veio o som de crianas rir, e os latidos entusiasmados de Trapaceiro como ele perseguiu a bola as visitas americanas jovens dela 
lanaram para ele.
        
        Nova Iorque parecia muito longe, to extico quanto as prolas ela tinha comprimido a gaveta de cmoda dela bem fundo. E o dia que ela tinha passado em Gales 
estava como algum jogo estranho, colorido.
        
        Ela olhou para cima, enquanto ajustando a borda do chapu dela como ela estudou janela Cinza. Ele estava trabalhando, tinha sido quase ao redor do relgio 
desde que eles fixariam abaixo as bolsas deles/delas. Ela desejou saber onde ele era agora, que lugar, que horas, que pessoas o cercaram. E em que humor estaria 
ele quando ele voltou a ela?
        
        Irritvel se a escritura fosse mal, ela pensou. Sensvel como um cachorro perdido. Se fosse bem, ele estaria faminto-para comida, e para ela. Ela sorriu 
a ela e suavemente amarrou os talos frgeis s estacas.
        
        Como surpreendente seria querido o modo que ele a quis. Pasmando para ambos eles, ela decidiu. Ele era nenhum mais usado a isto que ela. E o preocupou um 
pouco.  toa ela escovou os dedos dela em cima de uma aglomerao de bellflowers.
        
        Ele tinha contado as coisas dela sobre ele ela soube que ele tinha contado para ningum mais. E isso o preocupou como bem. Como tolo dele ter acreditado 
que ela pensaria menos dele para o pelo qual ele tinha sido, o que ele tinha feito para sobreviver.
        
        Ela poderia imaginar s o medo e o orgulho de um menino jovem que nunca tinha conhecido o amor e demandas, as tristezas e os confortos, de famlia. Como 
s ele tinha sido, e como s ele tinha se feito daquele orgulho e medo. E de alguma maneira por isto, ele tinha se formado em um se preocupar e o homem admirvel.
        
        No, ela no pensou menos dele. Ela s o amou mais pelo saber.
        
        A histria dele tinha a feito pensar nela prprio, e estuda na vida dela. Os pais dela no tinham amado um ao outro, e isso era danoso. Mas Brianna soube 
que ela tinha tido o amor do pai dela. Sempre tinha conhecido isto e tinha levado conforto disto. Ela tinha tido uma casa e razes que mantiveram corpo e alma ancoradas.
        
        E do prprio modo dela Maeve tinha a amado. Pelo menos a me dela tinha sentido o dever para as crianas ela tinha agentado bastante para ficar com eles. 
Ela poderia ter virado o dela atrs a qualquer hora, Brianna meditou Aquela opinio nunca tinha acontecido a Brianna antes, e ela ponderou isto agora em cima de 
como ela desfrutou as tarefas de jardinagem. A me dela poderia ter caminhado longe da famlia ela criar-e se ressentiu. Voltado para a carreira que tinha significado 
tanto a ela. At mesmo se fosse s dever que tinha a mantido, era mais que Cinza tinha tido.
        
        Maeve era duro, amargou; ela torceu muito freqentemente o corao do scriptures que ela leu para vestir os prprios meios dela e usos to religiosamente. 
Ela poderia usar os cnones da igreja como um martelo. Mas ela tinha ficado.
        
        Com um pequeno suspiro Brianna trocou para apostar a prxima planta. O tempo viria para perdo. Ela esperou que ela tivesse perdo nela.
        
         suposto que "voc parece feliz quando voc ajardina, no aborreceu."
        
        Pondo uma mo em cima do chapu dela, Brianna ergueu a cabea dela para olhar a Cinza. Um dia bom, ela decidiu imediatamente. Quando ele tinha tido um dia 
bom, voc pde todos menos tato o prazer disto vibre dele.
        
        "Eu estava deixando minha mente vagar."
        
        "Assim era eu. Eu me levantei e olhei fora da janela e o viu. Para a vida de mim eu no pude pensar de qualquer outra coisa."
        
        " um dia adorvel por ser fora. E voc comeou funcionamento a amanhecer." Com rpido e esquisitamente movimentos tenros, ela apostou outro talo. "Vai bem 
por voc, ento? "
        
        "Vai inacreditavelmente bem." Ele sentou ao lado dela, se favoreceu com um trago do ar perfumado. "Eu apenas posso manter o ritmo de mim. Eu assassinei uma 
mulher jovem adorvel hoje."
        
        Ela bufou com risada. "E som muito contente com voc."
        
        "Eu era mesmo apaixonado por ela, mas ela teve que ir. E o assassinato dela vai encabear a afronta que conduzir  "queda do assassino.
        
        "Nas runas era ns fomos que ela morreu? "
        
        "No, isso era outra pessoa. Este aqui afrontado o destino dela no Burren, se aproxime o "Altar do Druid.
        
        "Oh." Apesar dela tremeu Brianna "eu sempre estive apaixonado por aquela mancha." "Eu, tambm. Ele partiu o esticado dela em cima da pedra de coroa, como 
um oferecimento para um deus sanguinrio. Nu, claro que."
        
        "Claro que. E eu suponho algum turista infeliz pobre a" achar.
        
        "Ele j tem. Um estudante americano em uma excurso ambulante de Europa." Cinza cacarejou a lngua dele. "Eu no penso que ele j ser o mesmo." Se inclinando, 
ele beijou o ombro dela. "Assim, como seu dia era? "
        
        "No como significativo. Eu despedi esses recm casados adorveis de Limerick esta manh, e eu prestei ateno s crianas americanas enquanto os pais deles/delas 
tiveram um mentira-em. " guia-de olhos, ela manchou uma erva daninha minscula e impiedosamente arrancou isto da cama. "Eles me ajudaram a fazer pes atravessados 
quentes. Depois de, a famlia teve um dia a Bunratty, o parque de povo, que voc conhece. S devolvido brevemente atrs. Ns estamos esperando outro familiar hoje 
 noite, de Edimburgo que ficou aqui dois passado de anos. Eles tm dois adolescentes, meninos que ambos derrubaram um pouco apaixonado comigo tempo" passado.
        
        "Realmente? "  toa ele correu uma ponta do dedo abaixo o ombro dela. "Eu terei que os" intimidar.
        
        "Oh, eu imagino eles esto em cima agora" disto. Ela olhou para cima, sorriu curiosamente ao bufo dele de risada. "O que? "
        
        "Eu h pouco estava pensando que voc arruinou esses meninos provavelmente para vida. Eles nunca acharo qualquer um para comparar com voc."
        
        "Que tolice." Ela alcanou para outra estaca. "Eu falei mais cedo com Maggie esta tarde. Eles poderiam estar em Dublin outra semana ou dois. E ns teremos 
o batismo quando eles voltarem. Murphy e eu somos ser godparents."
        
        Ele trocou, sentou de pernas cruzadas agora. "O que significa isso, exatamente, em catlico? "
        
        "Oh, no muito diferente, eu imaginaria, que significa em qualquer igreja. Ns falaremos para o beb durante o servio, como patrocinadores, que voc v. 
E ns prometeremos cuidar a educao religiosa dele, se algo deveria acontecer a Maggie e Rogan."
        
        "Tipo de uma responsabilidade pesada."
        
        " uma honra", ela disse com um sorriso. "Voc nunca foi batizado, Grayson? "
        
        "Eu no tenho nenhuma idia. Provavelmente no." Ele moveu os ombros dele, ento levantou uma sobrancelha  carranca pensativa dela. "O que agora? Preocupado 
eu queimarei em inferno porque ningum borrifou gua em cima de minha cabea? "
        
        "No." Incmodo, ela olhou fora novamente. "E a gua  s um smbolo, de limpeza fora pecado original."
        
        "Como original ? "
        
        Ela olhou atrs para ele, tremeu a cabea dela. "Voc no me quer explicando catecismo e tal, e eu no estou tentando para o converter. Ainda, eu sei que 
Maggie e Rogan o gostariam ao servio."
        
        "Seguramente, eu irei. Seja interessante. Como a criana est de qualquer maneira? "
        
        "Ela diz Liam est crescendo como uma erva daninha." Brianna concentrou em o que as mos dela estavam fazendo e tentaram no deixar o corao dela doa muito. 
"Eu lhe falei aproximadamente Sr. Smythe-branco-eu quero dizer Sr. Carstairs."
        
        "E? "
        
        "Ela riu at que eu pensasse que ela estouraria. Ela pensou que Rogan poderia levar o assunto menos ligeiramente um pouco, mas ns ambos de acordo era to 
igual Da para cair em umas bagunas assim.  um pouco goste do recuperar durante um tempo. 'Brie', ele poderia dizer, 'se voc no arriscar algo, voc no ganha 
algo.' E eu sou lhe falar ela foi impressionada com sua inteligncia encalando Sr. Carstairs, e vai voc gosta do trabalho ns contratamos aquele detetive para."
        
        "Nenhuma sorte nisso? "
        
        "De fato, havia algo." Ela sentou atrs novamente, ps as mos dela nas coxas dela. "Algum, um dos primos de Amanda Dougherty, que eu penso, pensamento 
que ela poderia ter entrado nortes em Nova Iorque, nas montanhas. Parece ela tinha estado l antes e tinha estado apaixonado pela rea. O detetive, ele est fazendo 
uma viagem l, para, oh, aquele lugar onde Rasga Caramujo comestvel de furgo dormiu.
        
        "O Catskills? "
        
        "Sim que  isto. Assim, com sorte, ele achar algo l."
        
        Cinza apanhou uma estaca de jardim ele, eyeing isto abaixo o comprimento, desejando saber absently como prspero uma arma de assassinato que poderia ser. 
"O que far voc se voc descobre que voc tem um meio-irmo ou irm? "
        
        "Bem, eu penso que eu escreveria primeiro" a Senhorita Dougherty. Ela j tinha refletido isto, cuidadosamente. "Eu no quero ferir qualquer um. Mas do tom 
das cartas dela para Da, penso eu que ela seria uma mulher que poderia estar alegre saber que ela, e a criana dela,  bem-vindo."
        
        "E eles seriam", ele meditou, enquanto pondo de lado a estaca novamente. "Isto, que-vinte-seis -, o estranho vinte-sete-ano-velho seria bem-vindo."
        
        "Claro que." Ela inclinou a cabea dela, surpreso ele questionaria isto. "Ele ou ela teria o sangue de Da, no v eles? Como Maggie e eu fao. Ele no quereria 
que ns virssemos nossa parte de trs em famlia."
        
        "Mas ele - " Cinza sem dinheiro fora, encolheu os ombros.
        
        "Voc est pensando ele fez", Brianna disse suavemente. "Eu no sei se isso  o modo disto. Ns nunca saberemos, eu suponho, o que ele fez quando ele aprendeu 
disto. Mas vira a parte de trs dele, no, no teria estado nele. Ele manteve as cartas dela, e o conhecendo, eu penso que ele teria afligido para a criana que 
ele nunca poderia ver."
        
        O olhar dela vagou, seguiu o caminho de flitting de uma borboleta salpicada. "Ele era um sonhador, Grayson, mas ele era primeiro e sempre um homem familiar. 
Ele deixou uma grande transao para manter este todo familiar. Mais que eu alguma vez tinha adivinhado at que eu li essas cartas."
        
        "Eu no o" estou criticando. Ele pensou na sepultura, e as flores que Brianna tinha plantado em cima disto. "Eu h pouco odeio o ver aborreceu."
        
        "Eu serei menos aborrecido quando ns descobrirmos o que ns podemos."
        
        "E sua me, Brianna? Como voc pensa que ela vai reagir se isto tudo saem? "
        
        Os olhos dela esfriaram, e o queixo dela assumiu um toldo teimoso. "Eu negociarei com que quando e se eu tenho. Ela ter que aceitar o que . Por uma vez 
na vida dela, ela ter que aceitar isto."
        
        "Voc ainda est bravo com ela", ele observou. "Sobre Rory."
        
        "Rory terminou e terminado. E foi."
        
        Ele levou as mos dela antes de ela pudesse alcanar para as estacas dela. E esperou pacientemente.
        
        "Certo, eu estou bravo. Para o modo ela falou com voc para o que ela fez ento, e talvez a maioria de tudo para o modo ela fez o que eu sinto para voc 
parecer mau. Eu no sou bom a estar bravo. Faz minha "leso de estmago.
        
        "Ento eu espero que voc no vai estar bravo comigo", ele disse como ele ouviu o som de um carro se aproximar.
        
        "Por que v eu? "
        
        No dizendo nada, ele subiu, enquanto a atraindo aos ps dela. Junto eles assistiram o carro pare, parada. Lottie apoiou fora com uma onda amvel antes de 
ela e Maeve descessem.
        
        "Eu chamado Lottie", Cinza murmurou, enquanto apertando a mo de Brianna quando enrijeceu em seu. "Tipo dos convidou em cima de para uma visita."
        
        "Eu no quero outro argumento com convidados na casa." A voz de Brianna tinha esfriado. "Voc no deveria ter feito isto, Grayson. Eu teria ido a ver amanh 
e teria tido palavras na casa dela em vez de meu."
        
        "Brie, seu jardim  um quadro", Lottie convocou como se aproximaram eles. "E isso que um dia adorvel que voc tem para isto." Do modo maternal dela ela 
abraou Brianna e beijou a bochecha dela. "Voc teve um tempo bom em Cidade de Nova Iorque? "
        
        "Eu fiz, sim."
        
        "Vivendo a vida alta", Maeve disse com um bufo. "E deixando para trs decncia.
        
        "Oh, Maeve, licena ." Lottie deu uma onda impaciente. "Eu quero ouvir falar de "Cidade de Nova Iorque.
        
        "Entre e tenha um pouco de ch ento", Brianna convidou. "Eu devolvi algum souveniers" para voc.
        
        "Oh, isso que um amado que voc . Souveniers, Maeve, da Amrica". Ela irradiou a Cinza como eles caminharam para a casa. "E seu filme, Grayson? Era principal? 
"
        
        "Era." Ele comprimiu a mo dela pelo brao dele, deu isto um tapinha. "E depois que eu tivesse que competir com Tom Cruise para a "ateno de Brianna.
        
        "No! Voc no diz? " A voz de Lottie rangeu e os olhos dela todos menos caia fora em surpresa. "Voc ouviu que, Maeve? Brianna conheceu Tom Cruise."
        
        "Eu no pago note a "atores de filme, Maeve murmurou, desesperadamente impressionado. " vivendo todo selvagens e divrcios com eles."
        
        "Hah! Nunca ela sente falta de um Errol filme de Flynn quando vier no telly." Ponto marcou, Lottie valsou na cozinha e foi diretamente para o fogo. "Agora, 
eu fixarei o ch, Brianna. Aquele modo que voc pode ir ir buscar nossos presentes."
        
        "Eu tenho algumas tortas de baga para ir com isto." Brianna atirou Cinza um olhar como ela foi ao quarto dela. "Assado fresco esta manh."
        
        "Ah que  adorvel. Voc sabe, Grayson, meu filho mais velho que  o Peter que ele foi para a Amrica. Para Boston foi ele, visitar os primos ns temos l. 
Ele visitou o porto onde voc Puxes esvaziaram o ch britnico fora o barco. Voltado duas vezes novamente, ele tem, e levado as crianas dele. O prprio filho dele, 
Shawn, vai mover l e levar um trabalho."
        
        Ela conversou em sobre Boston e a famlia dela enquanto Maeve sentou em silncio mal-humorado. Alguns momentos nos que Brianna posterior voltou, enquanto 
levando duas caixas pequenas.
        
        H tantos lojas l", ela comentou, determinado ser alegre. "Em todos lugares voc olha qualquer outra coisa   venda. Era difcil de decidir o que o" trazer.
        
        "Tudo que que , ser adorvel." Ansioso ver, Lottie fixou abaixo um prato de tortas e alcanou para a caixa dela. "Oh, voc olharia para isto? " Ela ergueu 
a garrafa pequena, decorativa  luz onde vislumbrou rico azul.
        
        " 'Tis para cheiro, se voc gosta, ou h pouco por partir.
        
        " adorvel como pode ser", Lottie declarou. "Olhar como  adquiriu flores esculpido direito nisto. Lrios. Como doce de voc, Brianna. Oh, e Maeve, o seu 
 vermelho como um rubi. Com papoulas. Estes no parecero bons, enquanto fixando na cmoda? "
        
        "Eles esto bastante" bonitos. Maeve no pde resistir a corrida totalmente o dedo dela em cima da gravura. Se ela tivesse uma fraqueza, era para bonitas 
coisas. Ela sentia ela nunca tinha adquirido a parte justa dela deles. "Era amvel de voc me levar em conta enquanto voc estava fora ficar em um hotel principal 
e se consorciar com "estrelas de filme.
        
        "Tom Cruise", Lottie disse, enquanto ignorando o sarcasmo facilmente. "Ele  como bonito um rapaz como ele olha nos filmes? "
        
        "Todo pedao, e encantando como bem. Ele e a esposa dele podem vir aqui."
        
        "Aqui? " Pasmado ao pensamento, Lottie apertou uma mo ao peito dela. "Aqui mesmo para Cabana de Blackthorn? "
        
        Brianna sorriu a Lottie. "Assim ele disse."
        
        "Isso ser o dia", Maeve murmurou. "O que vai to rico e alto-voando um desejo de homem com ficar neste lugar? "
        
        "Paz", Brianna disse coolly. "E alguns refeies boas. O que todo o mundo quer outro quando eles ficarem aqui."
        
        "E voc se pe bastante ambos em Blackthorn", Cinza ponha dentro. "Eu fiz muito viajando, Sra. Concannon, e
        
        Eu nunca fui para um lugar como adorvel ou to confortvel quanto isto. Voc deve estar muito orgulhoso de Brianna para o sucesso" dela.
        
        "Hmph. Eu imagino direito bastante voc est confortvel aqui, no "cama de minha filha.
        
        "Seria um homem tolo que no era, ele disse amiably antes de Brianna pudesse comentar. "Voc ser recomendado por elevar tal um amvel, tipo-natured mulher 
que tambm tem os crebros e a dedicao para dirigir um negcio prspero. Ela me" pasma.
        
        Deixado perplexo, Maeve no disse nada. O elogio era uma curva que ela no tinha esperado. Ela ainda estava procurando por isto para o insulto quando Cinza 
cruzou ao contador.
        
        "Eu apanhei um pouco algo para ambos voc eu." Ele tinha deixado a bolsa na cozinha antes de ele tivesse sado para Brianna. Fixando a cena, ele pensou agora, 
como ele quis isto para jogar.
        
        "Por que, no  aquele tipo." Surpresa e coursed de prazer pela voz de Lottie como ela aceitou a caixa Cinza ofereceu.
        
        "S smbolos", Cinza disse, enquanto simplesmente sorrindo como Brianna o encararam, confundiu. O pequeno suspiro de Lottie de delcia o agradou enormemente.
        
        " um pequeno pssaro. Olhe aqui, Maeve, um pssaro cristalino. Veja como pega a luz solar."
        
        "Voc pode pendurar isto por um arame na janela", Cinza explicou. "Far arco-ris para voc. Voc me faz pensar em arco-ris, Lottie".
        
        "Oh, v em com voc. Arco-ris." Ela piscou um filme de umidade e rosa atrs para dar Cinza um abrao duro. "Eu estarei pendurando isto direito em nossa 
janela dianteira. Obrigado, Fique cinzento*, voc  um homem de bem. Ele no  um homem de bem, Maeve? "
        
        Maeve grunhiu, hesitou em cima da tampa da caixa de presente dela. Por direito, ela soube que ela deveria lanar a coisa na face dele em lugar de levar um 
presente de um homem do tipo dele. Mas o pssaro de cristal de Lottie era tal uma bonita coisa. E a combinao de ganncia bsica e curiosidade a teve sacudindo 
aberto a tampa.
        
        Estupefato, ela ergueu fora o gilt e copo amoldados como um corao. Teve uma tampa como bem, e quando ela abriu isto, msica tocou.
        
        "Oh, uma "caixa de msica. Lottie aplaudiu as mos dela junto.
        
        Isso que uma coisa bonita, e como inteligente. O que  a melodia est jogando? "
        
        Stardust", Maeve murmurou e se pegou logo antes ela comeou a zumbir junto com isto. "Uma melodia velha."
        
        "Um clssico", Cinza somou. "Eles no tiveram nada irlands, mas isto parecia o" vestir.
        
        Os cantos da boca de Maeve virados para cima como a msica a encantaram. Ela clareou a garganta dela, tiro Cinza um olhar nivelado. Obrigado, Sr. Thane".
        
        "Fique cinzento*", ele disse facilmente.
        
        Trinta minutos Brianna posterior colocou as mos dela nos quadris dela. Havia s ela e Fica cinzento* agora na cozinha, e o prato de tortas estava vazio. 
" Twas gostam de um suborno."
        
        "No, 'twas no gostam de um suborno", ele disse, enquanto a imitando. "Era um suborno. Maldio bom, tambm. Ela sorriu a mim antes de ela partisse."
        
        Brianna xingou. "Eu no sei que deveria ser eu mais envergonhado de, voc ou ela".
        
        "Ento s pense nisto como uma proposta de paz. Eu no quero sua me lhe dando aflio em cima de mim, Brianna".
        
        "Inteligente voc era. Uma "caixa de msica.
        
        "Eu pensei assim. Toda vez ela escuta isto, ela pensar em mim. Antes de muito longo, ela se convencer eu no sou afinal de contas" tal um tipo ruim.
        
        Ela no quis sorrir. Era ultrajante. "A entendido, o tenha? "
        
        "Um escritor bom  um observador bom. Ela  usada a reclamar." Ele abriu o refrigerador, se ajudou a uma cerveja. "Dificuldade , ela no tem que se queixar 
destes dias quase bastante. Tem que estar frustrando." Ele estourou o topo fora a garrafa, levou um gole. "E ela tem medo voc se fechou para ela. Ela no sabe fazer 
o movimento que fechar a abertura."
        
        "E eu sou suposto."
        
        "Voc vai.  o espao que voc  feito. Ela sabe que, mas ela est preocupada esta poderia ser a exceo." Ele inclinou para cima o queixo de Brianna com 
uma ponta do dedo. "No vai. Famlia muito importante a voc, e voc j comeou a perdoar a."
        
        Brianna se virou limpar a cozinha. "Sempre no est confortvel, enquanto tendo algum ver em voc como se voc foi feito de copo." Mas ela suspirou, escutou 
o prprio corao dela. "Talvez eu comecei a perdoar a. Eu no sei quanto tempo o processo levar." Meticulosamente ela lavou as chvenas. "Sua estratagema hoje 
tem speeded indubitavelmente que ao longo de."
        
        "Isso era a idia." Por detrs o dela ele deslizou os braos dele ao redor a cintura dela. "Assim, voc no est furioso."
        
        "No, eu no estou furioso." Virando, ela descansou a cabea dela na curva do ombro dele onde ela gostou melhor isto. "Eu o, Grayson", amo.
        
        Ele acariciou o cabelo dela, enquanto olhando fora a janela, no dizendo nada.
        
        Eles tiveram tempo macio durante os prximos dias, o tipo que fez funcionamento no quarto dele gosta de existir em crepsculo infinito. Era fcil de perder 
de vista de tempo, se deixar entrar no livro com s a conscincia mais leve do mundo ao redor dele.
        
        Ele estava rodeando no assassino, naquele final, reunio violenta. Ele tinha desenvolvido um respeito pelo mente do vilo dele, enquanto refletindo as mesmas 
emoes do heri dele perfeitamente. O homem era to inteligente quanto ele era vicioso. No furioso, Cinza meditou como outra parte da mente dele visualizou a cena 
que ele estava criando. Alguns chamariam o vilo furioso, incapaz conceber que a crueldade, a desumanidade dos assassinatos poderia pular de uma mente no torcida 
por loucura.
        
        Cinza soube bom-e assim fez o heri dele. O assassino no estava furioso, mas era frio-bloodedly so. Ele simplesmente era, muito simplesmente, mal.
        
        Ele j soube exatamente como a caa final desenvolveria, quase todo passo e palavra estavam claras na cabea dele. Na chuva, na escurido, pelas runas vento-varridas 
onde sangue j tinha sido derramado. Ele soube que o heri dele se veria, s para um momento vem os piores dele refletidos no homem que ele procurou.
        
        E aquela batalha de final seria mais que direito contra injustia, bom contra mal. Seria, nisso precipcio chuva-encharcado, vento-uivante, uma briga desesperada 
para redeno.
        
        Mas isso no seria o fim. E estava  procura daquele desconhecido cena final que Cinza correu. Ele tinha imaginado, quase desde o princpio, o heri dele 
deixando a aldeia, deixando a mulher. Teriam sido mudados ambos eles irrevocably pela violncia que tinha quebrado aquela mancha quieta. E pelo que tinha acontecido 
entre eles.
        
        Ento cada iria em com o resto da vida dele, ou prova. Separadamente, porque ele tinha os criado dinamicamente como dois foras adversrias, reunidas, certamente, 
mas nunca para o arrastamento longo.
        
        Agora, no estava to claro. Ele desejou saber onde o heri ia, e por que. Por que a mulher virou lentamente, como tinha planejado ele, enquanto se orientando 
 porta da cabana dela sem olhar atrs.
        
        Deveria ter sido simples, retifica aos carter deles/delas, enquanto satisfazendo. Ainda o mais ntimo ele veio a alcanar aquele momento, o mais intranqilo 
ele se tornou.
        
        Chutando atrs na cadeira dele, ele deu uma olhada inexpressivamente ao redor do quarto. Ele no teve uma pista que horas de dia era, ou quanto tempo ele 
tinha sido encadeado ao trabalho dele. Mas uma coisa era certa, ele correria seque.
        
        Ele precisou de um passeio, ele decidiu, chuva ou nenhuma chuva. E ele precisou deixar de segundo-se adivinhar e deixar aquela cena de final desdobre de 
seu prprio modo, e seu prprio tempo.
        
        Ele comeou escada abaixo, enquanto se maravilhando ao quieto antes de ele se lembrasse da famlia da Esccia tinha ido. Tinha o divertido, quando ele tinha 
rastejado bastante fora da caverna dele longo notar, como os dois homens jovens tinham cheirado ao redor dos saltos de sapatos de Brianna, enquanto competindo para 
a ateno dela. Era duro de para os culpar.
        
        O som da voz de Brianna o teve dirigindo em direo  cozinha.
        
        "Bem, dia bom para voc, Kenny Feeney. Voc est visitando sua av? "
        
        "Eu sou, Senhorita Concannon. Ns estaremos aqui durante duas semanas." "Eu estou contente para o ver. Voc cresceu assim. Voc entrar e ter uma xcara 
de ch e um pouco de bolo? " "Eu no notaria."
        
        Cinza assistiu um menino de cerca de doze d um sorriso dobrado-dentado como ele saiu da chuva. Ele levou
        
        algo grande e aparentemente pesado embrulhou em jornal. "Gran lhe enviou uma perna de cordeiro, Senhorita Concannon. Ns matamos h pouco esta manh."
        
        "Oh, isso  amvel dela." Com prazer aparente Brianna levou o pacote horrvel enquanto o Cinza-escritor de sanguinrio thriller-sentia a batedeira de estmago 
dele.
        
        "Eu tenho um bolo de groselha aqui. Voc ter um pedao, no o ir, e levar de volta o resto a ela? "
        
        "Eu vou." Saindo com submisso do wellies dele, o menino tirou a capa de chuva dele e bon. Ento ele manchou Cinza. Dia bom" para voc", ele disse educadamente.
        
        "Oh, Fique cinzento*, eu no o ouvi descer. Este  Kenny Feeney jovem, neto de Alice e Peter Feeney da fazenda abaixo a estrada um pouco. Kenny, este  Grayson 
Thane, um convidado meu".
        
        "O ianque", Kenny disse como ele deu um aperto de mo solenemente; "Voc escreve livros com assassinatos neles, meu gran diz."
        
        "Isso  certo. Voc gosta de ler? "
        
        "Eu gosto de livros sobre carros ou jogo esportivos. Talvez voc poderia escrever um livro sobre futebol americano."
        
        "Eu me lembrarei isto de."
        
        "Voc ter um pouco de bolo, Cinza? " Brianna perguntou como fatiou ela. "Ou voc preferiria ter um sanduche agora? "
        
        Ele lanou um olho cauteloso para o caroo debaixo do jornal. Ele imaginou isto baaing. "No, nada. No agora."
        
        "Voc mora em Cidade de Kansas? " Kenny quis saber. "Meu irmo faz. Ele foi para os Estados trs anos atrs este inverno. Ele joga em uma faixa."
        
        "No, eu no vivo l, mas eu estive l.  uma cidade agradvel."
        
        "Bata levemente, ele diz que  melhor que em qualquer lugar. Eu estou me salvando dinheiro assim eu posso revisar quando eu for bastante" velho.
        
        "Voc estar nos, ento, deixando Kenny? " Brianna correu uma mo em cima do esfrego de carrotty do menino.
        
        "Quando eu tenho dezoito" anos. Ele levou outra mordida feliz de bolo, lavou isto abaixo com ch. "Voc pode arrumar emprego bom l, e pagamento bom. Talvez 
eu tocarei para um time de futebol americano americano. Eles tm um, a mesmo em Cidade de Kansas, que voc sabe."
        
        "Eu ouvi rumores", Cinza disse e sorriu.
        
        "Este  bolo principal, Senhorita Concannon". Kenny terminou o pedao dele.
        
        Quando ele partiu um pouco depois, Brianna o assistiu dardo em cima dos campos, o bolo empacotou debaixo do brao dele como um dos futebol americanos preciosos 
dele.
        
        "Tantos deles v", ela murmurou. "Ns os perdemos dia depois de dia, ano depois de ano. Tremendo a cabea dela, ela fechou a porta de cozinha novamente. 
"Bem, eu cuidarei de seu quarto agora que voc est fora disto."
        
        "Eu ia dar um passeio. Por que voc no vem comigo? "
        
        "Eu poderia levar um curto. H pouco me deixe - " Ela sorriu apologetically como o telefone tocou. Tarde boa", Cabana de Blackthorn. Oh, Arlene, como voc 
? " Brianna segurou fora uma mo para Cinza. "Isso  bom ouvir. Sim, eu estou bem e bem. Fique cinzento* h pouco aqui, eu vou... oh? " A sobrancelha dela levantou, 
ento ela sorriu novamente. "Isso seria principal. Claro que, voc e seu marido so mais que acolhimento. Setembro  um tempo adorvel do ano. Eu estou to contente 
voc est vindo. Sim, eu tenho isto. Dcimo quinto de setembro, durante cinco dias. Realmente sim, voc pode fazer vrias excurses de um dia aqui mesmo de. Eu lhe 
enviarei alguma informao sobre isto? No, seria meu prazer. E eu espero isto como bem. Sim, Fica cinzento* aqui como disse eu. H pouco um momento."
        
        Ele levou o telefone, mas olhou para Brianna. "Ela est entrando para a Irlanda em setembro? "
        
        "Em feriado, ela e o marido dela. Parece eu titilei a curiosidade dela. Ela tem notcias para voc."
        
        "Mmm-hmmm. Ei, deslumbrante", ele disse no receptor. "Indo jogar turstico nos municpios ocidentais? " Ele sorriu, acernar com a cabea quando Brianna lhe 
ofereceu ch. "No, eu penso que voc amar isto. O tempo? " Ele olhou fora a janela ao continuamente chuva cadente. "Magnfico." Ele piscou a Brianna, tomou um 
gole do ch dele. "No, eu no adquiri seu pacote contudo. O que est nisto? "
        
        Acernar com a cabea, ele murmurou a Brianna. "Revises. No filme." Ele pausou, enquanto escutando. "O que  o exagere? Mmm. Brilhante, eu gosto brilhante. 
Espere, diga aquele novamente. 'Da mente frtil de Grayson Thane', " ele repetiu para Bri -
        
        o benefcio de anna. "Oscar merecedor. Dois dedos polegares diretamente para cima." Ele riu disso. "E o filme mais poderoso do ano. No ruim, at mesmo se 
 s maio. No, eu no tenho minha lngua em minha bochecha.  grande. At melhor. Citaes cedo no livro novo", ele contou para Brianna.
        
        "Mas voc no terminou o livro novo."
        
        "No aquele livro novo. O que est entrando fora em julho. Isso  o livro novo, o no qual eu estou trabalhando  o manuscrito novo. No, h pouco explicando 
alguma publicao bsica  proprietria."
        
        Enrugando os lbios dele, ele escutou. "Realmente? Eu gosto."
        
        Com um olho nele Brianna foi para o fogo pela grelha dela. Ele estava fazendo barulhos, o comentrio ocasional. Ocasionalmente ele sorriria ou tremeria 
a cabea dele.
        
        " uma coisa boa eu no estou usando um chapu. Minha cabea est se pondo grande. Sim, publicidade me enviou uma carta infinita sobre os planos para a excurso. 
Eu concordei em estar  clemncia deles/delas por trs semanas. No, voc toma a deciso naquele tipo de coisa. H pouco leva muito os almeje remeter materiais. 
Sim, voc tambm eu lhe falarei. Fale depois" com voc.
        
        "O filme est fazendo bem", Brianna disse, enquanto tentando resistir ao bombear.
        
        Em sua primeira semana "doze milhes que no so nada que espirrar a. E os crticos esto sorrindo nisto. Aparentemente eles gostam do livro a chegar, tambm. 
Eu estou ao topo de minha forma", ele disse, enquanto alcanando em uma lata para um biscoito. "Eu criei uma histria denso em atmosfera com prosa to afiado quanto 
um punhal afiado. Com, ah, intestino-arrancando tores e escuro, mordendo humor. No muito roto."
        
        "Voc deveria estar muito orgulhoso."
        
        "Eu escrevi isto quase um ano atrs." Ele encolheu os ombros, mastigou. "Sim,  agradvel. Eu tenho um afeto para isto isso escurecer consideravelmente 
depois de trinta-umas cidades em trs semanas."
        
        "A excurso de" a que voc estava falando.
        
        "Direito. Programas de entrevistas, livrarias, aeroportos, e quartos de hotel." Com um riso ele estourou o resto do biscoito na boca dele. Isso que uma vida."
        
        "O veste bem, eu pensaria."
        
        "Completamente para o cho."
        
        Ela acernar com a cabea, enquanto no querendo estar triste, e fixou a grelha no contador. "Em julho, diz" voc.
        
        "Sim. Se aproximou a mim. Eu perdi rasto. Eu estive aqui quatro meses."
        
        "s vezes parece voc sempre" esteve aqui.
        
        Se acostumado a mim." Ele pastou uma mo ausente em cima do queixo dele, e ela poderia ver a mente dele estava em outro lugar. "Como sobre aquele passeio? 
"
        
        "Eu realmente preciso seguir o jantar.
        
        "Eu esperarei." Ele apoiou sociavelmente contra o contador. "Assim, o que  para o jantar? "
        
        "Perna de cordeiro."
        
        Cinza deu um pequeno suspiro. "Eu pensei assim."
        
        Captulo Vinte
        
        Em um dia claro no meio de maio, assistiu Brianna os trabalhadores cavam a fundao para a estufa dela. Um sonho pequeno, ela pensou, enquanto sacudindo 
a trana que ela usou do ombro dela  parte de trs dela, se torne realidade.
        
        Ela sorriu abaixo ao beb que gargarejou no balano porttil ao lado dela. Ela tinha aprendido estar contente com sonhos pequenos, ela pensou, enquanto dobrando 
para beijar o sobrinho dela no cabelo preto enrolando dele.
        
        "Ele  crescido assim, Maggie, em s um assunto de semanas."
        
        "Eu sei. E eu no tenho. " Ela bateu levemente a barriga dela, fez careta um pouco. "Eu sinto menos de uma porca diariamente, mas eu desejo saber se eu j 
perderei novamente" tudo.
        
        "Voc parece maravilhoso."
        
        "Isso  o que eu lhe" conto, Rogan somou, enquanto drapejando um brao ao redor dos ombros de Maggie.
        
        "E o que sabe voc? Voc  besotted comigo."
        
        "Retifique bastante."
        
        Brianna olhou fora como eles sorriram para um ao outro. Como fcil era agora para eles, ela meditou. To confortavelmente apaixonado com um arrulho de beb 
bonito ao lado deles. Ela no quis o pang de inveja, ou o puxo de desejar.
        
        "Assim onde nosso ianque  esta manh? "
        
        Brianna olhou atrs, enquanto desejando saber uneasily se Maggie estivesse lendo o pensamento dela. "Ele era para cima e fora no princpio luz, sem at mesmo 
o caf da manh" dele.
        
        "Para? "
        
        "Eu no sei. Ele grunhiu a mim. Pelo menos eu penso que estava a mim. Os humores dele so imprevisveis estes dias. O livro est o aborrecendo, entretanto 
ele diz que ele est limpando isto. Quais meios, me sou falado, enquanto consertando com isto, lustrando isto para cima".
        
        "Ele ser feito antes longo, ento? " Rogan perguntou.
        
        "Antes de muito tempo." E ento... Brianna estava tirando uma pgina de livro Cinza e no pensando de e eles. O publicador dele no telefnico muitos agora, 
e enviando pacotes atravs de expresso todo o tempo, sobre o livro que est saindo deste vero. Parece o irritar ter que pensar de um quando ele estiver trabalhando 
em outro." Ela olhou atrs aos trabalhadores. "Isto uma mancha boa  para a estufa, voc no pensa? Eu serei agradado para poder ver isto de minha janela."
        
        " a mancha da que voc tem falado por meses", Maggie mostrou e recusou ser virado do tpico. "Coisas esto bem entre voc e Cinza? "
        
        "Sim, muito bem. Ele  agora mesmo um pouco mal-humorado como disse eu, mas os humores dele nunca duram muito tempo. Eu lhe falei como ele criou uma trgua 
com Me."
        
        "Inteligente dele. Uma quinquilharias de Nova Iorque. Ela era agradvel a ele a Liam est batizando. Eu tive que dar  luz antes de eu pudesse alcanar perto 
do mesmo." "Ela est furiosa para Liam", Brianna disse. "Ele  um pra-choque entre ns. Ah, o que  a dificuldade, bem", ela murmurou como Liam comeou a exagerar. 
O nappie dele molhou, isso  tudo." O erguendo, Maggie bateu levemente a parte de trs dele e acalmou. "Eu mudarei isto."
        
        "Voc  mais rpido oferecer que o Da" dele. Com um tremor da cabea dela, riu Maggie. "No, eu farei isto. Voc assiste sua estufa. Levar s um minuto."
        
        "Ela sabe que eu quis falar com voc." Rogan conduziu Brianna para as cadeiras de madeira fixadas perto do blackthorns para o qual a cabana foi nomeada.
        
        "Algo est errado? "
        
        "No." Havia um nervosismo sobre ela debaixo de uma calma forada que estava fora de carter. Que, Rogan decidiu com uma carranca leve, teria que ser o departamento 
de Maggie. "Eu quis falar com voc sobre este Triquarter negcio Mineiro. Ou a falta disto." Ele sentou, ps as mos dele nos joelhos dele. "Ns realmente no tivemos 
a chance para falar isto por desde que eu estava em Dublin, ento o beb est batizando. Maggie satisfez com as coisas de modo tremeu abaixo. Ela est mais interessada 
em desfrutar Liam e voltar ao copo dela que procurando o assunto."
        
        "Isso  como deveria ser."
        
        "Para ela, talvez". Ele no disse o que era bvio a ambos eles. Nem ele nem Maggie requereram qualquer da compensao monetria que poderia ser o resultado 
de um terno. "Eu tenho que admitir, Brianna, no senta bem comigo. O princpio disto."
        
        "Eu posso entender que, voc que  um homem de negcios voc." Ela sorriu um pouco. "Voc nunca conheceu Sr. Carstairs.  difcil de guardar rancor uma vez 
voc tem."
        
        Separemos emoo de legalidades por um momento."
        
        O sorriso dela alargou. Ela imaginou ele usou h pouco aquele tom vivo com qualquer subalterno ineficiente. "Certo, Rogan."
        
        "Carstairs cometeu um crime. E enquanto voc poderia ser relutante o ver imprisioned, s  lgico para esperar uma penalidade. Agora eu sou dado para entender 
que ele  ficado prspero nos ltimos anos. Eu levei isto em eu fazer alguns investigaes discretas, e se aparece que os negcios atuais dele so acima da mesa 
como tambm lucrativo. Ele est na posio o compensar para a desonestidade nos procedimentos dele com seu pai. Seria uma questo simples para eu ir pessoalmente 
para Londres e resolver isto."
        
        "Isso  amvel de voc." Brianna dobrou as mos dela, tomou um flego fundo. "Eu vou o, Rogan, e eu desapontar sente muito por isto. Eu posso ver suas ticas 
foram insultadas por isto, e voc s quer ver justia servida."
        
        "Eu fao, sim." Confundido, ele tremeu a cabea dele. "Brie, eu posso entender a atitude de Maggie. Ela  focalizada no beb e o trabalho dela e sempre foi 
a pessoa para ignorar qualquer coisa que interferiu com a concentrao dela. Mas voc  uma mulher prtica."
        
        "Eu sou", ela concordou. "Eu sou, sim. Mas eu tenho medo que eu tenho um pouco como bem" de meu pai em mim. Alcanando fora, ela ps uma mo em cima de Rogan. 
"Voc sabe, algumas pessoas, por qualquer razo, partem em cho instvel. As escolhas que eles fazem sempre no so admirveis. Uma poro deles fica l porque  
mais fcil, ou o para o qual eles so usados, ou at mesmo o que eles preferem. Outro deslizamento de poro sobre um fundamento estvel, sem muito esforo. Um pouco 
de sorte, de cronometragem. E outro, uma poro pequena", especial, que ela disse, enquanto pensando de Cinza, "lute o modo deles/delas sobre o slido. E eles fazem 
algo admirvel deles."
        
        Ela entrou em silncio, enquanto fitando fora em cima das colinas. Desejando. "Eu o, Brie", perdi.
        
        "Oh." Ela acenou uma mo e se devolveu. O que eu pretendo dizer  eu no sei as circunstncias que conduziram Sr. Carstairs de um tipo de vida para outro. 
Mas ele est ferindo ningum agora. Maggie tem o que ela quer, e eu que contedos eu. Assim por que se aborrece? "
        
        "Isso  o que ela me falou lhe diria." Ele ergueu as mos dele em derrota. "Eu tive que tentar."
        
        "Rogan." Maggie chamou da entrada de cozinha, o beb que salta contra o ombro dela. "O telefone.  Dublin para voc."
        
        "Ela no responder a coisa de maldio em nossa prpria casa, mas ela responde isto aqui."
        
        "Eu ameacei no assar para ela se ela no fizer. " "Nenhum de meu "trabalho de ameaas. Ele subiu. "Eu tenho esperado uma chamada, assim eu dei para o escritrio 
seu nmero se ns no respondssemos em casa."
        
        "Isso no  nenhum problema. Ocupe todo o tempo voc precisa." Ela sorriu como Maggie encabeou fora com o beb. "Bem, Margaret Mary, voc vai o compartilhar 
agora ou o manter tudo para voc? "
        
        "Ele h pouco estava lhe, Titia Brie", pedindo. Com um ria, Maggie passou Liam  irm dela e se instalou a cadeira que Rogan tinha desocupado. "Oh,  bom 
sentar. Liam era ontem  noite exigente. Eu juraria entre ns Rogan e eu caminhamos todo o modo a Galway e parte de trs."
        
        "Voc supe ele j est endentecendo? " Arrulhando, Brianna esfregou uma junta em cima das gomas de Liam, enquanto procurando inchando.
        
        "Pode ser. Ele baba como um filhote de cachorro." Ela fechou os olhos dela, deixe o corpo dela cair. "Oh, Brie que teria o pensado poderia amar tanto? Eu 
no gastei a maioria de minha vida que Rogan Sweeney instrudo existiu, e agora eu no pude viver sem ele."
        
        Ela abriu um olho para ser certo Rogan ainda estava na casa e no pde ouvir a cera dela to sentimental. "E o beb,  uma coisa enorme este aperto no corao. 
Eu pensei quando eu estava o levando que eu entendi o que era o amar. Mas o segurando, do muito primeiro tempo eu o segurei, era tanto mais."
        
        Ela se tremeu, deu uma risada trmula. "Oh,  novamente esses hormnios. Eles esto me virando a mush."
        
        " 'Tis no os hormnios, Maggie". Brianna esfregou a bochecha dela em cima da cabea de Liam, pegou o cheiro maravilhoso dele. "Est estando contente."
        
        "Eu o quero estar contente, Brie. Eu posso ver voc no .
        
        "Isso no  verdade. Claro que eu estou contente."
        
        "Voc j est o vendo caminhar fora. E voc est se fazendo aceitar isto at mesmo antes disto acontece."
        
        "Se ele escolher caminhar fora, eu no o posso parar. Eu soube isso desde o princpio."
        
        "Por que no o enlate? " Maggie atirou atrs. "Por que? Voc no o ama bastante lutar para ele? "
        
        "Eu o amo muito lutar para ele. E talvez eu falto a coragem. Eu no sou to valente quanto voc, Maggie".
        
        "Isso  h pouco uma desculpa. Muito valente  o que voc sempre foi, So Brianna".
        
        "E se for uma desculpa,  meu." Ela falou suavemente. Ela no vai, ela se prometeu, seja puxado em um argumento. "Ele tem razes por que ele ir. Eu posso 
no concordar com eles, mas eu os entendo. No esbofeteie a mim, Maggie", ela disse quietamente e evitou a prxima exploso. "Porque di. E eu poderia ver esta manh 
quando ele deixou a casa que ele j estava fora" ambulante.
        
        "Ento o faa parar. Ele o, Brie, ama. Voc pode ver isto toda vez ele olha para voc."
        
        "Eu penso ele faz." E que s aumentou a dor. "Isso  por que ele est com pressa tudo de uma vez se mudar. E ele tem medo, tambm. Amedrontado ele voltar.
        
        " que o com o qual voc est contando? "
        
        "No." Mas ela quis contar com isto. Ela quis isso muito. "Amor sempre no  bastante, Maggie. Ns podemos ver isso do que aconteceu com Da."
        
        "Isso era diferente."
        
        " todo diferente. Mas ele viveu sem a Amanda dele, e ele fez a vida dele como melhor ele pde. Eu sou bastante a filha dele para fazer o mesmo. No preocupe 
em cima de mim", ela murmurou, enquanto acariciando o beb. "Eu sei o que a Amanda estava sentindo quando ela escreveu que ela agradeceu o tempo que eles tiveram 
junto. Eu no comerciaria estes ltimos meses para o mundo e mais."
        
        Ela olhou em cima de, ento se calou calado, enquanto estudando o olhar fixo na face de Rogan como ele se encontrou com o gramado.
        
        "Ns podemos ter achado algo", ele disse, "em Amanda Dougherty."
        
        Cinza no venha casa para ch, e Brianna desejou saber mas no preocupou como viu ela que os convidados dela tiveram o abastecimento deles/delas de sanduches 
de dedo e bolo de Dundee. O relatrio de Rogan em Amanda Dougherty sempre estava  parte de trs da mente dela como ela moveu pelo resto do dia dela.
        
        O detetive no tinha achado nada no cheque inicial dele das cidades e aldeias no Catskills. Era, para o i pensar de Brianna, quase no uma surpresa que ningum 
se lembrou de uma irlandesa grvida de mais que um quarto de um sculo no passado. Mas Rogan, sendo um homem completo, pessoas completas contratadas. Habitualmente, 
o detetive fez cheques em estatsticas vitais, enquanto lendo do princpio ao fim nascimento e morte e certides de casamento para um perodo de cinco-ano que segue 
a data da carta final de Amanda a Tom Concannon.
        
        E estava em uma aldeia pequena, fundo nas montanhas onde ele tinha a achado.
        
        Amanda Dougherty, envelhea trinta-dois, tinha estado casado por uma justia da paz, a um homem trinta-oito-ano-velho nomeado Colin Bodine. Um endereo simplesmente 
era determinado como Rochester, Nova Iorque. O detetive j estava a caminho l continuar a procura para Amanda Dougherty Bodine.
        
        A data do matrimnio tinha buscado cinco meses a carta final para o pai dela, Brianna meditou. Amanda teria estado perto de termo, assim era provvel o homem 
que ela tinha se casado tinha sabido ela tinha estado grvida por outro.
        
        Ele tinha a amado? Brianna desejou saber. Ela esperou assim. Parecia a ela levou um homem forte, bondoso para dar para a criana de outro homem o nome dele.
        
        Ela se pegou olhando novamente ao relgio, enquanto desejando saber onde Cinza tinha ido fora para. Aborrecido com ela, ela andou de bicicleta at Murphy 
o preencher no progresso da construo de estufa.
        
        Estava na hora para terminar preparaes de jantar quando ela devolveu. Murphy tinha prometido vir e conferir em cima da fundao ele o dia seguinte. Mas 
Brianna est estando por baixo de propsito, a esperana que Cinza tinha estado visitando o vizinho dela como fez freqentemente ele, tinha sido colidido.
        
        E agora, com mais de doze horas passado desde que ele tinha partido aquela manh, ela moveu de maravilha para preocupar.
        
        Ela se irritou, enquanto no comendo nada ela como os convidados dela festejaram em cavala com molho de gooseberry. Ela fez o papel dela como anfitri, enquanto 
vendo havia conhaque onde conhaque foi querido, um servio extra de pudim limo cozinhado em vapor para a criana que de olhos isto to esperanosamente.
        
        Ela viu que a garrafa de usque em cada quarto de hspedes estava cheia, e toalhas estavam frescas para banhos de noite. Ela conversou educadamente de sala 
de estar com os convidados dela, jogos de tabuleiro oferecidos para as crianas.
        
        Antes das dez, quando a luz teve sido e a casa quieto, ela tinha movido alm de preocupao a resignao. Ele voltaria quando ele viria, ela pensou, e se 
estabeleceu no quarto dela, o tricotando no colo dela e o cachorro dela aos ps dela dela.
        
        Um dia cheio de dirigir e caminhando e estudando a zona rural no tinham feito uma grande transao para melhorar humor Cinza. Ele estava irritado com ele, 
irritou pelo fato que uma luz tinha sido queimando esquerdos para ele na janela.
        
        Ele trocou isto fora o momento dentro do que ele veio, como se provar a ele ele no precisou ou quis o sinal de homey. Ele comeou a ir escada acima, um 
movimento deliberado, ele soube, provar ele era o prprio homem dele.
        
        O latido macio de trapaceiro o parou. Virando nos degraus, Cinza fez carranca ao cachorro. "O que quer voc? "
        
        Decore sentado somente, golpeou o rabo dele.
        
        "Eu no tenho um toque de recolher, e eu no preciso de um cachorro estpido que espera para cima por mim."
        
        Decore o assistido somente, ento ergueu uma pata como se se antecipando saudao habitual Cinza.
        
        "Cague." Cinza voltou abaixo os degraus, levou a pata para tremer, e deu para a cabea do cachorro um arranho bom. "L. Melhor agora? "
        
        Rosa contra e acolchoado para a cozinha. Ele parou, olhou atrs, ento sentou novamente, enquanto esperando obviamente.
        
        "Eu vou para cama", Cinza lhe falou.
        
        Como se de acordo, rosa Contra novamente como se esperando conduzir o modo ao amante dele.
        
        "Multa. Ns faremos isto seu modo." Cinza encheu as mos dele nos bolsos dele e seguiu o cachorro abaixo o corredor, na cozinha, e por para o quarto de Brianna.
        
        Ele soube que o humor dele estava sujo, e no pde parecer alterar isto. Era o livro, claro que, mas havia mais. Ele poderia admitir, pelo menos para ele, 
que ele tinha estado inquieto desde que Liam est batizando.
        
        Havido algo sobre isto aquele ancio, pomposo, e esquisitamente rito calmante cheio de palavras e cor e movimento. As fantasias, a msica, a iluminao teve 
todo o melded junto, ou assim tinha parecido a ele, inclinar tempo.
        
        Mas tinha sido a comunidade disto, o pertencendo ele tinha sentido de todo vizinho e amigo que vm testemunhar o batismo da criana que tinha o golpeado 
profundamente.
        
        Tinha o, alm da curiosidade disto, tocado o interesse do escritor em cena e evento. Tinha o, o fluxo de palavras, a f inabalvel, e o rio de continuidade 
que correu de gerao a gerao na igreja de aldeia pequena, movido acentuou pela lamria indignada de um beb, luz fraturada por vidro colorido, madeira usada liso 
por geraes de joelhos de bended. 
        
        Era familiar at convico compartilhada, e comunidade at dogma.
        
        E o sbito, cambaleante dele deseje pertencer tinha o deixado inquieto e bravo.
        
        Irritado com ele, e ela, ele parou na entrada de Brianna est sentando quarto, a assistindo com as agulhas de tric dela clicando rhythmically. A l verde 
escura transbordou o colo da camisola branca dela. A luz ao lado dela inclinado abaixo de forma que ela poderia conferir o trabalho dela, mas ela nunca olhou para 
as prprias mos dela.
        
        Pelo quarto, a televiso murmurou por um filme preto-e-branco velho. O Gary Grant e Ingrid Bergman em vestido de noite macio e lustroso abraado em um poro 
de vinho. Pensamento notrio, Cinza. Um conto de amor, desconfie, e redeno.
        
        Por razes ele no escolheu agarrar, a escolha dela de entretenimento o aborreceu ainda mais.
        
        "Voc no deveria ter esperado.
        
        Ela olhou em cima da ele, as agulhas dela nunca hesitando. "Eu no fiz. " Ele parecia cansado, ela pensou, e mal-humorado. Tudo que que ele tinha procurado 
no dia longo dele s, ele no parecia ter achado isto. "Voc comeu? "
        
        "Algum bar cava esta tarde."
        
        "Voc ter fome, ento". Ela comeou a fixar tricotando aparte em sua cesta para ela. "Eu o fixarei um prato."
        
        "Eu posso fixar meu prprio se eu quero um", ele estalou. "Eu no o preciso a me eu."
        
        O corpo dela endureceu, mas ela s sentou novamente e apanhou a l dela. "Como quiser."
        
        Ele entrou no quarto, enquanto desafiando. "Bem? "
        
        "Bem isso que? "
        
        "Onde a interrogao ? Voc no vai me perguntar onde eu era, o que eu estava fazendo? Por que eu no chamei? "
        
        "Como voc h pouco mostrou, eu no sou sua me. Seu negcio  seu prprio."
        
        Para um momento havia s o som das agulhas dela e a voz comercial aflita de uma mulher na televiso que descobriu gordura de fatia na blusa nova dela.
        
        "Oh, voc  um fresco", Cinza murmurou e escarranchou ao jogo para bater o quadro fora.
        
        "Voc est tentando para ser rude? " Brianna lhe perguntou. "Ou voc no pode se ajudar? "
        
        "Eu estou tentando para adquirir sua ateno."
        
        "Bem, voc tem isto."
        
        "Voc tem que fazer que quando eu estou falando com voc? "
        
        Desde ento l parecia nenhum modo para evitar a confrontao que ele quis to obviamente, Brianna deixou o resto tricotando dela entrar o colo dela. " 
aquele melhor? "
        
        "Eu precisei estar s. Eu no gosto de ser abarrotado."
        
        "Eu no pedi uma explicao, Grayson".
        
        "Sim, voc tem. H pouco no fora alto."
        
        Impacincia comeou a chiar. "Assim, agora voc est lendo meu pensamento, voc ? "
        
        "No  aquele difcil. Ns estamos dormindo junto, vivendo junto essencialmente, e voc sente me obrigam a que o deixe saber o que eu estou fazendo."
        
        " que o que eu sinto? "
        
        Ele comeou a passo. No, ela pensou, era mais de um rondar-como um gato grande poderia rondar atrs de barras de gaiola.
        
        "Voc vai sentar l e tentar me falar voc no est furioso? "
        
        "Apenas importa o que eu lhe conto quando voc leu meus no ditos pensamentos." Ela uniu as mos dela junto, os descansou na l. Ela no lutaria com ele, 
ela se falou. Se o tempo deles/delas estivesse se aproximando um fim junto, ela no deixaria as ltimas recordaes disto serem de argumentos e sentimentos ruins. 
"Grayson, eu poderia mostrar para voc que eu tenho uma vida de meu prprio. Um negcio para correr, prazeres pessoais. Eu enchi bem bastante" meu dia.
        
        "Assim voc no d uma maldio se eu aqui ou no sou? " Isto o seu estava fora, no era? Por que a idia o enfureceu?
        
        Ela s suspirou. "Voc sabe que me agrada o ter aqui. O que quer voc eu dizer? Que eu preocupei? Talvez eu fiz, durante um tempo, mas voc  um homem crescido 
e capaz levar ao cuidado de voc. Eu pensei que era indelicado de voc no me deixar saber que voc teria sido ido to longo quando  seu hbito aqui a maioria das 
noites ser? Voc sabe que era, assim quase no vale eu indicando isto lhe. Agora, se isso o satisfizer, eu vou para cama. Voc  bem-vindo me unir ou ir escada acima 
e amua."
        
        Antes de ela pudesse subir, ele esbofeteou ambas as mos em qualquer brao da cadeira dela, enquanto a engaiolando dentro. Os olhos dela alargaram, mas ficou 
nivelado em seu.
        
        "Por que voc no grita a mim? " ele exigiu. "Lance algo? Me calce as botas em fora em meu asno? "
        
        "Essas coisas poderiam o fazer sentir bem", ela disse uniformemente. "Mas no  meu trabalho para o fazer sentir bem."
        
        "De forma que isto ? H pouco encolhe os ombros a coisa inteira fora e vem a cama? Para tudo sabe voc que eu pudesse ter estado com outra mulher."
        
        Para um momento trmulo o calor flamejou nos olhos dela, enquanto emparelhando a fria em seu. Ento ela se comps, enquanto levando o tricotando do colo 
dela e fixando isto na cesta. "Voc est tentando para me dar raiva? "
        
        "Sim. Condene, sim." Ele empurrou atrs dela, girou fora. "Pelo menos seria ento uma briga justa. H nenhum modo para bater aquela serenidade de iced seu."
        
        "Ento eu seria tolo para pr de lado tal uma arma formidvel, no v eu? " Ela subiu. "Grayson, eu estou apaixonado por voc, e quando voc pensa que eu 
usaria aquele amor para o apanhar, o mudar, que ento voc me insulta.  para que voc deveria se desculpar."
        
        Menosprezando o fluxo rastejando de culpa, ele olhou atrs para ela. Nunca no todo da vida dele tido outra mulher o feito sentir culpa. Ele desejou saber 
se havia outra pessoa em existncia que pde, com tal razo tranqila, o faa sentir o bobo tanto.
        
        "Eu figurei voc acharia um modo para adquirir um eu sinto muito de mim antes de terminasse.
        
        Ela o encarou um momento, enquanto no dizendo nada ento, virou e entrou no quarto adjacente.
        
        "Cristo." Cinza esfregou as mos dele em cima da face dele, apertou os dedos dele contra os olhos fechados dele, ento derrubou as mos dele. Voc s poderia 
se espojar em sua prpria idiotice to longo, ele decidiu. "Eu estou louco", ele disse, enquanto entrando no quarto.
        
        Ela no disse nada, s ajustou um das janelas dela para deixar em mais do ar noturno fresco, fragrante.
        
        "Eu sinto muito, Brie, para tudo. Eu estava em um pisser de um humor esta manh, e h pouco quis estar s."
        
        Ela lhe deu nenhuma resposta, nenhum encorajamento, s dobrado a colcha.
        
        "No me gele fora. Isso  o pior." Ele pisou atrs dela, ps uma mo tentativa no cabelo dela. "Eu estou tendo dificuldade com o livro. Era ruim de eu tirar 
isto em voc."
        
        "Eu no espero que voc ajuste seus humores para me" vestir.
        
        "Voc h pouco no espera", ele murmurou. "No  bom para voc."
        
        "Eu sei o que  bom para mim." Ela comeou a se mudar, mas ele a virou. Ignorando o modo rgido ela se segurou, ele embrulhou os braos dele ao redor dela.
        
        "Voc deveria me ter calado as botas em fora", ele murmurou.
        
        "Voc  liquidado para cima pelo ms."
        
        Ele apertou a face dele no cabelo dela, riu. "Agora voc est sendo mau."
        
        Como era suposto que uma mulher mantinha o ritmo dos humores dele? Quando ela tentou repelir, ele s a abraou mais ntimo.
        
        "Eu tive que adquirir longe de voc", ele lhe falou, e a mo dele vagou para cima e para baixo o dela atrs, urgindo a espinha dela para relaxar. "Eu tive 
que provar eu poderia adquirir longe de voc."
        
        "Voc no pensa que eu sei que? " Se retirando at onde ele permitiria, ela moldou a face dele nas mos dela. "Cinza-filho, eu sei que voc estar partindo 
logo, e eu no fingirei isso no deixa uma racha em meu corao. Mas ferir mais, para ambos ns, tanto se ns gastarmos estes ltimos dias lutando em cima disto. 
Ou ao redor isto."
        
        "Eu figurei seria mais fcil se voc estivesse furioso. Se voc me lanasse fora de sua vida."
        
        Mais "fcil para quem? "
        
        "Para mim." Ele descansou a sobrancelha dele em seu e disse o que ele tinha evitado declarao durante os ltimos dias. "Eu estarei partindo ao trmino do 
ms."
        
        Ela no disse nada, ache ela no poderia dizer nada em cima da dor sbita no trax dela.
        
        "Eu quero ocupar algum tempo antes dos "comeos de excurso.
        
        Ela esperou, mas ele no perguntou, como teve uma vez ele, para ela vir com ele para alguma praia tropical. Ela acernar com a cabea. " Ento desfrutemos 
o tempo que ns temos antes de voc fosse " Ela virou a face dela de forma que a boca dela se encontrada o Cinza dele a ps lentamente sobre a cama. E quando ele 
a amou, a amou ternamente.
        
        Captulo Vinte e um
        
        Pela primeira vez desde que Brianna tinha aberto a casa dela a convidados, ela lhes desejou tudo para o diabo. Ela se ressentiu com a intruso na privacidade 
dela com Cinza. Embora a envergonhasse, ela se ressentiu com o tempo que ele passou fechado no quarto dele terminando o livro que tinha o trazido a ela.
        
        Ela lutou as emoes, fez tudo ela pde para os impedir mostrar. Como passaram os dias, ela se assegurou que o senso de pnico e infelicidade enfraqueceria. 
A vida dela era o que ela quis isto para ser. To muito quase.
        
        Ela poderia no ter o marido e crianas para as que ela sempre tinha desejado, mas havia tanto outro a fullfill ela. Ajudou, pelo menos um pequeno, contar 
essas bnos como ela fez sobre a rotina diria dela.
        
        Ela levou linhos, fresco fora a linha, para cima os degraus. Desde ento
        
        Porta cinza estava aberta, ela entrou. Aqui, ela ps de lado os linhos. Era dificilmente necessrio mudar as folhas dele desde que ele no tinha dormido 
em qualquer cama mas seu h dias. Mas o quarto precisou um espanar bom, ela decidiu, desde que ele estava fora disto. A escrivaninha dele era umas bagunas apavorantes, 
estar seguro.
        
        Ela comeou l, enquanto esvaziando o cinzeiro transbordante dele, limpando livros e documentos. Esperando, ela soube, achar algum pequeno agarramento da 
histria ele estava escrevendo. O que ela achou era envelopes rasgados, correspondncia sem resposta, e alguns rabiscaram notas em supersties irlandesas. Divertido, 
ela leu:
        
        Se precava de orao doente de fadas na sexta-feira, porque eles esto presentes e trabalharo algum mau se ofendido.
        
        Para um pega vir  porta e olhar para voc so um sinal de morte seguro, e nada pode evitar isto.
        
        Uma pessoa que passa debaixo de uma corda de hempen morrer uma morte violenta.
        
        "Bem, voc me, Brianna, pega de surpresa. Bisbilhotando."
        
        Se ruborizando vermelho, ela derrubou o bloco de notas, preso as mos dela atrs da parte de trs dela. Oh, no era isto h pouco igual Grayson Thane, ela 
pensou, vir, se aproximando a uma pessoa.
        
        "Eu no era bisbilhoteiro. Eu estava espanando."
        
        Ele tomou um gole  toa ao caf que ele tinha ido para a cozinha para se preparar. Para o pensamento dele, ele tinha visto nunca isso mesmo a flummoxed. 
"Voc no tem um "trapo de p, ele mostrou.
        
        Sentindo nu, Brianna embrulhou dignidade ao redor dela. "Eu estava a ponto de adquirir um. Sua escrivaninha  umas bagunas lamentveis, e eu h pouco estava 
endireitando.
        
        "Voc estava lendo minhas notas."
        
        "Eu estava apartando o caderno. Talvez eu olhei  escritura nisto. Supersties so tudo que , de mal e morte".
        
        "Mal e morte  meu vivendo." Sorrindo, ele cruzou a ela, apanhada o bloco. "Eu gosto este aqui. Em Hallowtide-isso novembro primeiro."
        
        "Eu estou atento de quando "quedas de Hallowtide.
        
        "Seguramente voc . De qualquer maneira, em Hallowtide, o ser de ar cheio com a presena do morto, tudo  um smbolo de destino. Se naquela data, voc chama 
o nome de uma pessoa do exterior, e repete isto trs vezes, o resultado  fatal." Ele sorriu a ele. "Wonder o com" o qual o garda poderiam o carregar.
        
        " tolice." E lhe deu os frios. " grande tolice. Eu usei aquele." Ele fixou o caderno abaixo, a estudou. A cor alta dela no teve bastante enfraquecido. 
"Voc sabe a dificuldade com tecnologia? " Ele ergueu um dos discos de computador dele, enquanto batendo isto na palma dele como ele a estudou com olhos risonhos. 
"Nenhum balled para cima documentos, descartou pelo escritor frustrado que o curioso pode alisar fora e leitura."
        
        "Como se eu fizesse tal uma coisa." Ela esperneou para apanhar os linhos dela fora. "Eu tenho camas para fazer." . "Queira ler alguns disto? "
        
        Ela pausou a meio caminho  porta, enquanto examinando atrs suspeitosamente o ombro dela. "De seu livro? "
        
        "No, do boletim meteorolgico local. Claro que de meu livro. De fato, h uma seo eu poderia usar o giro de um habitante em. Ver se eu baixasse o ritmo 
do dilogo, a atmosfera, interaes".
        
        "Oh, bem, se eu pudesse o ajudar, eu estaria alegre." "Brie, voc tem morrido para adquirir um olhar ao manuscrito. Voc poderia ter perguntado."
        
        "Eu sei melhor que que, vivendo com Maggie." Ela fixou os linhos novamente abaixo. "Vale sua vida entrar na loja dela para ver um pedao ela est trabalhando 
em."
        
        "Eu sou um tipo mais at-suave." Com alguns movimentos espertos ele calou as botas em o computador dele, deslizou no disco apropriado. " uma cena de bar. 
Cor local e algum intros de carter.  o primeira vez McGee conhece Tullia." "Tullia.  Gaelic."
        
        "Direito. Meios calmo. Vejamos se eu puder achar isto." Ele comeou a sacudir telas. "Voc no fala Gaelic, o faa? "
        
        "Eu fao, sim. Maggie e eu aprendemos de nosso Gran."
        
        Ele observou, a encarou. "Filho de uma cadela. Isto nunca occured plano para mim. Quanto tempo voc sabe eu gastei observando palavras? Eu h pouco quis 
alguns lanado dentro, aqui e l".
        
        "Voc s ter perguntado."
        
        Ele grunhiu. "Muito tarde agora. Sim, aqui . McGee  policial de queimado-exterior, com razes irlandesas. Ele veio para a Irlanda para olhar em alguma 
histria familiar velha, talvez ache o equilbrio dele, e algumas respostas sobre ele. Principalmente, ele h pouco quer ser partido para reagrupar s. Ele era envolvido 
em um busto que foi ruim e se segura responsvel para a morte de espectador de uma criana seis-ano-velha."
        
        "Como triste para ele."
        
        "Sim, ele  adquiriu os problemas dele. Tullia tem bastante o prprio dela. Ela  uma viva, perdido o marido dela e criana em um acidente que s ela sobreviveu. 
Ela est consumindo isto, mas levando muita bagagem ao redor. O marido dela era nem todo prmio, e havia tempos ela lhe desejou morto."
        
        "Assim ela  culpada que ele , e cicatrizado porque a criana dela foi levada dela, como um castigo para os pensamentos" dela.
        
        "Mais ou menos. De qualquer maneira, esta cena no bar local. S corre alguns pginas. Se sente. Agora preste ateno." Ele se apoiou no ombro dela, levou 
a mo dela. "Veja estes dois botes? "
        
        "Sim."
        
        "Este aqui chamar para cima, este aqui chamar abaixo. Quando voc terminou o que est na tela e quer se mudar, empurre este aqui. Se voc quiser voltar 
e olhar novamente para algo, empurre aquele. E Brianna? "
        
        "Sim? "
        
        "Se voc tocar quaisquer dos outros botes, eu terei que cortar todos seus dedos.
        
        "Sendo um tipo at-suave."
        
        "Isso  certo. Os discos so apoiados, mas ns no quereramos desenvolver qualquer hbito ruim." Ele beijou o topo da cabea dela. "Eu vou voltar escada 
abaixo, inspecione o progresso em sua estufa. Se voc acha algo que jarros, ou h pouco no toca bastante verdadeiro, voc pode fazer uma nota l" no bloco.
        
        "Certo." J lendo, ela renunciou a ele fora. "V embora, ento."
        
        Cinza vagou escada abaixo, e fora de. Os seis cursos de pedra local que seria a base para a estufa dela eram quase acabado. No o pegou de surpresa ver Murphy 
que fixa pedras em lugar ele.
        
        "Eu no soube que voc era um pedreiro como tambm fazendeiro", Cinza convocou.
        
        "Oh, eu fao um pouco disto, um pouco disso. Note voc no faz aquele morteiro to solto este tempo", ele ordenou o adolescente magro perto. "Aqui  meu 
sobrinho, Tim MacBride, visitando de Cortia. Tim no pode obter bastante de sua msica rural dos Estados."
        
        Travis barulhento", Wynonna, Riachos de Garth? "
        
        "Todos eles." Tim brilhou muito um sorriso como o tio dele.
        
        Cinza curvado abaixo, ergueu uma pedra nova para Murphy, enquanto ele discutiu os mritos de msica rural com o menino. Antes de longo ele estava ajudando 
misturar o morteiro e estava fazendo satisfazendo barulhos varonis sobre o trabalho com os companheiros dele.
        
        "Voc tem um par bom de mos para um escritor", Murphy observou.
        
        "Eu trabalhei em uma tripulao de construo um vero. Morteiro misturando e puxando isto em carros de mo enquanto o calor fritou meu crebro."
        
        " tempo agradvel hoje." Satisfeito com o progresso, Murphy pausou para um cigarro. "Se segurar, ns podemos ter isto para cima para Brie antes de outra 
semana."
        
        Outra semana, Cinza meditou, era quase tudo que ele teve. " agradvel de voc levar tempo de seu prprio trabalho a ajudar com isto."
        
        "Isso  comhair", Murphy disse facilmente. "Comunidade. Isso  como ns vivemos aqui. Ningum tem que sobreviver s se houver a famlia e vizinhos. Eles 
sero trs homens ou mais aqui quando est na hora para pr para cima a armao e o copo. E outros viro se ajuda precisou construir os bancos dela e tal. Ao final 
disto, sentir todo o mundo eles tm um pedao do lugar. E Brianna estar distribuindo cortes e plantas para todo o mundo jardim." Ele apagou fumaa. "Vem em volta, 
voc v. Isso  comhair."
        
        Cinza compreendido o conceito. Era muito o que ele tinha sentido, e para um momento invejado, na igreja de aldeia durante Liam est batizando. "J faz isto... 
grampeie seu estilo que aceitando um favor voc  obrigado fazer um? "
        
        "Voc Puxes." Rindo, Murphy levou uns ltimos arrastam, ento esmagou o cigarro fora nas pedras. Brianna instrudo, ele comprimiu o toco no bolso dele em 
lugar de sacudir isto aparte. "Voc sempre pensa em pagamentos. Obrigado no  a palavra. Tis uma segurana, se voc est precisando de um termo mais slido para 
isto. Um sabendo que voc s tem que alcanar fora uma mo, e algum o ajudar junto se voc precisar isto. Um sabendo que voc faria o mesmo."
        
        Ele virou ao sobrinho dele. "Bem, Tim, limpemos nossas ferramentas. Ns precisamos estar voltando. Voc dir para Brie que no busque tocando violino com 
estas pedras, o, Grayson, v? Eles precisam fixar."
        
        "Seguramente, eu vou o Cristo, eu me esqueci dela. At logo mais." Ele se apressou atrs na casa. Um relance ao relgio de cozinha o fez estremecer. Ele 
tinha a deixado para mais que uma hora.
        
        E ela era, ele descobriu, exatamente onde ele tinha a deixado.
        
        "Objetos pegados voc um tempo para ler um captulo" para meio.
        
        Porm muito a entrada dele a pegou de surpresa, ela no sacudiu este tempo. Quando ela ergueu o olhar dela da tela para a face dele, os olhos dela estavam 
molhados.
        
        "Aquele ruim? " Ele sorriu um pouco, surpreso se achar nervoso.
        
        " maravilhoso." Ela alcanou no bolso de avental dela para um tecido. "Verdadeiramente. Esta parte onde Tullia est sentando s no jardim dela, pensando 
na criana dela. O faz sentir a aflio dela. No  como ela fosse um fazer-para cima pessoa nada."
        
        A segunda surpresa dele era que ele deveria experimentar embarao. At onde elogio foi, os seus tinham estado perfeitos. "Bem, isso  a idia."
        
        "Voc tem um presente maravilhoso, Fique cinzento*, por fazer palavras em emoes. Eu fui um pouco alm da parte voc queria que eu lesse. Eu sinto muito. 
Eu fui alcanado nisto."
        
        "Eu sou lisonjeado." Ele notou pela tela que ela leria para mais de cem pginas. "Voc est desfrutando isto."
        
        "Oh, muito. Tem um diferente... algo", ela disse, incapaz definir isto, "que seus outros livros. Oh, est mal-humorado, como so sempre eles, e rico em detalhes 
E amedrontando. O primeiro assassinato, o um s runas. Eu pensei que meu corao pararia quando eu estava lendo isto. E ensangentado era, tambm. Gleefully assim."
        
        "No pare agora." Ele arrepiou o cabelo dela, derrubado abaixo na cama.
        
        "Bem." Ela uniu as mos dela, os ps na extremidade da escrivaninha como ela refletiu para as palavras dela. "Seu humor  l como bem. E seu olho, no perde 
nada. A cena no bar, eu entrei naqueles tempos incontveis em minha vida. Eu poderia ver Tim O'Malley atrs da barra, e Murphy que joga uma melodia. Ele gostar 
que voc o fizesse to bonito."
        
        "Voc pensa que ele se reconhecer? "
        
        "Oh, eu fao, sim. Eu no sei como ele sentir sobre ser um dos suspeitos, ou o assassino, se isso  o que voc fez no fim." Ela esperou, esperanoso, mas 
ele s tremeu a cabea dele.
        
        "Voc realmente no pensa eu vou lhe falar quem feito isto, o faa? "
        
        "Bem, no." Ela suspirou e apoiou o queixo dela no punho dela. Provavelmente "sobre Murphy, ele desfrutar isto. E seu afeto para a aldeia, para a terra 
aqui e os espetculos de pessoas. No pequeno coisa-o escorregando familiar uma casa de passeio de igreja pelo domingo deles/delas melhor, o homem velho que entra 
com o cachorro dele ao longo da margem de estrada na chuva, a pequena menina que dana com o grandda dela no bar".
        
        " fcil de escrever coisas abaixo quando houver ver" tanto.
        
        " mais que o que que voc v, com seus olhos, que eu quero dizer." Ela ergueu as mos dela, os deixe cair novamente. Ela no teve palavras, como fez ele, 
prestidigitar no significado certo. " o corao disto. H uma profundidade ao corao disto isso  diferente do antes do qual eu li de suas escritas. O modo brigas 
de McGee que cabo-de-guerra dentro dele em cima do que ele deveria fazer. O modo que ele deseja que ele no pudesse fazer nada e sabe que ele no pode. E Tullia, 
o modo ela agenta a aflio dela quando est perto da dobrar em dois, e trabalha para fazer para a vida dela o que precisa ser novamente. Eu no posso explicar 
isto."
        
        "Voc est fazendo um satisfatrio trabalho", Cinza murmurou.
        
        "Me toca. Eu no posso acreditar que foi escrito aqui mesmo, em minha casa."
        
        "Eu no penso que pudesse ter sido escrito em qualquer outro lugar." Ele subiu ento, enquanto a desapontando batendo botes que chiaram a tela. Ela tinha 
esperado que ele deixasse o dela leia mais.
        
        "Oh, voc mudou o nome disto", ela disse quando a pgina de ttulo surgiu. Redeno final." Eu gosto. Isso o tema disto , ? Os assassinatos, o antes do 
qual  acontecido a McGee e Tullia, e o que muda depois que eles se encontrem? "
        
        "Isso  o modo fora" o que trabalhou. Ele bateu outro boto, enquanto expondo a pgina de dedicao. Em todos os livros tinha escrito ele, foi em s a segunda 
vez ele tinha dedicado um. O primeiro, e s, tinha sido a Arlene.
        
        Para Brianna, para presentes alm de preo.
        
        "Oh, Grayson." A voz dela escorregou em cima das lgrimas que sobem na parte de trs da garganta dela. "Eu sou honrado. Eu comearei chorando novamente", 
ela murmurou e se transformou a face dela no brao dele. Obrigado tanto."
        
        H muito eu neste livro, Brie". Ele ergueu a face dela, enquanto esperando que ela entenderia. " algo que eu posso lhe" dar.
        
        "Eu sei. Eu entesourarei isto." Amedrontado ela deterioraria o momento com lgrimas, ela correu as mos dela vivamente em cima do cabelo dela. "Voc querer 
voltar trabalhar, eu estou seguro. E eu cortei o dia fora." Ela apanhou os linhos dela, enquanto sabendo que ela lamentaria o momento que ela estava atrs da primeira 
porta fechada. "Eu trarei seu ch para cima aqui quando isto tempo ? "
        
        Ele inclinou a cabea dele, estreitou os olhos dele como ele a estudou. Ele desejou saber se ela tivesse se reconhecido em Tullia. A compostura, a graa 
quieta, quase inabalvel. "Eu descerei. Eu quase tenho, feito tudo que eu preciso fazer para hoje."
        
        "Por uma hora ento."
        
        Ela saiu, enquanto fechando a porta atrs dela. S, Cinza sentou, e fitou, por muito tempo,  dedicao breve.
        
        Era a risada e as vozes que puxaram Cinza, quando a hora era para cima, para a sala de estar em lugar de a cozinha. Os convidados de Brianna foram juntados 
ao redor da mesa de ch, amostragem ou pratos de recheio. O prprio Brianna estava, enquanto balanando para balanar o beb que dorme no ombro dela suavemente de 
lado a lado. "Meu sobrinho", ela estava explicando. "Liam. Eu estou prestando ateno a ele para uma hora ou dois. Oh, Cinza." Ela irradiou quando ela o viu. "Olhar 
que eu tenho aqui."
        
        "Assim eu vejo." Atravessando, Cinza espiou  face do beb. Os olhos dele estavam abertos, e sonhadores, at que eles trancaram sobre Cinza e fitaram owlishly. 
"Ele sempre olha para mim como se ele souber todo pecado eu commited. Est intimidando."
        
        Cinza moveu  mesa de ch e quase tinha decidido nas escolhas dele quando ele notou Brianna que desliza do quarto. Ele pegou para cima com ela a perto da 
porta de cozinha. "Onde voc vai? " Derrubar o beb. "Para que? "
        
        "Maggie disse que ele estaria querendo um cochilo." "Maggie no est aqui." Ele levou o prprio Liam. "E ns nunca conseguimos jogar com ele." Se divertir, 
ele fez careta ao beb. "Onde Maggie ? "
        
        "Ela  despedida para cima o forno dela. Rogan teve que colidir com a galeria para controlar algum problema, assim ela veio, enquanto colidindo s um pouco 
atrs" abaixo aqui. Com um riso ela dobrou a cabea dela perto de Cinza. "Eu pensei que nunca aconteceria. Agora eu o tudo tenho a mim", ela murmurou. Ela endireitou 
 batida na porta. "Mantenha a cabea dele apoiada, note", ela disse como ela foi responder.
        
        "Eu sei segurar um beb. Mulheres", ele disse a Liam. "Eles no pensam que ns podemos fazer qualquer coisa. Todos eles pensam que voc tem agora mesmo materiais 
de calor, menino-o, mas s espera. Em alguns anos eles figuraro seu propsito em vida  fixar eletrodomsticos eltricos pequenos e "bichos de matana.
        
        Considerando que ningum estava olhando, ele dobrou a cabea dele para apertar um beijo claro na boca de Liam. E assistiu isto curva.
        
        "Isso  o modo. Por que no faz ns entramos na cozinha, e - " Ele rompeu  exclamao assustada de Brianna. Liam inconstante mais com firmeza no trapaceiro 
do brao dele, ele se apressou atrs abaixo o corredor.
        
        Carstairs estava ao limiar, bolicheiro bronzeado nas mos dele, um sorriso amigvel na face dele. "Grayson, como agradvel o ver novamente. Eu no tinha 
certeza voc ainda estaria aqui. E o que  isto? "
        
        " um beb", Cinza disse brevemente.
        
        "Claro que ." Carstairs titilou o queixo de Liam e barulhos tolos feitos. Rapaz bonito." Eu tenho que dizer, ele o favorece um pouco, Brianna. Ao redor 
da boca."
        
        "Ele  o criana de minha irm. E o que poderia estar fazendo voc aqui a Blackthorn, Sr. Carstairs? "
        
        "H pouco transcurso por, como seja. Eu tinha falado tanto para ris sobre a cabana, e a zona rural, ela quis ver isto para ela. Ela est no carro." Ele 
gesticulou ao Bentley estacionou no porto de jardim. "De fato, ns tnhamos esperado que voc pudesse ter um quarto para ns, durante a noite". Ela arregalou a 
ele. "Voc quer ficar aqui? " "Eu vangloriei, talvez unwisely, sobre sua arte culinria". Ele apoiou adiante confidencialmente. "Eu tenho medo ris era um pouco 
se cansado no princpio. Ela  real cozinheira ela, voc sabe. Ela quer ver se eu estivesse exagerando." "Sr. Carstairs. Voc  um homem sem vergonha." "Isso pode 
ser, meu querido", ele disse, enquanto centelhando. "Isso pode ser."
        
        Ela xingou, suspirou. "Bem, no deixe a mulher pobre que senta no carro. A traga para ch."
        
        "No pode esperar a" conhecer, Cinza disse, enquanto gingando o beb.
        
        "Ela diz o mesmo de voc. Ela  impressionada totalmente que voc pudesse erguer minha carteira sem eu ter uma pista. Eu era muito mais rpido." Ele tremeu 
a cabea dele em pesar. "Entretanto, eu era muito mais jovem. Eu trarei nossa bagagem, Brianna? "
        
        "Eu tenho um quarto.  menor que o que voc teve por ltimo." "Eu estou seguro est encantando. Encantando" absolutamente. Ele passeou fora ir buscar a esposa 
dele. "Voc pode bater isto? " Brianna disse debaixo da respirao dela. "Eu no sei se rir ou esconder a prata. Se eu tivesse qualquer prata."
        
        "Ele o gosta muito roubar de voc. Assim", Cinza meditou, "Este  o ris famoso."
        
        A fotografia da carteira comprimida tinha sido uma semelhana boa, Brianna descobriu. ris usou um vestido florescido que arrepiou ao redor na brisa pernas 
excelentes. Para o olho de Brianna, ris tinha usado o tempo no carro refrescar o cabelo dela e maquilagem e assim parecia fresco e notavelmente bonito como ela 
passeou para cima o passeio ao lado dela sorrindo o marido.
        
        "Oh, Senhorita Concannon. Brianna, eu espero que eu possa o chamar
        
        Brianna. Eu penso em voc como Brianna, claro que, depois de ouvir falar tanto de voc e sua hospedaria encantadora."
        
        A voz dela era lisa, culta, apesar do fato que as palavras dela todos menos caiu em cima de um ao outro adquirir fora. Antes de Brianna pudesse responder, 
ris arremessou fora ambas as mos, agarrou o seu, e barrelled em.
        
        "Voc  todo pedao to adorvel quanto o Johnny me falou. Como amvel de voc, como doce achar quarto para ns quando ns derrubamos to inesperadamente 
em seu degrau da porta. E seu jardim, meu querido, eu lhe tenho que falar eu estou atordoado com admirao. Suas dlias! Eu nunca tenho um pouco de sorte com eles 
eu. E suas rosas, magnfico. Voc realmente me tem que contar seu segredo. Voc fala com eles? Eu tagarelo a mine dia e noite, mas eu nunca adquiro flores assim."
        
        "Bem, eu - "
        
        "E voc  Grayson." ris simplesmente rolou em cima da resposta de Brianna e virou a ele. Ela livrou um das mos de Brianna de forma que ela poderia agarrar 
Cinza. "O que um homem jovem inteligente, inteligente que voc . E to bonito, tambm. Por que, voc h pouco parece igual um astro de cinema. Eu li todos seus 
livros, todo um. Me amedronte a morte, eles fazem, mas eu no os posso derrubar. Onde voc prope tais idias emocionantes? Eu estive to ansioso para conhecer ambos 
voc", ela continuou, enquanto se agarrando para cada deles. Johnny pobre molestando" para morte, voc sabe. E agora, aqui ns somos."
        
        Havia uma pausa enquanto ris sorriu para ambos eles. "Sim." Brianna descobriu ela poderia achar pouco outro para dizer. "Aqui voc est. Ah, por favor entre. 
Eu espero que voc tivesse uma viagem agradvel."
        
        "Oh, eu adoro viajando, no o faa? E pensar com todo o racketing ao redor de Johnny e eu fiz em nossa mocidade esbanjada, ns nunca viemos a esta parte 
do mundo. Est bonito como um carto postal, no , Johnny? "
        
        ", meu docemente. " certamente.
        
        "Oh, isso que uma casa adorvel. H pouco encantador." ris manteve a mo dela firmemente em Brianna  como olhou ao redor ela. "Eu estou seguro ningum 
poderia ser qualquer coisa mas confortvel aqui."
        
        Brianna deu Cinza um olhar desamparado, mas ele s encolheu os ombros. "Eu espero que voc ser. H ch na sala de estar se voc gosta, ou eu posso lhe mostrar 
primeiro" seu quarto.
        
        "Voc faria isso? Ns guardaremos nossas bolsas, deva ns, Johnny? Ento talvez ns enlatamos tudo tenha uma conversa agradvel."
        
        ris exclamou em cima da escada como eles escalaram isto, o corredor do andar superior, o quarto Brianna os escoltou em. A colcha no estava encantando, 
o ate cortinas graciosamente, a viso da janela soberbo?
        
        Em resumo ordem Brianna se achou na cozinha que ameaa outra panela de ch enquanto os convidados novos dela sentaram  mesa que se faz em casa. ris saltou 
Liam felizmente no colo dela.
        
        "Inferno de um time, eles no so? " Cinza murmurou, enquanto ajudando adquirindo fora xcaras e pratos.
        
        "Ela me faz atordoado", Brianna sussurrou. "Mas  impossvel no gostar dela."
        
        "Exatamente. Voc nunca acreditaria havia um pensamento sem escrpulos na cabea dela. Todo o mundo tia favorita ou o vizinho divertido. Talvez voc deveria 
esconder aquela prata afinal de contas."
        
        "Silencie." Brianna se virou levar pratos  mesa. Carstairs se ajudou imediatamente ao po e aperto.
        
        "Eu espero que voc nos" unir, ris comeou, enquanto escolhendo um scone, imergindo na nata coagulada. "Johnny, querido, que ns queremos nos pr empresarial 
em cima de com, no faa ns? Afligindo para ter negcio que nubla o ar" assim.
        
        "Negcio? " Brianna levou Liam novamente, o resolveu no ombro dela.
        
        "Negcio inacabado." Carstairs tocou de leve a boca dele com um guardanapo. "Eu digo, Brianna, este po est gostoso. Tenha um pouco, faa, ris."
        
        "Johnny falou com entusiasmo em cima de sua arte culinria. Eu tenho medo eu adquiri um pedao pequenino ciumento. Eu sou um cozinheiro justo eu, voc sabe."
        
        Cozinheiro brilhante", um Carstairs leal corrigiu, enquanto arrebatando o mo da esposa dele e beijando isto lavishly. Cozinheiro magnfico."
        
        "Oh, Johnny, voc vai em." Ela deu risada girlishly antes do esmagar aparte. Ento ela enrugou os lbios dela e o assoou vrios beijos rpidos. O byplay 
tiveram meneando Cinza as sobrancelhas dele a Brianna. "Mas eu posso ver por que ele foi levado assim com a mesa que voc ps, Brianna". Ela lambiscou delicadamente 
no scone dela. "Ns temos que achar tempo para trocar algumas receitas enquanto ns estivermos aqui. Minha especialidade  uma galinha e prato de ostra. E se eu 
digo assim eu, est bastante gostoso. O truque  usar um vinho realmente bom, um branco seco, voc v. E uma sugesto de estrago. Mas l eu vou, enquanto correndo 
novamente em, e ns no lidamos com nosso negcio."
        
        Ela alcanou para outro scone, enquanto gesticulando s cadeiras vazias. "Se sente, no o v? Tanto mais confortvel falar negcio em cima de ch."
        
        Agradavelmente Cinza sentou e comeou a encher o prato dele. "Queira que eu leve a criana? " ele perguntou para Brianna.
        
        "No, eu o" tenho. Ela sentou com Liam que descansa confortavelmente na curva do brao dela.
        
        Isso que um anjo", ris arrulhou. "E voc tem tal um modo fcil com bebs. O Johnny e eu sempre lamentamos no se tendo. Entretanto, ns sempre estvamos 
fora ter uma aventura, assim nossas vidas estavam cheias."
        
        "Aventuras", Brianna repetiu. Um termo interessante, ela pensou, para bilking.
        
        "Ns ramos um par malcriado." ris riu, e o vislumbre nos olhos dela ditos que ela entendeu os sentimentos de Brianna exatamente. "Mas que que ns nos divertimos. 
No estaria bastante certo dizer ns sentamos muitos por isto, quando ns desfrutamos tanto isto. Entretanto, a pessoa envelhece.
        
        "A pessoa faz", Carstairs concordou. "E um s vezes perde a extremidade." Ele enviou Cinza um olhar moderado. "Dez anos atrs, rapaz, voc nunca teria beliscado 
minha carteira."
        
        "No aposte nisto." Cinza tomou um gole ao ch dele. "Eu era melhore at mesmo dez anos atrs."
        
        Carstairs lanou atrs o dele encabece e riu. "Eu no lhe falei ele uma pistola era, ris? Oh, eu desejo que voc teria o visto me abotoar abaixo em Gales, 
meu corao. Eu estava cheio com admirao. Eu espero que voc considerar devolvendo a carteira a mim, Grayson. Pelo menos as fotografias. A identificao  substituda 
facilmente, mas eu sou bastante sentimental em cima das fotografias. E, claro que, o dinheiro."
        
        Sorriso cinza era rpido e wolfish. "Voc ainda deve cem libras para mim. Johnny."
        
        Carstairs clareou a garganta dele. "Naturalmente. Inquestionavelmente. Eu s levei o seu, voc v, fazer isto parecer como um roubo."
        
        "Naturalmente", Cinza de acordo. "Inquestionavelmente. Eu acredito que ns discutimos compensao em Gales, antes de voc tivesse que partir to inesperadamente."
        
        "Eu me desculpo. Voc tinha me fixado abaixo, voc v, e eu no sentia vindo confortvel primeiro" a um acordo firme sem ris consultor.
        
        "Ns somos os defensores fortes de sociedade cheia", ris ps dentro.
        
        "Realmente." Ele deu para o mo da esposa dele um tapinha afetuoso. "Eu posso truthfully dizem que todas nossas decises so uma questo de trabalho de equipe. 
Ns sentimos que, combinou com afeto fundo,  por que ns tivemos quarenta-trs anos prsperos junto."
        
        "E, claro que, uma vida de sexo boa", ris disse confortavelmente, enquanto sorrindo quando Brianna sufocou em cima do ch dela. "Matrimnio seria bastante 
entorpea caso contrrio, voc no pensa? "
        
        "Sim, eu estou seguro voc tem razo." Este tempo Brianna clareou a garganta dela. "Eu penso que eu entendo por que voc veio, e eu aprecio isto.  bom para 
clarear o ar em cima disto."
        
        "Ns quisemos nos desculpar pessoalmente para qualquer angstia ns o causamos. E eu quis somar minhas condolncias em cima de meu Johnny desajeitado e completamente 
doente-aconselhou procura de sua casa adorvel." Ela cortou um olhar duro ao marido dela. "Faltou toda a sutileza, Johnny".
        
        "Sim. Realmente fez." Ele dobrou a cabea dele. "Eu estou completamente envergonhado."
        
        Brianna no era completamente certo disso, mas tremeu a cabea dela. "Bem, havia nenhum real dano feito, eu suponho."
        
        "Nenhum dano! " ris levou a manopla. "Brianna, minha querida menina, eu estou seguro voc estava furioso, e justamente assim. E aflito alm de convico."
        
        "Fez o dela chore."
        
        "Grayson." Envergonhado agora, Brianna fitou na chvena dela. " terminado."
        
        "Eu s posso imaginar como voc deve ter sentido." A voz de ris tinha amolecido. "Johnny sabe como eu sinto sobre minhas coisas. Por que, se eu vim casa 
e achei tudo topsy-turvy, eu seria devastado. Simplesmente devastado. Eu s espero que voc pode o perdoar para o impulso lamentvel, e por pensar como um homem."
        
        "Sim. Eu tenho. Eu entendo ele estava debaixo de muito presso, e - " Brianna rompeu, enquanto erguendo a cabea dela quando
        
        ela percebeu ela estava defendendo o homem que tinha enganado o pai dela e tinha invadido a casa dela.
        
        "O que um corao amvel que voc tem." ris fluiu na culatra. "Agora se ns pudssemos mencionar este negcio incmodo da cautela de aes uma ltima vez. 
Primeiro, me deixou dizer que era muito largo-notado, muito o paciente de voc para no contatar as autoridades depois de Gales."
        
        "Cinza disse voc estaria de volta."
        
        "Menino inteligente", ris murmurou.
        
        "E eu no vi nenhum ponto nisto." Com um suspiro Brianna apanhou um dedo de po e lambiscou. "Era h muito tempo, e o dinheiro meu pai perdido era dele para 
perder. Sabendo as circunstncias era bastante para me" satisfazer.
        
        "Voc v, ris,  da mesma maneira que eu lhe" falei.
        
        "Johnny." A voz dela estava comandando de repente. O olhar que passou entre eles segurou at que Carstairs deixou sair uma respirao longa e derrubou o 
olhar dele.
        
        "Sim, ris, claro que. Voc tem razo bastante. Totalmente direito." Reunindo, ele alcanou no bolso interior da jaqueta dele, tirou um envelope. "ris e 
eu discutimos isto a comprimento, e ns gostaramos muito de resolver o assunto a todo o mundo satisfao. Com nossas desculpas, querido", ele disse, enquanto dando 
para Brianna o envelope. "E nossos melhores desejos."
        
        Intranqilo, ela ergueu a ponta. O corao dela se inclinou ao estmago dela e at a garganta dela. " dinheiro. Troque dinheiro."
        
        "Um cheque faria contabilidade difcil", Carstairs explicou. "E ento h os impostos que seriam envolvidos. Uma transao de dinheiro nos salva ambos daquela 
inconvenincia.  dez mil libras. Libras irlandesas."
        
        "Oh, mas eu no pude - "
        
        "Sim, voc pode", Cinza suspenso.
        
        "No est certo."
        
        Ela comeou a devolver o envelope a Carstairs. Os olhos dele iluminaram brevemente, os dedos dele alcanaram fora. E a esposa dele os esmagou fora.
        
        "Seu homem jovem est correto no assunto, Brianna. Isto  bastante certo, para todo o mundo envolvido. Voc no precisa de preocupao que o dinheiro far 
uma diferena aprecivel em nossas vidas. Ns fazemos bastante bem. Aliviaria minha mente, e meu corao, se voc aceitasse isto. E", ela somou, "devolva o certificado 
a ns."
        
        "Rogan tem isto", Brianna disse.
        
        "No, eu voltei isto dele." Rosa cinza, passou despercebido nos quartos de Brianna.
        
        "Leve o dinheiro, Brianna", que ris disse suavemente. "Guarde isto, em seu bolso de avental, agora. Eu consideraria isto um grande favor."
        
        "Eu no o" entendo.
        
        "Eu no suponho voc faz. O Johnny e eu no lamentamos o modo que ns vivemos. Ns desfrutamos todos os minutos disto. Mas um pouco seguro para redeno 
no doeria." Ela sorriu, alcanou em cima de apertar a mo de Brianna. "Eu olharia nisto como uma bondade. Ambos ns vo. Aquele direito no , Johnny? "
        
        Ele deu para o envelope um ltimo, olhar ardente. "Sim, querido."
        
        Cinza entrou atrs, enquanto segurando o certificado. "Seu, eu acredito."
        
        "Sim. Sim, realmente." Ansioso agora, Carstairs levou o papel. Ajustando os culos dele, ele investigou a isto. "ris", ele disse com orgulho como ele inclinou 
o certificado para ela estudar como bem. "Ns o superior trabalhou, no fez ns? Absolutamente sem defeito."
        
        "Ns fizemos, Johnny, querido. Ns fizemos" certamente.
        
        Captulo Vinte e dois
        
        "Eu nunca tenho no todo de minha vida tido um momento melhor de satisfao." Todos menos ronronando, Maggie estirou fora no assento de passageiro do carro 
de Brianna. Ela enviou um ltimo relance atrs no casa da me deles/delas como a irm dela puxada na rua.
        
        "Se regozijar no  vistoso, Margaret Mary".
        
        "Se tornando ou no, eu estou desfrutando isto." Ela trocou, enquanto alcanando fora pr um chocalho em Liam est acenando mo como ele sentou justo no 
assento de segurana dele na parte de trs. "Voc viu o dela enfrente, Brie? Oh, voc viu isto? "
        
        "Sim." A dignidade dela deslizou h pouco um momento, e um snuck de sorriso por. "Pelo menos voc teve o senso bom para no esfregar o nariz dela nisto."
        
        "Isso era a pechincha. Ns lhe falaramos nico que o dinheiro veio de um investimento que Da fez antes de ele morresse. Um que recentemente pagado fora. 
E eu resistiria, no importa como me doeu, enquanto mostrando que ela no mereceu o tero dela disto como ela nunca acreditou nele."
        
        "O tero do dinheiro era legalmente dela, e isso deveria ser o fim disto."
        
        "Eu no vou o molestar sobre isto. Eu sou muito se regozijando muito ocupado." Saboreando, Maggie zumbiu um pouco. "Me conte o que  seus planos para seu? 
"
        
        "Eu tenho algumas idias para melhorias na cabana. O quarto de sto para um que comeou o negcio inteiro."
        
        Como cheerfully de Liam arremessaram o primeiro aparte, Maggie tirou de outro chocalho. "Eu pensei que ns amos para Gal-modo para fazer compras."
        
        "Ns somos." Grayson tinha a molestado na idia e tinha tido todos menos a calou as botas em fora da prpria porta da frente dela. Ela sorriu agora, enquanto 
pensando nisto. "Eu tenho uma mente para me comprar um desses processadores de comida profissionais. O ones eles usam em restaurantes e nos "espetculos de arte 
culinria.
        
        "Isso teria agradado Da muito." O sorriso de Maggie amoleceu em um sorriso. "Est como um presente dele, voc sabe."
        
        "Eu estou pensando nisto aquele modo. Parece certo se eu fizer. O que sobre voc? "
        
        "Eu cavarei com p alguns na casa de copo. O resto vai embora para Liam. Eu penso que Da teria querido isto."  toa ela correu os dedos dela em cima do painel. 
" um carro agradvel que voc tem aqui, Brie".
        
        "." Ela riu e se falou ela teria que agradecer Cinza para a empurrar fora da casa durante o dia. "Imagine, eu dirigir a Galway sem preocupar algo vai cair. 
 to igual Cinza dar presentes ultrajantes e fazer isto parea natural."
        
        "Isso  a verdade. O homem me d um alfinete de diamante como cheerfully como se for uma embreagem de posies. Ele tem um corao adorvel", generoso.
        
        "Sim."
        
        "Falando dele, at o que est ele? "
        
        Ele ou est trabalhando "bem, ou sendo entretido pelo Carstairs."
        
        "Que carter. Voc sabe que Rogan me fala que quando eles foram para a galeria, eles tentaram o encantar em lhes vender a mesa antiga no quarto escada acima 
sentando? "
        
        "No me pegue de surpresa dentro o menos. Ela  quase me persuadida de comprar, viso no visto, um abajur que ela diz estar perfeito para minha sala de 
estar. Um desconto bom que ela me, tambm", dar. Brianna riu. "Eu sentirei falta deles quando eles partirem amanh."
        
        "Eu tenho um sentimento que eles estaro de volta." Ela pausou. "Quando Fique cinzento* v? "
        
        "Provavelmente semana" que vem. Brianna manteve os olhos dela at mesmo na estrada e a voz dela. "Ele est fazendo no mais que consertando agora no livro, 
do que eu posso contar".
        
        "E voc pensa que ele estar de volta? "
        
        "Eu espero que ele v. Mas eu no contarei com isto. Eu no posso. "
        
        "Voc lhe pediu que fique? "
        
        "Eu no posso fazer que, ou."
        
        "No", Maggie murmurou. "Voc no pde. Nem pde eu debaixo das mesmas circunstncias." Ainda, ela pensou, ele  um bobo sangrento se ele partir. "Voc gostaria 
de fechar a cabana durante alguns semanas, ou tem Sra. O'Malley cuidar isto? Voc poderia vir para Dublin, ou usa a vila."
        
        "No, entretanto  doce de voc pensar nisto. Eu estarei mais contente em casa."
        
        Isso era provavelmente verdade, Maggie pensou, e no discutiu. "Bem, se voc mudar sua mente, voc s tem que dizer." Fazendo um determinado esforo para 
iluminar o humor, ela dirigiu em direo  irm dela. "O que pensa voc, Brie? Compremos algo tolo quando ns conseguirmos Fazer compras Rua. A primeira coisa que 
golpeia nossa fantasia. Algo intil e caro; um dessas quinquilharias que ns olhvamos a com nossos narizes apertou at uma vitrina quando Da nos" traria.
        
        "Como as pequenas bonecas com as bonitas fantasias ou a jia embala com as bailarinas que giraram ao redor em cima."
        
        "Oh, eu penso que ns podemos achar algo um pequeno mais vestido a nossas idades, mas sim, isso  a idia."
        
        "Certo, ento. Ns faremos isto."
        
        Era porque eles tinham falado sobre o pai deles/delas que recordaes enxamearam Brianna depois que eles alcanassem Galway. Com o carro estacionado, eles 
uniram o trfico pedestre, os compradores, os turistas, as crianas.
        
        Ela viu uma menina jovem que ri como ela montou o ombros do pai dela.
        
        Ele fazia que, ela se lembrou. Ele a daria e Maggie vira para cima, e s vezes ele correria de forma que eles saltaria, enquanto gritando com prazer.
        
        Ou ele manteria as mos deles/delas comprimidas dentro firmemente o dele enquanto eles vagaram, enquanto os girando histrias enquanto eles empurraram ao 
longo das ruas abarrotadas.
        
        Quando nosso navio entra, Brianna meu amor, eu lhe comprarei bonitos vestidos como eles tivessem l naquela janela.
        
        Um dia que ns viajaremos para cima aqui para Cidade de Galway com moedas que escoam fora de nosso bolso. H pouco voc espera, bem.
        
        E entretanto ela tinha sabido at mesmo ento elas eram histrias, enquanto h pouco sonhando, no tinha diminudo o prazer do ver, o cheirando, o escutando.
        
        Nem as recordaes deterioraram isto agora. A cor e movimento de Rua de Loja a fizeram sorrir como fez sempre. Ela desfrutou as vozes que cortaram pelo pular 
Irlands-os sons metlicos e demoram dos americanos, o alemo gutural, o francs impaciente. Ela poderia cheirar uma sugesto de Baa de Galway que continuou a brisa 
e a graxa chiando de um bar perto.
        
        "L." Maggie guiou o carrinho de criana mais ntimo para uma vitrina. "Isso est perfeito."
        
        Brianna manobrou pela multido at que ela poderia examinar o ombro de Maggie. "O que ? "
        
        "Aquela grande vaca gorda l. O que eu quero."
        
        "Voc quer uma vaca? "
        
        "Olhares como porcelana", Maggie meditou, eyeing o corpo preto-e-branco lustroso e face bovina tolamente sorrindo. "Eu apostei  estimado horrivelmente. 
At melhor. Eu estou tendo isto. Entremos.
        
        "Mas o que far voc com isto? "
        
        "D a Rogan, claro que, e veja que ele pe isto naquele escritrio de Dublin sufocante seu. Oh, eu espero que pese uma tonelada."
        
        Fez, assim eles organizaram para deixar isto com o balconista enquanto eles completaram o resto da compra deles/delas. No era at que eles tinham comido 
o almoo e Brianna tinham estudado os profissionais e trapaceiros de meia dzia processadores de comida que ela achou o prprio pedao dela de tolice.
        
        As fadas foram feitas de bronze pintado e danaram em arames pendurados de uma vara de cobre. A um estalido dos dedos de Brianna, giraram eles, a batida 
de asas deles/delas junto musicalmente.
        
        "Eu pendurarei isto fora de minha janela de quarto. Me far pensar em todos os contos de fadas que Da nos" contava.
        
        "Est perfeito." Maggie deslizou um brao ao redor da cintura de Brianna. "No, no olhe para o preo", ela disse quando Brianna comeou a alcanar para 
a pequena etiqueta. "Isso faz parte de tudo. Tudo que que vale,  a escolha certa. V comprar sua quinquilharias, ento ns entenderemos como adquirir o meu ao carro."
        
        No fim decidiram eles que Maggie esperaria na loja com a vaca, com Liam e o resto das bolsas deles/delas, enquanto Brianna dirigiu o carro ao redor.
        
        Em um humor arejado ela passeou atrs para o parque de carro. Ela vai, ela pensou, pendura a dana de fada dela assim que ela chegasse em casa. E ento ela 
jogaria com o brinquedo de cozinha novo bom dela. Ela estava pensando como encantador seria criar uma musse de salmo ou para finamente cogumelos de dados com tal 
um instrumento de preciso.
        
        Zumbindo, ela deslizou atrs da roda, virou a ignio. Talvez havia um prato que ela poderia tentar acrescentar ao peixe grelhado que ela pretendeu trazer 
o jantar. O que Ficaria cinzento* especialmente desfrute? ela desejou saber como ela guiou para a sada para pagar a taxa dela. Colcannon, talvez, e um bobo de gooseberry 
para sobremesa-se ela pudesse achar gooseberries bastante maduro.
        
        Ela pensou na estao das bagas como esses primeiros dias de junho. Mas Cinza teria sido ido ento. Ela segurou ao redor abaixo na puno o corao dela. 
Bem, era em todo caso quase junho, ela se falou e comeou a dirigir fora do lote. E ela quis Cinza para ter a sobremesa especial dela antes de ele fosse embora.
        
        Brianna ouviu o grito como ela comeou na volta dela. Assustado, ela empurrou a cabea dela. Ela s teve tempo para chupar em uma respirao para o grito 
como um carro, enquanto levando a volta muito afiado e no lado errado, colidiu com seu.
        
        Ela ouviu o guincho de metal rasgar, de copo quebrar. Ento ela no ouviu nada.
        
        "Assim Brianna foi fazer compras", ris comentou como ela uniu Cinza na cozinha. "Isso  adorvel para ela. Nada pe uma mulher em um humor melhor que uma 
farra de compra boa."
        
        Ele no pde imaginar binging de Brianna prtico em qualquer coisa. "Ela foi embora para Galway com a irm dela. Eu lhe falei ns poderamos administrar 
se ela no fizesse isto casa atravs de ch." Sentindo um pequeno proprietrio sobre a cozinha, Cinza amontoou a comida que Brianna tinha preparado mais cedo sobre 
travessas. " hoje  noite de qualquer maneira" s os trs de ns.
        
        "Ns estaremos aqui mesmo" confortveis. ris comeou a chaleira seu confortvel na mesa. "Voc tinha razo para convencer levar um dia para ela com a irm" 
dela para ela.
        
        "Eu tive que a arrastar fora para quase o carro-ela assim amarrou para este lugar."
        
        Razes fundas", frteis.  por que ela floresce. H pouco igual as flores dela l fora. Nunca em minha vida eu vi tal ajardina como seu. Por que, s esta 
manh, eu ser-Ah, l voc est, Johnny. H pouco a tempo."
        
        "Eu tive o passeio revigorando." Carstairs pendurou o chapu dele em uma cavilha, ento esfregou as mos dele junto. "Voc sabe, meu querido, eles ainda 
cortaram a prpria relva deles/delas? "
        
        "Voc no diz assim."
        
        "Eu realmente fao. Eu achei o pntano. E havia empilha disto, enquanto secando no vento e sol. Estava de volta h pouco igual pisando um sculo." Ele deu 
para a esposa dele uma bicada na bochecha antes de virar a ateno dele  mesa. "Ah, o que tem ns aqui? "
        
        "Lave suas mos, Johnny, e ns tero um ch agradvel. Eu despejarei, Grayson. Voc h pouco senta."
        
        Os desfrutando, e o modo deles/delas entre si, Cinza a obrigou. "ris, eu espero que voc no esteja ofendido se eu lhe perguntar algo."
        
        Querido menino", voc pode perguntar tudo que que voc gosta."
        
        "Voc perde isto? "
        
        Ela no fingiu entender mal como ela passou o acar para ele. "Sim. De vez em quando, eu fao. Aquela vida no tipo de extremidade de sentir. Revigorando" 
assim. Ela verteu o xcara do marido dela, ento o prprio dela. "O faa? " Quando s Fica cinzento* erguido uma sobrancelha, ela riu. "A pessoa reconhece um."
        
        "No", Cinza disse depois de uma pausa. "Eu no perco isto."
        
        "Bem, voc teria se aposentado bastante cedo, assim voc no teria o mesmo tipo de anexo emocional. Ou talvez voc faz, e isso  por que voc nunca usou 
qualquer de sua experincia anterior, como quem diz, em seus livros."
        
        Encolhendo os ombros, ele ergueu a xcara dele. "Talvez eu h pouco no vejo o ponto olhando atrs."
        
        "Eu sempre senti nunca voc tem uma viso realmente clara do para cima o qual est vindo se voc no olhar de vez em quando" em cima de seu ombro.
        
        "Eu gosto de surpresas. Se amanh j entendeu, por que aborrece com isto? "
        
        "A surpresa vem porque amanh nunca totalmente isso que voc pensamento que seria. Mas voc  jovem", ela disse, enquanto lhe dando um sorriso maternal. 
"Voc aprender que para voc. Voc usa um mapa quando voc viaja? "
        
        "Seguramente."
        
        "Bem, isso  isto, voc v. Passado, presente, futuro. Tudo traaram. Com o lbio de fundo dela segurado entre os dentes dela, ela mediu uma colher de quarto 
mesquinha de acar para o prprio ch dela. "Voc pode planejar uma rota. Agora algumas pessoas aderem a isto no importa isso que. Nenhuma divergncia para explorar 
alguma pequena estrada, nenhuma parada fora do programa para desfrutar um pr-do-sol particularmente agradvel. Uma piedade para eles", ela meditou. "E oh, como 
eles reclamam quando eles so forados a rodear. Mas a maioria de ns gosta no caminho de uma pouca aventura, aquela estrada de lado. Tendo uma viso clara do ltimo 
destino no ter que impedir a pessoa desfrutar o passeio. Aqui voc est, Johnny querido, seu ch h pouco verteu."
        
        "O, ris", abenoe.
        
        "E com s uma gota de nata, o modo voc gosta."
        
        "Eu seria perdido sem ela", Carstairs disse para Ficar cinzento*. "Oh, se aparece ns estamos tendo companhia."
        
        Cinza olhou para a porta de cozinha como Murphy abriu isto. Trapaceiro arremessou  frente dentro, sentou a ps Cinzas, ps a cabea dele em colo Cinza. 
At mesmo como Cinza ergueu uma mo para acariciar as orelhas do cachorro, o sorriso dele de cumprimentar enfraquecido.
        
        "O que ? " Ele se achou pulando aos ps dele, enquanto sacudindo as xcaras na mesa. A face de Murphy era muito fixa, os olhos dele muito escuro. "O que 
 acontecido? "
        
         havido um acidente. Brianna  estado ferido."
        
        Voc quer dizer "o que  ela ferido? " ele exigiu em cima do murmrio de ris de angstia.
        
        "Maggie me chamou. Havia um acidente quando Brie estava dirigindo do parque de carro  loja onde Maggie e o beb estavam esperando." Murphy tirou o bon 
dele, um assunto de hbito, ento apertou os dedos dele na borda. "Eu o levarei at Galway. Ela est l" no hospital.
        
        "Hospital." De p l feltro Cinza, fisicamente feltro, o sangue que escoa fora dele. "Como ruim? Como ruim ? "
        
        "Maggie no estava seguro. Ela no pensou que era uma pena, mas ela estava esperando para ouvir. Eu o levarei a Galway, Grayson. Eu pensei que ns usaramos 
seu carro. Seria mais rpido."
        
        "Eu preciso das chaves." O crebro dele sentido entorpece, intil. "Eu tenho que adquirir as chaves."
        
        "No o deixe dirigir", ris disse quando Cinza listrado do quarto.
        
        "No, ma'am, eu no o estarei deixando fazer isso."
        
        Murphy no teve que discutir. Ele levou as chaves simplesmente de mo Cinza e adquiriu atrs da roda. Desde ento Cinza no disse nada, Murphy concentrou 
em trapacear toda a velocidade o Mercedes foi construdo para. Talvez, outro tempo, ele teria apreciado a resposta que o carro macio e lustroso ofereceu. Para agora 
ele simplesmente usou isto.
        
        Para Cinza a viagem era infinita. A paisagem gloriosa do oeste apressada por, mas eles pareciam no fazer nenhum progresso. Estava como animao, ele pensou 
vagamente, corra inmeras vezes, cel atravs de cel, enquanto ele pudesse fazer nada mais que sente.
        
        E espera.
        
        Ela no teria ido se ele no a tivesse tiranizado nisto. Mas ele tinha a pressionado sair, levar um dia. Assim ela tinha ido para Galway, e agora ela era... 
Cristo, ele no soube o que ela era, como ela era, e no pde agentar para imaginar isto.
        
        "Eu deveria ter ido com ela."
        
        Com o carro que viaja prximo noventa, Murphy no aborreceu para olhar em cima de. "Voc se far pensando doente aquele modo. Ns quase somos l agora, ento 
ns veremos." "Eu lhe comprei o "carro de fucking.
        
        "Retifique bastante." O homem no precisou de condolncia, Murphy pensou, mas viabilidade. "E voc no estava dirigindo o que bateu isto. Para meu modo de 
pensar, se ela tivesse estado nisso enferrujado balde antes do que ela teve, coisas seriam piores." "Ns no sabemos como ruim eles so." "Ns vamos logo. Assim 
se agarre para voc at que ns fazemos." Ele tirou uma sada, reduziu a velocidade, e comeou a manobrar por trfico mais denso. " provvel ela est bem e nos 
dar aflio por dirigir tudo isso modo."
        
        Ele entrou no parque de carro de hospital. Eles nenhum mais escalado fora e comeou para as portas quando eles mancharam Rogan que caminha o beb. "Brianna." 
Era todo Cinza poderia dizer. "Ela  certo. Eles querem a manter pelo menos pela noite, mas ela  certo."
        
        O sentimento saiu de pernas Cinzas de forma que ele levou o brao de Rogan como muito para equilbrio como para nfase. "Onde? Onde ela est? "
        
        "Eles h pouco a puseram em um quarto no sexto cho. Maggie est com ela contudo. Eu trouxe a me dela e Lottie me. Eles so l em cima como bem. Ela  - 
" Ele rompeu, enquanto trocando para bloquear Cinza de apressar a entrada. "Ela  batida para cima, e eu penso que ela est ferindo mais que ela est deixando em. 
Mas o doutor nos falou ela tem muito sorte. Algumas contuses do cinto de segurana que impediu isto ser pior. O ombro dela arrancou, e isso est causando o a maioria 
dor. Ela  um n na cabea dela, e alguns cortes. Eles a querem manteve quieto durante vinte e quatro horas." "Eu preciso a" ver.
        
        "Eu sei isso." Rogan ficou firme. "Mas ela no precisa ver como chateado voc . Ela  um que levar isso a corao e preocupar em cima disto."
        
        "Aprovadamente." Lutando para equilbrio, Cinza apertou os dedos dele aos olhos dele. "Certo. Ns manteremos isto calma, mas eu tenho que a ver para mim."
        
        "Eu subirei com voc", Murphy disse e conduziu o modo dentro.
        
        Mantendo a prpria deliberao dele, ele no disse nada como eles esperaram pelo elevador.
        
        "Por que eles so todo aqui? " Cinza exigiu quando o elevador abriu. "Por que  eles aqui, Maggie, a me dela. Rogan, Lottie, se ela  certo? "
        
        "Eles so familiares." Murphy empurrou o boto para seis. "Onde mais eles seriam? Agora, aproximadamente trs anos passado eu quebrei um brao e rachei meu 
futebol americano jogando de cabea. Eu no pude adquirir liberte de uma irm, mas outro estaria  porta. Minha me ficou durante duas semanas, no importa o que 
eu fiz para a impulsionar no modo dela. E para falar a verdade, eu estava alegre de os ter exagerando ao redor de mim. No entre fora em uma pressa furiosa", Murphy 
advertiu como o elevador parado. Enfermeira irlandeses" corridos um navio apertado. E aqui  Lottie."
        
        "Corts, voc deve ter voado todo o modo." Ela avanou, o sorriso dela toda a confiana. "Ela est fazendo bom, eles esto levando principal ao cuidado dela. 
Rogan organizou para ela ter um quarto privado assim ela teria quieto e privacidade. Ela j est se afligindo com casa indo, mas com o choque, eles querero manter 
um olho nela."
        
        "Choque? "
        
        "Um moderado, realmente", que ela acalmou, enquanto os conduzindo abaixam o corredor. "No parece ela estava inconsciente para mais de alguns momentos. E 
ela estava lcida bastante falar para o homem no parque de carro onde Maggie estava esperando. Olhe aqui, Brianna, voc j" tem mais visitas.
        
        Todo Cinza poderia ver era Brianna, branco contra folhas brancas.
        
        "Oh, Fique cinzento*, Murphy, voc no deveria ter vindo tudo isso modo. Eu irei para casa brevemente."
        
        "Voc no vai. A voz de Maggie era firme. "Voc est ficando a noite."
        
        Brianna comeou a virar a cabea dela, mas a palpitao a fez pensar melhor nisto. "Eu no quero ficar a noite. Inchaos e contuses so tudo que . Oh, 
Fique cinzento*, o carro. Eu sinto muito muito sobre o carro. O lado disto est todo curvado dentro, e o farol esmagou, e - "
        
        "Se cale, o v, e me deixe olhar para voc? " Ele levou a mo dela, esperada.
        
        Ela estava plida, e uma contuso tinha florescido ao longo da ma do rosto dela. Sobre isto, no lado de sobrancelha do templo estava uma bandagem branca 
limpa. Em baixo do vestido de hospital informe ele poderia ver mais bandagens ao ombro dela.
        
        Porque a mo dele comeou a tremer, ele afastou isto, esmagou isto no bolso dele. "Voc est doendo. Eu posso ver isto em seus olhos."
        
        "Minha cabea di." Ela sorriu debilmente, enquanto erguendo um dedo  bandagem. "Eu sinto um pouco como eu fosse atropelado por um time de rgbi inteiro."
        
        "Eles deveriam lhe dar algo."
        
        "Eles vo, se eu preciso isto."
        
        "Ela  skittish de agulhas", Murphy disse e se inclinou para a beijar ligeiramente. O prprio alvio dele a ver o todo dela mostrou para si mesmo em um sorriso 
largo, bochechudo. "Eu me lembro de audio voc uivo, Brianna Concannon, quando eu estava na sala de espera de Dr. Hogan e voc estava adquirindo um tiro."
        
        "E eu no estou envergonhado disto. Coisas horrveis, agulhas. Eu no os quero me cutucando mais que eles j tm. Eu quero ir para casa."
        
        "Voc h pouco ficar onde voc ." Maeve falou de uma cadeira em baixo da janela. " pouco bastante ter uma agulha ou dois depois do medo voc nos" deu.
        
        "Me, quase no  a falta de Brianna que algum idiota o ianque no pde se lembrar qual lado da estrada para dirigir em." Os dentes de Maggie apertaram ao 
pensamento disto. "E eles, com apenas um arranho entre eles".
        
        "Voc no deve ser to duro neles. Era um engano, e todos menos os amedrontou a morte." Os tocando tambor na cabea de Brianna aumentaram  idia de um argumento. 
"Eu ficarei se eu devo, mas se eu pudesse perguntar novamente" para h pouco o doutor.
        
        "Voc deixar o doutor seja e descansa como ele lhe" falou. Maeve se empurrou aos ps dela. "E no h nenhum resto com todas estas pessoas que exageram ao 
redor. Margaret Mary, est na hora voc levou sua "casa de beb.
        
        "Eu no quero que Brie esteja s aqui", Maggie comeou. "Eu estou ficando." Cinza virou, o olhar de Maeve se encontrado continuamente. "Eu estou ficando 
com ela."
        
        Ela empurrou um ombro. "Seguramente  nenhum empresarial de meu o que voc faz. Ns perdemos nosso ch", ela disse. "Lottie e eu teremos algo escada abaixo 
enquanto Rogan organizar para nos ter levado casa. Faa como voc  contado aqui, Brianna, e no faz um espalhafato."
        
        Ela se inclinou, stiffly um pouco, e beijou a bochecha inclume de Brianna. "Voc nunca era um curandeiro rpido, assim eu no espero este tempo para ser 
qualquer diferente." Os dedos dela descansaram, ento para h pouco um momento onde os lbios dela tiveram, virou ela e se apressou fora, enquanto chamando Lottie 
para seguir.
        
        "Ela disse dois rosrios no passeio aqui", Lottie murmurou. "O" descanse. Depois de um beijo de diviso, ela arrastou depois de Meave.
        
        "Bem." Maggie deixou sair uma respirao longa. "Eu penso que eu posso confiar em Grayson para ver que voc se comporta. Eu acharei Rogan e verei como ns 
lidaremos com os adquirir ambos casa novamente. Eu voltarei antes de ns irmos, no caso de Grayson precisa de ajuda."
        
        "Eu irei com voc, Maggie". Murphy bateu levemente o joelho folha-drapejado de Brianna. "Se eles vm o cutucar, h pouco se viram sua cabea e fecham seus 
olhos. Isso  o que eu fao."
        
        Ela riu e, quando o quarto esvaziou, olhou em Cinza. "Eu desejo que voc se sentasse. Eu sei que voc  chateado."
        
        "Eu estou bem." Ele tinha medo se ele sentasse, ele iria melhor um e s bonelessly de deslizamento para o cho. "Eu gostaria de saber o que aconteceu se 
voc estiver at me" falar.
        
        "Era tudo to rpido." Favorecendo o desconforto e cansa, ela fechou os olhos dela um momento. "Ns tnhamos comprado muito para levar, e eu ia ir buscar 
o carro e dirigir isto ao redor  loja onde Maggie estava esperando. Da mesma maneira que eu arranquei do parque de carro, eu ouvi algum grito. Era o criado. Ele 
tinha visto o outro carro que vem para meu. No havia nada que qualquer um poderia fazer ento. No havia tempo. Deu com o lado."
        
        Ela comeou a trocar e o ombro dela ressoou em protesto. "Eles iam rebocar o carro. Eu no posso me lembrar onde."
        
        "No importa. Ns levaremos depois ao cuidado disto. Voc bateu sua cabea." Suavemente ele alcanou abaixo mas manteve as pontas do dedo dele uma respirao 
longe da bandagem.
        
        "Eu tenho que ter, para a prxima coisa me lembro eu, havia uma multido ao redor, e a mulher americana estava chorando e me perguntando se eu fosse certo. 
O marido dela j tinha ido chamar uma ambulncia. Eu era fuddled. Eu penso que eu perguntei que algum adquire minha irm, e ento os trs de ns-Maggie, o beb 
e estava indo fora em uma ambulncia."
        
        Ela no somou isso tinha havido muito sangue. Bastante para a terrificar at que o criado mdico tinha estancado o fluxo.
        
        "Eu sou Maggie arrependido no pde lhe contar mais quando ela chamou. Se ela tivesse esperado at que o doutor tinha terminado de examinar eu, ela teria 
o salvado muita preocupao."
        
        "Eu teria preocupado de qualquer maneira. Eu fao no possa - " Ele fechou os olhos dele e lutou achar as palavras. " duro eu controlar a idia de voc 
que est ferido. A realidade disto  at mais dura."
        
        " s contuses e inchaos."
        
        "E um choque, um ombro puxado". Para ambos as causas deles/delas, ele se arrancou atrs. "Me fale,  verdade ou mito aproximadamente caindo adormecido com 
um choque porque voc poderia no acordar? "
        
        " um mito." Ela sorriu novamente. "Mas eu estou pensando seriamente de ficar acordado para um dia ou dois, por via dado dvida".
        
        "Ento voc querer companhia."
        
        "Eu amarei companhia. Eu penso que eu iria mentir furiosos nesta cama s, com nada que fazer e ningum ver."
        
        "Como isto ? " Cuidadoso para no a chocalhar, ele sentou no lado da cama. "A comida chupa aqui provavelmente.  lei de hospital em todo pas desenvolvido. 
Eu sairei, nos cace para cima alguns hambrgueres e fatias. Ns jantaremos junto."
        
        "Eu gostaria isso."
        
        "E se eles entram e tentam lhe dar um tiro, eu os baterei.
        
        "Eu no notaria se voc fizesse. Voc faria qualquer outra coisa para mim? "
        
        "Nomeie."
        
        "Voc chamaria Sra. O'Malley? Eu tenho haddock que espera ser grelhado para o jantar. Eu sei que Murphy ver para Decorar, mas o Carstairs precisam ser servidos, 
e h mais convidados que vm amanh."
        
        Cinza ergueu a mo dela aos lbios dele, ento descansou a sobrancelha dele nisto. "No preocupe sobre isto. Me deixe levar ao cuidado de voc."
        
        Foi na primeira vez na vida dele que ele alguma vez tinha feito para o pedido.
        
        Captulo Vinte e trs
        
        At que Cinza voltou com o jantar, o quarto de hospital de Brianna se assemelhou ao jardim dela. Sprays de rosas e freesia, lanceia de tremoo e lrios, 
floresce de margaridas alegres e cravos aterrou a janela dela, cheio a mesa ao lado da cama.
        
        Cinza trocou o buqu enorme que ele segurou de forma que ele poderia ver em cima disto e poderia tremer a cabea dele. "Olhares como estes so suprfluos."
        
        "Oh, no, eles no so. Eles so adorveis. Tal um espalhafato realmente para um inchao na cabea." Ela segurou o buqu no brao inclume dela, muito como 
ela segurasse uma criana, ento enterrou a face dela nisto. "Eu estou desfrutando isto. Maggie e Rogan trouxeram esses, e Murphy esses. E o ltimo ones foram enviados 
l para cima do Carstairs. Aquela doura deles no era? "
        
        "Eles estavam realmente preocupados." Ele fixou abaixo o papel grande
        
        ensaque ele segurou. "Eu sou lhe falar eles vo ficar em cima de outro noturno, talvez dois, dependendo em quando voc chega fora daqui."
        
        "Isso est bem, claro que. E eu estarei fora amanh, se eu tenho que escalar pela janela." Ela atirou um olhar saudoso  bolsa. "Voc realmente trouxe o 
jantar? "
        
        "Sim. Conseguido roubar isto l fora" alm do enfermeira grande, guia-de olhos.
        
        "Ah, Sra. Mannion. Terrificando, ela no ? " "Me" assusta. Ele puxou uma cadeira perto da cama, ento sentou cavar na bolsa. "Appetit de Bon", ele disse, 
enquanto lhe dando um hambrguer. "Oh, aqui, me deixe levar esses." Ele subiu para erguer o buqu do brao dela novamente. "Eu adivinho eles precisam de gua, huh? 
Aqui, voc come." Ele tirou de um saco de batatas fritas para ela. "Eu irei achar um vaso."
        
        Quando ele partiu novamente, ela tentou trocar para ver que mais estava na bolsa que ele fixaria no cho. Mas o ombro fez movimento desajeitado. Resolvendo 
atrs novamente, ela lambiscou no hambrguer e tentou no fazer beicinho. O som de passos devolver a teve colando um sorriso na face dela. "Onde voc os quer? " 
Cinza perguntou. "Oh, naquela pequena mesa em cima de l. Sim, isso  adorvel. Seu jantar estar frio, Cinza."
        
        Ele s grunhiu, enquanto sentando novamente ento levaram a prpria parte dele da refeio da bolsa. "Sentindo qualquer melhor? "
        
        "Eu no sinto quase ruim bastante ser amimalhado deste modo, mas eu estou alegre voc ficou jantar comigo."
        
        "S o comeo, mel". Ele piscou e com o hambrguer meio-comido em uma mo, alcanou na bolsa.
        
        "Oh, Cinza-uma camisola. Uma real camisola." Era plancie, branco, e algodo e todos menos lgrimas trazidas de gratido aos olhos dela. "Eu no lhe posso 
falar quanto aprecio eu isso. Esta coisa terrvel que eles o" vestiram.
        
        "Eu lhe ajudarei a mudar depois do jantar. H mais." "Chinelos, tambm. Oh, uma escova de cabelo. Agradea Deus." "De fato, eu no posso levar crdito para 
tudo isso. Era a "idia de Maggie.
        
        "A abenoe. E voc."
        
        "Ela disse sua blusa foi arruinada." Sangre, ele se lembrou ela tinha lhe falado e tinha levado um momento para se firmar.
        
        "Ns levaremos ao cuidado de que amanh, se eles o crescem. Agora que mais temos ns aqui? Escova de dente, uma pequena garrafa daquela nata que voc usa 
todo o tempo. Quase esquecido das bebidas." Ele lhe deu uma xcara de papel, tampada com plstico com um buraco para a palha. "Uma vindima excelente, me sou falado."
        
        "Voc pensou de tudo."
        
        "Absolutamente. At mesmo o entretenimento."
        
        "Oh, um livro."
        
        "Um romance de romance. Voc tem vrios em sua estante na cabana."
        
        "Eu gosto deles." Ela no teve o corao para lhe falar a dor de cabea faria leitura impossvel. "Voc foi para muita dificuldade."
        
        "H pouco uma farra de compra rpida. Tente comer um pequeno mais."
        
        Com submisso ela mordeu em uma fatia. "Quando voc adquire que casa vai voc agradece Sra. O'Malley mim, e por favor lhe, no aborrecer com a lavagem", 
fala.
        
        "Eu no estou voltando at que voc vai."
        
        "Mas voc no pode ficar aqui toda a noite."
        
        "Seguramente eu posso." Cinza polido fora o hambrguer, balled a envoltura, e lanou isto na lata desperdcio. "Eu tenho um plano."
        
        "Grayson, voc precisa ir para casa. Adquira algum resto."
        
        "Aqui  o plano", ele disse, enquanto a ignorando. "Depois de horas visitante, eu esconderei fora no banheiro at que coisas se acalmam. Eles fazem uma varredura 
provavelmente, assim eu esperarei at que eles entram e o" inspecionam.
        
        "Isso  absurdo."
        
        "No, trabalhar. Ento as luzes vo, e voc  tudo comprimidos dentro. Isso  quando eu sair.
        
        "E senta na escurido pelo resto da noite? Grayson, eu no estou em meu leito de morte. Eu quero que voc v para casa."
        
        "No pode fazer isto. E ns no sentaremos na escurido." Com um sorriso presumido, ele puxou a ltima compra dele da bolsa. "Veja isto?  uma luz de livro, 
o tipo voc clipe em assim voc no perturba seu scio de cama se voc quer ler tarde."
        
        Pasmo, ela tremeu a cabea dela. "Voc perdeu sua cabea."
        
        "Pelo contrrio, eu sou extremamente inteligente. Deste modo eu no estarei ao cabana preocupar, voc no estar aqui, s e miservel. Eu lerei a voc at 
que voc est cansado."
        
        "Leia a mim? " ela repetiu em um murmrio. "Voc vai ler a mim? "
        
        "Seguramente. No o pode ter tentando focalizar nesta pequena impresso com um choque, possa ns? "
        
        "No." Ela no soube nada, absolutamente nada na vida dela j tinha a tocado mais. "Eu deveria o fazer ir, mas eu quero to muito que voc fique."
        
        "Isso faz dois de ns. Voc sabe, isto soou satisfatrio da cpia de cobertura de parte de trs. 'Uma aliana mortal, '" ele leu. " 'Katrina-ela nunca seria 
domesticada. A beleza gneo-cabeluda com a face de uma deusa e a alma de um guerreiro arriscaria tudo para vingar o assassinato do pai dela. At mesmo se case e 
cama o inimigo mais feroz dela.' " Ele ergueu uma sobrancelha. "Inferno de uma moa que Katrina. E o heri nenhum andar relaxado, ou. 'Ian-ele nunca renderia. O 
chefe de altiplano corajoso e batalha-cicatrizado conhecido como o Deus Escuro lutaria o amigo e inimigo para proteger a terra dele, e a mulher dele. Inimigos jurado, 
amantes jurado, eles formam uma aliana que os varre para destino e em paixo.' "
        
        Ele sacudiu o livro em cima de para a cobertura dianteira, alcanando  toa para uma fatia. "Satisfatrio, huh? E um par bom-olhando que eles so, tambm. 
Veja, acontece em Esccia, dcimo segundo sculo. Katrina  a nica criana deste proprietrio de terras vivo. Lhe deixam o corrido dela bem selvagem, assim ela 
faz muita matria-prima de sujeito. Espada-jogo e arco-e-flecha, caando. Ento h este enredo mau e ele  assassinado que lhe faz o proprietrio de terras e caa 
para o vilo vicioso e ligeiramente insano. Mas nosso Katrina nenhum capacho." Brianna sorriu, alcanou para mo Cinza. "Voc leu isto? "
        
        "Eu chamei por isto quando eu estava esperando para pagar por isto. H isto cena inacreditavelmente ertica em pgina dois cinqenta-um. Bem, ns trabalharemos 
nosso modo at isso. Eles vo entrar e conferir sua presso sangunea provavelmente, e ns no queremos elevou. Melhore liberte da evidncia aqui, tambm". Ele recolheu 
as envolturas do jantar contrabandeado.
        
        Ele tinha os escondido apenas na bolsa quando a porta abriu. Alimente Mannion, grande como um halfback, estava atarefado dentro. Horas visitante" quase terminaram, 
Sr. Thane".
        
        "Sim, ma'am. "
        
        "Agora, Senhorita Concannon, como ns estamos fazendo? Qualquer vertigem, nusea, viso borrada? "
        
        "No, no. Eu estou sentindo bom, realmente. Na realidade, eu estava desejando saber se - "
        
        "Isso  bom, que  bom." Alimente Mannion facilmente em cima de-estrada que os esperaram pedem partir como ela fez notas no quadro ao p da cama. "Voc deveria 
tentar dormir. Ns estaremos o inspecionando pela noite, cada trs horas." Movendo vivamente ainda, ela fixou uma bandeja na mesa ao lado da cama.
        
        Brianna s teve que dar uma olhada para ir plido. "O que  isso? Eu lhe falei eu sinto multa. Eu no preciso de um tiro. Eu no quero um. Grayson."
        
        "Eu, ah - " Um relance de ao de Enfermeira Mannion o teve apalpando no papel de heri.
        
        "No  um tiro. Ns h pouco precisamos puxar um pouco sangue."
        
        "Para que? " Abandonando qualquer pretenso de dignidade, Brianna bajulou atrs. "Eu bastante perdi. lago algum disso."
        
        "Nenhuma tolice agora. Me d seu brao."
        
        "Brie. Olhe aqui." Cinza uniu os dedos dele com seu. "Olhe para mim. Eu j lhe falei sobre a primeira vez que eu fui para o Mxico? Eu enganchei para cima 
com algumas pessoas e sa no barco deles/delas. Isto estava no Golfo. Estava realmente bonito. Ar balsmico, mares azuis cristalinos. Ns vimos este pequeno barracuda 
que nada ao longo do "lado de porto.
        
        Fora do canto do olho dele ele viu Enfermeira Mannion desliza a agulha debaixo da pele de Brianna. E o estmago dele virou.
        
        De qualquer maneira", "de qualquer maneira ele disse, enquanto falando depressa. "Um dos sujeitos foi adquirir a mquina fotogrfica dele. Ele volta, inclinaes 
em cima da grade, e o barracuda de mame pula de direito para cima da gua. Estava como armao de geada. Ela parecia certa  lente da mquina fotogrfica e sorriu 
com todos esses dentes. Como um pose. Ento ela se estatelou atrs na gua, adquiriu o beb dela, e eles nadaram fora."
        
        "Voc est fazendo as pazes isto.
        
        A "verdade de Deus", ele disse, enquanto mentindo desesperadamente. "Ele adquiriu o quadro, tambm. Eu penso que ele vendeu isto a Nacional Geogrfico, ou 
talvez era o Enquirer. ltimo que eu ouvi que ele ainda estava fora no Golfo de Mxico, enquanto esperando repetir a experincia."
        
        "Isso  terminado." O enfermeira bateu levemente uma bandagem no trapaceiro do cotovelo de Brianna. "Seu jantar em seu modo, perde, se voc tem quarto para 
isto depois de seu hambrguer."
        
        "Ah, no, obrigado s o mesmo. Eu penso que eu h pouco descansarei agora."
        
        "Cinco minutos, Sr. Thane".
        
        Grayson arranhou o queixo dele quando a porta balanou fechado atrs dela. "Adivinhe ns no puxamos isso totalmente fora."
        
        Agora Brianna fez beicinho. "Voc disse que voc os bateria se eles entrassem com agulhas."
        
        "Ela  muito maior que eu." Ele se inclinou, a beijou ligeiramente. "Brie pobre."
        
        Ela bateu um dedo no livro que secular na cama ao lado dela. "Ian nunca teria desistido.
        
        "Bem, inferno, olhar como ele  construdo. Ele poderia lutar um cavalo. Eu nunca qualificarei para Deus Escuro."
        
        "Eu o levarei s o mesmo. Barracudas sorrindo", ela disse e riu. "Como voc pensa em tais coisas? "
        
        "Talento, talento completamente". Ele foi para a porta, espiou fora. "No a veja. Eu vou apagar a luz, abaixe no banheiro. Ns daremos isto dez minutos."
        
        Ele leu a ela durante duas horas, enquanto a levando pelas aventuras perigosas e romnticas de Katrina e Ian pela luz minscula do abajur de livro. De vez 
em quando a mo dele alcanaria fora e escova em cima de seu, enquanto demorando em cima do momento de contato.
        
        Ela soube que ela sempre se lembraria do som da voz dele, o modo que ele passou despercebido em um carrapicho escocs para o dilogo a divertir. E o modo 
que ele olhou, ela pensou, o modo que a face dele foi iluminada pelo bolbo pequeno de forma que os olhos dele seja escuro, as mas do rosto dele sombrearam.
        
        O heri dela, ela pensou. Agora e sempre. Fechando os olhos dela, Brianna deixou as palavras que ele leu para vento em cima dela.
        
        "Voc  meu." Ian a varreu nos braos dele, braos fortes que tremeram da necessidade que o agarrou. Atravs de lei e atravs de direito, voc  meu. E eu 
sou empenhado a voc, Katrina, deste dia, desta hora."
        
        "E  voc mina, Ian? " Fearlessly ela lanceou os dedos dela no cabelo dele, o puxou mais ntimo. " voc mina, Deus Escuro? "
        
        "Ningum alguma vez o amou mais que eu." Ele jurou isto. Ningum j vai.
        
        Brianna derrubou desejando adormecidos as palavras leitura Cinza poderia ser o prprio dele.
        
        Cinza a assistiu, enquanto sabendo do som lento, fixo da respirao dela fora a que ela tinha acumulado. Ele se favoreceu ento e enterrou a face dele nas 
mos dele. Mantenha luz. Ele tinha se prometido ele manteria isto luz, e a tenso estava o alcanando.
        
        Ela no foi doda mal. Mas no importa com que freqncia ele se fez lembrar disso, ele no pde tremer o terror osso-fundo que tinha o agarrado do momento 
Murphy tinha entrado na cozinha.
        
        Ele no a quis em um hospital, contundiu e bandaged. Ele nunca quis pensar de qualquer forma na leso dela. E agora ele sempre se lembraria disto, ele sempre 
saberia que algo pudesse acontecer a ela. Que ela poderia no ser, como ele sempre queria que ela fosse, enquanto zumbindo na cozinha dela ou mimando as flores dela.
        
        O enfureceu que ele teria este quadro dela para levar com todos os outros. E o enfureceu ainda mais que ele viria se preocupar tanto que ele soube que esses 
quadros no enfraqueceriam como centenas de outras recordaes tidas.
        
        Ele se lembraria de Brianna, e aquela gravata faria isto difcil partir. E necessrio fazer to depressa.
        
        Ele pensou em cima disto como ele esperou pela noite para passar. Cada tempo que um enfermeira viria conferir Brianna ele escutou as perguntas murmuradas 
deles/delas, as respostas sonolentas dela. Uma vez, quando ele voltou fora, ela o pediu suavemente.
        
        "Volte dormir." Ele escovou o cabelo longe da sobrancelha dela. "No  matutino contudo.
        
        "Grayson." Acumulando novamente, ela alcanou para a mo dele. "Voc ainda est aqui."
        
        "Sim." Ele olhou para baixo a ela, carranqueou. "Eu ainda estou aqui."
        
        Quando ela despertou novamente, estava claro. Esquecendo, ela comeou a sentar para cima, e a dor sombria no ombro dela chocalhou a memria dela. Mais aborrecido 
agora que aflito, ela tocou as pontas do dedo dela  bandagem na cabea dela e procurou ao redor de Cinza. Ela esperou que ele fundasse alguma cama vazia ou sof 
de sala de espera para dormir em. Ela sorriu s flores dele e desejou ela tinha lhe pedido que os pusesse mais ntimo de forma que ela poderia os tocar como bem.
        
        Cautelosamente ela arrastou fora o justilho da camisola dela, mordeu o lbio dela. Havia um arco-ris de contuses abaixo o esterno dela e torso onde o cinto 
de segurana tinha lhe afianado. Os vendo, ela agradeceu Cinza tinha ajudado o dela mude na camisola na escurido.
        
        No era justo, ela pensou. No estava certo que ela deveria olhar to batida durante os ltimos dias que eles tiveram junto. Ela quis estar bonito para ele.
        
        "Bom dia, Senhorita Concannon, assim voc est acordado." Um enfermeira ventou dentro, todos os sorrisos e mocidade e sade florescente. Brianna quis a odiar.
        
        "Eu sou, sim. Quando o doutor vir me libertar? "
        
        "Oh, ele estar fazendo os crculos dele logo, no preocupe. Enfermeira Mannion disse que voc passou uma noite calma." Como falou ela, ela amarrou um punho 
de manga de presso sangunea no brao de Brianna, preso um termmetro debaixo da lngua dela. "Nenhuma vertigem ento? Bom, bom", ela disse quando Brianna tremeu 
a cabea dela. Ela conferiu o guage de presso sangunea, acernar com a cabea, deslizou o termmetro atrs fora e acernar com a cabea novamente aos resultados. 
"Bem, voc est fazendo bom, ento, voc no ? "
        
        "Eu estou pronto para ir para casa."
        
        "Eu estou seguro voc est ansioso." O enfermeira fez notas no quadro. "Sua irm j chamou esta manh, e um Sr. Biggs. Um americano. Ele disse que ele foi 
o que bateu seu carro."
        
        "Sim."
        
        "Ns os resseguramos ambos que voc est descansando confortavelmente. O ombro que o di? "
        
        "Um pouco."
        
        "Voc pode ter algo agora" para isso, ela disse, enquanto lendo o quadro.
        
        "Eu no quero um tiro."
        
        "Oral." Ela sorriu. "E seu caf da manh est vindo. Oh, Enfermeira Mannion disse que voc precisaria de duas bandejas. Um para Sr. Thane? " Desfrutando 
obviamente a piada, ela olhou para o banheiro. "Eu estarei partindo dentro s um momento, Sr. Thane, e voc podem sair. Ela diz que ele  um homem mais bonito", 
o enfermeira murmurou a Brianna. "Com o prprio "sorriso do diabo.
        
        "Ele ."
        
        "Afortunado voc. Eu o adquirirei algo para a dor."
        
        Quando a porta fechou novamente, Cinza saiu do banheiro, fez carranca. "O que, aquela mulher tem radar? "
        
        "Voc realmente estava em l? Oh, Fique cinzento*, eu pensei que voc fundaria um lugar para dormir. Voc esteve para cima toda a noite? "
        
        "Eu sou usado a estar para cima toda a noite. Ei, voc olha melhor." Ele veio mais ntimo, a carranca dele enfraquecendo em um olhar de alvio completamente. 
"Voc realmente olha melhor."
        
        "Eu no quero pensar de como eu olho. E voc parece cansado."
        
        "Eu no sinto cansado agora. Sofrendo fome", ele disse, enquanto apertando uma mo ao estmago dele. "Mas no cansou. O que pensa voc que eles nos alimentaro? 
"
        
        "Voc no vai me levar na casa."
        
        "Sim, eu sou." Cinza marginou o capuz do carro dele e abriu a porta de passageiro. "O doutor disse que voc pudesse vir casa, se voc levou isto fcil, descansou 
todas as tardes, e evitou qualquer levantamento pesado."
        
        "Bem, eu no estou erguendo nada, eu sou? "
        
        "Nope. Eu sou." Cuidadoso do ombro dela, ele deslizou um brao atrs da parte de trs dela, outros atrs dos joelhos dela. So supostas as "mulheres para 
pensar este tipo de matria-primas romntico."
        
        "Debaixo de circunstncias diferentes. Eu posso caminhar, Grayson. No h nada errado com minhas pernas."
        
        "No uma coisa. Eles so grandes." Ele beijou o nariz dela. "Eu no mencionei que antes de? "
        
        "Eu no acredito que voc tem." Ela sorriu, apesar do fato que ele tinha batido o ombro dela e as contuses no trax dela estava doendo. Afinal de contas, 
era o pensamento que isso contou. "Bem, desde que voc est jogando a ser Deus Escuro, me varra dentro, ento. E eu espero ser beijado. Bem beijado."
        
        "Voc adquiriu exigindo terrivelmente desde que voc adquiriu golpe na cabea." Ele a levou para cima o passeio. "Mas eu adivinho eu tenho que o" favorecer.
        
        Antes de ele pudesse alcanar para a porta, balanou aberto e
        
        Maggie apressou fora. "L voc est. Parece ns sempre temos esperado. Como voc est? "
        
        "Eu estou sendo amimalhado. E se todos vocs no assistirem fora, eu me acostumarei a isto."
        
        "A traga dentro, Cinza. H qualquer coisa no carro ela precisa? "
        
        "Sobre um acre de flores."
        
        "Eu os" irei buscar. Ela saiu apressado como o Carstairs se apressou no corredor da sala de estar.
        
        "Oh, Brianna, voc coisa pobre, querida. Ns estivemos to preocupados. O Johnny e eu dormimos um pensamento de piscadela de voc que mente no hospital apenas 
que modo. Tais lugares deprimindo, hospitais. Eu no posso pensar por que qualquer um escolheria trabalhar em um, voc pode? Voc quer um pouco de ch, um pano fresco 
agradvel? Qualquer coisa nada? "
        
        "No, obrigado, ris", Brianna administrou quando ela pudesse entrar uma palavra. "Eu sinto muito voc estava preocupado. Era s uma pequena coisa, realmente".
        
        "Tolice. Um acidente de carro, uma noite no hospital. Um choque. Oh, faz sua dor de cabea pobre? "
        
        Estava comeando.
        
        "Ns estamos alegre voc est novamente" em casa, Carstairs ps dentro, e bateu levemente o mo da esposa dele para a acalmar.
        
        "Eu espero que Sra. O'Malley o fizesse confortvel."
        
        "Ela  um tesouro, eu o" asseguro.
        
        "Onde voc quer estas flores, Brie? " Maggie perguntou uma floresta de posies por detrs.
        
        "Oh, bem - "
        
        "Eu os porei em seu quarto", ela decidiu para ela. "Rogan ser at o v assim que Liam se desperte do cochilo dele. Oh, e voc teve chamadas da aldeia inteira, 
e bastante assou bens enviados em cima de alimentar um exrcito durante uma semana."
        
        H nossa menina." Secando as mos dela em uma toalha, Lottie estava atarefado fora da cozinha.
        
        "Lottie. Eu no percebi voc estava aqui."
        
        "Claro que eu sou. Eu vou o ver resolvido e me preocupei para. Grayson, assuma o direito dela no quarto dela. Ela precisa de resto."
        
        "Oh, mas no. Grayson, me derrube.
        
        S fique cinzento* trocado o aperto dele. "Voc  excedido em nmero. E se voc no se comportar, eu no lerei o resto do livro" para voc.
        
        "Esta  tolice." Em cima dos protestos dela Brianna se achou no quarto dela sendo posto na cama. "Eu posso bem como esteja de volta no hospital."
        
        "Agora, no faa um espalhafato. Eu vou lhe fazer uma xcara agradvel de ch." Lottie comeou a organizar travesseiros, folhas suavizadoras. "Ento voc 
cochilar. Voc vai ser inundado com visitas antes longo e voc precisa de seu resto."
        
        "Pelo menos me deixe ter meu tricotando."
        
        "Ns veremos aproximadamente aquele posterior. Fique cinzento*, voc pode manter a companhia dela. Veja que ela fica posta."
        
        Brianna ressaltou um lbio, dobrou os braos dela. "V embora, ela lhe falou. "Eu no o preciso aproximadamente se voc no me" defender.
        
        "Bem, bem, a verdade sai. Eyeing ela, ele apoiou confortavelmente no batente de porta. "Voc uma real megera , voc no ? "
        
        "Uma megera, ? Eu reclamo a ser tiranizado e ordenei aproximadamente e isso me faz uma megera? "
        
        "Voc est fazendo beicinho e est se queixando de se preocupar para e olhou depois. Isso lhe faz uma megera."
        
        Ela abriu a boca dela, fechou isto novamente. "Bem, ento, eu sou."
        
        "Voc precisa de suas plulas." Ele tirou a garrafa de prescrio do bolso dele, ento entrou no banheiro para encher um copo de gua.
        
        "Eles me fazem embriagado", ela murmurou quando ele voltou, enquanto oferecendo a cpsula.
        
        Voc quer que eu tenha que beliscar seu nariz para conseguir que voc abra e andorinha."
        
        A noo daquela humilhao a teve arrebatando a plula, ento o copo. "L. Feliz? "
        
        "Eu estarei contente quando voc deixar de doer."
        
        A briga saiu dela. "Eu sinto muito, Cinza. Eu estou me comportando to mal."
        
        "Voc est em dor." Ele sentou no lado da cama, levou a mo dela. "Eu fui um par de vezes danificadas eu. O primeiro dia  uma misria. O "inferno do segundo.
        
        Ela suspirou. "Eu pensei que seria melhor, e eu estou bravo no . Eu no pretendo estalar a voc."
        
        "Aqui  agora seu ch, cordeiro." Lottie entrou e equilibrado o pires nas mos de Brianna. "E desamos destes sapatos assim voc estar confortvel."
        
        "Lottie. Obrigado por estar aqui."
        
        "Oh, voc no tem que me agradecer isso. Sra. O'Malley e eu manteremos coisas que correm ao redor daqui at que voc esteja se sentindo novamente. No faa 
voc se aflige com uma coisa." Ela espalhou uma manta clara em cima das pernas de Brianna. "Grayson, voc v que ela descansa agora, no o v? "
        
        "Voc pode contar com isto." Em impulso ele subiu para beijar a bochecha de Lottie. "Voc  um amado, Lottie Sullivan".
        
        "Oh, v em." Corando com prazer, ela estava atarefado atrs na cozinha.
        
        "Assim  voc, Grayson Thane", Brianna murmurou. "Um amado."
        
        "Oh, v em", ele disse. Ele inclinou a cabea dele. "Ela pode cozinhar? "
        
        Ela riu como tinha esperado ele que ela vai. "Um cozinheiro bom  nosso Lottie, e no levaria muito para encantar um sapateiro dela. Se voc tem um gosto 
para um."
        
        "Eu me lembrarei isso de. Maggie trouxe o livro." Ele escolheu isto para cima donde Maggie tinha fixado isto na mesa-de-cabeceira de Brianna. "Voc  para 
cima para outro captulo de empolar romance medieval? "
        
        "Eu sou."
        
        "Voc dormiu enquanto eu estava lendo ontem  noite", ele disse como ele chamou pelo livro. "O que  a ltima coisa voc se lembra? "
        
        "Quando ele lhe falou que ele a" amou.
        
        "Bem, que certamente reduz isto.
        
        "A primeira vez." Ela bateu levemente a cama, enquanto querendo que ele sentasse novamente ao lado dela. "Ningum esquece da primeira vez eles ouvem isto." 
Os dedos dele apalparam nas pginas, acalmou, e ele no disse nada. Entendendo, Brianna tocou o brao dele. "Voc no deve deixar isto o, Grayson, preocupar. O que 
eu sinto para voc no  significado o" preocupar.
        
        Sim. Claro que fez. Mas havia qualquer outra coisa, e ele pensou que ele pudesse a dar que, pelo menos. "Humilha
        
        eu Brianna." Ele ergueu o olhar dele, esses olhos de dourado-marrom incerto. "E cambaleia eu."
        
        "Um dia, quando voc se lembra da primeira vez que voc ouviu isto, eu espero isto prazeres voc." Contedo para agora, ela tomou um gole do ch dela, sorriu. 
"Me conte uma histria, Grayson "
        
        Captulo Vinte e quatro
        
        Ele no partiu no primeiro de junho como tinha planejado ele. Ele poderia ter. Soube que ele deveria ter. Mas parecia errado, certamente covardemente, ir 
antes de ele fosse que Brianna positivo estava bem no remendo.
        
        As bandagens caram. Ele tinha visto para ele as contuses e tinha tido iced abaixo a inchao do ombro dela. Ele tinha sofrido quando ela se recolheu o 
sono dela e se causou desconforto. Ele ralhou quando ela excedeu.
        
        Ele no fez amor com ela.
        
        Ele a, de hora em hora, quis. No princpio ele tinha tido at mesmo medo os mais suaves de toques a feririam. Ento ele decidiu que era melhor como era. 
Um tipo de segue, ele pensou, de amante, para amigo, para memria. Seguramente seria mais fcil para eles ambos se os dias restantes dele com ela estivessem gastos 
em amizade e no em paixo.
        
        O livro dele era acabado, mas ele no remeteu isto. Cinza se convenceu ele deveria levar um desvio rpido para Nova Iorque antes da excurso dele e deveria 
entregar isto pessoalmente para Arlene. De vez em quando, se ele pensasse como ele tinha pedido para Brianna que fosse com ele para um pequeno tempo, ele se falou 
foi esquecido melhor.
        
        Por ela, claro que. Ele s estava pensando nela.
        
        Ele viu, pela janela que ela estava tirando a lavagem. O cabelo dela estava solto, enquanto soprando atrs da face dela na brisa ocidental dura. Atrs dela, 
a estufa acabado brilhou na luz solar. Ao lado dela, flores ela tinha plantado balanado e tinha danado. Ele assistiu como ela desenganchou um prendedor de roupa, 
estourou isto atrs na linha, moveu sobre o prximo, juntando ondulando folhas como foi ela.
        
        Ela era, ele pensou, um carto postal. Algo que personificou um lugar, um tempo, um modo de vida. Dia depois de dia, ele pensamento, ano depois de ano, ela 
penduraria as roupas dela e linhos para secar no vento e o sol. E os recolhe novamente. E com ela, e esses como ela, a repetio no seria nenhuma monotonia. Seria 
tradio-um que a fez forte e independente.
        
        Esquisitamente transtornado, ele caminhou fora. "Voc est usando aquele brao muito."
        
        "O doutor disse que exerccio era bom para isto." Ela olhou em cima do ombro dela. O sorriso que encurvou os lbios dela no alcanou os olhos dela, e no 
teve h dias. Ele estava movendo to depressa longe dela, ela no pde manter. "Eu apenas tenho agora uma puno. Isto um dia glorioso , no ? O ficando familiar 
conosco rebanho para Ballybunion para a praia. Da levava l s vezes Maggie e me, nadar e comer "cones de icecream.
        
        "Se voc tivesse querido ir para a praia, voc s tinha tido que perguntar. Eu teria o" levado.
        
        O tom da voz dele teve o espinha endurecendo dela. Os movimentos dela ficaram mais deliberados como ela unpinned uma fronha "Que  amvel de voc eu estou 
seguro, Grayson. Mas eu no tenho tempo por uma viagem para o mar. Eu tenho trabalho para fazer."
        
        "Tudo que voc faz so trabalho", ele explodiu. "Voc quebra sua parte de trs em cima deste lugar. Se voc no estiver cozinhando, voc est esfregando, 
se voc no estiver esfregando, voc est lavando. Para a causa de Cristo, Brianna,  h pouco uma casa."
        
        "No." Ela dobrou a fronha pela metade, ento meio novamente antes de pr isto na cesta feito de vime dela. " 'Tis minha casa, e me agrada cozinhar nisto, 
e esfrega nisto, e lava nisto."
        
        "E nunca olha alm disto."
        
        "E onde voc est olhando, Grayson Thane que  to maldito importante? " Ela sufocou fora o temperamento borbulhante, revertido a gelo. "E que  voc me 
criticar por fazer uma casa para mim."
        
        " um casa-ou uma armadilha? "
        
        Ela virou ento, e os olhos dela estavam quentes nem frios, mas cheio de aflio. " que como voc pensa, realmente, em seu corao? Aquele  igual ao outro, 
e deve ser? Se for, verdadeiramente, eu sinto muito por voc."
        
        "Eu no quero condolncia", ele atirou atrs. "Tudo que eu estou dizendo so que voc trabalha muito duro, para muito pequeno."
        
        "Eu no concordo, nem  que tudo que voc disse. Talvez era tudo que voc pretendeu dizer." Ela se ajoelhou e apanhou a cesta dela. "E  mais que voc disse 
a mim durante estes ltimos cinco dias."
        
        "No seja ridculo." Ele alcanou fora levar a cesta dela, mas ela empurrou isto fora. "Eu falo com voc todo o tempo. Me deixe objeto pegado que."
        
        "Eu levarei isto eu. Eu no sou um invlido sangrento." Impacientemente ela fixou a cesta ao quadril dela. "Voc falou a mim e ao redor de mim, Grayson, 
estes ltimos dias. Mas para mim, e de qualquer coisa estava pensando realmente voc ou estava sentindo, no. Voc no falou comigo, e voc no me tocou. No seria 
mais honesto para h pouco me falar voc no me quer mais? "
        
        "No faa - " Ela j estava espiando alm dele para a casa. Ele quase tinha agarrado a ela antes de ele se parasse. "Onde voc adquiriu uma idia que gosta? 
"
        
        "Todas as noites." Ela deixou a porta balanar o pegado na face com isto atrs e quase. "Voc dorme comigo, mas voc no me toca. E se eu virar a voc, voc 
se vira.
        
        "Voc s est fora do "hospital de fucking.
        
        "Eu estive fora do hospital durante quase duas semanas. E no me xinga. Ou se voc tiver que jurar, no minta." Ela esbofeteou a cesta sobre a mesa de cozinha. 
"Ansioso ter sido ido  o que voc , e no seguro como ser corts sobre isto. E voc est cansado de mim." Ela rompeu uma folha fora da cesta e dobrou isto nitidamente, 
encurrale para encurralar. "E no entendeu como dizer assim."
        
        "Isso  bullshit. Isso  s bullshit."
        
        " engraado como seu modo com palavras sofre quando voc estiver bravo." Ela sacudiu a folha em cima do brao dela em um movimento praticado, acasalando 
fundo para tampar. "E voc est pensando, Brie pobre, ela estar quebrando o corao dela em cima de mim. Bem, eu no vou. " Outra dobra, e a folha era um quadrado 
limpo a ser posto na mesa de cozinha esfregada. "Eu fiz bem bastante antes de voc veio, e eu farei bem bastante depois."
        
        Palavras "muito frescas de algum que reivindica estar apaixonado."
        
        "Eu estou apaixonado por voc." Ela tirou outra folha, e calmamente comeou a mesma rotina. "Que me faz um bobo estar seguro para amar um homem to covardemente 
ele tem medo dos prprios sentimentos dele. Amedrontado de amor porque ele no teve isto como um menino. Amedrontado fazer uma casa porque ele nunca soube um."
        
        "Ns no estamos falando sobre o que eu era", Cinza disse uniformemente.
        
        "No, voc pensa voc pode correr longe disso, e faz toda vez voc arruma sua mala e pula o prximo avio ou trem. Bem, voc no pode. Qualquer mais que 
eu posso ficar em um lugar e posso fingir que eu cresci feliz nisto. Eu perdi minha parte de amor, tambm, mas eu no tenho medo disto."
        
        Mais tranqilo agora, ela colocou a segunda folha. "Eu no tenho nenhum medo do amar, Grayson. Eu no tenho nenhum medo do deixar ir. Mas eu tenho medo ns 
ambos sentiro muitos se ns no separarmos honestamente."
        
        Ele no pde escapar aquela calma que entende nos olhos dela. "Eu no sei o que voc quer, Brianna". E ele tinha medo, pela primeira vez na memria de adulto 
dele, que ele no soube o que ele se quis. Para ele.
        
        Era duro ela dizer isto, mas ela pensou que no seria mais duro para. "Eu o quero me tocar, mentir comigo. E se voc no tiver nenhum desejo mais para mim, 
feriria muito menos se voc me falasse assim."
        
        Ele a encarou. Ele no pde ver o que estava a valendo.
        
        Ela no o deixaria ver, s estava de p, o dela atrs diretamente, os olhos dela nivelam, enquanto esperando.
        
        "Brianna, eu no posso tomar flego sem o" querer. "Ento me, na luz do dia", tenha agora. Derrotado, ele pisou adiante, cupped a face dela nas mos dele. 
"Eu quis fazer isto mais fcil para voc." "No faa. H pouco esteja agora comigo. Para agora." Ele a apanhou, a fez sorrir como ela apertou os lbios dela  garganta 
dele. "H pouco igual no livro."
        
        Melhor, ele prometeu como ele a levou no quarto. "Isto ser melhor que qualquer livro." Ele a fixou nos ps dela, enquanto a penteando vento-lanaram cabelo 
atrs da face dela antes de alcanar para os botes da blusa dela. "Eu sofri mentindo  noite ao lado de voc e no o" tocando. No havia nenhuma necessidade."
        
        "Eu pensei havia." Muito suavemente ele localizou uma ponta do dedo em cima das marcas amarelando na pele dela. "Voc ainda  contundido."
        
        "Eles esto enfraquecendo."
        
        "Eu me lembrarei como eles olharam. E como meu estmago apertou quando eu os vi. Como eu apertaria para cima dentro quando voc gemeria em seu sono." Um 
pequeno desesperado, ele ergueu o olhar dele a seu. "Eu no quero me preocupar isto muito com qualquer um, Brianna".
        
        "Eu sei." Ela apoiou adiante, apertou a bochecha dela a seu. "No preocupe agora nisto. H s ns dois, e eu tenho sentido falta de voc assim." Com os olhos 
dela meio fechado, ela correu uma linha de beijos para cima a mandbula dele enquanto os dedos dela trabalharam nos botes da camisa dele. "Venha a cama, Grayson", 
que ela murmurou, enquanto deslizando a camisa dos ombros dele. "Venha comigo."
        
        Um suspiro do colcho, um sussurro de folhas, e eles estavam em um ao outro braos. Ela ergueu a face dela, e a boca dela buscou o sua. O primeiro frisson 
de prazer estremeceram por ela, ento o prximo como o beijo se aprofundou.
        
        As pontas do dedo dele estavam frescas contra a carne dela, golpes macios como ele a tirou. E os lbios dele estavam claros em cima do desvanecimento contunde, 
como se s atravs de desejo ele pudesse desaparecer eles.
        
        Um pssaro cantou na pequena rvore de pra fora, e a brisa enviou a dana de fada ela tinha pendurado cantando, ondulou o delicado use espartilho das cortinas 
dela. Tremulou em cima do nu atrs dele como ele trocou em cima dela, como ele ps a bochecha dele debaixo do corao dela. O gesto fez o dela sorria, embale a cabea 
dele nas mos dela.
        
        Era tudo to simples. Um momento de ouro que ela entesouraria. E quando ele ergueu a cabea dele, e os lbios dele buscaram o seus novamente, ele sorriu 
nos olhos dela.
        
        Havia necessidade, mas nenhuma pressa, e desejando sem desespero. Se qualquer um deles pensamento esta poderia ser junto a ltima vez deles/delas, eles procuraram 
saboreando em lugar de urgncia.
        
        Ela suspirou fora o nome dele, respirao escorregando. Ele tremeu.
        
        Ento ele estava dentro dela, o passo dolorosamente lento. Os olhos deles/delas permaneceram abertos. E as mos deles/delas, palma para palma, completaram 
a ligao com interlaar dedos.
        
        Um cabo de luz pela janela, e motes de p que dana na viga. A chamada de um pssaro, o latido distante de um cachorro. O cheiro de rosas, cera limo, madressilva. 
E o tato dela, o morno, molhado sente dela rendendo em baixo dele, enquanto subindo para o conhecer. Os sensos dele afiaram em tudo, como um microscpio h pouco 
focalizado.
        
        Ento havia s prazer, a pura e simples alegria de perder tudo que ele era, nela.
        
        Ela soube antes de hora do jantar que ele estava partindo. No corao dela tinha sabido ela quando eles tiveram lain aquietar junto depois de amar, enquanto 
assistindo a troca de luz solar pela janela dela.
        
        Ela serviu os convidados dela, escutados a conversa luminosa deles/delas do dia deles/delas no litoral. Como sempre, ela limpou a cozinha dela, enquanto 
lavando os pratos dela, os guardando novamente nos armrios. Ela esfregou o fogo dela, enquanto pensando novamente que ela deveria substituir isto logo. Talvez 
durante o inverno. Ela teria que comear os estimando.
        
        O trapaceiro estava cheirando ao redor da porta, assim ela o deixou sair para a corrida de noite dele. Durante um tempo se levantou h pouco l ela, enquanto 
o assistindo raa em cima das colinas na luz solar ardendo da noite de vero longa.
        
        Ela desejou saber o que seria goste de correr com ele. H pouco correr como estava correndo ele, esquecendo de todos os pequenos detalhes de se conformar 
a casa com a noite. Esquecendo a maioria de tudo o que ela teve que enfrentar.
        
        Mas, claro que, ela voltaria. Isto era onde ela sempre voltaria.
        
        Ela virou, enquanto fechando a porta atrs dela. Ela entrou brevemente no quarto dela antes de subir Cinza.
        
        Ele estava  janela dele, enquanto olhando fora para o jardim dianteiro dela. A luz que ainda se manteve o cu ocidental o dourou e a fez pensar, como ela 
teve tantos meses antes, de piratas e poetas.
        
        "Eu tinha medo voc teria terminado embalagem." Ela viu a mala dele abrir na cama, quase cheio, e os dedos dela apertaram no suter que ela levou.
        
        "Eu ia descer e falar com voc." Suportado para isto, ele virou a ela, enquanto desejando que ele poderia ler a face dela. Mas ela fundaria um modo para 
fechar isto dele. "Eu pensei que eu pudesse fazer Dublin hoje  noite."
        
        " um passeio longo, mas voc ter luz durante algum tempo contudo."
        
        "Brianna - "
        
        "Eu quis lhe dar isto", ela disse depressa. Por favor, ela quis implorar, nenhuma desculpa, nenhuma desculpa. "Eu fiz isto para voc."
        
        Ele olhou para baixo s mos dela. Ele se lembrou da l verde escura, como ela tinha estado tricotando com isto a noite ele entraria tarde no quarto dela 
e provocaria uma briga com ela. O modo que tinha transbordado o branco da camisola dela.
        
        "Voc fez isto para mim? "
        
        "Sim. Um suter. Voc poderia achar use para isto no outono e inverno." Ela se orientou a ele, enquanto segurando isto at medida. "Eu acrescentei ao comprimento 
das mangas. Voc  longo no brao."
        
        O dele j corao instvel trocou como ele tocou isto. No todo da vida dele, ningum tinha lhe feito alguma vez qualquer coisa. "Eu no sei o que dizer."
        
        "Sempre que voc me deu um presente, voc sempre me diria que dissesse obrigado."
        
        "Assim eu fiz." Ele levou isto, sentia a suavidade e calor nas palmas das mos dele. Obrigado."
        
        "Voc  bem-vindo. Voc precisa de um pouco de ajuda com sua embalagem? " Sem esperar por uma resposta, ela levou de volta o suter e dobrou isto nitidamente 
na mala dele. "Voc tem mais experincia com isto, eu sei, mas voc tem que achar isto tedioso."
        
        "Por favor no faa. " Ele ps uma mo no ombro dela, mas quando ela no observou, derrubou isto novamente. "Voc tem todo direito para ser transtornado."
        
        "No, eu no fao. E eu no sou. Voc fez nenhuma promessa, Cinza-filho, assim voc no quebrou nenhum. Isso  importante a voc, eu sei. Voc conferiu as 
gavetas? Voc seria pasmado a que pessoas esquea."
        
        "Eu tenho que ir, Brianna".
        
        "Eu sei." Manter as mos dela ocupado, ela abriu as gavetas de cmoda ela, dolorosamente afligida para os achar vazio realmente.
        
        "Eu no posso ficar aqui. O mais longo eu fao agora, o mais duro . E eu no lhe posso dar o que voc precisa. Ou pensa voc precisa."
        
        "Logo voc estar me falando voc tem a alma de um cigano, e no h nenhuma necessidade por isso. Eu conheo isto." Ela fechou a ltima gaveta e se virou 
novamente. "Eu sinto muito por dizer o que eu fiz mais cedo. Eu no quero que voc v se lembrar de palavras duras entre ns, quando havia mais" tanto.
        
        As mos dela foram dobradas novamente, o distintivo dela de controle. "O v como eu o empacotar um pouco de comida para a viagem, ou um thermos de ch talvez? 
"
        
        "Deixe de ser a anfitri cortesa. Para a causa de Cristo, eu estou o deixando. Eu estou caminhando fora."
        
        "Voc vai", ela devolveu em uma voz fresca e fixa, "como voc sempre disse que voc vai. Poderia ser mais fcil em sua conscincia se eu lamentei e lamentei 
e poderia fazer uma cena, mas no me" veste.
        
        "De forma que  isso." Ele lanou algumas meias no caso.
        
        "Voc fez sua escolha, e eu o desejo nada mais que felicidade. Voc est de volta bem-vindo, claro que, se voc viaja deste modo novamente."
        
        O olhar dele cortou a seu como ele rompeu o caso fechado. "Eu o deixarei saber."
        
        "Eu o ajudarei a descer com suas coisas."
        
        Ela alcanou para o duffel dele, mas ele agarrou isto primeiro. "Eu os levei dentro. Eu os levarei a cabo.
        
        "Como quiser." Ento ela recortou o corao dele vindo a ele e o beijando ligeiramente na bochecha. "Mantenha bem, Cinza-filho. "
        
        "Adeus, Brie". Eles abaixaram os passos junto. Ele disse mais para nada at que eles tinham alcanado a porta da frente. "Eu no o" esquecerei.
        
        "Eu no espero.
        
        Ela caminhou modo de parte com ele para o carro, ento parado na alia, enquanto esperando enquanto ele carregou a bolsa dele, escalada atrs da roda. Ela 
sorriu, ergueu a mo dela em uma onda, ento entrou atrs na cabana sem olhar atrs.
        
        Uma hora depois ela estava s na sala de estar com a cesta de remendo dela. Ela ouviu a risada pelas janelas e fechado os olhos dela brevemente. Quando Maggie 
entrou com Rogan e o beb, ela estava beliscando uma linha e estava sorrindo.
        
        "Bem, agora, voc est fora recente esta noite."
        
        "Liam estava inquieto." Maggie sentou, enquanto erguendo os braos dela assim Rogan pudesse passar o beb a ela. "Ns pensamos que ele gostaria de alguma 
companhia. E aqui  um quadro, o amante da casa no "remendo de sala de estar.
        
        "Eu estou atrasado com isto. Voc gostaria de uma bebida? Rogan? "
        
        "Eu no dobraria a pessoa. Ele se orientou  garrafa. "Maggie? "
        
        "Sim, um pouco usque abaixaria bem."
        
        "E Brie? "
        
        Obrigado. Eu penso que eu vou." Ela enfiou uma agulha, nodoso o fim. "Seu trabalho vai bem, Maggie? "
        
        " maravilhoso para estar de volta a isto. Sim, ." Ela plantou um beijo ruidoso na boca de Liam. "Eu terminei um pedao hoje. Era falando Cinza sobre essas 
runas que ele  assim apaixonado por isso me deu a noo para isto. Bem me se mostrado pense."
        
        Ela levou o copo que Rogan lhe deu, ergueu o seu. "Bem, aqui  a uma noite tranqila." "Eu lhe darei l" nenhum argumento, o marido dela disse com fervor 
e bebeu.
        
        "Liam no pensa as horas entre dois e cinco DA MANH deveria ser por dormir." Com um riso Maggie trocou o beb sobre o ombro dela. "Ns quisemos lhe falar, 
Brie, o detetive est localizando Amanda Dougherty para-onde aquele lugar , Rogan? "
        
        "Michigan. Ele tem uma dianteira nela, e o homem que ela se casou." Ele olhou  esposa dele. "E a criana."
        
        "Ela teve uma filha, Brie", que Maggie murmurou, enquanto abraando o prprio beb dela. "Ele localizou a certido de nascimento. Amanda nomeou o Shannon" 
dela.
        
        "Para o rio", sussurrou Brianna e sentia lgrimas se levantam na garganta dela. "Ns temos uma irm, Maggie".
        
        "Ns temos. Ns podemos a achar logo, para melhor ou pior."
        
        "Eu espero assim. Oh, eu estou alegre voc veio me" falar. Ajudou um pouco, tirou alguma da picada do corao dela. "Ser bom para pensar nisto."
        
        "H pouco pode estar pensando durante algum tempo", Rogan advertiu. "A dianteira que ele est seguindo tem vinte e cinco anos.
        
        "Ento ns seremos pacientes", Brianna simplesmente disse.
        
        Longe de certo dos prprios sentimentos dela, Maggie trocou o beb, e o tpico. "Eu gostaria de mostrar o pedao eu terminei para Ficar cinzento*, v se 
ele reconhecer a inspirao. Onde ele est? Trabalhando? "
        
        "Ele foi." Brianna enviou a agulha nitidamente por uma casa de boto.
        
        "Ido onde? Para o bar? "
        
        "No, para Dublin, penso eu, ou onde quer que a estrada o" leve.
        
        "Voc quer dizer ele foi? Partido? " Ela subiu ento, enquanto fazendo o beb rir com glee ao movimento sbito.
        
        "Sim, s uma hora atrs."
        
        "E voc senta aqui cosendo? "
        
        "O que deveria estar fazendo eu? Se aoitando? "
        
        O "aoitando mais igual. Por que, aquele ianque bastardo. Pensar eu tinha crescido apaixonado por ele."
        
        "Maggie." Rogan ps uma mo de advertncia no brao dela. "Voc  certo, Brianna? "
        
        "Eu estou bem, obrigado, Rogan. No assuma assim, Maggie. Ele est fazendo o que  certo para ele."
        
        "Para inferno com o que  certo para ele. O que sobre voc? Leve o beb, o v? " ela disse impacientemente a Rogan, ento, braos livre, foi ajoelhar em 
frente  irm dela. "Eu sei como voc sente sobre ele, Brie, e eu no pode entender como ele poderia partir deste modo. O que ele disse quando voc lhe pediu que 
ficasse."
        
        "Eu no lhe pedi que ficasse."
        
        "Voc no fez o diabo? "
        
        "Porque teria nos feito ambos infeliz." Ela espetou a agulha, xingou a picada ligeiramente no dedo polegar dela. "E eu tenho meu orgulho."
        
        "Um lote gordo de bem que o faz. Voc ofereceu a fixar o sanduches para a viagem" provavelmente.
        
        "Sim."
        
        "Oh." Enojado, Maggie subiu, virou ao redor do quarto. No h nenhum raciocnio com voc. Nunca foi."
        
        "Eu estou seguro voc est fazendo Brianna sentir muito melhor tendo um acesso de raiva", Rogan disse secamente.
        
        "Eu h pouco era - " Mas pegando o olho dele, Maggie mordeu a lngua dela. "Voc tem razo, claro que. Eu sinto muito, Brie. Se voc como eu pudesse ficar 
por algum tempo, o mantenha companhia. Ou eu empacotarei algumas coisas para o beb, e ns ambos ficaro a noite."
        
        "Voc ambos pertencem em casa. Eu estarei bem, Maggie, em meu prprio. Eu sempre sou."
        
        Cinza quase era a Dublin e a cena mantido funcionamento na mente dele. O fim do livro, o fim de maldio h pouco no resolveria. Isso  por que ele estava 
to irritado.
        
        Ele deveria ter remetido o manuscrito fora para Arlene e deveria ter esquecido isto. Que ltima cena no estaria cavando agora a ele se ele tivesse. Ele 
j poderia estar brincando com a prxima histria.
        
        Mas ele no pde pensar de outro quando ele no pde deixar v do ltimo.
        
        McGee tinha afugentado porque ele tinha terminado o que ele viria para a Irlanda para fazer. Ele ia apanhar a vida dele novamente, o trabalho dele. Ele teve 
que se mudar porque... porque ele teve, irritably de pensamento Cinza.
        
        E Tullia tinha ficado porque a vida dela estava na cabana, na terra ao redor isto, as pessoas. Ela estava l contente o modo que ela seria em qualquer outro 
lugar nunca. Brianna-Tullia, ele corrigiu, murcharia sem as razes dela.
        
        O fim fez sentido. Era perfeitamente plausvel, ajuste carter e humor.
        
        Assim por que estava o importunando como um dente ruim?
        
        Ela no lhe tinha pedido que ficasse, ele pensou. No tinha derramado uma lgrima. Quando ele percebeu que a mente dele tinha trocado uma vez mais de Tullia 
a Brianna, ele jurou e apertou mais duro no acelerador.
        
        Isso  o modo era suposto que era, ele se lembrou. Brianna era uma mulher sensata, razovel. Era um das coisas que ele admirou sobre ela.
        
        Se ela tivesse o amado assim condena muito, o menos ela poderia ter feito foi dito ela sentiria falta dele.
        
        Ele no queria que ela sentisse falta dele. Ele no quis uma luz que queima na janela, ou o dela consertando as meias dele ou passando a ferro as camisas 
dele. E a maioria de tudo, ele no a quis atacando a mente dele.
        
        Ele era footloose e livra, como tinha sido sempre ele. Como ele precisou ser. Ele teve lugares para ir, um alfinete para aderir em um mapa. Uma pequena frias 
em algum lugar antes da excurso, e ento horizontes novos para explorar.
        
        Isso era a vida dele. Ele bateu os dedos dele impacientemente no volante. Ele gostou da vida dele. E ele estava apanhando isto novamente, h pouco igual 
McGee.
        
        H pouco igual McGee, ele pensou com uma carranca.
        
        As luzes de Dublin arderam em acolhimento. O relaxou os ver, saber ele viria onde ele tinha pretendido ir. Ele no prestou ateno ao trfico. Claro que 
ele no fez. Ou o barulho. Ele h pouco tinha gastado muito longo longe de cidades.
        
        O que ele precisou era achar um hotel, se registre. Tudo que ele quis eram uma chance para estirar as pernas dele depois do passeio longo, se comprar uma 
bebida ou dois.
        
        Cinza encostou para um meio-fio, deixe o de cabea dele se retire contra o assento. Tudo que ele quis eram uma cama, uma bebida, e quarto quieto.
        
        O inferno que era.
        
        Brianna estava em amanhecer. Era tolo mentir em cama e o fingir poderia dormir quando voc no pde. Ela comeou o po dela e ps de lado isto para subir 
antes de ameaar a primeira panela de ch.
        
        Ela levou uma xcara para ela no jardim de parte de trs, mas no pde resolver. Nem sequer uma excurso da estufa no a agradou, assim ela entrou novamente 
e ps a mesa para o caf da manh.
        
        Ajudou que os convidados dela estavam partindo cedo. Antes das oito, ela tinha os fixado uma refeio quente e tinha os licitado no modo deles/delas.
        
        Mas agora ela estava s. Certo ela acharia satisfao em rotina, ela fixou a cozinha a direitos. Escada acima, ela tirou as camas desfeitas, alisadas nas 
folhas que ela tinha levado fresco da linha o dia antes. Ela juntou as toalhas midas, os substituiu.
        
        E no pde ser tirado mais, ela se falou. No deveria ser. Ela passou vivamente ao quarto onde Grayson tinha trabalhado. Precisou um espanar bom, ela pensou 
e correu um dedo suavemente em cima da extremidade da escrivaninha.
        
        Apertando os lbios dela junto, ela endireitou a cadeira.
        
        Como ela poderia ter sabido que sentiria to vazio?
        
        Ela se tremeu. Era s um quarto, afinal de contas. Esperando agora pelo prximo convidado vir. E ela poria o mesmo prximo nisto, ela prometeu. Seria sbio 
para fazer isso. Ajudaria.
        
        Ela passou ao banho, enquanto levando as toalhas que ele tinha usado da barra onde eles tinham secado.
        
        E ela poderia o cheirar.
        
        A dor veio to depressa, assim fiercely, ela quase cambaleado debaixo disto. Cegamente ela tropeou atrs no quarto, sentou na cama, e enterrando a face 
dela nas toalhas, lamentou.
        
        Cinza poderia a ouvir chorando como ele subiu os degraus. Era um som selvagem de afligir isso o aturdiu, o fez reduzir a velocidade o passo dele antes de 
ele enfrentasse isto.
        
        Da entrada ele a viu, enquanto se balanando para conforto, com a face dela apertada em toalhas.
        
        No esfrie, ele pensou, ou controlado. No razovel.
        
        Ele esfregou as mos dele em cima da prpria face dele, enquanto raspando algumas da fadiga de viagem e a culpa.
        
        "Bem", ele disse em uma voz fcil, "voc seguro como inferno me teve enganado."
        
        O tiro de cabea dela para cima, e ele poderia ver o desgosto agora nos olhos dela, as sombras debaixo deles. Ela comeou a subir, mas ele acenou uma mo.
        
        "No, no deixe de chorar, mantenha direito em. Me faz bom saber isso que um fraude que voc . 'Me deixe lhe ajudar a empacotar, Cinza.
        
        Por que eu no o fixo um pouco de comida para sua viagem? Eu h pouco me darei bem elegante sem voc.' "
        
        Ela lutou contra as lgrimas, mas no pde ganhar. Como eles despejaram, ela enterrou a face dela novamente.
        
        "Voc me teve indo, realmente me teve. Voc nunca iguala olhado atrs. Isso  o que estava errado com a cena. No jogou. Nunca fez." Ele cruzou a ela, apartou 
as toalhas. "Voc helplessly esto apaixonados por mim, voc no , Brianna? Todo o modo apaixonado, nenhum truque, nenhuma armadilha, nenhuma muito usado frase".
        
        "Oh, v embora. Por que voc voltou aqui? "
        
        "Eu esqueci de alguns coisas."
        
        No h nada aqui."
        
        "Voc est aqui." Ele se ajoelhou, enquanto levando as mos dela para a impedir cobrir as lgrimas. "Me deixe lhe contar uma histria. No, v em chorar 
se voc quer", ele disse quando ela tentou apartar. "Mas escuta. Eu pensei que ele teve que partir. McGee."
        
        "Voc voltou falar comigo sobre seu livro? "
        
        "Me deixe lhe contar uma histria. Eu figurei ele teve que partir. Assim isso que se ele nunca tivesse querido qualquer um o modo que ele quis Tullia. Assim 
isso que se ela o amasse, tinha o mudado, mudou a vida inteira dele. Completado isto. Eles milhas estavam separadamente de todo outro modo, eles no eram? "
        
        Pacientemente ele assistiu outra corrida de lgrima abaixo a bochecha dela. Ela estava lutando contra eles, ele soube. E ela estava perdendo.
        
        "Ele era um solitrio", Cinza continuou. "Sempre tinha sido. O que o inferno ele estaria fazendo, se plantando em alguma pequena cabana no oeste de Irlanda? 
E ela o deixou ir, porque ela tambm era maldio teimoso, muito orgulhoso, e muito apaixonado lhe pedir que fique.
        
        "Eu preocupei em cima disso", ele continuou. "Durante semanas. Me dirigiu louco. E todo o modo para Dublin eu mastiguei nisto - figurado eu no pensaria 
em voc se eu estivesse pensando disso. E eu percebi de repente que ele no iria, e ela no o deixaria. Oh, eles sobreviveriam sem um ao outro, porque eles nascem 
os sobreviventes. Mas eles nunca estariam inteiros. No o modo que eles eram junto. Assim eu fiz um reescreva, a mesmo no Salo de entrada do hotel em Dublin."
        
        Ela engoliu duro contra lgrimas e humilhao. "Assim voc resolveu seu problema. Bom para voc."
        
        "Um deles. Voc no vai em qualquer lugar, Brianna." Ele apertou o aperto dele at que ela deixou de arrastar s mos dela. "Quando eu terminei o reescreva, 
eu pensei, eu adquirirei uma bebida em algum lugar, e vai para cama. Ao invs, eu entrei o carro, me virei, e voltei aqui. Porque eu esqueci que eu passei os seis 
meses mais felizes de minha vida aqui. Eu esqueci que eu quis o ouvir cantando na cozinha pela manh ou o ver fora da janela de quarto. Eu esqueci aquele sobrevivente 
sempre no  bastante. Olhe para mim. Por favor."
        
        Quando ela fez, ele esfregou um das lgrimas dela fora com o dedo polegar dele, ento uniu as mos dele novamente com seu. "E a maioria de tudo, Brianna, 
que eu esqueci de me deixar lhe falar que eu o" amo.
        
        Ela no disse nada, no pde como a respirao dela continuou escorregando. Mas os olhos dela alargaram e duas lgrimas novas se estatelaram sobre as mos 
unidas deles/delas.
        
        Tambm", "era notcias a mim ele murmurou. "Mais de um choque. Eu ainda no estou seguro como lidar com isto. Eu nunca quis sentir deste modo sobre qualquer 
um, e  sido fcil de evitar isto at voc. Significa fios, e responsabilidades, e significa talvez eu posso viver sem voc, mas eu nunca estaria inteiro sem voc."
        
        Suavemente ele ergueu as mos unidas deles/delas aos lbios dele e provou as lgrimas dela. "Eu figurei voc tinha adquirido em cima de mim bem rpido com 
aquele enviar-fora ontem  noite. Isso me comeou apavorando. Eu era todo o jogo para implorar quando eu entrei e o ouvi chorando. Eu tenho que dizer, era msica 
a minhas orelhas."
        
        "Voc queria que eu chorasse."
        
        "Talvez. Sim." Ele subiu ento, enquanto libertando as mos dela. "Eu figurei se voc tivesse feito alguns chorando ontem  noite em meu ombro, se voc tivesse 
me pedido que no o deixasse, eu teria ficado. Ento eu poderia o ter culpado se eu estragasse tudo.
        
        Depois que um riso curto que ela esfregou s bochechas dela. "Eu o acomodei, no tenha eu? "
        
        "No realmente." Ele retrocedeu olhar para ela. Ela estava to perfeita, ele percebeu, com o avental limpo dela, o cabelo dela deslizando de seus alfinetes, 
e lgrimas que secam nas bochechas dela. "Eu tive que vir ao redor de para isto meu prprio, assim eu tenho ningum mais para culpar se eu fao confuso isto. Eu 
quero que voc saiba que eu vou tentar difcil de no fazer confuso isto.
        
        "Voc quer voltar. Ela agarrou as mos dela junto apertado. Era to duro esperar.
        
        "Mais ou menos. Mais, de fato." O pnico ainda era l, enquanto se preparando dentro dele. Ele s esperou no mostrou. "Eu disse que eu o, Brianna", amo.
        
        "Eu sei. Eu me lembro." Ela administrou um sorriso como subiu ela. "Voc no esquece da primeira vez voc ouve isto."
        
        "A primeira vez que eu ouvi foi a primeira vez que eu fiz para amor a voc. Eu estava esperando que eu ouvisse isto novamente."
        
        "Eu o, Grayson, amo. Voc sabe que eu fao."
        
        "Ns vamos cuidar disso." Ele alcanou no bolso dele e tirou uma caixa pequena.
        
        "Voc no teve que me comprar um presente. Voc s teve que vir casa."
        
        "Eu pensei aproximadamente que muito, dirigindo atrs de Dublin. Casa prxima.  a primeira vez que eu tenho." Ele lhe deu a caixa. "Eu gostaria de fazer 
isto um hbito."
        
        Ela abriu a caixa e, suportando uma mo na cama atrs dela, sentou novamente.
        
        "Eu molestei o gerente do hotel em Dublin at que ele teve a loja de presente aberta. Voc o irlands  to sentimental, eu fiz nem mesmo tenha que o" subornar. 
Ele engoliu. "Eu pensei que eu teria sorte com um anel tradicional. Eu o quero me se casar, Brianna. Eu quero que ns faamos uma casa junto."
        
        "Grayson - "
        
        "Eu sei que eu sou uma aposta ruim", ele se apressou em. "Eu no o mereo. Mas voc me ama de qualquer maneira. Eu posso trabalhar em qualquer lugar, e eu 
posso o ajudar aqui, com a hospedaria".
        
        Como ela olhou para ele, o corao dela simplesmente alagou. Ele a amou, a quis, e ficaria. "Grayson - "
        
        "Eu ainda terei que viajar alguns." Ele arou em cima dela, apavorado ela o recusaria. "Mas no seria como antes. E s vezes voc poderia vir comigo. Ns 
sempre voltaramos aqui, Brie. Sempre. Este lugar, quase significa como muito a mim como faz a voc."
        
        "Eu sei. EU - "
        
        "Voc no pode saber", ele interrompeu. "Eu no me conheci at que eu tinha partido.  casa. Voc est em casa. No uma armadilha", ele murmurou. "Um santurio. 
Uma chance. Eu quero fazer uma famlia aqui." Ele arrastou uma mo pelo cabelo dele como ela o encarou. "Jesus, eu quero isso. Crianas, planos a longo prazo. Um 
futuro. E o conhecendo so a mesmo, todas as noites, todas as manhs. Ningum j poderia o amar o modo que eu fao, Brianna. Eu quero empenhar a voc." Ele tomou 
um flego instvel. "Deste dia, desta hora."
        
        "Oh, Grayson." Ela sufocou fora o nome dele. Sonhos, parecia, poderia se tornar realidade. "Eu quis - "
        
        "Eu nunca amei qualquer um antes, Brianna. Em minha vida inteira  havido ningum mas voc. Assim eu o entesourarei. Eu juro isto. E se voc s - "
        
        "Oh, esteja quieto, o" v, ela disse entre risada e lgrimas, "assim eu posso dizer que sim."
        
        "Sim? " Ele a arrancou novamente fora a cama, fitou nos olhos dela. "Nenhum me fazendo sofre primeiro? "
        
        "A resposta  sim. H pouco sim." Ela ps os braos dela ao redor dele, ps a cabea dela no ombro dele. E sorriu. Casa bem-vinda", Grayson".
        
        
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        Sempre-Lendo, o melhor grupo da Net!
        
